Título original: (What the Bleep Do We Know?)
Lançamento: 2004 (EUA)
Direção: William Arntz, Betsy Chasse, Mark Vicente
Atores: Marlee Matlin, Elaine Hendrix, Barry Newman, Robert Bailey Jr..
Duração: 109 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Amanda (Marlee Matlin) está numa fantástica experiência ao estilo "Alice no País das Maravilhas" enquanto seu monótono cotidiano começa a se desmanchar. Esta situação revela o incerto mundo escondido por trás daquilo que se costuma considerar realidade. Amanda mergulha num turbilhão de ocorrências caóticas que revelam um profundo e oculto conhecimento do real. Ela entra em crise e questiona o sentido da existência humana.
Daiana Gonçalves em 09/10/2011
Decididamente, nos convida a uma reflexão bem mais profunda sobre tudo que nos cerca e nossa influência nesse ambiente. É complexo em sua forma e exige esforço para interpretação, porém um esforço agradável e muito instrutivo. Nos alerta sobre as condições que nós nos aprisionamos, como nos cegamos ao ambiante e as circunstâncias que vivenciamos diária e repetidamente, sendo que o Universo oferece possibilidades infinitas. Tenho particularmente estudado esse assunto, e quanto mais procuro me esclarecer, mais me vejo como um ser espiritual e energético do que como um mero pedaço de carne sem importância nenhuma no mundo material. As coisas ficam mais bonitas, mais perceptíveis, melhores. O filme é ótimo, mas cada um vai interpretá-lo de uma forma, pois todos nós estamos presos as nossas concepções e julgamos tudo ao nosso redor a partir delas. É muito difícil abrir a mente para uma ideia nova, principalmente quando essa ideia é tão louca e contraria tanto tudo que a nossa sociedade nos ensinou desde que nascemos. Prefiro, então, continuar a buscar conhecimento e identidade e me livrar de vícios, do que ser só mais uma pessoa na sociedade aloprada e fanática que vive para pagar contas. A vida na Terra não existe só pelo Homo Sapien, ela se manifesta de várias formas, por vários meios, sob forma de energia. O fluxo e a harmonia universal é perfeita demais para ser mero fruto do acaso. Conformismo foi, durante séculos, uma desculpa prática para a acomodação, e principalmente, uma maneira de alienação, fazendo com que as pessoas vivam sua vidas passivamente, sem influência nenhuma sobre seus destinos ou histórias de vida. Mas talvez ainda exista grandes consciências desenvolvendo seus potenciais e não desperdiçando nenhum segundo de uma vida que tenha realmente algum significado, algum propósito! Há muito mais a ser estudado, e principalmente, sentido, pois chegamos a um ponto onde sabedoria é mais importante que inteligência, e imaginação mais importante que conhecimento. Engraçado que me sinto um pouco louca ao pensar sobre isso, mas eu já abracei essa ideia. Conhecimento, liberdade e positividade se tornaram meu estilo de vida, e, para finalizar o comentário pessoal, eu confesso que esse lado da vida é muito mais leve e libertador. Mais feliz, quem sabe? :)
Daiana Gonçalves em 09/10/2011
Decididamente, nos convida a uma reflexão bem mais profunda sobre tudo que nos cerca e nossa influência nesse ambiente. É complexo em sua forma e exige esforço para interpretação, porém um esforço agradável e muito instrutivo. Nos alerta sobre as condições que nós nos aprisionamos, como nos cegamos ao ambiante e as circunstâncias que vivenciamos diária e repetidamente, sendo que o Universo oferece possibilidades infinitas. Tenho particularmente estudado esse assunto, e quanto mais procuro me esclarecer, mais me vejo como um ser espiritual e energético do que como um mero pedaço de carne sem importância nenhuma no mundo material. As coisas ficam mais bonitas, mais