All Her Fault
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Média
4,1
115 notas

33 Críticas do usuário

5
15 críticas
4
12 críticas
3
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Jamily F.
Jamily F.

24 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
Sinceramente? Eu esperava mais .. o PLOT que todos estavam falando que seria maravilhoso eu não achei tudo isso, eu já desconfiava de quem poderia ter feito isso, e que o pai era um grande suspeito, e quando mostrou a Carrie grávida eu já sabia que poderia ter trocado o bebê. Nada de muito espetacular na série, mas para quem ainda está engatinhando no gênero plotwish até que pode ser bom, porém eu esperava mais, e de verdade porque todo mundo tava falando me decepcionou muito, me deu até uma sensação de perca de tempo
Max
Max

51 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
All Her Fault conseguiu prender muito a minha atenção do começo ao fim. A série tem uma história envolvente, ótimas atuações e personagens complexos, que fazem o espectador querer entender cada detalhe de suas emoções e motivações. A reviravolta final é realmente chocante e me surpreendeu bastante, algo raro de ver hoje em dia. Acabou se tornando uma das minhas séries favoritas e eu recomendo muito. Além disso, gostei ainda mais por ter a Sophia Lillis no elenco principal, ela entrega uma ótima performance e dá muita força à sua personagem,me apeguei a personagem,e se tornou uma das minhas atuações favoritas dela.
Victor C.
Victor C.

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 20 de janeiro de 2026
A série nem é ruim. É péssima. Engana nos primeiros capítulos, mas depois se torna vergonhosa.

Que roteiro é esse?

Carrie sequestra o filho, mata um homem e bastava ela FAZER O DNA e comprovaria que Milo era filho dela.
Era só pegar um copo de milk shake tocado pelo garoto e fazer o teste. Depois metia um processo na família e ainda recebia uma indenização milionária. Simples assim. Mas ela preferiu sequestrar o próprio filho e ficar pobre mesmo porque...ah, é bom ser pobre.

Marissa NÃO CONFERE o número do telefone da mulher que está dizendo que vai pegar o filho, NÃO FALA com a mulher pra confirmar, deixa o filho ir a uma casa que ela sequer conhece, faz muito sentido. Principalmente vindo de uma mulher tranquila, low profile como a Marissa, praticamente uma surfista dos anos 70.

Nem a Lia nem o Brian perceberam que o Peter era o culpado pelo acidente do Brian. Peralá! A Lia tinha 6 anos. Uma criança de 6 anos sabe o que NÃO fez. E ela nem estava no local do acidente.

O pai da Carrie mata o Kyle (só porque estava afim), joga o corpo dele no mar, NINGUÉM vê, tranquilidade. Jogar o corpo de um homem no mar, quem nunca?

Peter mata o pai da Carrie no motel, ninguém investiga a morte, não há câmeras, o carro do Peter não é visto. Câmeras de segurança no motel? Oi? Polícia investigar a morte? Ãn?

Collin está desviando dinheiro há meses da conta da empresa que tem com Marissa. Ele é avisado que uma conta está descoberta. Mas a Marissa, sócia dele, que sabe que ele viciado em jogo, não sabe de nada. Também, né? Só porque a empresa também era dela?

E pra fechar com chave de ouro, Peter, aquele que não pode encostar num grão de soja (um simples beijo em alguém que consumiu soja o matou) NÃO ANDA com várias canetas com antídoto contra um eventual envenenamento. Sim, ele ia se arriscar, não ia conferir a data da injeção, não ia ter injeção de reserva, faz toda lógica.

E ainda tem o policial, todo certinho, que saca que houve um assassinato, mas prefere se calar porque "se sente bem."

Se isso é uma série boa, me digam o que é uma ruim. Fujam dessa bomba!








[/spoiler]
Gustavo Bacellar
Gustavo Bacellar

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2026
História prende, clima tenso do começo ao fim e aquela sensação constante de “ninguém é totalmente inocente”.
O legal é que a série brinca com o nosso julgamento o tempo todo — quando a gente acha que entendeu tudo, vem outra virada 
Ricardo L.
Ricardo L.

