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Ônibus 174

titulo original: (Ônibus 174)

lançamento: 2002 (Brasil)

direção: José Padilha

atores: Não divulgado

duração: 133 min

gênero: Documentário

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Ônibus 174
  • gênero:Documentário
  • duração:02 hs 13 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:
  • estúdio:Riofilme
  • distribuidora:
  • direção: José Padilha
  • roteiro:
  • produção:José Padilha e Marcos Prado
  • música:
  • fotografia:César Moraes e Marcelo Guru
  • direção de arte:
  • figurino:
  • edição:Felipe Lacerda
  • efeitos especiais:

imagens - 8

Ônibus 174 Ônibus 174 Ônibus 174 Ônibus 174 Ônibus 174 Ônibus 174 Ônibus 174 Ônibus 174

sinopse:

Uma investigação cuidadosa, baseada em imagens de arquivo, entrevistas e documentos oficiais, sobre o seqüestro de um ônibus em plena zona sul do Rio de Janeiro. O incidente, que aconteceu em 12 de junho de 2000, foi filmado e transmitido ao vivo por quatro horas, paralisando o país. No filme a história do seqüestro é contada paralelamente à história de vida do seqüestrador, intercalando imagens da ocorrência policial feitas pela televisão. É revelado como um típico menino de rua carioca transforma-se em bandido e as duas narrativas dialogam, formando um discurso que transcende a ambas e mostrando ao espectador porque o Brasil é um país é tão violento.

elenco:

