Acidentalmente uma engenheira desperta um perigoso dragão, que estava adormecido há séculos. 20 anos depois o mundo foi devastado pela ação do dragão e o filho da engenheira, Quinn (Christian Bale), é um dos responsáveis por derrotá-lo. Até que surge Van Zan (Matthew McConaughey), um misterioso homem que afirma saber como derrotar o animal e que se oferece a ajudar Quinn em sua batalha.
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Este é daqueles filmes que você vê e pouco depois se esquece completamente. O melhor de "Reino de Fogo" é o clima apocalíptico de sua história, aliado às boas cenas de combate com os dragões. Outro destaque é seu som, muito bom, que incentiva a assisti-lo em uma sala de cinema. Por outro lado, a história é cheia de personagens estereotipados, principalmente o de Matthew McConaughey, e possui um rombo gigantesco, com falhas gritantes na explicação sobre a multiplicação dos dragões. No geral é um filme que diverte pelas cenas de ação, portanto não espere muito além disto." |
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Reino de Fogo é uma aventura aceitável que se sustenta através de efeitos especiais geniais e um tom realista imposto pelo diretor Rob Bowman. Não se trata de um bom filme, mas é inegável os méritos do roteiro em desvencilhar-se do rotineiro, do exagero e concentrar-se no tom realista, filmado de acordo pelo diretor Bowman. O filme apresenta dragões violentíssimos e perfeitos, só ofuscado pelo brilho dos dois heróis que protagonizam o filme. Christian Bale prova que tem pinta de astro (o filme teria feito talvez muito por ele se não tivesse fracassado tão injustamente nas bilheterias americancas). Já Matthew McConaughey (um bom ator) surpreende atuando um dos personagens mais machos de todos os tempos. É incrível como o ator consegue escapar de sua pinta de galã. Seu personagem, Van Zan, é muito bacana. Tanto que eu só percebi - estupefato! - que se tratava de McConaughey quando passsou os créditos finais. Com interpretações competente e os dragões mais realistas já criados para o cinmea, Reino de Fogo é um programa um tanto acima da média, embora não tanto assim." |
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Os dragões são criaturas mitológicas fascinantes que sempre povoaram o imaginário das pessoas com os piores pesadelos. Seres enormes alados cuspidores de fogo, são tradicionais monstros habitantes do universo da fantasia medieval e quando tornam-se personagens do cinema, despertam inevitavelmente um interesse especial. Assim ocorreu com o divertido “Coração de Dragão” (Dragonheart, 1996), estrelado por Dennis Quaid e com a voz do dragão dublada por Sean Connery, e também com o fraco “Dungeons & Dragons” (2000), com Jeremy Irons e Bruce Payne, que tem uma história inexpressiva, porém repleta de dragões que são a grande atração do filme. E agora, novamente outra produção com temíveis dragões foi lançada com estréia nos cinemas brasileiros em 25/10/02: “Reino de Fogo” (Reign of Fire), uma boa fita de ação com elementos de horror. Com direção de Rob Bowman (“Arquivo X – o Filme”) e elenco principal jovem formado por Christian Bale (“Psicopata Americano”) e Matthew McCounaghey (“Contato”), a história começa mostrando o jovem estudante de doze anos Quinn (Ben Thornton) e sua mãe Karen, uma engenheira projetista, num trabalho de escavação nos subterrâneos do metrô de Londres. Acidentalmente as máquinas descobrem uma caverna que guardava um poderoso dragão oculto em estado de hibernação. Uma vez despertando o monstro, pertencente a uma raça que sempre existiu, sendo inclusive responsável pelo extermínio dos dinossauros no passado, e que permanecia apenas adormecida, esse trágico acontecimento deu início a uma catástrofe que destruiu a civilização e permitiu o dom! ínio do planeta pelos dragões. Passados vários anos, em 2020, a ação volta-se para uma Inglaterra destruída e completamente dominada por bestiais dragões voadores que obrigam grupos isolados de humanos a viverem escondidos. Quinn (mais velho, agora interpretado por Christian Bale) é o líder de uma dessas comunidades que vive num subterrâneo de um antigo castelo em ruínas na região montanhosa de Northumberland. Em meio ao caos e auxiliado por seu amigo e primeiro imediato no comando, Dave Creedy (Gerard Butler), e depois pelo garoto Jared Wilke (Scott Mouttier), Quinn tenta encontrar uma forma de derrotar os monstros e devolver a liberdade para seu povo. Para ajudá-lo, surge um grupo de militares americanos fortemente armados, com sua típica e quase insuportável arrogância peculiar. Eles são liderados pelo general Denton Van Zan (Matthew McCounaghey), que viajaram até a Inglaterra com seus tanques terrestres e um helicóptero pilotado pela bela Alex Jensen (Izabella Scorupco). O! objetivo era encontrar e matar o dragão macho reprodutor e consequentemente exterminar os demais monstros da face da Terra e restaurar a ordem dominante para a humanidade. Nós estamos acostumados a ver dragões em histórias ambientadas na Idade Média e é até curiosa a idéia