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Média
4,1
1004 notas
5
5 críticas
4
17 críticas
3
5 críticas
2
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amei simplesmente perfeito.........uma ação envolvente
Série muito boa! Acho que deveria ter mais temporadas e episódios parou na 5ªtemporada não vale kkkk
Muito bom pena que acabou, seria interessante se desse outro rumo a história o final deixou a desejar
Heroes foi concebido por Tim Kring com a intenção de se aproximar dos comics. E nisso a série funciona. Heroes é sobre pessoas que descobrem que têm poderes, como voar, ficar invisível, controlar o espaço-tempo(!) etc.
Mas a série só engrena a partir do sétimo episódio, quando as semelhanças com os quadrinhos se tornam evidentes. Se você conseguir chegar até lá, parabéns. Pois os episódios antes disso são muito chatos. Um ponto fraco do roteiro nessa fase é não obedecer a uma receita básica de história de heróis: não há um inimigo.
Soma-se a isso a demonstração excessiva do poder de alguns heróis, como a líder de torcida (Claire) e o japonês (Hiro). Ela tem o poder de se regenerar, mas nos primeiros capítulos você acha que na verdade ela é de vidro, pois a qualquer chance ela cai e se quebra toda; só pra regenerar depois e mostrar que “ela tem o poder”. E, acredite, ela cai muito nos primeiros episódios. Já Hiro, o japonês, tem seu poder demonstrado apenas por seu ponto de vista: quando ele o usa, todas as coisas ao seu redor param e só ele se movimenta no quadro. Isso acontece quando ele pára o espaço-tempo. Por várias vezes a gente vê Hiro se mexendo e mudando coisas na cena enquanto tudo está parado ao seu redor... Várias, várias, várias vezes. Várias mesmo. Não estou exagerando. Várias! Juro. Só no episódio 11, para alívio dos espectadores, alguém tem a idéia de mostrar isso diferente: do ponto de vista de outra pessoa. E funciona como as trucagens usadas por George Meliés: em um piscar de olhos, as coisas mudam ao seu redor e você nem sabe o porquê.
Eu não vou falar sobre como os personagens se encontram. Sim, pois vejam: a série se passa simultaneamente em Nova Iorque, Midland (Texas) e Las Vegas. E os personagens se encontram amiúde, sabe? Como se tudo acontecesse na cidade de Esperança, ou qualquer outra do interior. Fulano tá voando e resolve pousar no meio do deserto. E adivinhe quem ta lá no meio do deserto, exatamente no lugar onde fulano resolveu pousar? Sicrano! Que coisa. Aí Beltrano tá numa highway fugindo de uma louca e vê um acidente à frente, resolve parar e ver o que aconteceu. E quem foi que tava na mesma highway e teve a mesma idéia e tá lá vendo o acidente?? Sicrano!! Que coisa! É mais fácil acertar na mega-sena. Fora aquela impressão de “Ué! Todo mundo tem um poder? Todo mundo é especial?” Você se sentirá um lixo por não compartilhar disso com eles.
Mas as semelhanças com os quadrinhos é uma das coisas boas da série. Aliás, um dos heróis tem o poder de pintar o futuro. Quando ele faz isso em telas, as pinturas se assemelham mais a Frank Miller que a Goya.
O episódio 11 é o divisor de águas de Heroes. Antes disso, toda a história gira em torno de um evento futuro que foi pintado pelo artista aí de cima. E, é preciso dizer, antes do onze é tudo meio medíocre. Mas depois disso a série engrena de verdade. Aparece até um carinha que é a própria personalização do mal. Tá, é clichê, mas depois de onze episódios de heróis lutando contra... contra o que mesmo? Você já estará sentindo falta do “cara mau”.
Mesmo assim, Heroes consegue ser uma boa sacada. Não é por acaso que virou frisson. E mesmo prevendo futuras complicações para a série na segunda temporada por causa desse poder de Hiro de viajar no tempo, vale a pena conferir a primeira. Sim, porque um enredo com idas e vindas no tempo se torna demasiadamente complexo e chato para o espectador. Espero que Heroes não se torne uma luta de futuro contra passado. Ah, mais uma coisa! Vale a pena também dar uma conferida na atriz que faz Claire, a “menina de vidro”: muito gata! Quem me dera fosse ela naquela ilha deserta...
