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O Invasor

titulo original: (O Invasor)

lançamento: 2001 (Brasil)

direção: Beto Brant

atores: Alexandre Borges , Malu Mader , Marco Ricca , Mariana Ximenes , Chris Couto

duração: 97 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:O Invasor
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 37 min
  • ano de lançamento:2001
  • site oficial:
  • estúdio:Pandora Filmes
  • distribuidora:
  • direção: Beto Brant
  • roteiro:Marçal Aquino, Beto Brant e Renato Ciasca, baseado em livro de Marçal Aquino
  • produção:Renato Ciasca e Bianca Villar
  • música:Paulo Miklos, Pavilhão 9, Tolerância Zero e Professor Antena
  • fotografia:Toca Seabra
  • direção de arte:
  • figurino:Juliana Prysthon
  • edição:Manga Campion e Willen Dias
  • efeitos especiais:

imagens - 12

O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor O Invasor

sinopse:

Estevão, Ivan e Gilberto são companheiros desde os tempos de faculdade. Além disto, são sócios em uma construtora de sucesso há mais de 15 anos. O relacionamento entre eles sempre foi muito bom, até que um desentendimento na condução dos negócios faz com que eles entrem em choque, com Estevão, sócio majoritário, ameaçando deixar o negócio. Acuados, Ivan e Gilberto decidem então contratar Anísio (Paulo Miklos), um matador de aluguel, para assassinar Estevão e poderem conduzir a construtora do modo como bem entendem. Entretanto, Anísio tem seus próprios planos de ascensão social e aos poucos invade cada vez mais as vidas de Ivan e Gilberto.

elenco:

