O Inquilino

O Inquilino 2010-05-22 Francisco

Título original: (Le Locataire)

Lançamento: 1976 (França)

Direção: Roman Polanski

Atores: Roman Polanski, Isabelle Adjani, Melvyn Douglas, Jo Van Fleet.

Duração: 125 min

Gênero: Ficção

Status: Arquivado

5           10 8 5

(8 votos)

                   

Sinopse

Trelkovsky (Roman Polanski), um polonês que está vivendo na França, aluga um apartamento em um estranho e antigo edifício residencial, onde seus vizinhos, que na sua maioria são velhos reclusos, o observam com um misto de desprezo e suspeita. Ao descobrir que Stella (Isabelle Adjani), a última inquilina do apartamento, era uma mulher jovem e bela que cometera suicídio ao pular da janela, Trelkovsky gradativamente fica obcecado com a mulher morta. A obsessão e o clima do local, mesclado com o comportamento incomum dos vizinhos, faz Trelkovsky se convencer de que seus vizinhos planejam matá-lo.

 

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Elenco

Isabelle Adjani

(Stella)

  • Roman Polanski (Trelkovsky)
  • Melvyn Douglas (Monsieur Zy)
  • Jo Van Fleet (Madame Dioz)
  • Bernard Fresson (Scope)
  • Lila Kedrova (Madame Gaderian)
  • Claude Dauphin (Marido)
  • Claude Piéplu (Vizinho)
  • Rufus (Georges Badar)

Comentários

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Diogo Sequeira em 03/01/2001Nota: 4     

Um Filme muito forte do foro psicologico e que em certas sequencias torna se real mente aterrador devido aos arrojados angulos de camera e ao facto de uma situacao semelhante acontecer conosco.Nota para um dos finais mais interessantes que ja vi em toda a minha vida.

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João Cláudio Moreira em 08/01/2001Nota: 5     

Tá na minha lista dos 5 preferidos de todos os tempos! Com um humor macabro sem igual, Polanski fecha maravilhosamente a sua "trilogia do apartamento", que começa com "Repulsa ao sexo" e passa pelo célebre "O bebê de Rosemary". Cenas inesquecíveis de horror e riso.

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Henrique Wagner em 06/01/2001Nota: 5     

O filme de Polanski é genial em vários aspectos, mas o que me fez ter vontade de escrever o que ora escrevo é o fato de ninguém ter atentado para a semelhança da história com o famoso conto de O. Henry, "O quarto mobiliado". A história é praticamente a mesma. Acho que, quem gostou do filme ou não, deveria procurar esse conto.

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Cellina Muniza em 05/01/2001Nota: 5     

Poucos são os exemplos que conciliam tão bem suspense com drama.Isso porque o filme trata, acima de tudo, de solidão, uma condição dramaticamente humana. Algumas imagens, devidamente inspiradas pela linguagem musical, são eternas, como as duas cenas em que o protagonista caminha junto ao Sena, com a torre Eiffel às costas uma expressão exata da perplexidade diante do existir e do ser. Inegavelmente só.

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Renato Papaiano em 04/01/2001Nota: 5     

Um dos melhores filmes que já assisti. O filme permanece num clima frio e sombrio o tempo todo. Cenas tensas e praticamente mudas prendem a atenção de uma maneira espantosa. Excelente. Polanski é um gênio.

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Juliana Pitta em 02/01/2001Nota: 4.5     

É um filme de suspense inteligente, com conteúdo. Um belo exemplar do gênero, já que hoje os suspenses, como filmes, são excelentes comédias. Seria nota 10 se não fosse, mais uma vez, Roman Polanski querer atuar. Um EXCELENTE diretor, porém péssimo ator.

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denis em 07/01/2001Nota: 4     

Esse filme é o irmão pobre de BEBÊ DE ROSEMARY, dirigido pelo mesmo diretor. Não atinge a excelência do filme anterior mas não deixa de ser interessante, principalmente a meia hora final, quando a demência do personagem se torna evidente, o levando a um estado degradante e pertubador. O filme deixa muitas perguntas em aberto, como a questão da reencarnação, a possessão e transferência do espírito, além de criar vínculos obscuros com a tradição antiga dos egípcios de mumificação, o que chega a incomodar, pois não há nenhuma explicação clara para o espectador leigo. Mesmo assim, o filme é interessante o suficiente para manter a atenção e a escolha do elenco incomum também é um acerto. A atuação de Polanski não é excepcional mas também não compromete o filme, mas sua direção é o must do filme. Ainda é um dos únicos filmes do diretor que não foram lançados no Brasil, nem mesmo em vhs, o que o torna conhecido apenas por aqueles que assistiram nas transmissões de madrugada da TV ou via importação.

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