Que melhor maneira de terminar o fim de semana no domingo à noite do que com um filme de aventura emocionante? Temos uma recomendação para você, repleta de ação e suspense.
Na história do cinema blockbuster, existe uma franquia que jamais pode ser esquecida: Jurassic Park. Misturando ficção científica, ação e desastre, Steven Spielberg criou, baseado no parque de dinossauros de Michael Crichton, uma aventura emocionante que acabou se transformando em uma mega franquia.
Embora os filmes sejam extremamente populares, um deles costuma ser deixado de lado: Jurassic Park 3. O primeiro capítulo da saga que não foi dirigido por Spielberg é considerado por muitos fãs como o mais fraco. Porém, após 25 anos, ele definitivamente merece uma segunda chance. Escondido ali está o blockbuster perfeito para um domingo, disponível na Netflix, Prime Video e Telecine (via Globoplay).
Jurassic Park 3: Um filme de aventura cheio de ação e suspense
Depois de ficar de fora do segundo filme, o paleontólogo Alan Grant, interpretado por Sam Neill, retorna em Jurassic Park 3 – mas sem intenção de enfrentar novas criaturas pré-históricas. O que ele realmente deseja é se dedicar totalmente às suas pesquisas. Mais fácil falar do que fazer, já que Grant enfrenta problemas financeiros.
É então que surge um casal rico: Amanda, interpretada por Téa Leoni, e Paul Kirby, vivido por William H. Macy. Eles querem contratar o especialista para uma expedição à Ilha Sorna, onde anos antes foram criados os dinossauros que posteriormente habitariam o parque da Ilha Nublar. O que Grant não sabe é que, na verdade, a viagem é uma missão secreta em busca do filho desaparecido do casal, Eric, interpretado por Trevor Morgan, perdido em uma selva cheia de dinossauros famintos.
Um blockbuster que não dá descanso
Spielberg transformou seus filmes de Jurassic Park em enormes blockbusters cinematográficos. O terceiro filme não alcança a mesma grandiosidade: o diretor Joe Johnston conduz a sequência como um filme B enxuto e eficiente, que conquista principalmente por sua duração: em apenas 92 minutos, temos uma experiência extremamente divertida de sobrevivência.
Assim que engrena, o filme funciona como uma montanha-russa. Ele entende perfeitamente o que torna a franquia tão atraente e entrega uma sequência intensa de confrontos com dinossauros, enquanto os personagens mergulham cada vez mais fundo em um labirinto de ruínas.
A trama se desenvolve como uma jornada sem concessões por um verdadeiro inferno jurássico, equilibrando dureza e humor, até culminar em um duelo ao estilo faroeste entre o T-Rex e o Espinossauro. Johnston entende Jurassic Park 3 como uma mistura de horror de monstros com aventura e investe pesado em grandes cenas de ação.
O ponto alto é a montagem paralela da luta desesperada pela sobrevivência na chuva e na lama, enquanto, do outro lado da linha do telefone via satélite, um típico cenário suburbano ao estilo Spielberg é completamente virado de cabeça para baixo – incluindo uma participação especial do Barney. Com um filme tão energético quanto esse, o domingo passa voando.