comentários

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Teresa
02/01/2001
nota:Rate07
Os atores estão ótimos, todos trabalharam muito bem, inclusive o estreante Paulo Miklos. Mas confesso que não gostei do filme, ao qual assisti no FESTIVAL DE BRASÍLIA. A história está muito confusa e muitos personagens, como o de Malu Mader, estão um pouco deslocados... No resto está tudo ótimo!"
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Erika Liporaci
03/01/2001
nota:Rate09
Beto Brant conseguiu amadurecer como cineasta e, ao mesmo tempo, manter o viés marginal que caracteriza seus trabalhos anteriores ("Os matadores" e "Ação entre amigos"). O filme é intenso, cruel, verdadeiro e absolutamente pertubador. Tudo isso sem perder o bom humor! Belo exemplo de bom cinema nacional a custo baixo."
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Francisco Russo
04/01/2001
nota:Rate08
Muito bom filme. Inteiramente feito em câmera digital, é uma mostra de que este tipo de tecnologia pode ser utilizado no cinema com bastante competência, apresentando resultados satisfatórios e que não prejudicam o desenrolar do filme. O roteiro em si, mostrando como um matador de aluguel se infiltra na vida de dois empresários na intenção de melhor de vida, é muito bom e a direção de Beto Brant ajuda muito a tornar esta história ágil. Mas o melhor do filme, sem sombra de dúvidas, é a fantástica atuação de Paulo Miklos, que rouba todas as cenas em que aparece."
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Breno Moura
05/01/2001
nota:Rate010
"O Invasor" é um filme triste. Nas faces dos desalmados a tristeza e a desesperança. Beto Brant é um idealizador de nossa sociedade. Uma figura fiel ao nosso obscuro e maléfico cotidiano. Os atores estão soberbos. A fotografia é a figura da nossa vida. Uma pérola da nossa triste sociedade."
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João Paulo Miranda
06/01/2001
nota:Rate09
Um filmaço, de tirar o fôlego, thriller de primeiríssima. Direção excepcional de Brant. Ótimo roteiro e grandes performances de Borges, Ricca e Miklos. Não percam de jeito nenhum! Assim dá gosto de ver o cinema nacional!"
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Nides de Freitas
07/01/2001
nota:Rate09
Ele é esperto e sabe o momento de se intrometer nas circunstâncias. Ele não faz parte da turma, mas também tem a sua turma e a traz consigo para o esquema. Anísio, o personagem de Paulo Miklos em "O Invasor", representa esta figura indesejada do marginal periférico que fala gírias esquisitas e cospe fogo até com o olhar. Beto Brant alcança o mérito de mais uma realização consistente, roteiro bem amarrado e criativamente filmado. A cãmera é veloz e exige do elenco uma interpretação ágil e segura. Um filme "podrão" que bota uma lupa no mundo do crime para nos apontar os vermes que podem invadir qualquer organismo. Prepare os seus sentidos para o rap rápido e cru que está na trilha sonora e também para a trama inteligente que Brant amarra contando com a perspicácia do público. Não é o melhor, mas é um dos grandes filmes brasileiros e quem gosta de bom cinema deve invadir a primeira sala que exibe "O invasor" com a certeza de não entrar numa roubada."
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Tati Soares
08/01/2001
nota:Rate09
Tive a oportunidade de assistir a esse filme durante o Festival de Cinema do Recife. O Teatro Guararapes (capacidade: 2200 lugares) estava tão lotado que a própria comissão julgadora não tinha onde sentar. Após a exibição de 6 curtas e de 1 longa, o público permaneceu no teatro para assistir a "O invasor". Garanto que ninguém se arrependeu de esperar tanto. O filme é super divertido e movimentado. O elenco está AFIADÍSSIMO, destaque para Mariana Ximenes, que mostrou ser uma atriz versátil, não só mais um rostinho bonito na TV. Outra bela atuação foi a de Paulo Miklos. Não tenha dúvidas que ele é melhor músico do que ator, mas que ele leva jeito para a coisa ele leva. Os outros participantes do longa dispensam algum comentário ou elogio. Eles são maravilhosos mesmo!!! Vale a pena prestigiar esse novo trabalho de Beto Brant; a trilha sonora é legal, o texto é legal, só o fim que deixou a desejar. Confiram o filme e me entendam."
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Hugo Quilici
10/01/2001
nota:Rate08
Ótima mistura de filme policial, com suspense e drama, onde todos os personagens têm um lado negro. Lembra um pouco os filmes policiais americanos da década de setenta. Para concluir, prova que Beto Brant é talvez o melhor "novo" cineasta brasileiro. Quem quiser deve conferir os também ótimos "Os Matadores" e "Ação Entre Amigos"."
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Tomaz Lemos
11/01/2001
nota:Rate07
Muito bom o filme. Embora eu tenha achado o roteiro um tanto confuso no final, o filme cria um ambiente muito instigante. Principalmente pelo fato das cenas ficarem predominantemente fechadas nos atores, que estão muito bem. Valeu!"
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Maíra Melloa
12/01/2001
nota:Rate08
O que mais me surpreendeu, e creio que também a maioria das pessoas que assistiu, foi a brilhante atuação de Paulo Miklos. Acho que o filme quis mostrar um mistério no envolvimento do persogem de Paulo Miklos e Alexandre Borges, porém isso estava claro desde do início do filme. Tirando isso o filme é muito bom e acertaram ao escolherem para trilha sonora um rap."
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Roberto Moutinho
14/01/2001
nota:Rate05
