Apesar de ter achado o anterior melhor , esse ate que nao ficou tao ruim , so senti falta de um pouco mais de terror nesse novo filme , e tanbem viajaram na maionese com os "JYMISS"
Muita gente esperava que o 4º filme repetisse a fórmula do primeiro: sobreviventes correndo de infectados, tensão constante e clima cru. Mas Templo dos Ossos escolhe outro caminho — e isso é justamente o que o torna importante. O primeiro filme mostrou o choque. O segundo mostrou o fracasso da reconstrução. O terceiro iniciou a ideia de um mundo transformado. O quarto filme finalmente pergunta: O que acontece quando a infecção deixa de ser uma crise… e vira o novo normal? E a resposta é desconfortável: surgem cultos, distorções morais e sociedades violentas. Isso não é exagero — é consequência lógica de décadas de colapso. Quando Kelson consegue curar o Alpha, Templo dos Ossos muda completamente o rumo da franquia. Até então, o vírus da raiva era apresentado como algo irreversível — uma sentença definitiva que apagava a humanidade da vítima. Ao estabilizar o Alpha, o filme quebra essa regra e introduz algo inédito na saga: esperança real. Mais do que um avanço científico, a cura humaniza os infectados e questiona a ideia de que eles são apenas monstros. Se é possível trazê-los de volta, então o horror sempre foi mais trágico do que absoluto. Ao mesmo tempo, isso cria novos conflitos — quem controlaria a cura? O mundo estaria pronto para aceitar os “recuperados”? Essa decisão narrativa não enfraquece a franquia; ela a amadurece, transformando o terror físico em dilema moral e social. Em Extermínio, curar um infectado significa resgatar alguém que ainda estava vivo por dentro; em outros filmes de zumbi, matar é a única solução, porque ali já não há mais ninguém para salvar.
O lucro desse filme é que a cura foi ou está muito px de surgir e assim o fim de filne mostra 5% de exterminio e 95% de viajem na maionese,nada ver com EXTERMINIO,acho que o diretor EXTERMINOU O EXTERMINIO
Superar o primeiro parece ser improvável, e essa continuação é a prova disso. Mas provavelmente esse pode ser um dos últimos, já que tudo indica que o Dr. pode ter descobrido a cura.
Como uma franquia de apocalipse zumbi se tornou isso ? Nesse filme se aparece duas cenas com zumbis é muito. Eu estou incrédulo com o que acabei de assistir.
Primeira coisa absurda, a franquia extermínio é conhecida por suas intros memoráveis, eu tenho certeza que você já viu a cena do Cillian novinho andando em uma londres DESERTA ao fundo o relógio BIG BEN, sem fundo verde, era de fato a cidade londrina no cenário deserto e devastado e ai vem o primeiro impacto aqui os zumbis correm demais, se não falha a memória foi a primeira vez que colocam zumbis velocistas, o que viria a ser comum no futuro mas foi extermínio que andou para que hoje os zumbis pudessem correr.
Ou então no segundo filme na abertura do cara fugindo da casa, deixando para trás sua esposa que ficou presa e indo correr para fugir de barco, a cena dele correndo pelo matagal e os zumbis descendo montanha, é uma das cenas mais angustiantes que assisti no cinema.
Até o novo filme antecessor direto desse, tem também sua clássica intro com uma cena bem caótica,punk, traumatizante, de uma criança fugindo de um ataque onde se esconde na igreja e vê seu pai sendo dilacerado.
Mas aqui nesse não tem nenhuma cena inicial, ou seja já começou da pior forma possível.
A receita de fazer um filme de apocalipse e o maior vilão ser o proprio homem já está bem entediante e nada inovadora, premissa essa que começou com o primeiro filme extermínio onde o maior vilão não era a infecção mas sim soldados do exercito que sem ordem e governança se tornaram animais e predadores sexuais, no segundo filme o maior vilão é apesar de existir orgem e governança ainda assim são os soldados que recebem ordem de aniquilar os sobreviventes após uma invasão zumbi cometendo uma grande barbárie, no terceiro filme o maior vilão é a doença incurável como o cancer e nesse aqui o maior vilão é a tirania do controle da religião nas pessoas, no filme em específico são adoradores do Velho Nick (diabo) mas também poderiam usar Jesus Cristo ou Zeus como figura religiosa que atraves do receptor humano que ouve as vozes para comandar seu exercito entre os poucos sobreviventes, eu até curto qualquer crítica a religião pois acho que inventaram isso para o controle e influencia, mas achei bem sem graça DE NOVO um filme mostrando que o maior vilão é o ser humano, nossa que novidade (ironia).
Outra coisa que me decepcionou tb é que o Aaron Taylor não volta pra esse filme, o filho dele foge com sua esposa doente da ilha e fica por isso mesmo ? Ele não vai atrás ? Ele não tenta nada ? Eu de coração achei que fossem seguir dois arcos, do Aaron procurando seu filho onde seriam voltadas as cenas de ação matança de zumbis e o outro arco do doutor Kelson com sansão e os seguidores do diabo, que amargo erro meu, pois não existe nenhuma ação muito menos Aaron Taylor Johnson.
E a cena do Kelson fingindo ser o diabo com o show e ouvindo a musica do Iron Maiden ? Cara, é um espetáculo a cena, impressiona demais, porém quando você lembra que é um filme de zumbi, você fica totalmente deslocado, ué mas os zumbis não ouvirão essa musica alta ? é isso que passava na minha mente durante a apresentação.