perceptíveis, melhores. O filme é ótimo, mas cada um vai interpretá-lo de uma forma, pois todos nós estamos presos as nossas concepções e julgamos tudo ao nosso redor a partir delas. É muito difícil abrir a mente para uma ideia nova, principalmente quando essa ideia é tão louca e contraria tanto tudo que a nossa sociedade nos ensinou desde que nascemos. Prefiro, então, continuar a buscar conhecimento e identidade e me livrar de vícios, do que ser só mais uma pessoa na sociedade aloprada e fanática que vive para pagar contas. A vida na Terra não existe só pelo Homo Sapien, ela se manifesta de várias formas, por vários meios, sob forma de energia. O fluxo e a harmonia universal é perfeita demais para ser mero futuro de um acaso. Conformismo foi, durante séculos, uma desculpa prática para a acomodação, e principalmente, uma maneira de alienação, fazendo com que as pessoas vivam sua vidas passivamente, sem influência nenhuma sobre seus destinos ou histórias de vida. Mas talvez ainda exista grandes consciências desenvolvendo seus potenciais e não desperdiçando nenhum segundo de uma vida que tenha realmente algum significado, algum propósito! Há muito mais a ser estudado, e principalmente, sentido, pois chegamos a um ponto onde sabedoria é mais importante que inteligência, e imaginação mais importante que conhecimento. Engraçado que me sinto um pouco louca ao pensar sobre isso, mas eu já abracei essa ideia. Conhecimento, liberdade e positividade se tornaram meu estilo de vida, e, para finalizar o comentário pessoal, eu confesso que esse lado da vida é muito mais leve e libertador. Mais feliz, quem sabe? :)
Gil Barros em 07/06/2011Nota: 10
O filme e' excelente! Fala sobre fisica quantica, sobre a existencia de Deus, sobre o que somos, sobre a energia que voce gera, e as coisas que pode modificar a partir desta energia, mostra o segredo apresentando claramente a molecula da agua em diversos ambientes e suas diversas formas. A midia nao divulga mais, porque os poderosos nao tem interesse em abrir a mente as pessoas, de um modo geral, o poder prefere uma massa apatica e consumista. Quanto mais ignorante, masi facil de ser manipulada... infelizmente nem todos possuem esse discernimento.
Paulo Gonzaga em 13/01/2004Nota: 5
Nunca tinha visto nada tão espetacular no cinema. Instrui e nos dá um alargamento de consciência, provavelmente como muitos artistas relatam tê-lo ao utilizar LSD. Vendo o filme passamos a nos questionar realmente porque trilhamos sempre uma só rotina e uma só possibilidade, quando o Universo nos oferece múltiplas opções. Parece que nossa mente se vicia em experiências boas ou más e nos faz percorrer sempre aquela única trilha, mesmo que ela nos faça sofrer. O filme mostra o micro e o macrocosmos do Universo, onde quase tudo é espaço vazio, e onde a matéria é exceção, mas permanecemos materialistas em nossas vidas. O filme nos leva a um passeio pelo microcosmos dos eletrons e protons, nos mostra a teoria da probabilidade de um eletron estar em um lugar, quando na realizada ele não está fixo e nos mostra tambem como um observador tem o poder de alterar o Universo em sua volta....Filme "cabeça", para pessoas questinantes e interessadas em ciência, mente aberta. O filme trata de Deus sem se apoiar em religião nenhuma, trata desse mesmo Deus que os físicos quânticos acreditam, pois tudo é tão perfeito nesse Universo que não existe possibilidade de um simples acaso ter chegado a toda essa perfeição. Se você prestar só atenção às imagens fantásticas, perderá os diálogos e explicações escritas ao pé da tela as quais são fundamentais. Programe-se para ver o filme pelo menos duas vezes para captar toda a mensagem. Filme insequecível. Não eprcam.
