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O filme é bom, a atuação da atriz principal é primorosa e as locações são belíssimas. A história é envolvente, mas um pouco arrastada. Dou nota 8 ao filme.
Adicionado em 19 de abr de 2011 às 12h30 Denunciar um abuso
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O filme é bom, a atuação da atriz principal é primorosa e as locações são belíssimas. A história é envolvente, mas um pouco arrastada. Dou nota 8 ao filme.
Adicionado em 19 de abr de 2011 às 12h30 Denunciar um abuso
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Magnificamente interpretada pela atriz Helen Mirren, a Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, realmente é uma figura enigmática, como deve ser todo monarca, independentemente de ter poder absoluto ou não. O filme fala de um episódio único na vida dessa monarca britânica, ou seja, aquele fatídico episódio da estranha morte da princesa Diana, num túnel de Paris, ao lado de seu namorado o egípcio Dodi Al-Fayed. A morte da princesa é, ao mesmo tempo, plano secundário e principal dessa estória, na medida em que iria expor ao público inglês e mundial a personalidade da rainha e por em cheque a continuidade da monaraqui naquele país. No primeiro plano está a rainha, com sua personalidade conservadora, seus valores monárquicos inabaláveis, seu inconformismo com a popularidade de Diana e até um pouco de ciúmes de seus súditos, que se mostram mais apaixonados por uma "plebéia" do que pela própria soberana, que deveria ser a pessoa mais amada da nação. Isso a atriz aclamada pela crítica mostra com maestria. Para ela, ficou muito claro, o maior valor que todos deveriam preservar era a monarquia, a familia real, não a morte de uma criadora de escândalos, ainda que fosse a mãe do futuro rei. E todos esses conflitos emocionais se vêm bem dramatizados por Mirren, merecedora do oscar de melhor atriz. O segundo plano é o da popularidade da princesa de Gales e o poder da opinião pública, que pode derrubar reis e ditadores. Estória interessante, valorizada pela bela fotografia. Um deleite para os olhos.
Adicionado em 02 de mar de 2011 às 15h21 Denunciar um abuso
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NOTA: 8 para o filme e 10 pela coragem e delicadeza com que abordou o tema. É uma excelente filme pra quem gosta de coisas singulares. Aquele que foi ao cinema esperando cavalaria e espadachins, se ferrou. É um filme para alguns.
Adicionado em 27 de out de 2009 às 19h08 Denunciar um abuso
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A maior decepção . Uma grande interpretação compõe um filme mas não segura um filme com um roteiro fraco e que parece ter sido feito para a televisão londrina. Se Helen Mirren não tivesse usado todo seu talento o Stephen Frears tinha naufragado totalmente. Ainda para piorar o elenco coadjuvante não segura o filme em momento algum. Música totalmente sem personalidade. Uma pena pois o assunto merecia filme melhor.
Adicionado em 24 de jan de 2006 às 00h00 Denunciar um abuso
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Dormi em certa parte do filme. Helen com uma atuação muito boa ( mas fácil para o seu talento e experiência, nada de espetacular). Achei o filme sem graça alguma, tudo muito formal, quadrado, reto. Nem figurino, nem fotografia, nem som, nem edição de imagens merecem comentários.
