Não recomendado para menos de 16 anos
Corpo Elétrico acompanha Elias (Kelner Macêdo) que é um assistente numa confecção de roupas no centro de São Paulo. Ele mantém pouco contato com a família na Paraíba e passa seus dias entre os tecidos do trabalho e encontros com homens. O fim do ano traz reflexões sobre possibilidades de futuro, reconexões com o passado e muitas horas extras, que acabam por aproximá-lo dos colegas da fábrica e consequentemente inseri-lo em novos círculos de amizade e cenários.
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4,0
Muito bom
Corpo Elétrico
A cidade é nossa
por Bruno Carmelo
Dois homens deitados numa cama, nus. Eles falam sobre o mar, a vida. Percebe-se que estavam juntos, fizeram sexo, mas nenhum deles pretende ter um envolvimento mais profundo. “Somos amigos”, concordam. Tamanha leveza neste debate poderia ser considerada uma afronta à moral e os bons costumes. No entanto, Corpo Elétrico conduz seus personagens com a naturalidade de quem evita julgamentos e conhece este universo de perto.
Estamos falando de um grupo jovem, paulistano, de classe média-baixa, aberto a novas configurações de sexualidade e gênero. Trata-se de um ambiente livre de amarras a instituições sociais: nenhum personagem é particularmente próximo das famílias, de alguma religião, de partidos políticos, de uma equipe esportiva. A união se faz pelas amizades, despretensiosas e ao mesmo tempo duradouras, entre Elias (Kelner Macêdo) e os colegas de uma confecção de roupas. Dia após dia, el
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Um retrato atual e realista do nosso cenário da diversidade moderna. Não temos rótulos, ofensas ou a moral e os bons costumes, apenas viver, amar e ser feliz. Muito bem interpretado e gostoso de assistir. É leve e sem pretensões.
Um filme para a comunidade LGBT , um roteiro fraco, o destaque é a liberdade moral dos personagens., a direção é boa, mas os atores fracos , exceto Kelner Macedo que é muito bom ator, com cenas bastante fortes , um erotismo homosexual explicito., fraca trilha sonora , um filme direcionado para um nicho.
Elias (Macêdo) começa a ganhar certo destaque na confecção em que trabalha. Paraibano, 23 anos, mal possui contato com sua família. Sua companhia mais próxima, e também colega de trabalho, é Wellington (Andrade), também gay como ele.
Achei que o filme pecou na trilha, no final, e não desenvolveu alguns enredos bem. Algumas cenas, ficaram sem desfecho. Poderia ter explorado mais as relações no trabalho, e na vida amorosa.
Festival
O filme foi selecionado pro Festival de Roterdã de 2017.
Estreantes
Primeiro filme dirigido por Marcelo Caetano.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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