Após assisitir "Abril despedaçado" e "Janela para a alma", não se pode dizer que "O invasor" seja um bom filme. O que eu destacaria de bom, seria a atuação de Paulo Miklos e a Edição do filme... Quanto ao foco, a camera, as cenas de sexo desnecessárias, as cenas desnecessárias por si só (como por exemplo a cena do cabelereiro, os personagens que somem no meio do filme (Chris Couto) e muito mais... Não se pode afirmar que este seja um bom filme... Simplesmente é mais uma produção que não acrescentou nada e só me fez perder 1 real (que seria melhor ter dado à um guardador de carro, do que neste filme)."
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Nádia Meschiattia
15/01/2001
nota:Rate04
Depois de ler tantas críticas positivas nesse site sobre o filme, criei uma grande expectativa em assisti-lo. Porém, a decepção foi muito grande. O filme foi bem até a metade, mas depois virou uma sucessão de vídeoclipes em que a história foi deixada em segundo plano. Além disso, o final foi insosso demais. Depois de ótimos filmes nacionais lançados recentemente, confesso que este deixou a desejar."
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Patrícia Paivaa
16/01/2001
nota:Rate08
O filme é muito bom, ressaltando o roteiro criativo sobre um tema constante na sociedade que é a ligação crime, drogas e corrupção. Os exelentes atores Alexandre Borges fazendo o cafajeste, Marco Rica estampava a sombra do medo e do arrependimento em seu rosto e sem dúvida o titã Paulo Miklos foi a grande sacada do filme."
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Bruno
17/01/2001
nota:Rate05
Vamos parar com essa história de que todo filme nacional é maravilhoso, O Invasor é fraco, além de ser um filme curto tem final decepcionante, o destaque vai para o titã Paulo Miklos, que surpeende. No mais é regular.
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Juliana Sakaea
18/01/2001
nota:Rate010
Um caso raro na História do Cinema Brasileiro, o filme "O Invasor" foi inspiração para o término do livro de mesmo nome, por Marçal Aquino. Em 1997 o escritor começa a colocar no papel a vida dos personagens Ivan e Alaor e a trama por eles envolvida um matador profissional contratado por sócios engenheiros para dar fim a um terceiro, começa a invadir suas vidas profissional e pessoal. Com o livro em andamento, Marçal é convidado por Beto Brant a uma associação cinematográfica, adaptando seu 1/3 de livro para as telas, sendo que, com mais 1 escritor, o roteiro é escrito e finalizado em mesmo tempo que o livro. "O Invasor" traz a novela escrita solitariamente por Marçal, e o roteiro por ele mesmo, Beto Brant e Renato Ciasca; dando a oportunidade de comparação ao leitor-comum entre uma peça literária e outra cinematográfica: "Costumo dizer que a literatura está para o roteiro assim como o erotismo está para a pornografia. Ou seja: enquanto a literatura, para mim, é o território da concisão, da alusão e de uma linguagem muito específica, o roteiro é a peça explicativa por natureza." (Marçal Aquino em entrevista ao site Geração online www.geracaobooks.com.br). Marçal ainda usa a palavra informativa quando se refere ao roteiro; algo objetivo, com todos os detalhes possíveis, tanto para o diretor geral, como a equipe de fotografia, os atores, o figurino, a maquiagem, a iluminação, até mesmo à equipe de seleção de atores, que se baseará em características fornecidas geralmente pelo roteirista. Em uma novela, conto literário, há o uso da imaginação do leitor, abrindo o espaço para diferentes características em uma mesma cena ou personagem. Há o que chamamos de liberação total entre obra/autor; as palavras encontradas no livro, são apenas ma base para uma história: quem acaba construindo a história e os personagens é o próprio leitor. Em um roteiro cinematográfico, fica claro o objetivo do autor, limitando a imaginação do construtor (produtor) do filme. Mas, nunca perdendo a essência da sétima arte: o leitor (espectador) faz o seu próprio filme, reconstruindo cada informação passada pelo produtor da sua visão. As diferenças entre a trama do ROTEIRO e da NOVELA são visíveis, já que o ponto de vista muda de acordo com seu escritor. Existem diferenças bruscas, como diferentes nomes de personagens (incluindo o principal, Alaor e Giba); mas a essência continua a mesma (e sua trama idem). Um fato deve-se levar em conta, quando Marçal começa a finalização de sua novela, já havia escrito o Roteiro, por isso, já possuia conhecimento dos personagens e de suas "índoles", bloqueando a livre imaginação. "O Invasor" é vivido por Anísio (Paulo Miklos), um assassino profissional que é contratado por Ivan (Marco Ricca) e Gilberto (Alexandre Borges) para acabar com o terceiro sócio, Estevão, de uma Construtora. O assassinato é bem sucedido, sendo que a esposa do sócio também é exterminada. A partir deste ocorrido, Anísio começa a tomar o controle da vida dos dois, "invadindo" literalmente o dia-a-dia na empresa. A história possui um "olhar nervoso" (como descrito na contra-capa do filme), sem o uso de suportes como trilhos ou tripés; a câmera é mantida em cima do ombro do cameraman, onde dá a visão ao espectador à altura dos olhos, como se estivesse "invadindo" a cena. As cores, os efeitos de ponto de vista de primeira pessoa, a trilha sonora (por Sabotage, que faz uma ponta no filme como ele mesmo, e Tolerância Zero, grupos musicais considerados de periferia) dão ao filme uma nova visão cinematográfica, fora do chamado Padrão Holliwoodiano (considerando-se este como uma maneira simples de narrar uma história, com começo, meio e fim); uma visão que dá foco ao ator, ao estado emocional, e não à produção do filme, como ocorre geralmente em filmes de alto custo. O uso de interposição de cenas (como aquela que Ivan está conversando com seu sócio Estevão e imagina como será a surpresa dele quando encontrar com o seu assassino) provoca um choque imediato sem fazer com que o leitor