  • Não divulgado

comentários

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Tati Soaresa
02/01/2002
nota:Rate010
Se Cidade de Deus é um soco no estômago, Ônibus 174 é um sacolejo na nossa nossa alma. O filme,do começo ao fim, nos faz refletir bastante sobre nosso papel na sociedade, sobre como tratamos com indiferença o problema da miséria. É um filme sensível e, ao mesmo tempo, chocante; áspero e emocionante. É um documentário de altíssima qualidade!!!"
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Atahualpa Fidel
04/01/2002
nota:Rate09
Um filme com uma riqueza informativa impressionante. Além de buscar no fundo do poço a causa da violência que há no Brasil utilizando este caso como exemplo... Fica claro que a violencia se trata de uma problemática social fruto de um sistema de exclusão que não fornece possibilidades de reabilitação nem oportunidades de vida auto sustentável a pessoas traumatizadas pela sua "não existência" social."
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Celso
05/01/2002
nota:Rate010
Como algumas pessoas já disseram, é melhor que "O Exorcista", uma obra-prima do cinema. Porém, como a maioria das pessoas, eu não entendi o final. Alguém realmente entendeu e gostaria de me explicar???"
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Paulo Angelini
06/01/2002
nota:Rate08
O famoso seqüestro no ônibus 174, no Rio de Janeiro, foi o maior acontecimento jornalístico do ano de 2000. Aquela situação sui generis de um bandidão com cara de mal fazendo meia dúzia de reféns, sem uma estratégia definida, e tudo isso sendo transmitido ao vivo em cadeia nacional, rompeu a fronteira entre realidade e ficção. E mais que isso, provocou calorosas discussões sobre o poder da mídia, seus limites, a tênue linha tracejada entre o furo jornalístico, o serviço social e a especulação sensacionalista. ÔNIBUS 174, o filme, tinha tudo para dar certo. Um documentário sobre um fato que fez o país inteiro não se levantar da frente da TV, personagens carismáticos, enredo de ficção barata e um desfecho infeliz. Sabendo disso, o diretor -------------- acertou em cheio. Criou uma obra que também fica num tênue limite entre a tensão e o exagero. Uma trilha sonora nervosa, despudoradamente over, acompanha a narrativa do início ao fim. Quando revemos aquelas cenas chocantes, já sabendo que a coisa iria terminar mal, junto da música enervante, quase pulamos da cadeira. Um bom documentário é aquele que vende seu peixe, aquele que habilmente manipula espectadores que se deixam manipular. Muito bem costurado, ÔNIBUS 174 mostra Sandro, o bandido, nas suas origens. Da própria fala do seqüestrador, dentro do ônibus, durante o “evento”, devidamente legendada, o roteiro vem e vai na vida do cara. “Isso aqui não é filme, não! Vocês mataram meus irmãozinhos na Candelária, eu estava lá. Pergunta pra tia Yvone”. Corte e vamos conhecer a tia Yvone, alguns sobreviventes da chacina que conheceram Sandro, em depoimentos tocantes, a recuperação do crime. Mais adiante, ele fala da mãe que morreu na sua frente, degolada, e o documentário mostra registros do assassinato em cartório; a irmã da vítima reconstitui a cena com dramatismo, contando que Sandro fugiria de casa logo em seguida. Politicamente correto, o filme não esconde uma moral óbvia, se bem que ingênua: Sandro era apenas uma vítima do sistema, fruto de um país que não sabe o que fazer com a miséria e com a violência. Mostra depoimentos de marginais que assumem que matam sem dó, de detentos em cadeias superpovoadas, de meninos de ruas nas sinaleiras. Mas o mais interessante mesmo é a reconstituição do crime a partir das principais personagens vivas que presenciaram o fato: as reféns e os policiais negociadores. As reféns mostram como Sandro fingia ser violento para o mundo lá fora, aproveitando a super exposição. Combinações, encenações, como a falsa morte de uma menina. Além disso, depois de um certo tempo, Sandro pedia para elas exagerarem na dramatização, a ponto das reféns confessarem uma confusão de sentimentos: esse cara não vai me matar... ou vai? Mas todas confessaram que, numa certa altura, tinham mais medo da reação da polícia do que dele. Os policiais, alguns disfarçados, mas principalmente Batista, um dos três negociadores, expõem a fraqueza da operação, a interferência de alguma “força maior” que não permitia que o assaltante fosse abatido em vários situações possíveis de tal intento. “Quarenta por cento de massa encefálica espirrando por todos os lados não seria uma cena agradável de se assistir em cadeia nacional”, diz um policial. O ponto alto, capaz de ainda nos emocionar e, por isso mesmo, nos questionar quanto a nossa fragilidade e interesse mórbido frente a lances trágicos, é a reconstituição da morte da professora Geíza, na saída do ônibus. O companheiro fala do seu terror quando descobriu que uma das reféns era sua parceira; o policial conta que estava claro que era dela que Sandro menos gostava – Geíza teria mentido para o bandido e ele descobriu – e que ela seria exposta. “Se alguém tivesse que morrer, seria ela”. Torturou a professora até não mais poder, colocando revólver inteiro dentro da boca, puxando pelos cabelos... E foi ela quem realmente morreu. O atirador de elite, frente a frente, conseguiu errar os dois tiros, o suficiente para que Sandro apertasse o gatilho duas vezes e matasse sua refém. Depois disso, todo mundo sabe, foi asfixiado dentro de um camburão. Violento, tenso, dramático, ÔNIBUS 174 é uma espécie de pós-CIDADE DE DEUS em conflito, quer dizer, o dia em que a favela entra em confronto nos espaços urbanos. O caos, a aparelhagem dos bandidos, o despreparo da polícia, o medo e a revolta da população. É um documentário visceral, uma obra pessimista, quase depressiva, que nos faz assistir cenas absurdas mas que parecem estar cada vez mais perto de se tornarem habituais, num ciclo interminável. “Ele vai matar geral às 6 h”, dizia o recado escrito com batom no vidro da frente do ônibus. “Ele vai me matar!”, berrava Geíza, pouco antes de sair do ônibus com o bandido. “ Delegado... isso não é filme. Eu vou estourar os miolos dessa bonitinha aqui...”, ameaçava Sandro."
