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Como uma aberração cinematográfica destas foi ganhar tantos prêmios, meu Deus???? Cadê o roteiro deste filme???? Tantos atores bons desperdiçados em uma história cretina! Um começo promissor, um desenvolvimento ridículo e um final desastroso, isso é "Durval Discos"! Dá dó comparar um embuste desses com "O invasor", "Cidade de Deus", "Lavoura Arcaica". Eu não merecia sofrer tanto assim! (Perdõem-me pelo desabafo, mas é que filme ruim me tira do sério)." |
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Não concordei com Ana Bolena sobre "Durval Discos" ser um filme muito ruim e merecer 0 na nota. É claro que não se deve compará-lo com "Cidade de Deus" e muito menos com o belíssimo "Lavoura Arcaica". "Durval Discos" entretém o público do início ao fim como um disco de vinil mesmo: atraente no início (lado A) e denso no final (lado B)." |
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É um erro ver Durval Discos apenas como comédia. Erro maior é vê-lo como um filme cretino. Essa é interessante fábula urbana sombria sobre dois personagens, mãe e filho, que resistem à passagem do tempo e se protegem da realidade em uma casa/loja de discos. São seres anacrônicos que, ao contato com a novidade, uma criança, e com a realidade externa a eles, um sequestro, vêem a aparente e inabalável ordem interna virar ruína. A direção tem o mérito de, contrariando a tendência de se filmar estilhaços visuais, dar tempo para os planos existirem, terem vida e respirarem, extraindo deles o clima e a informação visual necessárias." |
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É um filme muito interessante, é um longa diferente do que estamos acostumados a ver, tem uma tensão no fim que deixa o espectador ansioso para saber o fim e não tem nudez, sexo e palavrões (que é o motivo pelo qual muitas pessoas não assistem filmes brasileiros)." |
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Concordo com Ana Bolena. Esse filme é um lixo. Roteiro zero, desenvolvimento zero, zero, zero, zero. A única coisa que salva é a interpretação da Marisa Orth. Merecia um Oscar de coadjuvante. E Fernando Escobar, para de querer demonstrar erudição que vc não tem. Anacrônico é vc, que consegue enxergar numa porcaria dessas, tantas qualidades. Qualquer merda pode ser analisada da sua forma. Exemplo? A própria merda - a merda não pode ser vista como um patético aspecto fisiológico da vida social humana. Ela engloba fatores biológicos benéficos ao nosso bem estar, tendo em vista q libera as toxinas de nosso corpo, permitindo um trabalho metabólico regulado e bla, bla, bla... Palavras bonitas não demonstram nada. Só vontade de aparecer ou se sentir superior. Analise os filmes com o coração e não com a maldita razão pseudointelectual. Se foi com o coração q vc escreveu sua resenha, desculpe o puxão de orelhas. Se não, vc mereceu!!!" |
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Um filme verdadeiramente esplêndido. É ótimo que filmes de real qualidade como Durval Discos estejam entrando em circuito(não posso dizer o mesmo da porcaria do Carandiru). Um filme muito atraente e interessante, além de divertido. O trabalho da direção e dos atores estava ótimo, pois realmente as pessoas parecem de verdade e fogem do cinema excessivamente teatral e robótico dos filmes holywoodianos em geral(infelizmente alguns brasileiros tb, como Deus é Brasileiro)...Digno de comparação com o magnífico Cidade de Deus. O roteiro, muito bem construído e bem inspirado. Um enredo cativante, onde tem como humor bobinho a chave que manteve o interesse na primeira parte do filme e um humor negro e louco como arma da surpresa e interesse na segunda parte. É por causa de filmes como este que o meu coração ainda tem esperanças de um cinema de qualidade significativo no Brasil, sem imitar os, EM GERAL, lamentáveis filmes norte-americanos. Durval Discos merece no mínimo o respeito de todos os cinéfilos verdadeiros e cineastas." |
