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    House of Cards
    Críticas dos usuários
    Críticas da imprensa
    Média
    4,7
    1864 notas e 142 críticas
    distribuição de 142 críticas por nota
    82 críticas
    46 críticas
    8 críticas
    4 críticas
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    Cecéu Carvalho
    Cecéu Carvalho

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 28 de dezembro de 2020
    Os Estados Unidos, pelo menos entre as assim chamadas grandes potências ou relevantes, é o país mais violentamente conservador, hipócrita e moralista. Quem viveu lá, como eu, sabe que esta afirmação não é exagerada ou tendenciosa. No cinema isso fica claro nas cenas de sexo em que os atores transam cobertos por lençóis ou cobertores e o ato é pateticamente fake, diferente dos filmes europeus, onde a nudez frontal é mostrada sem escrúpulos e até levanta a dúvida se o sexo não teria acontecido mesmo em vez de apenas a encenação de tão realista que é. Foi essa cultura asquerosa que baniu o extraordinário ator Kevin Spacey por assediar... homens. Há uma enorme e óbvia diferença entre o assédio masculino e o feminino. Enquanto este leva em consideração a fragilidade física da mulher, o primeiro não tem esse argumento, ainda mais se tratando de um homem de meia idade, sem maiores atributos físicos, assediando jovens bombados. Perdemos todos que valorizam atores brilhantes. Não há nenhuma chance de que eu venha a continuidade da série sem Kavin Spacey, mesmo com a fantástica Robin Wright, com quem formava um par perfeito.
    Franc Moura
    Franc Moura

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    Crítica da série
    2,0
    Enviada em 11 de dezembro de 2020
    Não funcionou para mim, muito arrastada, acabou sendo um martírio continuar, a história e a premissa são interessantes mas acho que o ritmo que tudo se desenvolve é muito devagar, acabou não me prendendo.
    Adf32000
    Adf32000

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    Crítica da série
    3,0
    Enviada em 31 de dezembro de 2018
    A série é boa, mas requer paciência da pessoa que vai ver, entretanto, representa muito bem os bastidores da política.
    Marcela  L
    Marcela L

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 14 de março de 2019
    A 6ª temporada é centrada na tentativa de Claire em ganhar voz própria, usando de sua frieza, inteligência e de um discurso inteligentemente inclusivo – o uso maquiavélico do feminismo é brilhante rs. Ainda bem que existia a "Claire" para a série não ficar obscura pelos fatos na vida real de Kevin Spacey (Frank Underwood).
    Gabriel F.
    Gabriel F.

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    Crítica da 3 temporada
    5,0
    Enviada em 4 de março de 2015
    Terceira temporada tão viciante, quanto o poder para Frank Underwood. Impossível não engatar uma maratona e ver todos os episódios de uma vez. Frank Underwood se mostra cada vez mais um personagem histórico, e assim como Walter White, se tornará um ícone inesquecível. Kevin Spacey com certeza será muito premiado pela brilhante atuação, assim como Robin Whight e Michael Kelly, como Claire e Doug respectivamente. Vale a pena ver.
    Marco Antônio S.
    Marco Antônio S.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 15 de março de 2014
    Fenomenal , explica a mente do politico de acordo com Maquiavel , o senso de ferocidade , denota o mundo politico e acompanha Francis Underwold um Congressista (Deputado Federal) e sua escalada ao poder , após ser preterido ao cargo de Secretário de Defesa , a partir de então ele quer nada mais nada menos que o topo a presidência dos EUA a partir de um plano altamente articulado e inescrupuloso e em destaque sempre a exposição das ideias da consciencia de Francis com o expectador , e destacando a atuação impecável de Kevin Spacey (Francis Underworld) .
    Fernanda F.
    Fernanda F.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 9 de novembro de 2014
    Série sensacional e inteligente da qual o ator Kevin Spacey incorpora de uma forma incrível o protagonista Frank Underwood, um político que começa embaixo e consegue se tornar o presidente dos Estados Unidos passando por cima de todos de uma forma inusitada. Melhor série que eu já assisti até hoje e tô louca pra ver o seu desfecho. Infelizmente só saiu 2 temporadas, ainda.
    Airton Reis Jr.
    Airton Reis Jr.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 3 de dezembro de 2015
    O elenco, o roteiro e todo o resto estão irretocáveis. Mostra o lado pragmático, implacável da política, que não dá margem para o idealismo ingênuo. Um dos melhores trabalhos de Kevin Spacey, com a incrível parceria de Robin Wright.
    Israel T.
    Israel T.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 2 de agosto de 2015
    Excelente... Mostra os bastidores políticos, não confie em ninguém, não erre, não tenho pena, tudo pelo poder, impressionante...
    Heliarly F. R.
    Heliarly F. R.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 12 de janeiro de 2015
    É o Barcelona das séries. Genial, impressionante e imperdível.
    Glaucio Delarue
    Glaucio Delarue

