Não recomendado para menos de 14 anos
No início do século XX, após décadas de manifestações pacíficas, as mulheres ainda não possuem o direito de voto no Reino Unido. Um grupo militante decide coordenar atos de insubordinação, quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para chamar a atenção dos políticos locais à causa. Maud Watts (Carey Mulligan), sem formação política, descobre o movimento e passa a cooperar com as novas feministas. Ela enfrenta grande pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se sujeitar à opressão masculina, mas decide que o combate pela igualdade de direitos merece alguns sacrifícios.
Prime Video
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2,5
Regular
As Sufragistas
Introdução ao feminismo
por Bruno Carmelo
Desde a primeira cena, este drama diz a que veio: enquanto personagens masculinos bradam contra o direito de voto das mulheres, uma personagem feminina joga uma pedra contra uma vitrine, gritando pelo direito de votar. Homens contra mulheres, voto contra não voto – está armado o contexto histórico e político que interessa à diretora Sarah Gavron e à roteirista Abi Morgan.
As Sufragistas adota um ponto de partida interessante ao escolher como protagonista Maud Watts (Carey Mulligan), uma mulher sem formação política. Esta lavadeira, acostumada à opressão masculina, nunca questionou o sistema, mas aos poucos descobre seus direitos como cidadã. É mais fácil ao público médio, a quem o filme se dirige, identificar-se com esta personagem comum do que torcer por uma militante radical. O roteiro acompanha o despertar político de Maud rumo à libertação das regras sociais do início do século XX.Ou
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17 Notícias e Matérias Especiais
Um roteiro triste, mas inspirador que nos mostra apenas um trecho da luta feminina por igualdade, o quanto sofreram, lutaram e abriram mão em busca do seu ideal. Chocante e decepcionante ver que o ser humano só consegue ser ouvido através de guerra. Civilização? Estamos longe disso. Um grande elenco, fazendo jus a uma grande batalha que mudou o mundo. Inacreditável ainda hoje, sociedades que não reconhecem igualmente a mulher.
Filme muito bem ambientado no século XVIII quando as mulheres não tinham direito ao voto, ao próprio salário que era dado ao marido ou pai e nem aos filhos que poderiam ser dados em adoção pelo pai. Elas ganhavam um terço dos homens e faziam os trabalhos mais sacrificados e insalubres. Neste cenário, em Londres, operárias e uma líder (Meril Streep) lutam pelos direitos femininos, que só aconteceriam anos adiante. Boas interpretações ...
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Apesar da forma brutal como no filme as mulheres eram tratadas, a realidade deve ter sido mais brutal ainda, pois não haviam direitos, e a grande miséria as deixava em condição submissa para serem abusadas pelos feitores que controlavam as trabalhadoras. Finalmente apos lutas ferrenhas as mulheres conseguiram a conquista do voto, mas a vida não mudou muito, as pessoas continuam sendo tratadas como se nada valessem. Como mães as mulheres ...
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Fiquei impressionado, o filme é muito impactante. Quando o filme acabou eu passei m bom tempo paralisado.olhando as letras subirem e afogado nos meus pensamentos, enxugando as lágrimas.
Nacionalidade
Reino Unido
Distribuidor
-
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
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Número Visa
-
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