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Concordo com a opinião de Fernando Escobar: é um erro ver o filme como apenas uma comédia e pior ainda é entendê-lo como um filme cretino. Diria mais: o filme não é uma comédia. Seu início contém traços desse genêro, mas depois fica claro que o filme trata de um drama pscicológico conhecido: a relação entre uma mãe superprotetora e um filho eternamente adolescente, incapaz de tomar decisões por si próprio. Na minha interpretação, o fato de Durval ter uma loja de LPs foi uma forma engraçada de mostrar a dificuldade do personagem em assumir as mudanças que ocorrem na vida de cada um. No entanto, a mãe (ótima interpretação de Etty Fraser) já não consegue exercer sobre o filho, um quase quarentão, o mesmo poder e a mesma superproteção de antes. Por isso, ela se encanta de forma enlouquecida pela adorável menina Kiki. Uma das cenas finais - um quarto com a moça morta sobre a cama, a criança em cima do cavalo, a parede manchada de "tinta", mãe e filho, com uma luz amarelada - é um belíssimo retrato da loucura e da decrepitude humana. Por isso, achei o filme um soco na boca do estômado e , por isso também, entendo aqueles que acharam o filme cretino, desconfortável ou qualquer coisa do gênero. Mas cinema não é feito só para divertir e alegrar. "Durval Discos" é um filmaço. Uma de suas grande sacadas foi ter um trailler que parece convidar o espectador a assitir um filme divertido ambientado em São Paulo, no charmoso bairro de Pinheiros, mas que muda completamente de rumo aparentemente a partir da metade do filme e que só depois de seu fim é que se pode perceberna na verdade os elementos que o filme quis destacar estavam lá desde o seu início." |
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Durval Discos aparece como o grande vencedor do Festival de Gramado 2002: Melhor Filme, Melhor Diretor, Prêmio da Crítica, Prêmio do Júri Popular, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte. São sete prêmios importantes. Quem competiu com Durval Discos? Será que Dois perdidos numa noite suja estava no páreo? O filme de Anna Muylaert era o único do festival? Depois de ver as aventuras de Durval só consegui formular essas questões, hoje, já refeito do susto posso ir além. A abertura estilosa e criativa deixa o público relaxado e esperando um bom filme. Nos primeiros dez minutos o roteiro nos revela o mundo de Durval e sua mãe. Um mundo atrasado, perdido no tempo. A loja só vende discos e luta contra a entrada dos CD´s. Ary França e Etti Fraser conquistam o público de forma simples e direta. O texto permite que os atores flutuem para uma divertida comédia, mas sem esquecer dos problemas reais. “Comprou? Não mãe, ele queria CD”. A falta de dinheiro e o eminente fechamento da lojinha parece certo no roteiro. Tudo vai bem até a metade do filme. Parece que a diretora Anna Muylaert tinha dois bons roteiros para curta metragem e resolveu juntar as duas idéias. Durval Discos é um filme dividido em dois. A crítica achou sensacional, inventivo. A diretora teve auxílio da oficina de roteiros de Sundance. Que maravilha, vamos colocar a Rita Lee ali! Mas o primeiro filme não tem ligação com o segundo, os personagens do primeiro curta não foram transportados para o segundo. Durval Discos despenca para uma leva de clichês, e são tão terríveis que nem os filmes da série Pânico se atreveriam a mostrar. O final não casa com a idéia inicial da diretora. Saí do cinema com a sensação de ter sido enganado, me senti roubado. Não fosse a ótima atuação de Ary França o filme seria um retumbante fracasso, mas nem para isso ele se presta. Fica ali no patamar da mediocridade mesmo." |
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Durval Discos é um filme com duas características importantes: arranca gargalhadas dos espectadores e, ao mesmo tempo, os faz refletir sobre os sentimentos humanos ( o amor, a racionalidade...). O filme tb nos presenteia com uma trilha sonora maravilhosa, um cenário simples e interessante ( a loja\casa onde Durval vive com a mãe) e com as atuações brilhantes de Ary França e de Etty Fraser." |
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Se alguém conseguir me explicar o que é que a loja de discos e o apego do Durval aos LPs tem a ver com todo o restante da trama, talvez eu possa gostar deste filme. Se me explicar o que era aquele circo na cena em que a menina Kiki brinca com o sangue da garçonete Elisabeth, talvez, talvez, eu pense em um dia tentar assistir novamente. Se me disser o que é que a Rita Lee faz no filme além de engrossar os créditos... vai ganhar um doce! Só não fico com dó dos atores maravilhosos Etty Fraser e Ary França porque a atuação primorosa de ambos teve o justo reconhecimento, já que a falta total de critério das pessoas está fazendo do filme um sucesso." |