de transportar a ação para os tempos atuais e mais ainda para um futuro próximo, num mundo pós apocalíptico destruído por monstros alados que instalaram seu “reino de fogo”. Porém, a base do roteiro nos remete à situações que já foram largamente vistas anteriormente em várias outras produções, onde monstros são acidentalmente despertados e vingam-se da humanidade destruindo tudo a sua volta. Essa era a premissa básica de dezenas de filmes baratos da década de 1950, onde animais pré-históricos ressurgiam de sua inatividade para enfrentar a humanidade (vale citar um em especial: “Gorgo”, produzido em 1960, onde um enorme monstro ataca Londres e causa pânico na população). E é claro que esses elementos fazem parte da fantasia do cinema, pois a existência de dragões num passado remoto e que despertaram possibilitando que sua prole domine o planeta é uma idéia típica da imaginação dos roteiristas do cinema de entretenimento. É difícil imaginar como a humanidade e seu alto grau de desenvolvimento tecnológico conseguiu permitir a submissão de nossa espécie inteligente para um dragão e seus descendentes, onde a própria raça humana ajudou a destruir o planeta ao tentar combater os monstros com armas nucleares. “Reino de Fogo” tem características que lembram uma mistura do ambiente apocalíptico de “Mad Max” (1980) com a idéia de renascimento dos monstros de “Parque dos Dinossauros” (1993) ou “Godzilla” (1998), trazendo muita ação, aventura e dragões. Os destaques são justamente as cenas protagonizadas por essas fascinantes criaturas, que criadas digitalmente por modernos efeitos especiais, parecem assustadoramente reais, apesar que elas deveriam aparecer mais durante o filme. As belas imagens de uma Londres devastada, à margem do imponente rio Tâmisa, não por uma guerra fatal entre nações inimigas, mas pela ação das criaturas aladas cuspidoras de fogo num poderoso “napalm” natural, é outro momento de destaque. Como curiosidade temos uma cena interessante em homenagem à popular saga cinematográfica “Star Wars”, de George Lucas. Um detalhe que poderia ser melhor explorado na trama é como os dragões dominaram a raça humana, pois o filme optou em ambientar a história diretamente numa época onde o planeta já estava em ruínas e a humanidade vivia oprimida fugindo da tirania dos fictícios monstros voadores. A dupla central de atores está bem com Christian Bale interpretando o típico mocinho herói, que luta bravamente contra os monstros para defender seus amigos, e com Matthew McCounaghey fazendo o militar frio com sede de vingança, alucinado para matar os dragões inimigos. O desfecho é previsível e bem inverossímil, no confronto final entre o dragão macho e uns poucos humanos heróis. Mas, apesar das falhas do roteiro, “Reino de Fogo” consegue cumprir seu objetivo de proporcionar divertimento apresentando um cenário interessante e devastador para a humanidade, numa luta de sobrevivência entre nossa espécie e dragões ferozes.." |
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Pensei que seria mais um pega-otário, filme caça-níqueis. Mas não, o filme é bem divertido (claro, pra isso você tem que aceitar a premissa de que dragões existem, são maus e comem cinza). Não vá pensando no elenco. Curta os dragões mais malvados e bem feitos da história do cinema. Os efeitos especiais são de botar os dinossauros de Spielberg no chinelo. A história peca apenas por algumas quebras de lógica no roteiro e pelo final politicamente correto." |
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"Reino de Fogo" lembra principalmente três outros filmes :"Mad Max II" (pela ambientaçâo pós-apocalíptica), "Aliens" (criaturas poderosas que se multiplicam vertiginosamente) e "Predador" (seres humanos sendo caçados através de seu calor corpóreo). Apesar dos plágios é uma aventura envolvente, que vai ficar marcada como o melhor filme de dragões já feito." |
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Quem espera ação é melhor fazer outra escolha. sinceramente o filme deixa a desejar, mais é compreensível uma vez que a temática do filme é outra, ele nào ao redor da destruiçào, mas sim na ambição dos seres humanos que restou depois que o dragão acordou. Apesar de alguns erros como: -Comos os americanos atravessaram o atlântico se o ar estava dominado pelos dragões? -Como há tanto combustível naquele helicóptero, já que eles usam sem parar o artefato. -Por que temos um tanque de guerra no filme se ele nem ao menos foi usado? -A espécie dos dragões se reproduzem como peixes, mas só há um macho? Que raio de espécie estranha, difícil de engolir. Se vc prefere ação, procure Godzilla. |