63.270 seguidores 3.205 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2026
Uma série de muita qualidade, com um tema extremamente delicado e necessário! Elenco de primeiríssima qualidade! Poderia ter sido perfeita, se não fosse pelo final um tanto forçado.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.241 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2026
É uma boa série, principalmente pelos temas sensíveis e profundos abordados em segundo plano da série. Quanto ao tema central, que é o sequestro do menino, algumas coincidências deixaram a desejar. A série, em seus 8 episódios, aborda temas como: Terror psicológico, fragilidade de confiança, segredos familiares e sociais, desconfiança, culpa, responsabilidade e desestruturação familiar. O episódio 5 traz um questionamento muito interessante sobre família/paternidade/casamento.

spoiler: A única certeza da série é que Jake morreria por ser alérgico a soja. Essa foi clichê demais.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 958 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 3 de março de 2026
Roteiro de excelência, elenco ótimo e uma grande trama. Série realizada na medida certa, sem exageros de enrolação, vai direto ao ponto e nos entrega vários plot twists.
Yuri
Yuri

71 seguidores 508 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 18 de janeiro de 2026
All Her Fault é uma excelente minissérie de suspense que prende a atenção do espectador do início ao fim. A princípio, spoiler: todos parecem ser culpados,
mas, à medida que a história se desenrola, tudo vai se explicando aos poucos. A minissérie tem várias reviravoltas, principalmente spoiler: nos episódios 5 e 7.
Ao fim, spoiler: tudo muda e o que pensávamos logo no começo se transforma: a personagem que achávamos culpada era, na verdade, inocente.
A minissérie envolve bastante o espectador e é bem explicada e amarrada. O elenco é razoável, com boas atuações. É uma das melhores minisséries de suspense que assisti. Recomendo.
NerdCall
NerdCall

56 seguidores 440 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,5
Enviada em 6 de janeiro de 2026
Desde o anúncio de All Her Fault, o maior atrativo sempre foi Sarah Snook. Depois de encerrar sua trajetória marcante como Shiv Roy em Succession e de emprestar a voz à protagonista de Memórias de um Caracol, animação indicada ao Oscar, havia uma curiosidade natural sobre qual seria o próximo passo da atriz na televisão. A série ainda nem tinha data confirmada para estrear no Brasil quando Snook foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz em Série de Drama no Critics’ Choice Awards 2026. Depois de ela ter vencido a premiação, isso acabou funcionando como o empurrão definitivo para mergulhar na produção assim que ela chegou ao Prime Video.

Mais do que um chamariz, Sarah Snook se prova o verdadeiro eixo de All Her Fault. Existe uma expectativa legítima sobre como atores conseguem se desvincular de personagens muito fortes, e havia o risco de Snook ficar presa à sombra de Shiv Roy. Felizmente, isso não acontece. Aqui, ela constrói uma personagem completamente diferente: mais frágil, emocionalmente exposta e tomada por culpa. Sua Marissa Irvine é uma mulher à beira do colapso, e essa entrega intensa sustenta a série mesmo quando o roteiro oscila.

O protagonismo de Snook é tão forte que, em alguns momentos, acaba ofuscando o restante do elenco. Dakota Fanning, por exemplo, tem presença, mas não atinge o mesmo nível de impacto dramático. O texto de Megan Gallagher tenta oferecer cenas densas para todos, mas a diferença de entrega acaba ficando evidente. Curiosamente, quem consegue acompanhar Snook de forma mais equilibrada é Sophia Lillis, mesmo com pouco tempo de tela. As duas dividem apenas uma cena, mas é o suficiente para mostrar como Lillis segue confirmando o talento que já chamava atenção desde It: A Coisa.

A trama central de All Her Fault é apresentada de forma direta: nos primeiros minutos, acompanhamos Marissa indo buscar seu filho Milo na casa de um colega de escola, apenas para descobrir que ninguém ali o conhece, e que garoto havia desaparecido. A série não perde tempo em estabelecer o conflito, e essa escolha é importante para entender seu verdadeiro foco. Diferente do que o público pode esperar, a produção não se sustenta apenas na pergunta “quem sequestrou Milo?”. Na verdade, essa resposta surge relativamente cedo.

Essa decisão pode causar estranhamento inicial, mas fica claro, ao longo dos episódios, que o interesse da série não está no mistério em si, e sim no caminho que levou até aquele ponto. A investigação serve muito mais como pano de fundo para explorar relações, segredos e decisões mal resolvidas. A possibilidade de um cúmplice, levantada pelo roteiro, ajuda a manter o suspense ativo e dá fôlego à narrativa, mesmo quando já sabemos parte da verdade.

No primeiro bloco da série, esse jogo funciona bem. Existe um vai e vem constante de suspeitas, e o roteiro faz questão de colocar os personagens sob desconfiança o tempo todo. A cada novo episódio, alguém parece culpado, apenas para ser descartado logo em seguida. Isso prende a atenção inicialmente, mas aos poucos se torna previsível. Depois da segunda ou terceira vez, o espectador já entende a dinâmica e percebe que essa troca de suspeitos serve mais para manter o ritmo do que para realmente avançar a história.

A partir da metade da temporada, All Her Fault muda de postura. A série começa a se preocupar menos em criar mistério e mais em amarrar suas respostas. É nesse ponto que o ritmo sofre. Alguns episódios se concentram em conflitos familiares e subtramas que, apesar de relevantes para os personagens, acabam surgindo de forma apressada. Há momentos em que o excesso de explicações, feitas quase sempre por meio de diálogos muito diretos, quebra a fluidez da narrativa e até faz o espectador esquecer, temporariamente, que existe uma criança desaparecida no centro de tudo.