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marcelo
07/01/2002
nota:Rate05
Mais um documentario "Bandido Herói". O documentário em si é muito bem feito, mas daí a aceitar um MARGINAL daquele, capaz de matar, como um coitadinho, vítima de uma sociedade injusta, pelo amor de Deus. O único erro da PM foi não tê-lo matado na hora certa."
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Christian Jafas
08/01/2002
nota:Rate08
174 - 158 e daí? Que belo! Depois da tragédia do 174 a empresa muda o número do ônibus para 158 e só! Essa foi a maior mudança no Rio de Janeiro depois do incidente que conseguiu chocar o Brasil. E olha que veio o caso Tim Lopes, o bonde do terror que atacou a Prefeitura e o Palácio Guanabara e recentemente a Barreira do Vasco. Tudo uma grande piada de péssimo gosto. O documentário Ônibus 174 é no mínimo necessário. O diretor José Padilha procuro ouvir todos os lados: o Bope, a família de Sandro, os ocupantes do ônibus e até a imprensa. Mesmo sendo um bom trabalho de pesquisa e documentação, o filme é muito longo e sentimos as mais de duas horas passar. Esse é dos poucos pontos negativos, e pode ser perdoado se considerarmos a importância de um trabalho desses. Outra bola fora trata da locação escolhida para fotografar algumas entrevistas: um estúdio com fundo preto, duro, com contra-luz reforçado que perde força quando comparado as outras imagens. Sem um motivo definido algumas entrevistas foram feitas na rua e outras em estúdio. Mas o filme tem mais acertos que erros. Só de mexer nesse vespeiro e trazer à tona uma história que para muitos deveria ser deixada no esquecimento. José Padilha é um diretor de coragem. E depois desses elogios me resta perguntar: Por quê acabar o filme daquela maneira? Passar lição de moral? O filme todo já não deu um belo recado? Um erro mortal que pode e deve ser cortado do filme. Quem viu Ônibus 174 sabe de qual cena estou falando, quem ainda vai ver deve estar atento. E não ver esse documentário está fora de questão."
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Nílson José Gavalote
09/01/2002
nota:Rate010
Impressionante! Mostra a realidade da forma como ela se encontra nos "bolsões" da miséria: nua e crua. É impossível permanecer insensível após este relato cruel da desigualdade social que nos assola."
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Juliana Sakaea
10/01/2002
nota:Rate010
O filme mostra-se digno da classificação "documentário", já que trata o assunto com tota neutralidade, deixando ao espectador o "julgamento" do cárater dos policias e seqüestrador. Ônibus 174 é, na minha opinião, o melhor filme brasileiro que eu já pude assistir, provando a todos que possuem preconceitos da produção do NOSSO cinema que estão cegos e errados. Este filme merece prêmios não só de direção, como de montagem, fotografia e música (entre outros,claro). Espero, ansiosa, o reconhecimento internacional deste filme maravilhoso."
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Daisy Lucidia
11/01/2002
nota:Rate09
O episódio do onibus 174 foi um elemento fomentador para minha monografia na graduação em Serviço Social que concluirei este ano. O documentário consegue, traçando um paralelo da exclusão do menino ao meliante em potencial, demonstrar o quanto pode ser recorrente situações como esta, dada o desleixo que a sociedade -como um todo- trata questões como a infância e adolescência desfavorecida. É sem dúvida, uma possibilidade de franca reflexão sobre nossa própria realidade."
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Sandraa
13/01/2002
nota:Rate010
É dificil ver a realidade brasileira , mas ela esta ai todo dia e nos ignoramos. Este documentario deveria ser assistido por todos os brasileiros , por mais dificil que seja acreditar que vivemos dia a dia com esta realidade e que simplesmente ja estamos comformados com ela. Ela existe e cada um de nos deveria fazer algo para mudar este quadro . E facil pensar que nao e a nossa culpa, mas se quizermos ter um pais melhor daqui alguns anos temos que comecar a agir agora. Este documentario me fez pensar o que posso fazer para ajudar ... e gostaria de conversar com outras pessoas que se sentem do mesmo jeito para podermos fazer alguma coisa ao inves de esperarmos por uma solucao milagrosa.
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Flavio
14/01/2002
nota:Rate010
O Brasil precisa de documentários assim para as pessoas entender que vivemos em uma sociedade em que "nós" criamos nossos proprios problemas e julgamos sem analizar a essência , é uma pena a tv Brasileira dar tanta importância para novelas idiotas invés de ajudar o Pais mostrando verdadeiras obras de artes que ajudaria o povo a viver melhor e evaliar mais seus preconceitos.
