Não recomendado para menos de 12 anos
Um grupo de teatro amador está ensaiando uma nova peça, quando uma notícia triste abala a todos: George, amigo próximo da trupe, está doente. De acordo com os médicos, ele tem no máximo seis meses de vida. Enquanto as mulheres do grupo começam a relembrar a antiga paixão pelo mulherengo George, os homens têm uma ideia inusitada: e se o amigo doente fosse chamado para interpretar um dos personagens da peça?
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4,0
Muito bom
Amar, Beber e Cantar
Funeral entre amigos
por Bruno Carmelo
O estranhamento diante deste filme francês começa logo nos créditos de abertura. Uma câmera fluida, posicionada a uns 3 metros do chão, desliza pelas ruas de um vilarejo inglês, mostrando a arquitetura e as ruas. Esse ponto de vista etéreo não corresponde ao olhar de nenhum personagem – a não ser que se trate de um olhar externo, divino -, sendo uma panorâmica inovadora da cidade. Enquanto isso, os créditos surgem sobre um precário quadrado preto, com letras vermelhas impressas em grafia simples, contrastando com as belas paisagens ao fundo. Esta bizarrice é perfeita para preparar o espectador a Amar, Beber e Cantar.
O diretor Alain Resnais explora mais uma vez o potencial do teatro, da artificialidade e do cruzamento de linguagens. Ele parte de um texto simplíssimo: a peça “Life of Riley”, do dramaturgo Alan Ayckbourn, sobre uma trupe de teatro amador, afetada pela doença grave de um am
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1:51
1:37




Amar, Beber e Cantar.....não faço a mínima ideia de onde saiu este título. O amar e beber tem sentido (até na vida real), mas o cantar.....não percebi onde se encaixa (seria no tal ditado que "quem canta os males espanta"?). No trabalho do diretor Alain Resnais (este como último, após sua morte em Março/2014), na minha humilde opinião, é um belo trabalho artisticamente falando, com uma homenagem aos amantes de teatro. Sim, temos um ...
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Filme chato demais. Não via a hora de terminar quando estava na sala do cinema. Minha primeira decepção com o cinema francês.
filme chaterrimo ! não prendeu um momento sequer esperava algo mais consistente . nem sempre o que está bom bando e o melhor filme
A maior fria !
Há muito tempo não via pessoas saindo na metade de um filme. Ontem, 2/8, metade da sala do Reserva Cultural em SP fez isto. É um filme muito chato, parado e com diálogos intermináveis. Não vale a pena ser visto.
Há muito tempo não via pessoas saindo na metade de um filme. Ontem, 2/8, metade da sala do Reserva Cultural em SP fez isto. É um filme muito chato, parado e com diálogos intermináveis. Não vale a pena ser visto.
Despedida de um gigante
Último filme dirigido por Alain Resnais.
Prêmios
Vencedor do Prêmio de Inovação Artística do Festival de Berlim 2014.
Nacionalidade
França
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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