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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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The Guardian
"O Conto dos Contos" é uma obra-prima de humor negro, mau gosto e transgressão carnavalesca. O segredo para o seu sucesso é que tudo no filme é tratado com seriedade e urgência.
Télérama
"O Conto dos Contos" é um espetáculo soberbo, que visa uma Palma de Ouro. Mas o filme também é, acima de tudo, criado com um prazer inocente, sem o qual sua fantasia se transformaria numa atração de parque de diversões.
New York Times
Censurando as cenas de sexo e os litros de sangue, as crianças realmente se divirtiriam muito com este filme, que explora a estética colorida e bizarra de Matteo Garrone [...]
Screen International
[...] o novo filme de Matteo Garrone nos serve como lembrete e prova de que as fábulas tradicionais não precisam de nenhuma injeção de contemporaneidade para mexer conosco, nos cativar e nos perturbar.
The Hollywood Reporter
O filme combina o mundo descontroladamente imaginativo de reis, rainhas e ogros com o tipo de qualidades de produções exuberantes pelas quais o cinema italiano era famoso [...]
The Playlist
Estas fábulas só existem no ato de contá-las, então a abordagem barroca e suntuosa de Garrone é, desde a concepção, uma grande aventura ousada, como cravada em pedra, ou esculpida em marfim, [...] de histórias que por natureza recusam definição.
Variety
Quando avaliadas em conjunto, as parábolas servem para entreter - um efeito que tem tanto a ver com a ordem de Garrone em sua linguagem cinematográfica, quanto com o próprio conteúdo.
Washington Post
Se você não gosta do tipo de absurdos apresentados no filme, você provavelmente não gostará de "O Conto dos Contos". No entanto, para aqueles que gostam, Matteo Garrone criou um mundo de texturas ricas e feias - visual, narrativa e criativamente - que nos tranposta, nos encanta e nos perturba.
Cineweb
O mundo um tanto sinistro, outro tanto devasso, destas narrativas certamente visa no mínimo adolescentes da era do videogame, que poderão ou não encantar-se com o fundo fantástico, mas com um tempero um pouco nostálgico por trás destes personagens de reis, rainhas, princesas, camponeses e bruxas.
Cinema em Cena
[...] (mesmo indicando o esforço fracassado de Garrone para evitar o óbvio formato de antologia) – e mais importante que isto é o fato de que "O Conto dos Contos" impressiona naquilo que é sua proposta principal: construir um universo fabulesco ambicioso.
Collider
É um caso de beleza acima da história - mesmo no que diz respeito aos enquadramentos - e "O Contos dos Contos" é incrivelmente recomendado por sua beleza em si, mas ele foge da mente em termos de história.
O Globo
A beleza sombria se destaca, e a estranheza de seus personagens oferece empatia ao espectador. Mas “O conto dos contos” deixa sempre uma linha não preenchida, um sentimento de que a proposta do cineasta italiano Matteo Garrone nunca é totalmente alcançada.
Papo de Cinema
O maior efeito negativo dessa aleatoriedade é a dispersão. Ainda que as partes sejam bastante interessantes, há, também, um sensível desequilíbrio prejudicial ao todo, percebido, sobretudo, do meio para o fim.
Rubens Ewald
["O Conto dos Contos"] É sempre ajudado pela trilha musical do notável Alexandre Desplat e um imaginário para o brasileiro diferente e desafiador. Ou seja, um filme para ser conferido principalmente pela ousadia do cineasta.
CineClick
Embora algumas cenas sejam impressionantes, como a caça ao mostro marinho ou a luta contra um Ogro, são momentos isolados. Além disso, muitas situações exageram na violência sem necessidade ao ponto de incomodar os mais desavisados.
Folha de São Paulo
Os que adoram os universos fantásticos podem achar o filme longo e cansativo, enquanto os admiradores do olhar agudo de Garrone tendem a se perder entre os simbolismos e as alegorias que permeiam sua revisão dos contos de fadas.
Critikat.com
Não dá para salvar nada nesta mistura mal feita, com um estilo plástico à la Peter Greenaway, mas se inspirando também nos blockbusters góticos e assépticos da Disney. [...] Ele é o contrário de um conto, por ser pesado como um boi, mirando a fantasia, mas produzindo apenas uma orgia medieval.
Télérama
Rapidamente, a mediocridade visual se impõe. O filme consegue ser muito feio. Pesado. Lento. E chato. A direção não ajuda em nada, por ser escolar, comportada demais, sem ousadia nem imaginação. As interpretações também não contribuem...