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Carola
15/01/2002
nota:Rate010
Um filme deste nível não deveria passar somente em escolas ou em lugares privados, e sim no meio de comunicação de massa mais utilizado pela sociedade, a TV. Acho que a maioria das pessoas que assistiram Ônibus 174 mudou a opinião que tinham à respeito do sequestrador, devido ao relato de sua vida. Filmes como este mostram exatamente a vida como ela é, isso não de interesse dos poderosos de nosso país, somente a nossa classe, os prejudicados pelos caprichos deles. Estou divulgando este filme à todos que conheço, pois ele é uma lição de vida.
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Marco Abilatamaso
16/01/2002
nota:Rate010
Seguramente a melhor peça cinematográfica já produzida no Brasil. Ninguém, absolutamente ninguém sai impune da projeção. Vc, eu, todos nós temos nossa parcela de culpa pelo que colhemos hoje e pela erva daninha que seguimos plantando para as gerações futuras colherem ainda pior. Vc assiste ao filme como se estivesse com uma faca apontada para a sua testa o tempo inteiro. São mais de duas horas de filme e, ainda assim, a intensidade é tamanha que chega a cansar. Jamais relaxar.
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Eliane Camargoa
17/01/2002
Eu achei o documentario excelente. Nota dez. MAS A NOTA ZERO VAI PARA NOS BRASILEIROS POIS quero saber o que e' que o POVO BRASILEIRO VAI FAZER EM RELACAO A ESTE PROBLEMA. QUANDO E" QUE NOS BRASILEIROS IREMOS ACORDAR PARA A NOSSA REALIDADE E COMECAR A EXIGIR DE NOSSOS POLITICOS RESPONSABILIDADE , COMPETENCIA, TRABALHO, QUANDO E" QUE NOSSAS CADEIAS LOTADAS E O TRATAMENTO SUBHUMANO DE BRASILEIROS VAI DEIXAR DE SER CONSIDERADO E VISTO COMO ENTRETENIMENTO E SER CONSIDERADO COMO UM PROBLEMA EM NOSSA SOCIEDADE QUE E' SIMPLESMENTE INACEITAVEL E QUE PRECISA URGENTEMENTE DE SOLUCOES?? QUANDO E" QUE MENINOS DE RUA CHEIRANDO COLA DEIXARAO DE SER UMA CENA TRIVIAL, USADA COMO ENTRETENIMENTO, E SIMPLESMENTETE ACEITA PELA SOCIEDADE COMO PARTE DO SISTEMA???? QUANDO E" QUE VAMOS COMECAR A EXIGIR DE NOSSOS POLITICOS E DE NOS MESMOS UMA SOCIEDADE BRASILEIRA MAIS JUSTA??? QUANDO E" QUE VAMOS COMECAR A AGIR AO INVES APENAS DE FICARMOS ULTRAJADOS , EMOCIONADOS DIANTE A UM DOCUMENTARIO QUE MOSTRA A CRUEL REALIDADE BRASILEIRA?? QUANDO E" QUE VAMOS CHEGAR AO PONTO DE TAMANHO ULTRAJE QUE COMECAREMOS A IR AS RUAS EXIGINDO DE NOSSOS DIRIGENTES, SOLUCOES , RESPOSTAS E ALGUMA ATITUDE EFETIVA?? O DOCUMENTARIO E" EXCELENTE MAS DOU NOTA ZERO PORQUE PRECISAMOS ENCARAR ESTES PROBLEMAS NAO APENAS COMO ENTRETENIMENTO MAS COMO A REALIDADE CRUEL DE NOSSO BRASIL E QUE NAO PODE MAIS SER TOLERADA... E QUANDO VAMOS ACORDAR PARA O FATO DE QUE O INICIO DE UMA BUSCA DE SOLUCOES ESTA" EM NOSSAS MAOS???? NOS, O PUBLICO QUE TEM CONDICOES E ACESSO A ESTA INFORMACAO , O PUBLICO QUE VIU ESTE DOCUMENTARIO - CABE A NOS ACORDAR PARA O FATO DE QUE NOSSO BRASIL E" UM PAIS CRUEL E QUE ENQUANTO NAO FIZERMOS NADA PARA MUDARMOS ESTA SITUACAO, ESTAMOS TIRANDO PROVEITO DESTA CRUELDADE E CRIANDO MAIS E MAIS VIOLENCIA?? E COMECARMOS DE UMA VEZ POR TODAS A EXIGIR RESPOSTAS, SOLUCOES, E RESULTADOS DOS DIRIGENTES DESTE PAIS???? ESTE DOCUMENTARIO ME DEIXOU CHOCADA.... NAO PELA REALIDADE BRASILEIRA MAS PELA CONFORMIDADE DO POVO BRASILEIRO DIANTE DE TAMANHA CRUELDADE E TAMANHOS PROBLEMAS... PRECISAMOS COMECAR A FAZER ALGUMA COISA.............. O QUE ESTAO FAZENDO OS GOVERNANTES DE NOSSO PAIS PARA QUE DOCUMENTARIOS COMO ESTE PASSEM A SER UMA TRAGICA LEMBRANCA DO PASSADO?
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Rissiane Goularta
18/01/2002
nota:Rate010
Este documentario faz muito mais do que simplsimente mostrar a realidade do Brasil. Ele e chocante! Ele retrata as feridas expostas da nossa sociedade brasileira. E um grito de socorro ao nossos governantes e a nos mesmos!!! E a certeza de que nosso sistema precisa mudar, valores precisam ser repensados, e analisados de forma racional. Por quanto tempo precisaremos assistir meninos de rua se transformarem em criminosos, quando no fundo de cada um deles, o que eles mais queriam era estudar e poder ter tido uma oportunidade de crescer na sociedade como cidadao comum? Quando o BRASIL VAI ACORDAR PARA A EDUCACAO?
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Eduardo Marsola
19/01/2002
nota:Rate010
Um trabalho sério e primoroso. Imparcial, autoconclusivo, tecnicamente irretocável. E o que se vê, se ouve e se conta é assustadoramente real. O ponto de vista do vilão, da polícia, da imprensa, das vítimas, do governo, da opinião pública, dos transeuntes daquele fatídico dia apocalipticamente revelador. E quanto à famosa pergunta "de quem é a culpa?", tenho a dizer que a culpa é de cada fragmento adulterado e absorvido pelas entranhas de uma sociedade malfadada, formada por uma receita com centenas de ingredientes que, combinados, resultam no nada em que estamos vivendo. Uma época vazia, banal, resignada, ofuscada pela "coisificação" que apoderou-se (ou foi usurpada) das nossas almas. O que tanto procuramos? O que tanto queremos? Coisas? E pessoas? E pessoas que não tenham coisa alguma, você quer? Eu também não, confesso. Pois assim como eu, você, sua família, seus amigos, todos nós enfim estamos contaminados pelas coisas e seu fascínio desprovido de querer, apenas satisfazendo nossos "Narcisos interiores", enquanto uma não-perspectiva paralela vai tomando corpo, até que nos atinge, cospe em nós nosso próprio veneno. E por fim nos dilacera em sua crua reação animal, selvagem, herdada dos nossos ancestrais primatas. É assim que a natureza age, é assim que ela devolve nossa desventurada alienação. Parabéns ao realizador deste documentário.