perca a história do filme, enriquece a trama. Os planos-seqüência são de forte uso na história, promovendo o envolvimento do ator com seu personagem. O projeto do "Invasor" veio com o intuito de produzí-lo em baixo orçamento (até 1 milhão de reais), lançado em um incentivo do Governo Federal. Este ocorrido enriqueceu a essência do filme, pois o diretor Beto Brant fazia questão de chegar no local e começar as gravações de imediato, impedindo que o ator perdesse a naturalidade das cenas. Outro quesito que favoreceu o filme, foi o uso de pessoas da própria periferia, aproximando "O Invasor" com a realidade e aumentando a naturalidade. Não só a novela e o roteiro possuem diferenças visíveis, quanto o roteiro com o filme em si, com a ajuda de improvisações da equipe de produção e os próprios atores em momentos de gravação. O próprio Sabotage contribuiu para os diálogos de Paulo Miklos, mudados constantemente durante as gravações, por motivos de características de Anísio personagem de Miklos que são próprias do cantor de rap Sabotage, como gírias, a "ginga", movimento corporal, etc. Como elo forte do filme (considerado o protagonista, mesmo o foco do filme estar em Ivan, personagem de Marco Ricca), a fala de Anísio modificava a estrutura do roteiro por inteiro, tendo, de última hora, os atores modificar suas falas, enriquecendo a espontaneidade cinematográfica.
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Aline de Souza Oliveiraa
19/01/2001
nota:Rate06
O invasor é um filme que tem o propósito de ser diferente, em vez de agradar a intenção é mesmo desagradar, mexer. O clima de todo filme é tenso sua trilha com músicas de rock e rap, o ruído das ruas e até o silêncio pertuba. O invasor Anísio interpretado por Paulo Niklos que roubou a cena é muito inconveniente. O fato do mesmo ter envolvido e se relacionado com a filha de suas vítimas Marina interpretada por Mariana Ximenes é absurdo. Beto Brant manifestou um jeito distinto de dramatizar a história com câmeras em close, soltas e em constante movimentação meio "Bruxas de Blair". O roteiro em si, poderia ser mais rico e menos confuso na fase final do filme. Realmente não é um filme para o grande público que está acostumado com os aqueles "mastigadinhos" de Hollywood.
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Gabriel Cabrini Bolognesi
20/01/2001
nota:Rate08
Na atual safra brasileira de cineastas Beto Brant é com certeza um dos de maior destaque.Os Matadores e Ação Entre Amigos são filmes bem realizados mas deslocados de contexto social algo de que não podemos acusar O Invasor. A São Paulo Filmada por Brant chega a dar nojo tamanho asco e sujeira e só aumenta o efeito carregado de todo o filme,efeito esse que a trilha sonora poderosa tambem nos passa. O elenco esta muito bom principalmente o feminino,mas quem rouba a cena mesmo é Paulo Miklos com seu Anísio o tal invasor do titulo,Brant sabe que ele é a estrela do filme e o usa muito bem em cena,Anísio me lembrou outro claro exemplo de invasor no cinema o Scarface de Al Pacino no classico de Brian de Palma.Com O Invasor Brant atingi maturidade e marca mais um ponto para o cinema brasileiro em ano que o cinema brasileiro mostra que veio pra ficar.
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Suellen Quadrosa
21/01/2001
nota:Rate09
O Invasor inova o cinema brasileiro com sua fotografia suja, lavada, contrariando o dogma 95 e impressionado o telespectador com movimentos de camera rapidos e diferentes...Onde a camera não fica parada , acompanha cada passo dos atores. Faço faculdade de cinema e assistir ao O Invasor e conhecer Beto Brant foram experiencias inesqueciveis.
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Angélicaa
22/01/2001
nota:Rate010
O filme é ótimo, o comteúdo principalmente. A atuação de Mariana Ximenes, uma atriz muito versátil, se encaixou muito bem nesse personagem, sem falar que sua interpretação foi fantástica!
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Paulo Macedo
23/01/2001
nota:Rate02
Filme periférico. Não chega, sequer, a esbarrar na cinematografia. Paulo Miklos tem uma bela atuação, mas não o suficiente para tirar o filme da mediocridade. Mais um bom argumento que vai para o lixo.
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Fátima Duartea
24/01/2001
nota:Rate09
Impactante! É a expressão mais próxima da angústia provocada pelo filme quanto ao desenrolar da trama. Impossível desprendre-se das imagens, principalmente devido a atuação de Paulo Miklos. De um realizmo feroz, e ao mesmo tempo irônico, permite boas gargalhadas, além de provocar no expectador um "pensar filosófico" sobre o papel das artes na vida humana e do papel humano enquanto ator social.
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Vinícius Lobo de Araújo
25/01/2001
nota:Rate02
Não gostei do filme, foi uma verdadeira decepção!!! "A trama é boa". O início é bem devagar, o meio é eletrizante, porém o final é muito ruim... sem falar na atuação de Paulo Miklos, um desastre à parte. Prefiro-o como um Titã!
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Douglas Freire da Silva
26/01/2001
nota:Rate010