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O filme é maravilhoso, fui ao cinema achando que era apenas uma comédia engraçadinha com oa trilha musical. Mas isso era apenas o lado A. O filme mostra ser muito mais profundo, nem tão engraçado, mas mesmo mudando totalmente de rumo, e talvez isso até contribui, prende mais a atenção ainda. Sem dúvida nenhuma um ótimo filme, desde a abertura, muito bem feita, até o desfecho repentino. O lado B das coisas muitas vezes assusta, mas como tudo na vida tem dois lados, e o completo é o que faz a vida ser aproveitada, esse filme é nota 10. A propósito, nos momentos de comédia o filme agrada, e a trilha sonora é impecável." |
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Um início primoroso e criativo que empolga o espectador. Um desenrolar bom até metade do filme quando se transforma completamente. Esperava muito mais do filme, principalmente pela repercussão que teve no seu lançamento. Se não fosse a originalidade da primeira metade do filme, a atuação dos atores principais, certamente seria nada mais do que um filme de 5ª categoria." |
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Tente passar pelo que Durval está passando... Durval Discos, o primeiro longa metragem da paulistana Anna Muylaert é uma verdadeira homenagem a musica popular brasileira. Com uma trilha sonora especial baseada em hits dos anos 70, o filme nos apresenta o dono da loja de LPs, Durval (Ary França), solteirão que vive com a mãe (Etty Fraser)e representa a resistência aos novos tempos. O filme é uma tragicomédia interessantíssima, ambientada em SP, no tradicional bairro de Pinheiros. Como Anna mesmo diz, o filme é segmentado em lado A e lado B, como um vinil. O lado A, uma deliciosa comédia que tem como ingredientes as visitas de Marisa Orth no muito bem interpretado papel da vizinha mexeriqueira, a procura de Durval e sua mãe por uma empregada doméstica que tope receber cem míseros reais, a carismática Kiki (Isabela Guasco) e o passeio de charrete pelas ruas movimentadas de SP, ao som de Besta é Tu, dos Novos Baianos. O lado B já é um drama com ar de nonsense, com ingredientes surrealistas como um cadáver, um cavalo, uma criança fantasiada de bailarina fazendo bolinhas de sabão ou mesmo pintando a parede com uma vassoura suja de sangue, uma velha senhora chorando porque quer comer brigadeiro. E Durval andando de lá pra cá, tão atônito quanto o espectador, sem a menor idéia do que está por vir, causando assim uma importante cumplicidade entre público e personagem. A mudança certamente causa desconforto, e incentiva a pergunta sobre o que a primeira parte tem a ver com a segunda. E a ausência desta resposta dá a Durval Discos esse ar inovador e esquisito(ou nem tanto para aqueles que admiram o trabalho do diretor surrealista espanhol Luis Buñuel). O filme tem emoção, poucos atores e só uma locação, e conta com maravilhosos e difíceis planos-seqüências (cenas sem cortes), dando mérito para a primeira cena do filme, em que os nomes da equipe técnica e do elenco aparecem em placas de publicidade, cardápios de restaurantes, em outdoors, placas de rua, muros etc. Anna utiliza este recurso para introduzir e ambientar o espectador, usando São Paulo, o centro mais absurdo, confuso e heterogêneo do país, como cenário. A trilha sonora, produzida por Pena Schimdt reúne belíssimas canções da MPB como "A fim de voltar" e "Imunização Racional", de Tim Maia, "Alfômega" com Caetano Veloso, "Preta Pretinha" e "Besta é Tu", dos Novos Baianos, "Que maravilha" e "Taj Mahal" de Jorge Ben, "Ovelha Negra", com Rita Lee, "Back in Bahia" com Gilberto Gil, finalizando com a belíssima "Perola Negra" de Luiz Melodia, onde tudo que Durval precisava era que alguém tentasse passar pelo que ele estava passando... Outro fato também interessante é a regravação de "Mestre Jonas" (Sá, Rodrix e Guarabyra) pelo grupo Os Mulheres Negras, de André Abujamra, que também compôs a trilha original para a segunda parte do filme. No mais, o filme é emocionante, catastrófico, confuso e seu final aberto, não exatamente o grand finale que estamos acostumados no cinemão americano, dá ao espectador a possibilidade de imaginação do que pode ter acontecido aos personagens. Não, não é um final feliz, nem engraçado, nem triste de nos encher os olhos de lágrimas. É um final, eu diria, inquietante. E Durval Discos, um filme que não deveríamos deixar de ver. Se a gente gosta ou não, é outra história, mas Durval é o filme que nos fica na cabeça durante uns três dias depois de tê-lo assistido, e só isso já vale a proposta! |