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Uadi Elias Wider
20/01/2002
nota:Rate010
Achei de uma riqueza extraordinária no que se refere principalmente ao tema aborada e as técnicas utilizadas para que o espectador faça simultaneamente e paralelamente as correlações necessárias para a compreensão do real problema da população brasileira representado neste fato ocorrido no Rio, o ser humano tem em seu interior desde os primórdios a violência e justamente este filme aborda que a questão social o desrespeito a cidadania que faz reascender a violência carcterística dos tempos de Roma e décadas medievais intrínsica do ser humano fazendo com que se conclua que na verdade o criminoso é a principal e maior vítima deste caos generalizado que é a falência do ser humano em sua ética e má sociabilidade reprimida diante do capitalismo desenfreado e injusto sem limitações e puramente degradente desta mesma sociedade. Parabéns pelo filme.
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Flávio Cabral
21/01/2002
nota:Rate07
O filme vem mostrar o retrato do cenário Brasileiro, retrato esse de total descompromisso do estado na questão a educacão, saude e moradia digina para todos cidadões, esta escrito em nossa constituição, só está escrito. Sobre o filme exelente produção que vem mostrar os maniacos que o estado fabrica.
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Vania Carvalhoa
22/01/2002
nota:Rate010
Este filme relata a dura realidade social em que vivemos no Brasil,devemos observar de perto os incontáveis "SANDROS"que essa sociedade injusta alimenta com sesse intenso grau de "MIOPIA" toda sociedade precisa enxergar com um novo óculos!
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Cainne Guimarães
23/01/2002
nota:Rate010
AO ASSISTIR O FILME ONIBUS 174, PUDE PERCEBER REALMENTE, QUE VIVEMOS NUMA SOCIEDADE TOTALMENTE IPÓCRITA, QUE SO SE PREOCULPA COM SI PRÓPIO.POIS QUANDO É QUE VAMOS ACORDAR PARA A REALIDADE VIVIDA NO NOSSO PAÍS EM RELACAO A NOS BRASILEIROS, SENDO DE CLASSE MAS BAIXA OU ALTA POIS NENHUM ESTA LIVRE DA VIOLENCIA. SERÁ QUE VAI PRECISAR ACONECER COM CADA UM DE NÓS OQUE ACONTECEU COM O SANDRO (assaltante que teve sua mae assacinada em sua frente quando crianca) PARA PODERMOS TENTAR REVERTER A SITUACAO DA VIOLENCIA NO BRASIL. TODOS OS DIAS OS JORNAIS MARTELAM AS NOSSAS CABECAS CONTANDO SOBRE ASSALTOS, SEQUENTROS, AFINAL VIOLENCIA EM GERAL, E SABE QUAIS SAO AS NOSSAS PROVIDENCIAS EM RELACAO A ISSO? APENAS CRITICAS MAS NUCA PROVIDENCIAS. VAMOS ACORDAR PROMOVER SOLUCOES PARA ESTES GRAVES PROBLEMAS, POIS NAO VAI ADIANTAR NADA SE APENAS CRITICARMOS OS GOVERNATES POR NAO FAZEREM NADA, RAPIDAMENTE AGIR ENQUANTO HÁ TEMPO.
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Octávio Fernandes
24/01/2002
nota:Rate010
BRILHANTE!Abre um sem-número de possibilidades de discussão, pelo viés da sociologia, psicologia, do direito, da psicanálise que é o meu campo. Bravo!O "ser" humano carece de condições mínimas de auto-estruturação. Sandro também foi vítima de um sistema. O senso-comum nem aceita discutir esta ótica...Mas é justamente por aí que é necessário se começar. Ninguém nasce delinqüente ou assassino... Ninguém.
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Julianaa
25/01/2002
nota:Rate010
Sem dúvidas é um dos melhores documentários, não se pode julga-lo apelativo pois mostra o lado de todos, do Sandro, das vítimas e dos Policiais. Simplismente fantastico, aplausos.
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Daline Lopesa
26/01/2002
nota:Rate010
Esse documentário nos mostra a triste realidade de muitas crianças brasileiras que diferentemente do que nosso senso comum e nossa visão distorcida são apenas crianças que necessitam de amor, proteção e carinho como nossos filhos. Li um critica que fala que o documentário transformar um bandido em herói não acredito nisso, em nenhum momento mostra-se o Sandro como herói, mas mostra sua vida e as razões que o levaram ao mundo do crime e a vontade que mudar, de ter uma oportunidade que nunca chegou até ele. Ao pensarmos na violência, no criminoso vemos que tudo está ligado a questão social e que senão mudarmos e pararmos de achar que matar resolve o problema vamos apenas animalizar cada vez mais essas pessoas excluídas e nos tornar animais também. Tão animalescos que tentamos linchar e aceitamos que policiais matem, que noção de justiça é essa? Ao ver o filme tive a convicção de que a maior vitima foi o Sandro que teve um vida marcada por violência e não lhe foi apresentadas outras escolhas, outras formas de sobreviver. Que país é esse que permite que suas crianças vivam na violência e depois sem um julgamento condena esse fruto de sua irresponsabilidade à morte?
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Péricles Machado
27/01/2002
nota:Rate010
Infelizmente é a vida como ela é. Mostra o quanto somos vulneráveis diante dessa situação, mas como já sabemos somos, acredito eu culpado por isso, pois criamos concientimente ou inconcientimente uma invisibilidade que os torna "fortes" diante de nós.
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Amir Cordeiro
28/01/2002
nota:Rate09