Adicionado em 22 de jan de 2006 às 00h00 Denunciar um abuso
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O cinema de Stephen Frears me chamou a atenção pela primeira vez em 1985 quando ele lançou "MINHA ADORÁVEL LAVANDERIA", no qual um britânico (que mais tarde viria a ganhar o Oscar de melhor ator, Daniel Day-Lewis, se apaixona por um paquistanês e o casal abre uma lavanderia. Chamava a atenção a forma como Stephen Frears via o preconceito dentro do conservadorismo característico dos ingleses. Ninguém melhor que ele para duas décadas mais tarde, com o auxílio do excelente roteiro de Peter Morgan, esmiuçar o período crítico da história inglesa que foi a morte de Lady Di, em 1997. A rainha Elizabeth II (Helen Mirren) não apreciava a ex-esposa do seu filho Charles. Como a própria rainha fala durante o filme num diálogo com o recém-eleito primeiro ministro, Tony Blair (Michael Sheen, em ótima atuação), que já teve 10 ministros que a representaram junto ao Parlamento, sendo um deles ninguém menos que sir Winston Churchill. Uma rainha que foi talhada para desempenhar esse papel não poderia aceitar que o seu filho se casasse com uma plebéia, é claro. A nossa mentalidade pequeno burguesa e liberalóide acha um absurdo que o príncipe Charles não pudesse casar com uma mulher do povo. Se nós estivessemos na pele da rainha Elizabeth II certamente pensaríamos de maneira diversa. O povão inglês derramou rios de lágrimas por Lady Di pelo fato de se projetar na nela. A rainha aparentemente nutre uma frieza em relação à morte de Lady Di porque ela que sempre trabalhou para o bem da Inglaterra foi preterida pelo seu povo. A bifurcação da situação política inglesa naquele momento era a seguinte: o povo inglês num luto de dar gosto, assim como vasta porção da opinião pública mundial de um lado; a família real se "escondendo" na sua residência de campo para fugir de todo alvorosso que a mídia estava fazendo, do outro lado. E não é que foi o ministro do Partido Trabalhista que colaborou para que a família real voltasse para Londres e participasse da cerimônia fúnebre de Lady Di. A rainha gostemos ou não de regimes monárquicos, só pode agir em favor da manutenção do status quo. E a estupenda atuação de Helen Mirren nos mostra em nuances o que vai dentro da alma daquela pessoa cheia de etiquetas, mas que chora quando sabe da morte de um cervo. Além de sua preocupação com os netos. Todos fazem elogios à atuação de Helen Mirren, uma rainha na real acepção da palavra, mas esquecem de mencionar a atuação de James Cromwell como seu esposo. Um filme que redime a rainha e seu primeiro ministro diante da opinião pública cinematográfica.
Adicionado em 06 de jan de 2006 às 00h00 Denunciar um abuso
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Um olhar sobre a morte da princesa Diana e sua repercussão na família real e na população inglesa. Esta é a premissa inicial de "A Rainha", mas Stephen Frears consegue ir além disto. Além de relatar fatos verídicos, "A Rainha" mostra um pouco da realidade aristocrática da família real e também do peso do poder sob o governante, que em determinados momentos precisa passar por situações constrangedores simplesmente porque este é o seu papel e não há alternativa para evitá-las. Frears consegue tratar destes assuntos com bastante sensibilidade, através de pequenos gestos e diálogos cuidadosos, recheados de polidez mas ao mesmo tempo com recados bastante claros. E é também auxiliado por duas estupendas interpretações: Helen Mirren como a rainha Elizabeth II e Michael Sheen como Tony Blair. Helen Mirren tem uma atuação minimalista, que faz com que fique parecidíssima com a Elizabeth II que se conhece através de noticiários mundo afora. Já Michael Sheen faz de seu Tony Blair um personagem jovial, que deixa visível a animação com o início de seu governo e ao mesmo tempo possui uma profunda reverência pela rainha e pelo papel que ela representa para a Inglaterra. Os diálogos entre estes personagens são alguns dos melhores momentos do filme, já que representam mundos antagônicos: a rainha a Inglaterra tradicional, recheada de costumes e simbolismos, e Blair a Inglaterra atual, apaixonada por Diana e que anseia por algum contato de sua monarca. Destaque também para James Cromwell, que infelizmente tem poucas cenas. Muito bom filme, pelo modo como o tema é abordado e também pelo excelente elenco.
Adicionado em 02 de jan de 2006 às 00h00 Denunciar um abuso
De Joss Whedon
Com Robert Downey Jr., Chris Evans
Ação
De Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg
Com Jason Biggs, Alyson Hannigan
Comédia
De David Foenkinos, Stéphane Foenkinos
Com Audrey Tautou, François Damiens
Romance
De Rupert Sanders
Com Kristen Stewart, Chris Hemsworth
Filme - Fantasia
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