Acredito que o que caracteriza a principal da motivação de alternancia do comportamento da personagem de prenome Ivan, é a ganância, sua sede ou sua ambição de ganho indicada como possível por outra personagem, por Gilberto, o "Giba" , que no curso da narrativa lhe aponta um caminho de tirar do comando da empresa alguém que, de certa forma, concorre pelos lucros da empresa e detem parte significativa do poder dentro da estrutura dos negócios, é seu sócio: Estevão.O caminho assestado por Giba é o mais cruel, mais desleal, mais sujo que pode ser usado para se buscar o poder, seja onde for, no caso uma construtora. Giba se encarrega de contratar um matador de aluguel e, em conluio com Ivan, acertam os "detalhes" do plano com o executor do crime. Ocorre, porém, que desde o primeiro momento Ivan mostra-se arrependido e culpado por ter posto em ação medida tão drástica e irreversível de facilitar sua vida no comando da empresa, mas já é tarde demais, o plano fora executado e de maneira muito eficiente, sem vestígios aparentes nem provas, posto que o "contratado" executou até a única testemunha do delito, inclusive, subtraindo-lhe seus pertences, e isto torna o crime mais cruel ainda, consumando-se o latrocínio.Dessa maneira, a trama se desenvolve e a personagem Ivan, começa a não mais alternar, seu caráter já está, nesta fase da narrativa, total e irreversivelmente corrompido e cheio de culpa, e isso vai trazer-lhe uma perturbação de espirito que o leva à beira de um suicídio, porém num último momento, a lucidez lhe vem à face e o leva a entregar-se à justiça.A relação que a sobredita narrativa estebeleçe com o texto do insigne escritor Roberto Schwarz, "As idéias fora do lugar" é mais intima na medida em que se estuda alternância de comportamento das personagem, face a dialética observada no comportamento humano, característica imutável da personagem representada por Marco Ricca (Ivan) no filme baseado no livro de Marçal Aquino "O Invasor".Sob a luz das reflexões do pensamento Schwarziano, tem-se que o estudo da conduta humana apresentado em "As idéias fora do lugar", adequa-se àquela desnudada pela personagem Ivan. Posto que, em grande parte, a aludida personagem nivela seu comportamento ao da personagem brasileira , que a historiografia classsifica como "Homem Livre" a qual, por sua vez, busca legitimar seu acesso à vida social e sua busca incessante pelos bens materiais, através de uma instituição que ficou conhecida como favoritismo, direta ou indiretamente. Na historia da literatura brasileira, a personagem que melhor representa o favorecido por essa instituição é o Agregado. Portanto, segundo Schuwarz, o favor é o mecanismo através do qual se reproduz uma das grandes classes da sociedade e capaz de assumir as mais variadas formas e nomes, atravessando e afetando o conjunto da existência nacional e, ainda, ressalvando a relação produtiva de base sempre, geralmente assegurada pela força - Representada no filme pelo mando que parte de Giba e de Ivan para a por termo à vida de Estevão e assim, como era o proprietário descrito por Schuwarz, Ivan dependia do favor para o exercício das suas atividades, no filme, os proprietários da construtora dependem dele (favor) para poderem conduzir os negócios como bem entenderem, consolidando assim seu poder dentro da empresa, o que antes era cerceado pelo poder do sócio majoritário da empresa, Estevão.
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Marcello Cabral
27/01/2001
nota:Rate08
Bom exemplo de como um filme de qualidade e de baixo orçamento - pode ser produzido no Brasil. Os pontos altos são as atuações de Marcos Ricca e Paulo Miklos; o casamento perfeito da trilha sonora com a dinâmica do filme; e a agilidade da montagem que, ao contrário de outras produções nacionais, conseguiu manter um rítimo freqüente e adequado à trama. As cenas de sexo - também ao contrário de outras produções nacionais - estão perfeitamente concernente à proposta de retratar a crueza da realidade que o filme se propõe. No suprepreendente final o expectador talvez se pergunte: "será que há gente assim por aí?", "será que esse tipo de coisa acontece de verdade?". Para nós, gente comum, é difícil acreditar, mas a ambição extrema, a corrupção deslavada e a total degradadação do espírito humano estão imiscuidas na nossa sociedade de uma forma mais intensa do que podemos imaginar, penso eu.
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Ludmilaa
28/01/2001
nota:Rate010
O filme foi muito bem elaborado, pois mostra que existe uma troca entre a classe que é menosprezada e a classe favorecida e que nem sempre essas realidades so acontecem diretamente na periferia. O filme passa uma concepção de que nem sempre o pai de família, bem de vida etc pode ser imaginado um bandido metido no mundo do crime, existe envolvimento.
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Gilmaraa
29/01/2001
nota:Rate010
Um dos melhores filmes nacionais, bom roteiro, ótima direção, grandes atores, e a ótima estréia do invasor Paulo M. do Titãs, que realmente chega a ser inconviniente para quem assiste... ótima interpretaçao de marina ximenes... a cara do contraste de São Paulo e do encantamento que certas jovens têm com alguns bandidos, de um mundo paralelo.
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Ricardo Silva
30/01/2001
nota:Rate08
Apesar de o filme nao ter um final a altura do enredo, nao deixa de ser uma ótima opçao para um fim de semana. Paulo Miklos dá um show e a tórrida cena de sexo com a Malu Mader e Marco Ricca, é simplesmente, surpreendente!
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Edna Mendesa
31/01/2001
nota:Rate04
Chatíssimo. Roteiro fraco e personagens mal construídos. Não me tocou, não me informou, não me divertiu, não me empolgou, não me encantou. A única coisa que salva é a interpretação de Paulo Miklos.
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Marcos Thadeu
01/02/2001
nota:Rate010
Não se trata apenas de elogiar o desempenho dos artistas, o que, na verdade foi excelente. Deve-se parar e olhar um nome, Marçal Aquino. Aí sim, podemos dizer tudo sobre o filme. Não fosse a maestria deste gênio a conduzir a narrativa, nada teria acontecido. Parabéns Marçal. Você fez isso acontecer.
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Marcos Wainstein
25/09/2009
nota:Rate010