Essa escolha, no entanto, parece calculada. Ao “limpar o terreno” e resolver essas pendências, a série abre espaço para que o desfecho do sequestro aconteça sem distrações. E é justamente nos episódios finais que All Her Fault encontra seu melhor equilíbrio. O encerramento consegue conectar os conflitos emocionais, as falhas de caráter e as decisões questionáveis dos personagens ao evento central da história.

A revelação do porquê tudo aconteceu é construída com cuidado. A série espalha pistas ao longo do caminho, mas dificilmente o espectador consegue juntar todas antes do momento certo. O interesse não está em surpreender de forma gratuita, e sim em fazer com que as ações façam sentido quando finalmente são reveladas. Conforme o final se aproxima, a tensão aumenta, colocando o público no mesmo estado de confusão e desespero de Marissa: saber o que é certo não significa, necessariamente, conseguir agir dessa forma.

Mesmo com seus méritos, All Her Fault não é uma série sem problemas. O excesso de subtramas pesa, algumas se resolvem rápido demais e outras parecem existir sem uma ligação clara com o núcleo principal. A narrativa fragmentada entre passado e presente também pode confundir, mesmo quem esteja atento aos detalhes. Além disso, a ausência de um ator à altura de Sarah Snook no papel de Peter Irvine se torna evidente, especialmente considerando a importância do personagem para o desenvolvimento da trama. Em diversas cenas, a diferença de intensidade entre os dois compromete o impacto emocional.

Ainda assim, All Her Fault se sustenta como um bom thriller, desde que o espectador esteja disposto a atravessar os episódios centrais com um pouco mais de paciência. A série começa instigante, entra em um ciclo repetitivo de acusações no meio do caminho, mas se recupera ao encontrar um propósito mais claro nos episódios finais. Quando tudo está finalmente estabelecido, o roteiro entrega reviravoltas eficazes e um encerramento que justifica as escolhas anteriores.

No fim das contas, All Her Fault é uma produção competente, que talvez se perca em alguns excessos, mas acerta ao apostar no drama humano por trás do mistério. Sarah Snook confirma mais uma vez seu talento e reforça seu lugar entre as grandes atrizes da televisão atual. Mesmo com falhas estruturais, a série consegue deixar uma impressão positiva e se apresenta como um bom início para o calendário de séries de 2026.
Fábio R.
Fábio R.

23 seguidores 83 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 14 de janeiro de 2026
A série tem vários desdobramentos com revelações dramáticas, e na medida que ela vai se desenrolando vai se tornando mais sombria.
Enio
Enio

9 seguidores 61 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 20 de janeiro de 2026
Um requisito básico para uma boa obra é a coerência com seu próprio conceito... o restante é ousadia.
E em "All Her Fault" encontramos coerência e ousadia.
Além de uma trama cheia de reviravoltas bem costuradas e de revelações diluídas ao longo do roteiro, o seriado provoca o debate sobre temas sensíveis sobre os desafios contemporâneos da maternidade/paternidade, assim como a instabilidade que isso causa nas relações dos casais, especialmente na omissão e visão ainda machista da sociedade quanto ao papel do homem nesse contexto.
Leonardo gabriel Araujo
Leonardo gabriel Araujo

3 seguidores 54 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 8 de março de 2026
Gostei bastante. O suspense me prendeu e as atuações são boas. O final, porém, achei um pouco a desejar. Poderia ter sido melhor desenvolvido.
Fabi Botelho
Fabi Botelho

1 seguidor 70 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2026
Série muito boa!!! Gostei do contexto, de como vai desenrolando a história e do final ! Muita boa mesmo. Deixou a desejar na explicação na parte do quarto ( no final da série ) porém sem deixar spoiler.
A criança não ouviu ???? Não estava vendada ???
Max
Max

51 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2026
All Her Fault conseguiu prender muito a minha atenção do começo ao fim. A série tem uma história envolvente, ótimas atuações e personagens complexos, que fazem o espectador querer entender cada detalhe de suas emoções e motivações. A reviravolta final é realmente chocante e me surpreendeu bastante, algo raro de ver hoje em dia. Acabou se tornando uma das minhas séries favoritas e eu recomendo muito. Além disso, gostei ainda mais por ter a Sophia Lillis no elenco principal, ela entrega uma ótima performance e dá muita força à sua personagem,me apeguei a personagem,e se tornou uma das minhas atuações favoritas dela.
Luciano F.
Luciano F.

28 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de janeiro de 2026
Série excelente! É curta, com boas atuações, ótimo desenvolvimento, te prende do início ao fim, não deixa pontas soltas e com um final surpreendente! Assistam!