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Casa Grande
Média
3,6
166 notas e 21 críticas
5% (1 crítica)
29% (6 críticas)
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14% (3 críticas)
5% (1 crítica)
19% (4 críticas)
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21 críticas do leitor

Fernando M.
Fernando M.

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3,5
Enviada em 10/04/16
O supervalorizado do ano. É verdade que ganhou inúmeros prêmios pelo mundo afora, como nos festivais do Rio de Janeiro, São Paulo, Paulínia, Santa Maria da Feira (Portugal), inclusive ganhando o prêmio da Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI) em Toulose. Tem seus méritos, mas em suas devidas proporções. Casa Grande é um filme com pretensões socializantes, ao abordar a lenta decadência moral e financeira de uma rica família brasileira. Mas também, persegue o adolescente Jean (Thales Cavalcanti), as suas descobertas e sua busca pela própria identidade (o vestibular, a vida afetiva e sexual, etc.). As mudanças que o País, a família e o próprio Jean atravessam – e tudo colocado sob a perspectiva do adolescente – dão ao filme uma consistência volátil e pastosa, de que tudo é definitivo e tudo está se transformando depressa demais. Como a adolescência e o Brasil, dos últimos... dez anos. E, de fato, é esse o Brasil que percebemos passear na telona durante a projeção do filme, o Lula no poder, a política dos projetos sociais, a ascensão dos menos favorecidos à classe média, a queda de Eike Batista... Marcello Novaes é Hugo, um homem bem-sucedido que mora numa mansão, num bairro bacana do Rio de Janeiro, e que, de uma hora para outra, se vê falido e enredado em dívidas. Orgulhoso, se nega a aceitar sua derrocada, mesmo caindo a olhos vistos, cortando as despesas, economizando a eletricidade, demite o motorista, faz o filho andar de ônibus, corta as mesadas da filha Nathalie (Alice Melo), etc. Novaes está ótimo no filme, e é uma pena que seu personagem seja a mesma coisa do começo ao fim, unidimensional, monotom e sem profundidade. Ao contrário de Jean, que vai saindo de uma espécie de “cópia ideológica” do pai, para se tornar alguém com uma cara própria. Em tempos de radicalizações políticas, Casa Grande parece ser um afago à esquerda no cinema brasileiro, por mais que o diretor Fellipe Barbosa – estreando aqui em longas-metragens – procure tratar o assunto com elegância, suavidade e sutileza. Há de fato um apuro no ritmo, na movimentação da câmera, na mise-en-scène, mas o roteiro, mesmo com diálogos ágeis, inteligentes e bem construídos, tem alguns problemas que saltam à vista. Principalmente quando coloca questões sobre projetos sociais na boca dos personagens. O “debate” sobre política de cotas raciais chega a ser desconfortável para o público e maniqueísta para o filme. E o final, embora demonstre transformação de Jean em sua jornada individual rumo ao autoconhecimento e embora isso seja tratado com lente elegante pelo diretor, é fraco e moralizante, colocando debaixo do tapete o tenso conflito entre as classes que se esboçou logo no início do filme.
Andrea C.
Andrea C.

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3,0
Enviada em 10/02/16
Acho que se perdeu um pouco pelo caminho. O Final poderia ter sido menos vago. Ficou tudo meio sem terminar, a família sem saber onde o filho foi....
Guilherme P.
Guilherme P.

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5,0
Enviada em 15/08/15
Há tempos não assistia um filme nacional tão bom. A realidade do filme é demais.
Luis R.
Luis R.

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1,5
Enviada em 01/03/16
A ideia de mostrar uma família brasileira de classe media em decadência até que é interessante,o problema que isso é feito de maneira desinteressante e tediosa,tem momentos que a trama do filme não sai do lugar junto com seus personagens.
Modesto C.
Modesto C.

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0,5
Enviada em 13/07/15
fico a pensar. Tem que fazer faculdade para ser roterista ou criador de filme? Porque se tiver eu vou abrir uma faculdade. Porque quando penso que os filmes brasileiros vao melhorar aparece uma aberação como essa. Gente ate documentario do globo reporter e melhor do que os filmes brasileiros. Sera que esse filme tem patrocinio governo, ( pode ser algum politico sem ideia para roubar que resolvel inventar um filme ruim para gastar dinheiro ) ou algum outro cara de uma empresa querendo lavar dinheiro. Ou foi um outro que acordou e falou vou criar o pior filme ja visto. Gente EUA e outros paises fazem filmes ruim mas estamos anos luz na frente deles como os piores. Ja vi filmes bons brasileiros mas a maioria é perca de tempo. Tem alquem que vai no cinema para ver isso?
Robson T.
Robson T.

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4,5
Enviada em 03/05/15
A cena do churrasco é sofrível. O discurso da namoradinha - parece que deram " control C control V" num parágrafo da cartilha do PCdoB - é de uma mesmice, um clichê deplorável. Quase saí do cinema. No entanto o filme é muito bom, apesar do final aberto.
Fernanda N.
Fernanda N.

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0,5
Enviada em 17/04/15
Quem não assistiu não perdeu nada e se chegar a assistir estará apenas perdendo um tempo precioso da vida, não recomendando nem mesmo para os inimigos.
Elisa L.
Elisa L.

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4,0
Enviada em 13/07/15
Retrato interessante da camada media- seu senso comum, seu preconceito, a eterna infantlização dos filhos. Só achei a personagem da mãe muito humanizada. As dondocas não costumam ser assim, sobretudo no trato com os empregados.
Samuel S.
Samuel S.

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0,5
Enviada em 21/04/15
Filme nacional!!! Sempre sem fotografia, sem roteiros, sem enredo, sem atores... sem nada!! E esse diretor se considera o melhor entre os melhores, mais um sujeitinho arrogante dentre tantos que temos no cinema nacional... muito smoking, mas nenhum talento!
Nelio M.
Nelio M.

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0,5
Enviada em 29/11/15
É um ótimo filme pra quem estiver querendo dormir. Só isso. Casa Grande cura qualquer insônia. Como assisti à tarde não consegui dormir, mas fiquei pensando na vida enquanto passava o filme (lucrei mais pensando na vida). Não recomendo a ninguém.
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