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Durval (Ary França) é proprietário de um loja de discos de vinil no bairro de Pinheiros em São Paulo. Mora no local de trabalho com a sua mãe, dona Carmita (a excelente Etty Fraser). Durval tem o aspecto de roqueiro dos anos 70. Ele recusa a aceitar a tecnologia moderna. Comerciar cds, então, seria uma blasfêmia. Sua loja vive às moscas. Vez por outra aparece algum freguês de trejeitos bizarros, como a personagem interpretada por Rita Lee e o fanático por reggae, Fat Marley (André Abujamra). Dona Carmita claramente ressente-se do fato de Durval não lhe ter dado um neto. Essa lacuna é preenchida quando a empregada contratada por Durval, Célia (Letícia Sabatella), pelo salário de R$ 100,00, traz às escondidas uma menina, Kiki, para o interior da casa do nosso protagonista. Nessa altura, a trama toma um rumo radicalmente diferente. As virtudes do filme da diretora que também foi moradora do bairro de Pinheiros, Anna Muylaert, são a abertura (feita numa tomada única e com a câmera na mão), o tema principal, no qual um indivíduo tem dificuldades de se desvencilhar do passado e de assimilar o novo e a utilização de uma trilha sonora composta de clássicos da MPB da década de 70 (Novos Baianos, Luiz Melodia, Jorge Ben e do maior de todos, Tim Maia), além da música de abertura, Mestre Jonas, dos Mulheres Negras. Tivesse Anna Muylaert se limitado a fazer um perfil das "figuras" que costumam pulular por ambientes como o de "Durval discos", acertaria na mosca em cheio. Teria feito uma comédia de costumes originalíssima. Como a opção de Muylaert foi mostrar os desvarios de dona Carmita, a diretora deu um tiro no próprio pé, fazendo um clichê do clichê do clichê, como diria o poeta. |
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Quando o filme terminou eu me senti roubada. Sobraram três minutos. Aquela demolição foi over, não precisava. Para mim o filme terminou muito bem na cena do Durval ouvindo London London, sozinho e destruído. Só isso pecou. O resto é 10, interpretações ótimas, cenas lindas de morrer, aqueles pobres seres sem vida dançando na tonga da mironga foi de emocionar. |
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Gostei muito da narrativa deste filme, que mais ou menos do meio pro final (quando se descobre a real identidade da menininha) torna-se totalmente surpreendente. Aquela atriz que faz a velha é maravilhosa! Totalmente louca... lembrou de leve a minha avó. |
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Uma vez um crítico disse uma coisa interessante a respeito desta tal retomada do cinema brasileiro que se deu início no ano de 1995, com o longa de Carla Camurati, "Carlota Joaquina". Dizia mais ou menos esse crítico que o mais legal desta retomada era o fato de o cinema brasileiro não está mais catalogado como gênero. Se antes, quando iamos as locadoras e encontravamos os filmes de comédia, de arte,ficçao, suspense, arte, e... filme brasileiro, Hoje isso não acontece, pois os filmes brasileiros estão menos, digamos, provincianos. Mas como poderiamos classificar o gênero de certos filmes brasileiros como este "Durval Discos" uma comédia dramática? talvez, uma vez que os personagens juntamente com a trama do longa tendem para isso. Mas eu classificaria esta produçao brasileira como uma verdadeira comédia de erros. Se bem que no começo do filme quando somos apresentados aos dois personagens, a mãe e seu filho, dono da loja de disco de vinil (dois atores em ótimas perfomaçes, não deixamaos de não dar umas boas risadas. Mas quando aparece aqulela misteriosa criança, as coisas mudam de figura.O que poderia ser um problema de fácil solução (afinal de contas bastaria comunicar o fato as autoridades)acaba se tornando trágico ( om melhor tragícomico) E