Estrada para Perdição

Estrada para Perdição 2010-05-22 Francisco

Título original: (Road to Perdition)

Lançamento: 2002 (EUA)

Direção: Sam Mendes

Atores: Tom Hanks, Paul Newman, Jude Law, Jennifer Jason Leigh.

Duração: 119 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 33 5

(33 votos)

                   

Sinopse

Durante a Depressão, mais exatamente no inverno de 1931, Michael Sullivan (Tom Hanks) é um zeloso pai de família, que ama muito sua esposa, Annie Sullivan (Jennifer Jason Leigh), e seus filhos, Michael Sullivan Jr. (Tyler Hoechlin) e Peter Sullivan (Liam Aiken). Porém, ele vive moralmente em conflito, pois trabalha como assassino profissional para um irlandês, John Rooney (Paul Newman), um idoso chefe de quadrilha que criou Sullivan como se fosse seu filho. Michael Jr., o filho mais velho, fica curioso sobre a profissão misteriosa do seu pai, então se esconde no automóvel dele e acaba testemunhando a execução de Finn McGovern (Ciarán Hinds), que foi morto por Connor Rooney (Daniel Craig), o filho biológico de John. Michael vê seu pai e outros capangas ajudarem a terminar o "serviço", ficando tão apavorado que tenta fugir. Rapidamente seu pai entende que o filho viu tudo, mas Sullivan tentou acalmar Connor, dizendo que seu filho não diria nada. Aparentemente ele teve sucesso, mas Connor é na verdade bem paranóico e instável. Connor acredita que só terá segurança quando Sullivan e toda a sua família estiver morta, logo ele mesmo mata a mulher de Sullivan e Peter, o caçula. Porém Sullivan, que seria morto em outro local, consegue escapar e rapidamente pega Michael e foge. Enfurecido com estas traições, Sullivan decide se vingar, mas antes pretende deixar o filho com parentes em Perdição, uma cidade rural. Quando o perigo eminente passa, ele acaba expondo para Michael os aspectos mais sangrentos de sua profissão, mas logo Harlen Maguire (Jude Law), um assassino profissional, está no seu encalço. Sullivan tenta então atingir os mafiosos, roubando altas quantias que eles têm em bancos, pois pretende forçar as quadrilhas que ofereçam Connor em sacrifício para ele, em troca, terminar com os roubos.

 

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Elenco

Tom Hanks

(Michael Sullivan)

Paul Newman

(John Rooney)

Jude Law

(Harlen Maguire)

Comentários

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Carlos em 07/01/2012

...Neste gênero de filmes de gângsters...jamais os americanos serão esteticamente corretos. Podem tentar, mas demonstrar o brilho de um Copolla, ou Brian de palma..Sérgio leone...nunca conseguirão. Deixem os filmes de máfia para os italianos fazerem.
E ainda nesse caso, estrada para perdição... o enfoque era a máfia irlandesa. Descaracterização ao meu ver do estilo consagrado dos italianos. Se bem que Brian de palma foi estupendo ao fazer filmes sobre criminosos latinos e Sérgio Leone...um mestre ao mostrar a máfia judaica em Era Uma Vez na América. Certeza do sucesso artístico e pictórico das obrasporque tinham sangue italiano e não eram o tal de Sam Mendes...e seus diretores de fotografia e compositores da trilha sonora tbm eram italianos.

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Carlos em 07/01/2012

...Bom filme, mas na capa do DVD cometeram a injúria de imprimir um comentário de um jornalista que constava: O melhor filme de máfia desde o Poderoso Chefão. Queria saber quanto ele ganhou $$$ para cometer tal infâmia. De certo deram uma graninha para ele promover o filme. Dirigido por Sam Mendes, o mesmo de Beleza Americana. E produzido por americanos. Estes viveram em contato com a máfia. mas não conseguem chegar ao estilo fiel dos retratados pelos diretores ítalo-americanos.

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B.Boy Jc em 21/09/2011

Esperava bem mais desse filme decepção total, o filme é muito paradão! Não gostei

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rubak em 04/05/2011Nota: 6     

eu gostei muito.

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Sidney em 30/04/2011Nota: 8     

Confesso que esperava mais, tem uma bela história, e a direção de Sam Mendes é excelente. Mas não achei o filme tudo isso não... O elenco está perfeito, Tom Hanks atuou muito bem, e Jude Law estava até um pouco assustador. È bom filme, mas nada demais.

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Julinho Scorsese em 07/01/2011Nota: 10     

Um filme que tem realmente grandes estrelas do cinema.Tom Hanks está ótimo como o gangster Michael Sullivan,Paul Newman também voltou com tudo, Jude Law está sombrio no papel do fotográfo Maguire.A inteligência do roteiro está no filme todo,eu vi os bastidores do filme e ele foi realmente bem feito,e dirigido por Sam Mendes. Estrada para Perdição é mais uma obra de arte,e dos filmes sobre máfia,mesmo tendo "Perdição" no titulo ofilme não se perde em nenhum momento.

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Fabrizio em 01/04/2010

Eu realmente não entendo as críticas negativas sobre este filme, pois trata-se de um filmaço, Tom Hanks dá um show e o elenco estelar esta impecável, o filme é inteligente, cruel e muito bem feito.


