Título original: (Durval Discos)
Lançamento: 2002 (Brasil)
Direção: Anna Muylaer
Atores: Ary França, Etty Fraser, Marisa Orth, Isabela Guasco.
Duração: 96 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Durval (Ary França) e sua mãe Carmita (Etty Fraser) vivem há muitos anos na mesma casa onde funciona a loja Durval Discos, que já foi muito conhecida no passado mas hoje vive uma fase de decadência devido à decisão de Durval em não vender CDs e se manter fiel aos discos de vinil. Para ajudar sua mãe no trabalho de casa Durval decide contratar uma empregada. O baixo salário acaba atraindo Célia (Letícia Sabatella), uma estranha candidata que chega junto com Kiki (Isabela Guasco), uma pequena garota. Após alguns dias de trabalho Célia simplesmente desaparece, deixando Kiki e um bilhete avisando que voltaria para buscá-la dentro de 3 dias. Durval e Carmita ficam surpresos com tal atitude, mas acabam cuidando da garota. Até que, ao assistir o telejornal, mãe e filho ficam cientes da realidade em torno de Célia e Kiki.
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Rogerio_ruts em 03/10/2011Nota: 10
Uma das obras mais brilhantes e criativas do cinema nacional.
O filme consegue mudar o ritmo da comédia ao drama ao suspense com perfeição.
"Um filme que me deixou tenso"
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 15/01/2002Nota: 3
Durval (Ary França) é proprietário de um loja de discos de vinil no bairro de Pinheiros em São Paulo. Mora no local de trabalho com a sua mãe, dona Carmita (a excelente Etty Fraser). Durval tem o aspecto de roqueiro dos anos 70. Ele recusa a aceitar a tecnologia moderna. Comerciar cds, então, seria uma blasfêmia. Sua loja vive às moscas. Vez por outra aparece algum freguês de trejeitos bizarros, como a personagem interpretada por Rita Lee e o fanático por reggae, Fat Marley (André Abujamra). Dona Carmita claramente ressente-se do fato de Durval não lhe ter dado um neto. Essa lacuna é preenchida quando a empregada contratada por Durval, Célia (Letícia Sabatella), pelo salário de R$ 100,00, traz às escondidas uma menina, Kiki, para o interior da casa do nosso protagonista. Nessa altura, a trama toma um rumo radicalmente diferente. As virtudes do filme da diretora que também foi moradora do bairro de Pinheiros, Anna Muylaert, são a abertura (feita numa tomada única e com a câmera na mão), o tema principal, no qual um indivíduo tem dificuldades de se desvencilhar do passado e de assimilar o novo e a utilização de uma trilha sonora composta de clássicos da MPB da década de 70 (Novos Baianos, Luiz Melodia, Jorge Ben e do maior de todos, Tim Maia), além da música de abertura, Mestre Jonas, dos Mulheres Negras. Tivesse Anna Muylaert se limitado a fazer um perfil das "figuras" que costumam pulular por ambientes como o de "Durval discos", acertaria na mosca em cheio. Teria feito uma comédia de costumes originalíssima. Como a opção de Muylaert foi mostrar os desvarios de dona Carmita, a diretora deu um tiro no próprio pé, fazendo um clichê do clichê do clichê, como diria o poeta.
Alice Soaresa em 25/01/2002Nota: 5
Acabei de ver o DVD e amei este filme, simplesmente amei! eu que vim dos anos 70 , vivi tudo aquilo, ouvi aquele som e curti cada fotograma deste filme. um filme analogico! agora, isso eh a parte sonora, mas a parte visual e a trama eh muito bem feita, muito humana, o filme chega a um grau de densidade e firmeza dos atores raras vezes visto no cinema brasileiro. vi tambem o making of, muito bom - faz a gente entender melhor o filme.
Diógenes Reis em 02/02/2002Nota: 5
Fabulosa e criativa abertura... para as criticas que dizem qwe nao tem roteiro "ELES" nao reconheceriam "UM Roteiro" criativo anyway. Imperdivel p/ quem gosta de FILMES!
