|
 |
|
À
Meia-Noite Levarei Tua Alma |
Querendo
gerar um filho perfeito, Zé do Caixão violenta
a mulher de seu melhor amigo após sua esposa não
conseguir engravidar.
|
 |
Ficha
Técnica
Título Original: À Meia-Noite Levarei Tua
Alma
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 78 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 1964
Estúdio: Indústria Cinematográfica Apolo
Distribuição: Embrafilme
Direção: José Mojica Marins
Roteiro: José Mojica Marins, Magda Mei e Waldomiro
França, baseado em argumento de Rubens F. Luchetti
Produção: Geraldo Martins, Ilídio Martins e Arildo
Iruam
Música: Hermínio Gimenez
Fotografia: Giorgio Attili
Desenho de Produção: Nélson Gaspari
Edição: Luiz Elias
Elenco
José Mojica Marins (Zé do Caixão)
Magda Mei (Terezinha)
Nivaldo de Lima (Antônio)
Ilídio Martins (Dr. Rodolfo)
Valéria Vasquez
Arildo Lima
Vânia Rangel
Graveto
Robinson Aielo
Avelino Marins
Laércio Laurelli
Mário Lima
Antônio Martins
Arildo Iruam
Geraldo Bueno
Genésio Carvalho
Eucharis Morais
Oscar Morais
Sinopse
O sádico e cruel coveiro Zé do Caixão (José
Mojica Marins) pretende gerar um filho perfeito para dar continuidade
ao seu sangue. Mas sua mulher não consegue engravidar e ele
acaba violentando a mulher do seu melhor amigo. A moça violentada
pelo coveiro quer se suicidar, para regressar do mundo dos mortos
e levar a alma de Zé do Caixão.
Pôsters
- Clique nos cartazes para vê-los ampliados em uma nova janela.
Imagens
- Sem fotos.
Premiações
- Ganhou o Prêmio L'Ecran Fantastique pela originalidade
e o Prêmio Especial no Festival de Cinema Fantástico
e de Terror de Sitges.
Curiosidades
- À
Meia-Noite Levarei Tua Alma é o primeiro filme em que
aparece o personagem Zé do Caixão.
- Zé do
Caixão nasceu de um pesadelo de Mojica. No sonho, um homem
de capa preta e cartola arrastava o cineasta para o túmulo
onde figurava sua data de morte. Mojica acordou em pânico
e perdeu o sono, mas anotou tudo.
- O lançamento
do filme gerou problemas ao diretor, já que grupos católicos
brasileiros não queriam que ele fosse lançado nos
cinemas.
Críticas
| nota
|
Resumo
|
| |
J. Bosco (Crítica do Leitor): "Foi
um marco no gênero trash, por ser único."
Texto
completo |
| |
Mith Mantoani (Crítica do Leitor):
"O que falar de José Mojica?" Texto
completo |
| |
Matheus Marcondes (Crítica do Leitor):
"É o melhor filme que eu já vi, repleto
de sangue e cabeças voando!" |
| |
Adriano Caprioli (Crítica do Leitor):
"Desde criancinha minha vó me dizia: "meu netinho
o mais importante nesta vida é ter senso de ridículo".
Pois é Sr. José Mojica Marins, vulgo Zé
do Caixão." |
|
|
Odo Amorim (Crítica do Leitor): "Obra-prima trash." Texto completo |
|
| |
|
|
| |
|
|
 |