Roteiro amarradão, ironico e bem contado. Personagens interessantes com conteúdo possibilitando belas reviravoltas na trama.

Elenco em grande forma. Marco Ricca fantastico..um dos melhores do cinema atual, o canastrão Alexandre Borges também coopera com uma boa atuação. Mariana Ximenes está bem a vontade no papel de patricinha sem destino e a Malu só pela gostosura já vale a participação (tá ela entrega a personagem, mas vai levar um desconto por ser uma delicia das antigas no imaginario masculino)...Entretanto Paulo Miklos é O CARA ele faz valer o velho ditado de que ele "Roubou a cena" impressionante como o cara está compenetrado no papel de bandido mala. atuação brilhante no melhor sentido que essa palavra pode ter.

fotografia lindona do Toca Seabra...ninguém capta a periferia e as cidades brasileiras melhor que o Toca. A cena do Miklos e a Mariana Ximenes no carro dando um pesseio pela cidade é perfeita.


Direção sempre requintada do Beto Brant. Ele mostra um pouco de cada personagem sem apontar bons ou maus, todos no mesmo barco alguns se dando bem e outros nem tanto. Se faz valer da rua dos personagens urbanos e constroi um filme adulto sem pena de ninguém, sem mensagenzinha boba no final. É apenas a realidade contada por um dos melhores diretores desse pais.


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