o destino dando a sua resposta para as pessoas com uma filosofia de vida meio que conformista,cujo romantismo beira a puerilidade, e consequentemente sempre impotentes para solucionarem os infortunos da vida. Note-se a boa sacada de sua diretora para criar o personagem que é o marmanjo que vive ainda na casa de sua lunática e controladora mâe. O prpóprio fato de ele se recusar a vender os seus discos em CD, porf não se conformar com as tecnologias,já é um indício de seu destino desastrosao. E a exemplo do vendedor de carros do filme " Fargo" que vive uma vida aborrecida o personagem vivido por ARY França, também paga um preço caro por sua inércia e inpotência. Nâo é uma comparaçao explíta deste filme brasileiro com os dos irmão Coen, mas podemos perceber que no fundo são dois personagens( o dono da loja de discos e o vendedor de carros)que não são exatmamente dois vilões malvados. No filme Fargo, o comerciante, planeja seque4strar sua mulher, apenas,por talvez, já não suportar seu sogro e patrão ganacioso que praticnaente o dedixou endividado. O mesmo se pode dizer para o dono da loja de sebos. Seja como for, este é um fllme difíci ( não no sentido de ele ser um filme que merece reflezão e úma análise jprofunda), justamente por se opor as produçoes convencionais. Quem gosta por exemplo de filmes como " Seu Eu Fosse Você" talvé irá detestá-lo. Mas eu adorei, e penso que muitos internautas e cinéfilos deste democrático também. |
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Gostei muito! A começar pela seqüencia inicial longa e sem cortes, de camera na mão, ao som de Mestre Jonas na versão dos Mulheres Negras, muito boa! Acho que perde um pouco ao iniciar o pesadelo do seqüestro, que ficou meio exagerado. Mas vale o ingresso. Imperdível para quem gosta, além de cinema, de boa música brasileira. |
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Não sei qual é pior. Se o Lado A ou o Lado B.Esse filme é péssimo, fazia tempo que não via nada pior. A Rita Lee e o Andre Abujamra são absolutamente dispensáveis na drama. E cadê o roteiro?? A única coisa prestável e digna de elogio é a trilha sonora. |
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Um filme, no minimo, atraente. A primeira cena, com um take de cerca de 3 minutos, com todos os créditos é fantastico... A camera se move, e aparece um garoto andando de skate no meio das pessoas, logo dando a entender que o que virá pela frente são imagens oniricas. Só que o garoto entra na loja de Durval e ocorre um dialogo de quinta categoria, sem nenhuma criatividade... Um garoto que atua mal pra caramba e um Durval com roteiro mastigado... Se não fosse pelas expressões faciais e corporais, Durval estaria em maus lençois, pois seus dialogos são patéticos. A trilha sonora pode ser excelente, mas extremamente burra.. Toda a trilha sonora se passa quando Durval resolve colocar LP's para tocar... Não existe cenas com músicas de fundo, com ligações com a realidade, ou algo do genero. "Quase Famosos" é uma aula de trilha sonora... Já Durval não, é horrivel... O filme mostra que tem lado A e lado B, uma ótima sacada, onde o Lado B leva os personagens a loucura total.. Um Durval que não consegue expressar o sentimento de culpa, mas uma Carmita que expressa MUITO bem a sua loucura... A menina em cima do cavalo, com sangue na parede é ótimo... Uma cena e tanto... A cena final, com tudo caindo, mostra que "a loucura acabou", ou que o sonho acabou... É hora de acordar... Filme médio... O Homem Que Copiava é mil vezes melhor. |
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O filme começou bem com uma piadinhas até que boas, e parecia que ia ser um bom filme de sessao da tarde, mas o pior estava por vir.. com a reviravolta na historia o filme passa a ser cansativo e arrastado e com um final q decepciona,ateh meio non-sense. Sisplismente naum da para entender o sucesso desse filme, vai ver é pq naum se passa numa favela soh mostrando o pior lado do Brasil, o que jah vale um ponto para o filme. E concordo com a Juliana Cruz Lopes, o fato do Durval gostar de LPs naum tem nada a ver com o resto do filme alem das participações, totalmente desnecessarias, principalmente a de Andre Abujamra, particularmente sem graça. |