Antônio Pereira Rabelo em 18/01/2004Nota: 4.5
Descontos devem ser dados aos conteúdos de "auto-ajudismo" presentes no filme. A constelação de interrogações suscitadas é que o torna de relevo, independente das respostas ou sugestões no decorrer da trama e pela chamada "física das possibilidades".As concepções pouco divulgadas de realidade, então explanadas, nos dão uma sensação de incógnitos e de menos conhecedores do que chamamos de verdade. Saí do filme como que sem identidade, partícipe que seria de uma interconectividade/teia entre seres deste mundo. E a visão de estar aprisionado às minhas percepções? Que, inclusive, o filme não lhes ares assim de muita riqueza (nossas percepções são interrompidas pelo "reconhecimento", "objeção" e "julgamento"). Mas saí convicto de que seria dono de uma preciosidade. Se o "poder do pensamento" e a "responsabilidade pelos nossos atos" é que engendram minhas atitudes e relações não teria por que pensar na existência de um constructo assim tão forte (como o Inconsciente ou mesmos as contingências cotidianas) que pudesse roubar de mim a preciosidade que me disseram ter o livre-arbítrio. Imperdível!
João Debs em 14/01/2004
Penso que seja um filme do gênero: Auto-ajuda. O que faz sentido para um mercado tão atraente, os livros que o digam. Não identifiquei nenhum potêncial cinematográfico, tanto na tentativa de ser um documentário, ou até mesmo como ficção. O que é um desastre de interpretações jocosas. Longe ser cinema, talvez faça sucesso como DVD, pois tem um "lay-out" para TV. Pois vem a agradar a um público específico para essa demanda. Há filmes bem mais honestos que tratam a realidade com maior qualidade, e que não substimam a inteligência dos expectadores. Como o filme "Waking Life" do Richard Linklater. Aliás, pouco conhecido, por ser filme de arte.
Luiz Lima em 31/01/2004Nota: 5
Este filme nos mostra que o que acreditamos ser sonho, é realidade. E o que acreditamos ser realidade, é sonho. Quem Somos Nós? - Faz-nos perceber a infinita realidade oculta por trás das aparências finitas. Nele vislumbrei o que há por trás do Véu de Isis.E a face de Deus! Assisti-o, assistirei-o novamente e o recomendo!
Marlise Beatriz Felimbertia em 09/01/2004Nota: 5
Nada mais nada menos que impressionante, fantástico. Abre a mente para uma visão completamente diferente da que estamos acostumados. Nos faz convida a questionar sobre o que somos, o que é Deus, se o que vemos é ou não real, o poder de nossos pensamentos, o nosso inconsciênte.Vale a pena, mas deve ser assistido com muita atenção, e várias vezes.
Pablo em 02/01/2004Nota: 4
QUEM SOMOS NOS? ALEM DE NOS LEMBRAR A TODO TEMPO SOBRE ISSO ELE TAMBEM NOS TRAZ QUESTIONAMENTOS SOBRE UM TODO. ABRA SEU SUBCONCIENTE E PERMITA QUE AS INFORMACOES SE DILUAM EM SUA CABECA EM FORMA DE PENSAMENTOS DIURNOS PARA QUE POSSA ENTENDER A DIMENSAO DO FILME, ILLUMINATION IS THE KEY.
Vagner em 21/01/2004
Horrível, péssimo, idiota e, muito, mas muito chato! É sem dúvida, o maior conjunto de besteiras reunidas num só filme. O pior é q não se trata de uma comédia! Lamento o tempo, o dinheiro e a atenção q destinei a esta porcaria! Ainda estou sendo bastante cortês.
otimas atuaçoes,mas não gostei do filme e acho que é muito fora da realidade. como é que...
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:38
DESSA VEZ GOSTEI DA ATUAÇÃO DE SAM WORTHINGTON,E O FILME REALMENTE PRENDE A ATENÇÃO.
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:29
DESSA VEZ GOSTEI DA ATUAÇÃO DE SAM WORTHINGTON,E O FILME REALMENTE PRENDE A ATENÇÃO.
por Luciano R...., 13/02/2012 às 08:29
Estranhei a fórmula, embora a trama passada em uma única data, ao longo de 20 anos, seja u...
por Melody, 13/02/2012 às 04:27