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    Crítica da 5 temporada
    0,5
    Enviada em 12 de julho de 2017
    Desastrosa é a palavra que mais define essa temporada. Destoa completamente das quatro primeiras temporadas, onde vemos um roteiro bem trabalhado, com diálogos elaborados e uma fidelidade ao realismo. A quinta temporada se perde, provavelmente com a saída do criador e a spoiler: tentativa forçada de dar o poder a Claire , ocasionando em diálogos nonsenses, episódios medonhos e um roteiro de dar pena. Triste que uma série de tão alto nível tenha uma temporada digna de novelas mexicanas da pior espécie.
    Jojo T.
    Jojo T.

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    Crítica da 5 temporada
    3,0
    Enviada em 31 de maio de 2017
    House of Cards viveu seu auge, sem dúvida, nas 4 primeiras temporadas, especialmente na 3ª e 4ª , quando Frank Underwood emergiu enlouquecido por vingança e poder a qualquer custo, no fictício e exagerado meio político americano criado por Beau Willimon e pelo protagonista Kevin Spacey. Marcou época, conquistando provavelmente um lugar no panteão dos piores vilões já produzidos nas telas de Tv ou Cinema. Todos os seus ardis e da esposa Claire, para alcançar o poder, atropelando o que cruzasse seus caminhos, de fato surpreenderam e até assustaram, tamanha a sede de ambos, maquinando qqr ação sem escrúpulo, para chegar aos seus objetivos, como se fossem dois predadores. Mas na 5ª temporada já houve uma clara perda de criatividade, fôlego e tempo com tramas arrastadas, direções comedidas e cadência de roteiro. Tudo isso faz a história lentamente perder a capacidade de cativar fãs antigos, embora vá atrair fãs novos. Mas a sensação de novidade se foi e agora o que interessa é saber como os Underwood pagarão por todos os males que cometeram. Além disso, as reviravoltas cada mais absurdas e inverossímeis praticadas pelos roteiristas para salvar a pele de Frank, começam a soar excessivamente forçadas, deixando no espectador uma sensação de incredulidade, tipo "ah! aí já demais!" . Até há um momento, numa conversa entre Frank e Claire em que ele, cita numericamente e de forma desnecessária, uma por uma, as eleições de 2016, 2020, 2024, 2028 até 2032, projetando manter-se no poder. Será que a Justiça e o o eleitor americano seriam tão imbecis e cegos assim? Mas pelo jeito Kevin Spacey e o Netflix adoraram a audiência e pelo gancho deixado no final desta temporada, teremos uma continuação da Escola da Maldade de Frank e Claire. Lamentável, pois não há mais nada a ser contado.
    'Renata Q.
    'Renata Q.