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Reino de Fogo (‘Reign of Fire’) EUA/Irlanda/ Inglaterra, 2002. Dir.: RobBowman A abertura é realmente empolgante: por detrás de uma revoada de pombos, surge o pequeno Quinn. Os créditos iniciais acompanham seu relacionamento com os operários de uma escavação no centro urbano londrino. Os créditos acabam, Quinn fica sozinho e um dragão adulto desperta. Tais eventos são suficientes para preencher várias páginas de jornais e revistas. O tempo avança e a esperança de um mundo livre agora é escassa. De maneira solene, um Quinn amadurecido defende a “necessidade de se entender o passado para enfrentar o futuro”. Daí para a frente, um castelo em ruínas serve como cenário e fortaleza. O primeiro quarto de projeção deste filme se destaca pela maneira como evoca elementos medievalistas, economizando recursos para descrever o pânico generalizado que toma conta da população do planeta. Além do próprio castelo em ruínas, têm forte carga expressiva os inúmeros vitrais e/ou textos religiosos encontrados nos cômodos onde os personagens se reúnem e a maneira surpreendente como eles se dedicam aos prazeres miméticos: como se fossem peças clássicas de teatro, Quinn e seus companheiros encenam trechos de filmes como “Tubarão” (1975), “O Império Contra-Ataca”(1980) e “O Rei Leão”(1994). Tais elementos evidenciam a preocupação que a equipe técnica destacou à averiguação histórica, incluindo neste sentido o fato de que a existência de dragões é um mito inequivocamente medieval. É lamentável, no entanto, que, ao seguir o exemplo dos filmes contemporâneos de ação, esta obra potencialmente rica em abordagens teóricas abandone as discussões históricas e se renda de maneira brusca ao maniqueísmo do cinema de combate. A descontextualizada entrada em cena de um exército norte-americano adiciona tensão ao roteiro, mas paga um débito bastante elevado no que se refere à inserção de automatismo enredístico e de previsibilidade. Em outras palavras: excetuando-se a maneira curiosa como o personagem Van Zam refere-se à “superioridade bélica” dos Estados Unidos (“bem-aventurado seja o país que possui heróis. Tenho pena do país que precisa deles”),a participação do competente Mathew McConaughey (assim como de seus “companheiros de exército”) é dispensável neste filme. O estrondoso timbre vocal de Christian Bale já supria o interesse do espectador neste diferenciado exemplar do cinema de aventura, cujo maior pecado é a irregularidade rítmica. A seqüência final, em descompasso gritante com o restante do enredo, mostra os sobreviventes da peleja com o último exemplar masculino da espécie draconita compartilhando um clima bastante necessário de tranqüilidade. Milagrosamente, as centenas de dragões que sobrevoavam os céus britânicos parecem ter sucumbido diante da morte do macho da espécie. Conclusões chauvinistas à parte ( até porque não se deve caçoar dos estratagemas seletivos da Natureza), este filme consegue entreter com eficiência, mas deixa a desejar quando se percebe a maneira desleixada com que ele aborda os elementos simbolicamente valorosos do enredo. Em dado momento, a trilha sonora utiliza uma famosa canção de Jimi Hendrix ( convenientemente intitulada “Fire”). Tomando de exemplo a maneira como Hendrix faleceu, podemos asseverar que a “gula ígneo-sensorial” corrompeu algumas nuanças da originalidade dos roteiristas enquanto concluíam sua trama. Afinal, ficou provado que é bem mais fácil estender roupa do que entender as re(vira)voltas da história!." |
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Gostei muito do filme no que diz respeito à computação gráfica, ao elenco e ao roteiro. Na minha opinião os responsáveis pela criação e animação dos dragões e dos cenários fizeram um trabalho excelente! O filme é realmente excelente!" |
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Se desconsiderarmos que o dragão-macho permaneceu milhares de anos hibernando e acordou em segundos... que a espécie inteira dos dragões tinha apenas um macho - e por isto, chances mínimas de sobreviver -, que a inteligência de todos os países não perceberam a tempo que as criaturas eram vesgas no lusco-fusco do nascer ou por do sol, nem perguntarmos o que ocorreu com o exército de dragoas no final do filme (o que me lembra: o que houve com a frota imperial após a destruição da estrela da morte em SW 1?), até que o filminho é bom. :-)" |
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Nunca ri tanto em um filme nao-comedia. 1) Em uma cena, um kara sai so com um extintor pra matar um dragao gigante!! Ridiculo. 2) No inicio dizem q nem todas as armas do mundo conseguiram acabar com os dragoes mas depois derrubam um com apenas um ARPAO! 3) Com q combustivel eles viajam atraves do mundo? 4) No final eles enfrentam apenas o (unico) dragao macho. As femeas fugiram so por q o diretor do filme mandou??? Sem falar de outras ridicularidades. Dou 3 pelos efeitos especiais mto bons." |
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MALDITO FILME DE GURRA. É ISSO MESMO UM FILME DE GUERRA QUE O INIMIGO É UM DRAGÃO E EU FUI VER ACHANDO QUE SERIA PARECIDO COM CORAÇÃO DE DRAGÃO. TEM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO, SOLDADOS QUE BIGAM APESAR DE TER QUE VENCER O MESMO INI MIGO. OU SEJA TUDO QUE UM FILME DE GUERRA TEM QUE TER. NÃO SOU FÃ DE GUERRA MAS NUNCA TINHA VISTO UM FILME DO GÊNERO TÃO HORRÍVEL ASSIM. LIXO." |
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