Unica coisa que gostei do filme foi a ideia de acharem uma cura e o Sansão ser recuperado, achei bem interessante, nunca nenhum outro filme abordou a cura de fato curar um zumbi, isso abre um novo passo da cultura do zumbi, mas fica só por isso, ele é curado e só não temo muito desenvolvimento espero que tenha no terceiro filme.
O final do filme dá um gancho pra uma terceira e ultima da franquia, parecendo que o filme voltaria a ação desenfreada de um apocalipse zumbi de fato ccom retorno até do Cillian no seu papel após quase 26 anos, mas esse eu verei de casa e não ao cinema gastando quase 100 reais com ingresso e pipoca.
O extermínio: o templo dos ossos é o 4° filme da franquia e aconteceu 1 ano após o último filme. A direção muda novamente e fica com Nia DaCosta e o roteiro segue com Alex Garland. A trama segue os eventos do último longa, e acompanhamos Spike (Alfie Williams) que é aprisionado sendo forçado a participar de um pequeno grupo de jovens satanistas. Em paralelo, o Dr. Ian (Ralph Fiennes) se vê envolvido numa estranha amizade com um zumbi Alpha (Chi Lewis-Parry). Nesse novo filme, o roteiro expande as dimensões filosóficas en termos de limites de consciência em que um infectado pode chegar e o lado do misticismo tbn. Explorando 2 narrativas diferentes ( citadas acima), em um momento acabam se chocando e é a melhor parte do filme. Pois aqui Ralph Fiennes rouba a cena ao "interpretar " o Satanás ao som de Iron Maiden. Por falar em trilha sonora, ainda destaco uma das músicas de Duran duran. Voltando ao roteiro, que continua resgatar a ideia do primeiro filme, que mesmo com a ameaça apocalíptica, a principal preocupação é a natureza humana. Essa mais violenta do que o zumbi Alpha dopado que só quer paz. A direção soube conduzir essa perca da ética nas maos de Jimmy Crystal (Jack O'Connell). É inegável que o filme tem seus momentos tensos, mas é sentido a falta de uma melhor participação ( até mesmo nas mortes do Alpha). Parece que o roteiro deixa um terreno para uma continuação e para isso foi interessante nao perder esse controle e talvez até consciência ética do infectado. Por falar nisso, com a aparição novamente de Jim (Cillian Murphy) cria-se espaço para mais um filme futuramente. No mais, o roteiro deixa a desejar em alguns pontos do seu desenvolvimento ao proteger a ideia da natureza humana como maior risco. Porém, se mantém bem tecnicamente ao ser comparado com o seu último filme .
Extermínio: O Templo dos Ossos definitivamente é inferior ao seu antecessor. E muito por causa da sua história que poderia ter sido muito melhor contada... Não é ruim mas extremamente desinteressante. Ele tenta abordar temas complexos como fanatismo e ciência mas aborda da pior maneira possível.
Por exemplo:
É nítido que o Jimmy e seus Minions são loucos, e o seu líder usa a suposta "religião" deles para justificar as insanidades que eles praticam e manipular eles ao longo do longa metragem. Porém, é óbvio ao assistir o filme que ali se trata de loucos; não tem religião nenhuma ali. Religiões mesmo as mais extremas seguem uma lógica muito clara na qual eles não se encaixam, é apenas loucura.
E isso é um problema, porque o filme tenta abordar ciência vs extremismo religioso porém não tem religião. Então o que carrega o filme e te faz continuar interessado em assistir é o personagem Dr. Kelson e a dinâmica dele com o Infectado Alfa apelido de Sansão que é muito boa.
Mas quando a gente troca para o núcleo do Jimmys e do Spike é uma tortura, porque não é bom, o grupo de loucos não é interessante o suficiente.
Não é legal, é ridículo, não é interessante, não são bons personagens tirando o líder; as vezes parece uma novela e o filme tem dificuldade em fazer você ter interesse em entender a dinâmica do grupo.
E mesmo o grupo, apesar de perigosos você tem a percepção de que eles são vencíveis e talvez facilmente superaveis. A história não é boa além do Dr. Kelson e o Sansão.
Se a ideia era contar uma história íntimista na Grã-Bretanha eles poderiam ter contado outra história ou falado de uma forma interessante e bem feita.
Extermínio: O Templo dos Ossos mesmo com esse problema vale a pena, é um bom filme e merece o seu tempo mas vá em mente de que ele não é melhor que seu antecessor mas de resto é um filme legal e divertido mas tenha expectativas baixas.
Extermínio: O Templo dos Ossos passa uma sensação de filme feito às pressas, apesar de continuar com uma pegada autoral — embora menor que a do antecessor — e buscar um ar mais filosófico sobre o apocalipse, mais maduro e sentimental, que contrasta com o lado cômico dos “Jimmys”. Essa dualidade se arrasta até o embate dos núcleos no ato final.
O filme tem alguns problemas: o ritmo é um pouco mais cansativo, a edição é menos ousada e, principalmente, ele não é assustador — aquele toque do desconhecido que tínhamos no filme anterior praticamente desaparece aqui, e o longa acaba sendo zero medo.
Por outro lado, ele de fato é mais maduro. Parece um filme de transição, uma história de meio, um segundo ato para algo maior e mais definitivo. Muitas linhas terminam em aberto, e uma continuação pode funcionar bem. Ainda assim, a sensação de decepção fica um pouco na mente — especialmente porque o antecessor foi o meu filme favorito de 2025: ousado, quente, cínico e tragicômico. Aqui, há uma imposição de postura diferente que, na minha opinião, não funciona tão bem.
A decepção talvez venha da expectativa que eu tinha antes de assistir, mas, no fim, é uma obra que busca algo mais profundo, ainda que tenha falhas.
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