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Assim até eu! Durval Discos começa primoroso. Toda a resenha crítica bilateral tanto sobre quem estacionou no passado, ("Ela adora MPB. Até 1966.), quanto a sede de modernidade como a de Théo já seriam uma excelente idéia. Daí começa o Lado B do filme. Até aí tudo bem, o desenrolar é bem contado, tenso, sombrio, mas... como diz o trailer "Kiki muda a vida dos dois para sempre". Pena que Mulayert não se dê ao trabalho de nos contar. Enfiá-los numa roubada como essa e deixar a resolução por conta da imaginação do espectador, me dá vontade de pedir a metade do valor do ingresso de volta. |
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Algumas pessoas tinham me falado muito bem desse filme, porém me surpreendi ao assisti-lo. A história começa bem, mas, na realidade, o Ary França e sua loja de LPs (que não sei o que tem a ver com resto!!)são as únicas coisas "prestáveis" nesse filme, que não sei como levou tantos prêmios!! Roteiro zero, realmente decepcionante! |
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Acabei de ver o DVD e amei este filme, simplesmente amei! eu que vim dos anos 70 , vivi tudo aquilo, ouvi aquele som e curti cada fotograma deste filme. um filme analogico! agora, isso eh a parte sonora, mas a parte visual e a trama eh muito bem feita, muito humana, o filme chega a um grau de densidade e firmeza dos atores raras vezes visto no cinema brasileiro. vi tambem o making of, muito bom - faz a gente entender melhor o filme. |
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"Durval Discos" surpreende do início ao fim, numa dinâmica capaz de nos conduzir prazeirosamente ao deleite de, por meio das personagens, vermos nossas inúteis barreiras destruídas ao sabor da liberdade. É simbólico, mas é necessário ter olhos para ver, ouvidos para ouvir, sabedoria para entender sua profundidade e elegância. É um filme de uma sensibilidade extraordinária, com um elenco afinado e intuitivo. Gostemos ou não, a loucura habita todos nós, é parte nossa mesma, que incomoda e se espreme entre as paredes de nossa limitada visão, até que possamos transpô-la e então respirar, e abrir a voz, e cantar a liberdade que tanto se busca. Para ser bem compreendido, "Durval Discos" PRECISA ser discutido entre seus espectadores. PRECISA se expressar através da minha, da sua, da nossa palavra e de nossos sentimentos. Não é um filme sobre a demência e menos ainda de horror. É, isto sim, um espelho mágico sobre a sanidade, que mostra algo que desejariamos não ter, mas temos; desejaríamos não ser, mas somos. O melhor é que, de modo inteligente, aponta uma saída: buscar ajuda é fundamental! Aprender com a vida a saber a hora de gritar por socorro, de interromper a sucessão de auto-enganos e pretextos descabidos; saber o momento de buscar saídas, ainda que a porta esteja aberta, a janela escancarada, o coração arrebentando de desespero e dor. É um filme repleto de significados, mas temos que ter a chave que abre a porta do conhecimento que o traduz, senão corremos o risco de ver apenas mais um filme, sem apreender sua essência nem cultivar o conhecimento que essa bela história transmite. Além do mais, a seleção musical é linda e muito sensível, complementando com energia sonora o que os olhos percebem em luz, em vida. |
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O pior filme q vi nos últimos tempos, só perde para Bruxa de Blair! O filme começa bem, todo bonitinho, vc acha q é um filme sobre música brasileira, sobre a nata cultural da zona oeste de Sampa, então o filme descamba para um surrealismo de péssimo gosto. O clip inicial é muito bem feito, mas o roteiro, deixa muito a desejar. |
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Os atores estao otimos no filme e tudo mais, o inicio e a metade do filme tambem sao interessantes, mas alguem pode me explicar esse final, parece que foram obrigados a acabar o filme por ali, por que brasileiro tem costume de fazer filme sem final? |
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Não concordo nem um pouco com as pessoas que deram nota zero, justificando ser uma porcaria de obra, acredito que eles não estão abertos a entender a forma simples mas ao mesmo tempo inusitada de contar uma história, misturando drama e comédia, Durval Discos é um filme que faz o espectador se envolver no drama das personagens, rir com os absurdos que aparecem mas que são pertinentes à obra e se divertir com a trilha sonora. Além de retratar,com já foi dito, uma parte da cidade de São Paulo e alguns de seus cidadãos. |
