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Critikat.com
O que mais surpreende é o domínio absoluto de Gareth Edwards na direção. Cineasta de um filme só até agora, ele consegue alternar sequências de afrontamentos imersivos, brutais e primitivos, com momentos de pura poesia, como os militares caindo de pára-quedas do céu.
A Tarde
Se a ideia for assistir a um filme com tempo exato, necessário, à maneira de um Hitchcock, e ótima trilha sonora, este filme é "Godzilla" versão 2014. Mas é preciso não ligar muito para o excesso de personagens, a falta de definição de algumas situações no roteiro e aqueles clichês de família...
Blogs Pop
O “Godzilla” de Gareth Edwards não é um filme livre de falhas, ele vive daquelas coincidências no roteiro que fazem a história seguir em frente e nem todas as atuações são dignas de nota – pelo menos não quando Bryan Cranston está esfregando sua melhor fase na cara de todos. Ele também exige um grau alto de suspensão de descrença, principalmente na explicação das origens de Godzilla e as outras criaturas e na forma como a biologia delas se comporta, mas nada disso realmente importa quando você assiste ao filme.
Omelete
O que ajuda a diferenciar "Godzilla" de filmes-catástrofes recentes [...] é que Edwards não perde de vista o senso de maravilhamento (e não exploração) diante dos monstros. Como no seu longa anterior, as criaturas se revelam aos poucos, e nunca deixam de espantar.
Preview
Edwards mostra competência na condução da história ao mostrar toda a ação vista do ponto de vista dos personagens, o que transmite uma sensação de realidade que cativa o público.
Screen International
A fera gigantesca ganha uma incrível versão no filme empolgante e divertido de Gareth Edwards, que possui reviravoltas e surpresas suficientes - além de uma história astuciosa - para agradar os fãs de cinema, além de destruição suficiente para impressionar os fãs do gênero.
CineClick
Nenhum desses personagens, nem qualquer outro, oferecem ao público uma história pessoal com a qual compartilhar emoções. Fato que de certa forma deixa o espectador desorientado, a procura de um herói. Por outro lado, com isso o filme de Edwards acaba fugindo do padrão hollywoodiano.
Cinema com Rapadura
Não há erro nenhum na aparição do monstro levar uma hora para acontecer. O escorregão está em não entregar para ele, deste ponto em diante, o cargo de protagonista da fita, especialmente considerando o rumo que a história toma.
Estado de Minas
Como filme-catástrofe, esse novo "Godzilla" não é muito diferente de outros do gênero. Há um drama familiar como pano de fundo, crianças em profusão – são pelo menos três que ganham o foco da câmera em diferentes momentos –, explosões, mortes, gritos, tudo em grandes proporções. Por outro lado, [Gareth] Edwards tenta prestar contas à história.
Folha de São Paulo
É um filme divertido, com belas cenas de destruição. E, quando Godzilla assume seu papel de protagonista na parte final, o monstro chega quebrando tudo. Literalmente.
Revista Interlúdio
É bastante evidente a diferença entre os filmes de herói da Marvel/Disney e os da Warner. Os do primeiro grupo são coloridos, escapistas, repletos de piadas internas. Os do segundo são acinzentados, pretensamente realistas, solenes. [...] "Godzilla", quando precisa lidar com humanos, não escapa da pieguice heroica.
Cineweb
O filme demora a engrenar. Nos cortes estranhos feitos pelo diretor Gareth Edwards e pelo editor Bob Ducsay [...], as aguardadas sequências de ação em que Godzilla aparece são interrompidas abruptamente pelo drama da Família Brody.
Papo de Cinema
É só um filme para quem realmente gosta do gênero. Tem seus momentos, mas dificilmente será lembrado como uma das melhores adaptações do monstrengo nas telas. Faltou mais Godzilla, na verdade.
Cinema em Cena
Embalado ao menos por uma boa trilha de Alexandre Desplat, "Godzilla" é uma produção esquecível e que, em sua escuríssima versão 3D, torna-se ainda pior por praticamente tornar impossível que enxerguemos o que está acontecendo, já que a maior parte da trama se passa à noite ou no interior de galpões e cavernas. Ao menos, quando os monstros eram interpretados por atores em roupas de borracha, conseguíamos ver a ação.
Cineplayers
A nova adaptação do clássico filme de monstro japonês [...] não aprofunda apenas personagens, como nada. Tudo é muito raso e banal, típica 'sessão da tarde' feita para esquecer.
Cinepop
O novo filme do horroroso monstrengo oriental [...] definitivamente prova que a história criada não é, nem de longe, do tamanho do bichinho. Os pontos positivos (sim! Há alguns!) são os ótimos efeitos especiais e a boa trilha sonora do craque Alexandre Desplat. Mesmo com esses pontos sendo destacados, é muito pouco para uma história que sempre teve grande potencial.
O Globo
Os personagens em “Godzilla” não são desenvolvidos satisfatoriamente, resultando em uma total falta de empatia com o público. O elenco [...] é desperdiçado de forma constrangedora. O único que recebe alguma atenção é Bryan Cranston mas mesmo ele tem pequena participação. Nem o dinossauro gigante se salva da abordagem inócua do diretor.
The Guardian
Enquanto a maioria das pessoas querem ir ao cinema para ver Godzilla, o que eles acabam vendo é uma série de homosapiens desesperadamente tentando colocar um pouco de humanismo neste drama. Eles nem sempre conseguem.
Variety
Os personagens banais deixam pouco tempo de tela para o próprio Godzilla nesta adaptação cheia de efeitos especiais feita por Gareth Edwards. [...] Sim, seria bom combinar Godzilla com interesse humano, mas como isso não funcionou, não seria vergonha nenhuma dar toda a atenção ao réptil.
Almanaque Virtual
"Godzilla" mantém nítido o seu caráter ambientalista, mas, apesar da atualidade do tema e do trunfo de ter nas mãos um dos personagens mais conhecidos e adorados da cultura pop em geral, o filme escorrega lamentavelmente em uma série de equívocos...
Zero Hora
[...] para a Warner Bros. e o diretor Gareth Edwards, o lagartão japonês bom de briga é uma excelente oportunidade para falar sobre... família. [...] Em alguns momentos, parece que estamos em um filme de Steven Spielberg e que logo Godzilla vai montar numa cestinha de bicicleta e sair voando.
Rubens Ewald
Custa a começar, as cenas de ação são fracas e confusas, o galã é um incompetente em todos os sentidos. Nem a destruição em massa impressiona. Sabe quando dá vontade de se beliscar para ver é verdade? Não foi alucinação minha! Realmente até agora o pior filme do ano.