ótimo

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Janaína Scotti Pinto em 10/01/2002Nota: 4     

Recém o segundo filme do premiado diretor de beleza americana; Estarda para a Pardição não chega a ser um filme excepcional. Conta sobre os jogos e trapaças feitas entre os gangsters, juntamente sobre a injustiça feita com Sullivan, que tem sua mulher e filho mais novo mortos. Assim ele segue para a vingança junto com o seu filho sobrevivente. Um filme maravilhosamente bem adaptado para os anos 30, com fotografia negra, e ótimos interpretações. Infelizmente, por ser um filme muito "certinho", seguindo a linha vingança e morte, não acaba tendo espaço para o lado emocional, que seria o lado afetivo entre pai e filho.Tom Hanks interpretando pela primeira vez o bandido, se sai bem ; Paul Newman, extremamente velho , vive o chefão da máfia; e Jude Law, como um fotógrafo assassino, está ótimo como sempre. Mesmo apresentando pequenas ! falhas, o filme tem grandes chances para concorrer ao Oscar 2003.

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Wesley de Castro em 09/01/2002Nota: 3.5     

Estrada Para Perdição (Road to Perdition) EUA,2002 Dir.: Sam Mendes Ao som de ondas marítimas, Michael Sullivan Jr. começa a falar do pai: “as pessoas dizem que ele é um homem honesto”. Utilizando a objetividade na 3ª pessoa do plural, o narrador do filme antecipa que os julgamentos de moral serão evitados no relato biográfico vindouro. Tendo a excelente música de Thomas Newton como suporte, Michael Sullivan Jr. ( ou simplesmente Mike) percorre as ruas da cidade numa bicicleta. Chega em casa, brinca com o irmão menor e interroga o pai acerca de sua profissão. Na seqüência seguinte, este exemplo ideal de família norte-americana freqüenta reunida o velório de um mafioso. O restante do enredo é desenvolvido, então, a partir desta seqüência. Utilizando como leitmotiv dramático uma trama de vinganças e de objetividade parcial , Sam Mendes utiliza o convencionalismo narrativo e a seriedade caricatural para fazer com que seu filme transcenda as hipercodificações do subgênero policial ao qual pertence . Apesar do excesso de elementos estereotípicos na composição do personagem de Tom Hanks (vide ,por exemplo, a insistência com que a câmera focaliza o sobretudo inconfundivelmente negro que ele usa durante todo o filme) , as interpretações são caprichadas: os apelos murmurantes de Tom Hanks e a decrepitude física natural (em especial da voz) de Paul Newman emprestam dignidade respectiva aos personagens Michael Sullivan Sr. e John Rooney; Jude Law está soberbo como o mortífero esteta Maguire ( já indicado por alguns críticos como alter-ego do diretor!); e Jennifer Jason-Leigh associa com perfeição a assepsia de sua personagem à provisoriedade de sua existência. Tanto é que, após seu assassinato, o roteiro não mais neces sita de menções à sua importância enquanto mãe de família. O garotinho Tyler Hoechlin, por outro lado, não tem oportunidades de atingir os mesmos méritos que seus companheiros de elenco, pois seu personagem tem pouco a oferecer em matéria de ineditismo personalizado. Em relação ao conteúdo desta obra, três observações identificatórias merecem ressalva: a cleptomania germinante do pequeno Mike, a ausência de jargões religiosos no comportamento verbal do impessoal Michael Sullivan e o oportunismo ético do sr. Rooney. Em dado momento, um dos colaboradores deste último pede que ele pense em Sullivan como se não o conhecesse. Levando-se em consideração que foi Connor Rooney ( o filho do chefe) o verdadeiro desencadeador dos problemas que ele enfrenta, é bastante interessante a maneira como a anulação de simpatias é aqui aplicada. É pena que essas boas idéias do roteiro sejam perturbadas por mecanismos óbvios de criação de suspense, como na cena em que Mike não é visto pelo assassino Maguire porque se abaixa para pegar uma revista do Zorro ou a seqüência em que Michael não consegue ouvir as buzinadas advertentes de seu filho por causa do barulho de uma máquina de impressão, instalada no quarto do afetado contador Alexander Rance. Por falar n isso, a apresentação deste personagem (enfatizando drasticamente a ausência de uma sra. Rance) é simplesmente vergonhosa! Evidenciados todos esses aspectos, o saldo final é positivo. A ótima seqüência em que a gangue de Rooney é exterminada ( incluindo aqui o consentimento paternalista do chefe: “que bom que foi você!”) e a belíssima composição sonora da penúltima cena compensam os deslizes do roteiro. Do lado de fora de uma casa de praia, Mike brinca com um cachorro. Do lado de dentro, Michael está preste a levar um tiro. Entre eles, o vidro de uma janela e os ruídos intermitentes do mar. Após a estréia (e concomitante abandono) de Mike no ofício homicida, este parte com seu cachorro para o sítio de um casal dócil e sem filhos. Repete a descrição paterna que fizera no início do relato e acrescenta uma frase determinante: “não importa o que dizem sobre ele. O que importa é que ele é meu pai!”. Aderindo ao conselho implícito nesta frase, proclama-se aqui um epitáfio fílmico a ser desobedecido pelos espectadores conscientes da importância dialética: “nada mais precisa ser dito sobre Michael Sulli van”. Nesse momento, a projeção do filme acaba!."

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Filipe Rodrigues em 28/01/2002Nota: 4     

O desfecho do filme não é o esperado, o roteiro é bom, Paul Newman volta com tudo, a história aborda o periódo mais crítico da nação do consumismo,com a grande depressão pós-crise de 29,vários pessoas desempregadas passaram a trabalhar para os poderosos gangsters,que lucravam com a lei seca."

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