Em referência ao filme exposto mostra claramente o despreparo da policia em especial a do comandante e do governo qual não autorizou uma ação nos momentos oportunos que claramente se evidenciaram, de que vale todos aqueles cursos que a policia faz no decorrer de sua carreira se quando é para agir fica subordinado a ordem de um governador que não tem o preparo como a dos policiais, e quando agiram fizeram tudo errado matando o sequestrador (Sandro) dentro do camburão, se era para agir deveriam telo feito no decorrer do sequestro e não covardemente quando o sequestrador estava rendendo-se botando em risco a vida da refêm, o que acabou ocorrendo com a ação feita no momento errado, e mais os projéteis que atingirão a refêm não forão comprovado se sairãm da arma do Sandro ou dos policiais que no instante da ação agirão com emoção, resultando em duas mortes uma totalmente inocente e a outra de uma vítima que é o que podemos falar do "pobre " Sandro. Falemos um pouco do Sandro, uma criança que viu sua mãe ser esfaqueada e morta em sua frente aos dez anos de idade, teve uma infancia ou melhor não teve uma infancia os amigos com qual se envolveu eram do meio criminoso, lembremo-nos do testemunho de um detento que disse quando estivesse fora da cadeia daí é que iria matar porque a forma em que são tratados dentro de uma cela de delegacia ou um presídio jamais recupera alguêm e sim encaminha ao meio mais criminoso, como estamos aprendendo no curso de Direito de que a reclusão é para ressocializar o infrator está provado de que não recupera ninguêm, o governo e a sociedade podem e devem fazer algo para que todos aqueles menos favorecidos não venham a ser como foi Sandro, as leis do momento não aceitam menores de 16 anos trabalhando, diz-se que a única ação em referência ao ocorrido foi a mudança do número do ônibus de 174 para 158.
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Gabrielaa
29/01/2002
nota:Rate010
O filme torna-se necessário de ser visto, assim como Cidade de Deus ou Carandiru.Como brasileiros, temos de nos interar da situação carcerária do nosso país.Não é mais um filme bandido-mocinho,e sim uma realidade,onde a sociedade aparece como a principal culpada pelo descaso e preconceito.A violência é a principal vilã, e não deve ser por nós reproduzida.Sandro não é o algoz,e sim a vítima,da sociedade.
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Fernando Galvão
30/01/2002
nota:Rate010
O documentário mostra a realidade de indeferença e exclusão que a sociedade brasileira impõe aos cidadãos mais pobres. Sem sensacionalismo, a abordagem atinge e emociona a todos os que assitem e possibilta momento importante de reflexão. Todo aluno de direito, em especial aqueles que se interessam pelo direito penal, devem asistir e refletir sobre as muitas informações que o documentário proporciona. Parabéns aos produtores e obrigado pelo registro fiel.
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Márcio Mohr
31/01/2002
nota:Rate010
0.. Pra policia. Pô.. olha quanta gente morreu ate a policia pegar o cara, ou melhor, até ele se render... o filme, foi muito bem produzido, e tudo mais, so que eu, ao ver o filme me sinto umilhado, não pela violência, e sim, pela polica não ter feito nada!
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Rodrigo Fernandes
01/02/2002
nota:Rate09
Gostei muito do filme. Ele nos mostra como a realidade pode ser cruel e transformar as pessoas. Todos criticam a vida de Sandro, mas ninguém para pra pensar (coisa q o documentário nos faz refletir) que ele apenas transferiu suas angústias e medos para as vítimas que estavam no ônibus.
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Izabella Raymundo Barreto Alvesa
03/02/2002
nota:Rate010
Vi o filme em minha faculdade pois sou estudante de serviço social e chequei a uma conclusão bem pessoal de que vendo o filme hoje e olhando para dentro de mim reflito que tudo o que a sociedade fez com sandro o mesmo quis retribuir a sociedade que foi violência, falta de respeito, sem o direito de ir e vir, tirado brutalmente do convívio de seus familiares, sendo desprezados por muitos, enfim eu como estudante que sou queria muito que a nossa sociedade parasse de colocar grades em suas casas para se protejer do que nos mesmos provocamos a eterna desigualdade social.
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Rafael Augusto Wielewski
04/02/2002
nota:Rate010
O documentário não é imparcial. A primeira impressão é a de que ele está a favor do Sandro, o seqüestrador. Porém, a questão é muito mais ampla do que o próprio Sandro, os seqüestrados e os policias que estavam lá. O fato transcende àquelas pessoas. É uma crítica a toda uma forma de sociedade. O documentário é a favor do Sandro. Mas não é só isso. Ele mostra os vários lados da situação. Assistindo ao vídeo tem vezes que temos pena de Sandro, queremos que ele dê um jeito de sair vivo. Porém, por vezes, queremos ser os atiradores da polícia para dar o tiro fatal de uma vez. O documentário é bem conduzido, eternizando assim as imagens de um incidente que não se apagará tão fácil das nossas memórias. O Sandro é um produto de uma sociedade que prega o consumo e a fama. Onde, por aparecer na TV a pessoa já é alguém na vida. Sandro conviveu com isso, todos convivem. Porém, em seus desvios psicológicos, mostrados no documentário segundo o relato da psicóloga da PM, ele definiu como objetivo de vida aparecer na TV. O Sandro seqüestrou o ônibus para aparecer na TV. Os atiradores de elite da polícia não deram um tiro na cabeça