Mas a série só engrena a partir do sétimo episódio, quando as semelhanças com os quadrinhos se tornam evidentes. Se você conseguir chegar até lá, parabéns. Pois os episódios antes disso são muito chatos. Um ponto fraco do roteiro nessa fase é não obedecer a uma receita básica de história de heróis: não há um inimigo.
Soma-se a isso a demonstração excessiva do poder de alguns heróis, como a líder de torcida (Claire) e o japonês (Hiro). Ela tem o poder de se regenerar, mas nos primeiros capítulos você acha que na verdade ela é de vidro, pois a qualquer chance ela cai e se quebra toda; só pra regenerar depois e mostrar que “ela tem o poder”. E, acredite, ela cai muito nos primeiros episódios. Já Hiro, o japonês, tem seu poder demonstrado apenas por seu ponto de vista: quando ele o usa, todas as coisas ao seu redor param e só ele se movimenta no quadro. Isso acontece quando ele pára o espaço-tempo. Por várias vezes a gente vê Hiro se mexendo e mudando coisas na cena enquanto tudo está parado ao seu redor... Várias, várias, várias vezes. Várias mesmo. Não estou exagerando. Várias! Juro. Só no episódio 11, para alívio dos espectadores, alguém tem a idéia de mostrar isso diferente: do ponto de vista de outra pessoa. E funciona como as trucagens usadas por George Meliés: em um piscar de olhos, as coisas mudam ao seu redor e você nem sabe o porquê.
Eu não vou falar sobre como os personagens se encontram. Sim, pois vejam: a série se passa simultaneamente em Nova Iorque, Midland (Texas) e Las Vegas. E os personagens se encontram amiúde, sabe? Como se tudo acontecesse na cidade de Esperança, ou qualquer outra do interior. Fulano tá voando e resolve pousar no meio do deserto. E adivinhe quem ta lá no meio do deserto, exatamente no lugar onde fulano resolveu pousar? Sicrano! Que coisa. Aí Beltrano tá numa highway fugindo de uma louca e vê um acidente à frente, resolve parar e ver o que aconteceu. E quem foi que tava na mesma highway e teve a mesma idéia e tá lá vendo o acidente?? Sicrano!! Que coisa! É mais fácil acertar na mega-sena. Fora aquela impressão de “Ué! Todo mundo tem um poder? Todo mundo é especial?” Você se sentirá um lixo por não compartilhar disso com eles.
Mas as semelhanças com os quadrinhos é uma das coisas boas da série. Aliás, um dos heróis tem o poder de pintar o futuro. Quando ele faz isso em telas, as pinturas se assemelham mais a Frank Miller que a Goya.
O episódio 11 é o divisor de águas de Heroes. Antes disso, toda a história gira em torno de um evento futuro que foi pintado pelo artista aí de cima. E, é preciso dizer, antes do onze é tudo meio medíocre. Mas depois disso a série engrena de verdade. Aparece até um carinha que é a própria personalização do mal. Tá, é clichê, mas depois de onze episódios de heróis lutando contra... contra o que mesmo? Você já estará sentindo falta do “cara mau”.
Mesmo assim, Heroes consegue ser uma boa sacada. Não é por acaso que virou frisson. E mesmo prevendo futuras complicações para a série na segunda temporada por causa desse poder de Hiro de viajar no tempo, vale a pena conferir a primeira. Sim, porque um enredo com idas e vindas no tempo se torna demasiadamente complexo e chato para o espectador. Espero que Heroes não se torne uma luta de futuro contra passado. Ah, mais uma coisa! Vale a pena também dar uma conferida na atriz que faz Claire, a “menina de vidro”: muito gata! Quem me dera fosse ela naquela ilha deserta...
Heroes, não preciso falar mais nada, porem foi uma pena ter acabado um série com muito prestigio e adorada pela maioria, é mesmo uma pena o diretor ter perdido o foco, como descrito na época, episódios que não davam a entender e um fim sem muito a comentar.
Mas fico feliz em saber que vai ter uma continuação espero que surpreenda e a sim como o desfecho inicial da série. Personagens diferentes, novo vilão e uma nova abertura, é esperar e aguardar.