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    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 13 de maio de 2015
    No início achei bem chato, mas insisti pq falavam muito bem. Na segunda temporada melhorou bastante! Pena q demora tanto pra lancarem os episodios novos q temos q Rever muita coisa ao inicio de cada temporada!
    Liz Helena M.
    Liz Helena M.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 1 de agosto de 2015
    Imperdível! Já vi todas as temporadas até agora e estou ansiosa esperando o resto! Vale a pena conferir! Trilha instigante!!!!
    F. V. Fraga
    F. V. Fraga

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 5 de agosto de 2016
    [[[parágrafo]]] Para os fãs brasileiros de 'House of Cards', principalmente para quem já assistiu a segunda temporada e especialmente por causa do cenário político do nosso país de 2015 para 2016, a série ganhou um gosto especial e quase premonitório. Mas, teria a série da Netflix alguma correlação com os acontecimentos políticos no Brasil ou de qualquer outro país, já que os EUA nunca tiveram nenhum presidente afastado por impeachment? Sendo que dois escaparam do processo: Andrew Johnson e Bill Clinton, além de Richard Nixon, que renunciou para evitar a deposição. Certo é que o contexto político da série que revolucionou a maneira como nos relacionamos com seriados televisivos, tem muito a dizer sobre a história da política, não só a recente, mas desde o início da democracia ocidental, tanto no Brasil, quanto em outros países pelo mundo e em diferentes épocas. [[[parágrafo]]] No ano passado, quando os processos de impeachment da presidenta Dilma começaram a serem discutidos e neste ano, quando ela foi afastada do cargo por seis meses, com grande possibilidade de não retornar, tendo seu cargo assumido pelo vice-presidente Michel Temer é impossível que os fãs de 'House of Cards' não tenham tido uma sensação de “déjà vu”. [“spoiler alert” leve] Na segunda temporada da série exibida via “streaming”, também ocorre um processo de afastamento onde o presidente dos Estados Unidos é definitivamente impedido de governar. [fim do “spoiler”] Ainda que sejam contextos bastante diferentes, não é impossível de se estabelecer algumas analogias entre a realidade brasileira e a ficção norte-americana. [[[parágrafo]]] Comparar o personagem Frank Underwood, magistralmente interpretado por Kevin Spacey, com Michel Temer ou mesmo o ex-presidente renunciante à Câmara de Deputados Federal Eduardo Cunha, pode até parecer exagero. Porém, justo ou não, é quase inegável o papel de Cunha para que o processo ocorresse e se Temer não colaborou diretamente para que a presidenta fosse afastada, pelo menos ele não parece ter se esforçado para que ela permanecesse no cargo. Mas, se não temos acesso a tudo o que ocorre nos bastidores da política nacional, assistir a seriados que abordem a política de forma geral, nos ajuda a imaginar e entender parte da politicagem real. [[[parágrafo]]] Indo além da temática do impeachment, ‘House of Cards’ nos faz entender, também, outras relações do meio político. Temos os financiamentos de campanha, que são relacionados com favorecimentos de determinadas empresas. Vemos as puxadas de tapete dentro dos próprios partidos entre os supostamente “colegas partidários”. Qualquer um que tenha um mínimo de conhecimento da política partidária, principalmente no Brasil, com seus 35 partidos (e mais alguns já pediram aprovação), sabe que muitas vezes a competição é ainda maior dentro dos próprios partidos, o que explica as trocas e os pedidos cada vez mais frequentes de novas siglas. São retratados ainda os conflitos internacionais, principalmente sobre as relações dos Estados Unidos com a Rússia e as tenções históricas entre ambas as nações, assim como as guerras travadas pelos estadunidenses recentemente. [[[parágrafo]]] No que tange aos processos democráticos, ‘House of Cards’, também exemplifica muito bem como funciona historicamente a democracia brasileira e mundial, não só a contemporânea. Quem conhece um pouco da história da democracia desde os primórdios, sabe que ela teve um início pseudodemocrático, onde apenas os cidadãos privilegiados votavam, na Grécia, com algumas evoluções em Roma, depois passando por períodos mais autocráticos e evoluindo após algumas revoluções como a francesa e a americana. Séries de livros como a ‘O Imperador’, de Conn Iggulden, que apesar de serem