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Não consigo entender como alguém pode não gostar de Durval Discos, um filme super-original, envolvente, inteligente, surpreendente, além de ter umas das melhores trilhas sonoras da história do cinema nacional. Me desculpem os que pensam o contrário, mas não reconhecer o valor deste filme pro nosso cinema é pura burrice, vcs tem mais é que continuar se empanturrando com porcarias holywoodianas. Oh Christian Jafas, vai assistir matrix que tem mais a tua cara. |
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O filme vai bem até a doida da mãe do Durval enlouquecer de vez. Até ali é uma boa comédia de costumes bem ambientada na paulicéia. Depois tenta ser uma tragédia familiar 'rodriguiana' e se perde totalmente e vira devaneio de diretor paulista. |
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Foi o melhor filme de 2003!!! nao posso acreditar que teve tantas criticas negativas! o roteiro é bom, atuaçoes nem se fala, a melhor trilha sonora,tudo isso gracás a uma extraordinaria direçao. o filme passa exatamente( pra quem realmente entende de cinema) o que a diretora pretendia, em cenas surreais, com o humor negro( ja dito antes) afiadissimo. pra quem nao gostou reassista o filme com o coraçao mais aberto e a mente sã e altamente critica se for possivel! |
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Fabulosa e criativa abertura... para as criticas que dizem qwe nao tem roteiro "ELES" nao reconheceriam "UM Roteiro" criativo anyway. Imperdivel p/ quem gosta de FILMES! |
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Um dos melhores filmes brasileiros de todos os tempos, com uma grande historia ,de humor e tensao. e a trilha sonora e perfeita..e um filme de 2 lados ,alegre e sombrio....mas e muito legal...a direcao e perfeita tb. |
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"Durval discos" é uma das maiores produções brasileiras dos últimos tempos. fico abismado com o fato de que muita gente não entendeu o filme, criticando a narrativa sem o mínimo fundamento teórico. é claro que filme não é para teóricos letrados, filósofos etc. mas o conteúdo do "durval" expressa uma reflexão em psicologia extremamente significativa, sobremaneira no que diz respeito à psicanálise. quem criticou o filme dizendo que ele era um plágio de "alta fidelidade" nunca ouviu falar de psicanálise... dormiu mais de um século; quem não gostou do filme dizendo que ele não tem roteiro, deveria ter ido assistir aos "filmes da xuxa"; e tanto um como o outro sequer entenderam as proposições da narrativa. para vocês é bom deixar claro: "durval discos"´é um filme sobre submissão; sobre obsessão; masoquismo e sobre contrastes psíquicos que estruturam a personalidade humana, ok... não é um clichê hollywoodiano, ok. trata-se de uma narrativa complexa, em um só cenário, daí a sua riqueza; de diálogos reflexivos e contundentes. é uma narrativa "violenta", extraordinária e inovadora. a violência da narrativa está relacionada com a questão dos surtos de dona carmita e com a excessiva submissão de durval. aconselho a quem não entende os pontos abordados no filme a ler um pouco mais nessa vida. dez para o elenco do filme e nove para a narrativa. |
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Meio filme vale. E o outro meio também, mas os dois não se casam. Percebo a idéia da diretora, fazer um filme com um lado A (uma ingênua comédia) e um lado B (um pertubador suspense), mas não deu certo, e o suco acabou ficando com um gosto meio eca. |
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Razoável. A abertura fantástica e a incrível seleção musical empolgam, porém começa e despencar da metade final. Apesar de certas coisas sem pé nem cabeça, e alguns diálogos bobos, o filme é considerável. Uma pena o final, que podia ser melhor. |
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Apesar das pesadas criticas feitas por pessoas que não entenderam o filme, esse filme é otimo, ele coloca o filme como um LP, tendo um lado A, repleto de cenas engraçadas e de uma vida levemente "normal e perfeita" e o lado B com o lado estranho e bizarro das coisas. Otimo filme, excelente trilha sonora e fotografia! |