de Sandro, o que era viável e altamente recomendado, por causa das câmeras de televisão que filmavam tudo ali. Quando ele saiu do ônibus as pessoas queriam linchá-lo. Eu vi um fotógrafo largar sua máquina pra bater nele. Tudo aconteceu por causa da TV. Com informações novas e imagens da cadeia onde Sandro esteve preso o documentário trás nitidamente a intenção de mostrar como a TV muda as coisas. Nas entrevistas com as moças que estavam no ônibus foi deixado bem claro que ele não queria matar ninguém. Ele só queria aparecer na TV. Elas disseram que havia duas situações bem claras: uma dentro do ônibus e outra, totalmente diferente, que era vista pelas câmeras. Era tudo encenação. O episódio foi um cano de escape da situação brasileira. Onde se questionou sobre os equipamentos e o treinamento da PM. A situação dos policiais que só são PMs quando não conseguem fazer mais nada na vida. Questionou-se, também, sobre as cadeias, sobre a situação dos excluídos, sobre a posição das autoridades que não liberaram o tiro fatal para não aparecer na TV. Mas, principalmente, questionou-se a própria sociedade que se omite aos excluídos. Com certeza, um filme terrivelmente real.
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Alexandre Simões
05/02/2002
nota:Rate010
Ônibus 174 não é apenas um filme documentário, é acima de tudo a realidade que não queremos ver. Sandro, o bandido da história, não matou apenas uma jovem inocente, mas a crença da cordialidade brasileira. Nossa sociedade, principalmente das grandes cidades, cada vez olha menos para a miséria que está do lado, com isso fica todo dia mais próxima da violência que surge da nossa incapacidade de visualizar o que pode ser visto tão perto, a solidariedade.
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Alexandre Souza
06/02/2002
nota:Rate010
O filme é um tapa na cara. Mostra a ineficiência de nossos governantes e o completo despreparo da elite da polícia. Mostra as entranhas imundas e mal cheirosas da nossa sociedade. Estampa a realidade das grandes cidades e que a qualquer tempo, podemos ser nós, os seus novos protagonistas.
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Diego Cunha Dias
07/02/2002
nota:Rate010
Nunca vi um "filme" com uma estória tão bem contada, como este. Fala tudo sobre a vida do Sandro (seqüestrador), tudo o que acontecerá com ele e com sua família. Mostra como foi sua infância, seu dia-dia nas ruas do Rio. Mostra como ele foi para no mundo do crime, e hoje, está morto, o que seria bem provável para seu futuro.
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Wlamir Jr.
08/02/2002
nota:Rate010
Maravilhoso documentário. Só assim nos damos conta que em cada lugar tem um Sandro prestes a dar um novo "show". Se não quisermos ver novamente outro "show" desses vamos levantar do sofá e parr de pensar que não temos nada a ver com isso. ESTE DOCUMENTÁRIO JÁ ME DESPERTOU, AGORA FALTA VOCÊ. Mas não basta apenas acordar, tambem temos que agir.
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Lara Frichea
09/02/2002
nota:Rate010
É excelente filme pq mostra como nós estamos apegados a nossa maldita individualidade. Nós somos perversos pq acreditamos q se não olharmos não no incomodará. É mentira. Essa opressão contra os pobres vai explodir na nossa cara, é uma questão de tempo. Mesmo que tenha gte que acredite que é melhor matar um bandido do que tentar reestruturá-lo, é preciso sempre fazer o exercício de que nós, TODOS nós, somos pessoas, que todos temos deveres e direitos.
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Ana Marquesa
10/02/2002
nota:Rate010
Hoje tive a oportunidade de assistir depois de 6 anos passados os acontecimentos a este documentário,tive horas de angústia,surpresa e esperança, parece que todo aquele dia foi revivido hj por mim,sei que foi um belo trabalho,que não msotrou um final esperado,mas que pelo menos serviu para mais uma vez acordarmos deste sono eterno que é a indiferença,sofremos todos os dias ameaças,e que mediante tais acontecimentos nos fazem ver a fragilidade de uma sociedade dominada pelo pavor,e pelo despreparo de uma polícia que se diz preparada,a vitima uma mulher pobre que só queria viver e ser feliz,com seu trabalho e sua família,que foi interrompida por um policial despreparado e sem condição de de estar com uma arma,poderia ter sido eu ou vc,sou a favor de uma polícia que age com inteligência,habilidade e saiba o momento certo de atirar.A policia,e os policiais "preparados" para agir qdo várias vezes Sandro se viu livre das vitimas não agiu,simplesmente se omitiu e deixou a situação correr, e deu no que deu,uma vergonha total.
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Ana Paula Dâmasoa
11/02/2002
nota:Rate07
Esse filme é uma materialização da realidade do nosso país!!! Ele cria ao mesmo tempo uma crítica e uma reflexão do que estamos construindo... O sistema de segurança brasileiro é muito falho, o que leva muitos seres humanos descuidados a agirem de maneira agressiva e violenta para sua própria defesa!!!O documentário "Bus 174" mostra a crueldade dos policiais e o motivo claro pelo qual Sandro agiu daquela forma... não adianta a polícia querer colocar a culpa num pobre indefeso, pois além de estar sem vida ele tem seus motivos dolorosos para ter agido daquela maneira!A polícia está sendo uma vergonha para esse país!!! Logo após ter assistido o documentário senti dentro da alma o quanto as pessoas precisam de Deus e de ajuda!Lutemos por um Brasi melhor!