mais literárias, do que históricas, retratam muito bem essas alternâncias e “rasteiras” do poder desde a época do Império Romano, demonstrando que a corrupção e traições não são características apenas das repúblicas modernas e já aconteciam na época de Caio Júlio César. [[[parágrafo]]] Originalmente, ‘House of Cards’ foi adaptada do livro do britânico Michael Dobbs, pelo canal de TV BBC, em uma série de quatro episódios em 1990. Nesta americana de 2013 foi livremente inspirada nos livro e série, pelo diretor David Fincher, em seu primeiro trabalho em um seriado para a TV, no qual dirigiu os primeiros episódios, além de ser seu produtor executivo, projeto que ele já pensava em trabalhar desde 2008, quando conheceu a versão original inglesa. Logo que foi lançada a série, ela alcançou rápida aprovação de público e crítica, incentivando o “binge watching” (ato de assistir dois ou mais episódios de uma série de uma vez só). [[[parágrafo]]] Seu sucesso se deve principalmente à sua qualidade técnica, com uma fotografia que anteriormente só se via no cinema e em algumas poucas séries que se igualavam em qualidade, como ‘Os Sopranos’ (1999 – 2007) e ‘Breaking Bad’ (2008 – 2013). O roteiro de cada episódio, também é extremamente bem escrito, com diálogos complexos e realistas, além das excelentes atuações de Kevin Spacey, Robin Wright, Michael Kelly e Kate Mara. A produção como um todo passa a sensação para os fãs, de que estão vendo um longo filme de Fincher, o que é uma feliz sensação para o público que cultua o diretor de ‘Seven – Os Sete Pecados Capitais’ (1995) e ‘Clube da Luta’ (1999). [[[parágrafo]]] Não bastasse toda sua qualidade cinematográfica e como representação do universo político, ‘House of Cards’ ainda teve a vanguarda de ser produzido pelo Netflix. Foi a primeira série popular a ser totalmente produzida para o canal de streaming e a ter todos os seus episódios disponibilizados de uma só vez, possibilitando que o espectador defina como assistir, mudando a forma como o público se relaciona com séries e como os episódios eram filmados em produções posteriores. Também foi o primeiro seriado produzido originalmente pela empresa online, a receber indicações ao Emmy Award. [[[parágrafo]]] O seriado fez história ao ser indicado a nove prêmios do Emmy, incluindo as categorias melhor série dramática, melhor ator (Kevin Spacey) e melhor atriz (Robin Wright). ‘House of Cards’ rapidamente começou a figurar entre as melhores series e filmes sobre política, ao lado de ‘The West Wing’ (1999) e ‘Scandal’ (2012), e entre longas-metragens como ‘Tudo pelo Poder’ (2011) e ‘Virada no Jogo’ (2012). Ainda que Frank Underwood seja um político do Partido Democrata na série, Kevin Spacey fez um grande trabalho de pesquisa para se preparar para o personagem tendo contato com o congressista Kevin McCarthy, líder do Partido Republicano. Neste ano de 2016, Robin Wright chamou atenção no meio do jornalismo político-cultural, por exigir o mesmo salário que o de Kevin Spacey, alegando com o argumento justo, que sua personagem é tão importante quanto o dele e assim conseguindo que os produtores atendessem seu pedido de equiparação salarial. [[[parágrafo]]] Até mesmo o presidente dos Estados Unidos Barack Obama revelou ser fã de ‘House of Cards’, chegando a publicar no Twitter um pedido para que ninguém postasse “spoilers” durante a estreia da segunda temporada em 2014. A série ganhou tanto crédito nos sites que noticiam política e cultura, que frequentemente atores do seriado são questionados sobre política; e funcionários do governo comentam sobre a série. O advogado e professor Michael Posner, que foi secretário-assistente do governo de Obama entre 2009 e 2013, disse em uma entrevista que o seriado não reflete a realidade. Michael Kelly, o ator que interpreta o personagem Doug Stamper, assessor de Frank Underwood, chegou a comentar sobre a política brasileira, ao ser questionado por um jornalista em uma viajem a Buenos Aires. [[[parágrafo]]] E como os produtores e diretores de marketing da Netflix, sabem que vida e arte se misturam de formas, no mínimo irônicas, em uma criativa campanha publicitária do início deste ano, foram divulgadas capas digitais de veículos como a Veja e a Carta Capital, alimentando ainda mais a mítica das coincidências entre a série e a política brasileira. #FÃCULT #FanCult #PipocadePimenta #FVFraga.
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