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O filme no inicio nos mostra o cotidiano de um filho que não saiu do lar e da asa de sua mãe,e que não anda bem no seu negocio de discos de vinil.Até ai tudo bem, mas com o surgimento da menina tudo no filme começa a ficar chato e cansativo, e a vontade de parar de assistir aumenta com o enlouquecimento de sua mãe, que aprentava ser uma senhora "normal" que vivia em seu mundo pequeno com seu filhinho solterão. |
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Merece ser assistido apenas pela já antologica surreal cena do quarto,com o cavalo.Parece uma pintura em movimento.Mas vale a pena conferir a crueza(proposital) da atuaçao dos atores,e o relacionamento entre eles. Sensivel, aconselhado para cinefilos. |
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Um filme muito bom, que pega o telespectador de surpresa quando o que era uma comédia começa virar drama. ( virando o disco para o lado "B").Gostei muito, também da atuacão dos atores principais. |
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Talvez por ser um pouco leigo, ou por me afeiçoar com filmes realmente bom, bom para mim é algo que entra no surrealismo, porém nao foge da "realidade".Mas eu queria entender 2 coisas:Qual o papel do Andre Abujamra e por que a Rita Lee queria aquele disco,pagou e não levou? |
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O filme teria uma estória muito mais interessante se o fato do druval ter uma loja de discos em plena a revolução do CD fosse levado em conta. O nome, capa e a sinopse estão errados. Fora isso o filme é muito bem representado e estória é "boa", tem um fundamento atraente. Só não se deixe levar que os discos estão no meu dela. |
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Encontrei momentos divertidos e de descontração, mais confesso que ao terminar de ver o filme causou-me uma certa insatisfação de ver um trabalho que leva ao telespectador o desestimulo de ter assistido todo o filme, não querendo desconsiderar a espécie de drama, mas já vi melhores, onde a tragédia final não desintegra-se o meu eu. Tornando assim um final vazio. |
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Acho que a melhor palavra pra defini-lo é SURREAL... Eu simplesmente adorei, nos cativa a história. E acho sinceramente, que quem não gostou, não entendeu a surrealidade do filme... Não é para entender! É para sentir. |
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Pena que a maioria das pessoas, com uma "visão americanizada" para os filmes, não se interesse em assistir a produções nacionais. Durval Discos mostra que o cinema brasileiro é muito rico, q contamos com ótimos atores e diretores. Tem uma história q te prendo do início ao fim, além de mostrar as verdadeiras reações das pessoas diante de situações tão incomuns e enlouquecedoras. Um filme imprevisível com um roteiro excelente. O melhor filme que eu já vi! Recomendo a todos. |
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O começo parecia bom, pois era criativo a abertura, depois...nunca vi tamanha idiotice. A minha empresa patrocinou este filme, por isso o DVD apareceu na empresa para emprestimo. Não perdi dinheiro alugando, porém o tempo perdido não volta mais...Que perda de tempo e dinheiro (gasto no filme)...Foi o pior filme que já vi. Fico a pensar se este filme ganhou em Gramado, imaginem os outros... |
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Fiquei um pouco surpreso com a agressividade de algumas opiniões sobre o filme. Parecem revelar um certo desconforto com a possibilidade de um filme ser,ao mesmo tempo,brasileiro,de baixo custo,criativo e ainda assim popular. As críticas menos estridentes e com alguma fundamentação tb me pareceram frágeis. Dizer,por exemplo,que a loja de lps tem pouco ou nada a ver com o envolvimento de Durval num sequestro é mostrar pouca imaginação. O sequestro,apenas,acelera o desmoronamento do mundo de Durval,que já ocorria paulatinamento com sua incapacidade de se adaptar ao cd. Em síntese,Durval é um ensaio é um elogio do desapego. |
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