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Andréa Dutraa
12/02/2002
nota:Rate04
Concordo plenamente com quem disse que é um documentário tipo bandido-herói. A sociedade está farta de ver os bandidos sendo endeusados, e a impunidade reina solta. Não existe bandido vítima da sociedade: existem inúmeras pessoas que viveram na miséria, moraram em favelas perigosíssimas, mas sempre lutaram para melhora e fizeram isso honestamente. Claro que não se sai da miséria para o palácio, mas ter o suficiente para algumas pessoas, é muito mais que um sonho. Eu sou um exemplo disso: apesar de muitas dificuldades e sofrimentos, nunca roubei, nunca me envolvi com tráfico e estou vencendo na vida. Essa apologia ao crime tem que acabar.
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Aleida Chomskya
13/02/2002
nota:Rate010
O doc. é estarrecedor! Como cidadão, me senti inútil; como ser humano, um estúpido! Acredito que o propósito do diretor foi de "inquietar-nos com cenas de nosso cotidiano para mostrar que estas podem ser as mais pavorosas de uma realidade comum". É interessante analisarmos a dimensão do problema social brasileiro nas narrativas de quem, efetivamente, conheceu a trajetória da trágica história do protagonista. Padilha consegue mostrar que aquele "monstro", foi fruto de nós mesmos... uma sociedade excludente desprovida de afeto humano, capaz de exaurir de um garoto o "sentido" da existência e de sociedade (tecnicamente falando: a ação e sua reação adjacente). O "Mancha", para muitos, entrará para história como o bandido perverso. Para mim, foi fruto da máquina mortífera que criamos: a indiferença social.
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Pedro Corrêa Filho
14/02/2002
nota:Rate08
O filme é tudo! Como estudante de direito e analisando sobre o prisma jurídico podemos verificar a carência do nosso Governo brasileiro em todos os sentidos e que o papel principal da pena em nossa sociedade nada mais é do que uma ficção americana.
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Solange Limaa
15/02/2002
nota:Rate010
Sou acadêmica do Curso de Serviço Social, e assisti este documentário com a finalidade de fazer uma resenha.Infelizmente o documentário mostra uma realidade social, muitos casos parecidos com este, acontecem diariamente em nossa sociedade, e muitas vezes não nos damos conta de tal gravidade. Os direitos sociais dos cidadões não são respeitados, e isso é o que transforma os SANDROS em deliguentes de alta periculosidade. Com certeza se Sandro estivesse tido a oportudade de ter seus direitos garantidos, como um ser-humano e não ter sido tratado como um animal, incluido em todos os preconceitos sociais, o resultado não teria sido este tão trágico.Muitas vezes nós mesmos não queremos ver oque a realidade nos mostra, achamos que o problema não é conosco e não damos importância, a menos que aconteça com alguém proximo a nós. Documentários como este serve para que nos reflitamos que somos parte integrante da sociedade e que devemos tratar nosso próximo com respeito, ás vezes uma palavra, uma atenção, pode mudar a vida de uma pessoas. Quantos SANDROS nos deparamos diariamente, que necessitam de atenção, de uma ajuda, só nós podemos fazer a diferença e quem sabe até mudar essa realidade social.
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Gabriel Henrique
16/02/2002
nota:Rate010
O filme-documentário Ônibus 174,relata sobre uma realidade em que vivemos hoje.Nessa dia,não temos a noção,sobre o que aquelas 10 pessoas passaram dentro daquele ônibus, juntamente com Sandro.Uma coisa é que devemos saber,que o que deveria ser feito,foi realizado,5 policiais sufocaram Sandro e o matou.Tristeza para familiares de Geísa,que uma perderam uma "criança"de apenas 20 anos,porque ela tinha muito o que viver ainda.Devemos agradecer à Deus,pela nossas vidas,que ainda estão aqui na Terra e ter consciência que não devemos fazer a crueldade que Sandro fez,em assaltar um ônibus,com 10 passageiros e fazer de Geísa um escudo.Que Deus esteja com ela neste momento e que Ele também perdoe Sandro,pelo o q ele fez.
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Ander
17/02/2002
nota:Rate010
Um filme sensacional, que mostra como a miséria e o descaso dos governantes de um sistema capitalista excludente, formam "marginais", que em muitos casos, como no do filme, nos fazem refletir do nosso papel de cidadãos para com essas pessoas que estão a margem de tudo e nós continuamos fingindo que eles e elas não existem. Parabéns ao diretor!
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Lyllianea
17/02/2002
nota:Rate010
Muito bom msm...!!!Excelente..."Sandros" nesse Brasil,existem mtos...e q toda a sociedade julgam,apedreja,sem conhecer a realidade deles,e a segurança publica se veste de boazinha,mas todo mundo sabe q ela está a serviço da propria burguesia,e não aos pobres!!!...Eis a questão neh,pra própria reflexão.
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Camila Pereira Limaa
18/02/2002
nota:Rate010
Esse documentário foi um dos melhores que ja vi.Mostra de fato a realidade dos meninos que levam uma vida parecida com a que o Sandro levava, meninos que precisam de ajuda e não de desprezo, como a sociedade costuma fazer. Parabenéns a todos que ajudaram na construcão desse filme!Serei uma futura assistente social e esse filme foi de grande importância para mim.

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