Rodolfo em 12/01/2002Nota: 5
O filme é maravilhoso, fui ao cinema achando que era apenas uma comédia engraçadinha com oa trilha musical. Mas isso era apenas o lado A. O filme mostra ser muito mais profundo, nem tão engraçado, mas mesmo mudando totalmente de rumo, e talvez isso até contribui, prende mais a atenção ainda. Sem dúvida nenhuma um ótimo filme, desde a abertura, muito bem feita, até o desfecho repentino. O lado B das coisas muitas vezes assusta, mas como tudo na vida tem dois lados, e o completo é o que faz a vida ser aproveitada, esse filme é nota 10. A propósito, nos momentos de comédia o filme agrada, e a trilha sonora é impecável."
Giselea em 03/01/2002Nota: 4.5
Não concordei com Ana Bolena sobre "Durval Discos" ser um filme muito ruim e merecer 0 na nota. É claro que não se deve compará-lo com "Cidade de Deus" e muito menos com o belíssimo "Lavoura Arcaica". "Durval Discos" entretém o público do início ao fim como um disco de vinil mesmo: atraente no início (lado A) e denso no final (lado B)."
Sabrina Bettúa em 15/02/2002Nota: 5
Pena que a maioria das pessoas, com uma "visão americanizada" para os filmes, não se interesse em assistir a produções nacionais. Durval Discos mostra que o cinema brasileiro é muito rico, q contamos com ótimos atores e diretores. Tem uma história q te prendo do início ao fim, além de mostrar as verdadeiras reações das pessoas diante de situações tão incomuns e enlouquecedoras. Um filme imprevisível com um roteiro excelente. O melhor filme que eu já vi! Recomendo a todos.
Bruno Henrique em 22/01/2002Nota: 1.5
O filme começou bem com uma piadinhas até que boas, e parecia que ia ser um bom filme de sessao da tarde, mas o pior estava por vir.. com a reviravolta na historia o filme passa a ser cansativo e arrastado e com um final q decepciona,ateh meio non-sense. Sisplismente naum da para entender o sucesso desse filme, vai ver é pq naum se passa numa favela soh mostrando o pior lado do Brasil, o que jah vale um ponto para o filme. E concordo com a Juliana Cruz Lopes, o fato do Durval gostar de LPs naum tem nada a ver com o resto do filme alem das participações, totalmente desnecessarias, principalmente a de Andre Abujamra, particularmente sem graça.
Tati Soaresa em 10/01/2002Nota: 5
Durval Discos é um filme com duas características importantes: arranca gargalhadas dos espectadores e, ao mesmo tempo, os faz refletir sobre os sentimentos humanos ( o amor, a racionalidade...). O filme tb nos presenteia com uma trilha sonora maravilhosa, um cenário simples e interessante ( a loja\casa onde Durval vive com a mãe) e com as atuações brilhantes de Ary França e de Etty Fraser."
Euclides F. Santeiro Filho em 06/01/2002
Concordo com Ana Bolena. Esse filme é um lixo. Roteiro zero, desenvolvimento zero, zero, zero, zero. A única coisa que salva é a interpretação da Marisa Orth. Merecia um Oscar de coadjuvante. E Fernando Escobar, para de querer demonstrar erudição que vc não tem. Anacrônico é vc, que consegue enxergar numa porcaria dessas, tantas qualidades. Qualquer merda pode ser analisada da sua forma. Exemplo? A própria merda - a merda não pode ser vista como um patético aspecto fisiológico da vida social humana. Ela engloba fatores biológicos benéficos ao nosso bem estar, tendo em vista q libera as toxinas de nosso corpo, permitindo um trabalho metabólico regulado e bla, bla, bla... Palavras bonitas não demonstram nada. Só vontade de aparecer ou se sentir superior. Analise os filmes com o coração e não com a maldita razão pseudointelectual. Se foi com o coração q vc escreveu sua resenha, desculpe o puxão de orelhas. Se não, vc mereceu!!!"
Estranhei a fórmula, embora a trama passada em uma única data, ao longo de 20 anos, seja u...
por Melody, 13/02/2012 às 04:27
O filme é magnífico, surpreende a cada momento e proporciona diversas reflexões ao final ...
por Paula Previato, 13/02/2012 às 03:12
Outro bom filme dos irmãos Coen, o tipo de comédia que só eles sabem fazer. Pra mim os c...
por carlos_alberto_09, 13/02/2012 às 01:59
Filmaço!! Tem uma linda mensagem, mostra o quanto estamos habituados ao nosso mundinho, ...
por wesleyaxe, 13/02/2012 às 00:18