Mas fico feliz em saber que vai ter uma continuação espero que surpreenda e a sim como o desfecho inicial da série. Personagens diferentes, novo vilão e uma nova abertura, é esperar e aguardar.
1ºTemporada-Bom/2ºTemporada-Regular/3ºTemporada-Fraco/4ºTemporada-Ruim
Heroes cativou na 1ºtemporada com uma trama intrigante composta por mistérios e incríveis descobertas que rodeavam os protagonistas,o desfecho da 1ºtemporada foi bom.A 2ºtemporada de Heroes é apenas regular,vai de mal a pior,perde a atmosfera intrigante que conseguiu obter na primeira temporada.
Na 3ºtemporada tinha esperanças da serie se reerguer ao topo,porem isso não aconteceu,a história desandou totalmente e o roteiro ficou medíocre.A 4ºtemporada a situação conseguiu piorar,os produtores e roteiristas se perdem totalmente criando uma trama fútil apenas para poder encerrar a série,situações mal explicadas e sem sentido passaram a ser a marca de Heroes na quarta temporada.
Méritos ficaram apenas para 1º temporada,a serie tinha tudo pra ser promissora e seguir em uma crescente nas temporadas seguintes,mas a partir da 2º temporada a serie perde totalmente o controle,e é nesse momento que a série começa a fracassar,da segunda temporada até a quarta e última,a série se torna um fiasco,e no geral a serie é fraca.
Heroes cativou na 1ºtemporada com uma trama intrigante composta por mistérios e incríveis descobertas que rodeavam os protagonistas,o desfecho da 1ºtemporada foi bom.A 2ºtemporada de Heroes é apenas regular,vai de mal a pior,perde a atmosfera intrigante que conseguiu obter na primeira temporada.
Na 3ºtemporada tinha esperanças da serie se reerguer ao topo,porem isso não aconteceu,a história desandou totalmente e o roteiro ficou medíocre.A 4ºtemporada a situação conseguiu piorar,os produtores e roteiristas se perdem totalmente criando uma trama fútil apenas para poder encerrar a série,situações mal explicadas e sem sentido passaram a ser a marca de Heroes na quarta temporada.
Méritos ficaram apenas para 1º temporada,a serie tinha tudo pra ser promissora e seguir em uma crescente nas temporadas seguintes,mas a partir da 2º temporada a serie perde totalmente o controle,e é nesse momento que a série começa a fracassar,da segunda temporada até a quarta e última,a série se torna um fiasco,e no geral a serie é fraca.
Amei essa série, fiquei vidrado nela, eu recomendo ela é perfeita, adoro séries de ficção científica
A última temporada pensei que seria uma conclusão apoteótica, mas foi mais como um gancho em forma de saga, que não trouxe solução alguma pra uma série de dúvidas e o destino de personagens que sumiram ao longo da trama. Foi definitivamente uma série assassinada abruptamente. Não vou dar pormenores pra não mandar spoiler. Um dia espero uma possível sequência decente.
amei essa série desde o começo acompanhei todas as 4 temporadas e comprei pra minha coleção porem so o final deixou a desejar no resto ela é excelente
Uma das melhores séries que já assisti, lembro que na epoca dava preferencia a ela do que Lost. Elenco maneiríssimo, o Sylar era um vilão muito foda e o Hiro era uma comédia. Pena que a última greve dos roteiristas no meio da segunda temporada deixou a série muito confusa e a história se perdeu. Não aguentei ver a última temporada toda, pois não estava muito atrativa.
As primeiras temporadas são bem legais, mais vai perdendo o foco depois...
Série com efeitos especiais moderado. História muito boa. Deixa os telespectadores com vontade de ver novamente. Recomendo.
Ótima e intrigante, até resolverem cancelar a série no meio e sem um final concreto. Apos anos resolvem lançar a versão Reborn para dar um sentido.
spoiler:
ótima serie, ate o diretor ferrar tudo cometendo pequenos grandes erros recomendo assistir a te a 2 temporada para n se decepcionar depois.
ótima serie, ate o diretor ferrar tudo cometendo pequenos grandes erros recomendo assistir a te a 2 temporada para n se decepcionar depois.
é maravilhosa não canso de assiste. recomendado a todos.