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    A 5ª Onda: “Não se trata de um universo distópico”, Chloe Grace Moretz diferencia ‘sua’ franquia

    Atriz participou de coletiva de imprensa virtual com jornalistas brasileiros, em que confessou seu desejo por pão de “queija”.

    A série de livros, que ganha adaptação para os cinemas, conta a história de uma garota dividida entre dois amores, que tem que lutar pela própria sobrevivência em um futuro sombrio. Poderia ser Crepúsculo, Jogos Vorazes, mas não. Trata-se de A 5ª Onda, incursão da Sony no universo das franquias baseadas em séries literárias para o público juvenil.

    Porém... “Eu acho que o que é diferente sobre A 5ª Onda é o fato de que não se trata de um universo distópico. [O filme] Não se passa a mil anos em um futuro distante. É uma possibilidade, algo que poderia acontecer – mas provavelmente não vai (risos)”, defende o seu a protagonista da vez Chloe Grace Moretz, que participou de coletiva de imprensa via Skype de Los Angeles, no último dia 9, para divulgar o filme que chega aos cinemas no próximo dia 21.

    E não é só isso! “Também o fato de que é uma história sobre uma jovem garota comum, passando por circunstâncias fora do normal. Ela não tem nenhum tipo de treinamento especial ou poderes”, completa. “Você quer ver ela se dar bem porque, sinceramente, não espera por isso”.

    No longa, ela vive Cassie Sullivan, a tal da “girl next door”. Quando uma raça alienígena resolve colonizar a Terra, lança sobre o nosso planeta uma série de “ondas” de ataque. Na primeira delas, cortam a energia; depois, provocam um tsunami; em seguida, usam pássaros para espalhar um vírus letal; e, então, se infiltram entre nós disfarçados de humanos comuns. Enquanto aguarda o quinto assalto, Cassie tem que lutar pela própria sobrevivência, mas acaba se perdendo do irmão pequeno – e vai ter que contar com a ajuda de um estranho para encontrá-lo novamente.

    A história é baseada no livro homônimo escrito por Rick Yancey, cujo segundo volume, “O Mar Infinito”, já foi lançado. Falta chegar às livrarias o terceiro e derradeiro (será?) capítulo da trilogia, “A Última Estrela”.

    “Assim que eu li [o livro], imediatamente disse ao meu agente que esse era um filme que precisava ser visto, que tem uma mensagem incrível. Ele fala, em uma escala amplificada, dos problemas da sociedade, de crise ambiental...”, ela revela.

    Por conta do cenário sombrio, em parte do filme a atriz se encontra sozinha em cena. “É realmente um desafio quando você não tem ninguém por perto e tem que mostrar o sentimento do personagem apenas através dos olhos”.

    Acha que isso é um problema para a garota que, apesar de ter apenas 18 anos, já soma 13 de carreira? “Eu confesso que meio que prefiro esse tipo de cena, por causa do desafio, quero dizer, ter duas páginas de monólogo é muito mais fácil do que uma cena de três minutos de silêncio, só com a câmera apontada para o seu rosto”.

    Se o mundo acabasse amanhã, ela confessa que “ficaria na sala de casa, com minha família e meus cachorros, passando o tempo, assistindo a filmes... É muito clichê, eu sei, mas é o que eu faria. E fazer uma boa refeição, eu quero dizer, uma boa refeição mesmo”.

    No fim da entrevista, Chloe Moretz, que nunca pisou no Brasil, confessou o real motivo de seu interesse em visitar nosso país: “Eu tenho muita vontade de ir, porque eu tenho uma base de fãs enorme. E eu realmente amo pão de ‘queija’, então, eu gostaria de comer cestas de pão de queija’”.

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