Não sou muito de assistir seriados, até porque o motivo é que muitos demoram a publicar as próximas temporadas e outras são intermináveis. Mas 'O MAESTRO E O MAR' me conquistou, a princípio me pareceu mais um romance clichê, mas me surpreendeu ao abordar temas muito atuais: Em meio a romances proibidos, os nove episódios da primeira temporada abordam temas oportunos, como violência doméstica, tráfico de drogas e homossexualidade reprimida. Ou seja: o vilarejo, onde todo mundo se conhece, tem os mesmos problemas das metrópoles. Filmada na ilha de PAXOS, CORFU e ATENAS, um colírio para nossos olhos numa deslumbrante beleza, fotografia e paisagens de tirar o fôlego, além de uma trilha sonora belíssima que fez com que eu me aproximasse a gostar mais da música grega! A segunda temporada já está confirmada, já está sendo gravada, espero que estreie ainda em 2023!!!
Série gostosa de assistir. Prende do início ao fim. Tem suspense, drama, romance.… e muita química entre os protagonistas. Já quero a segunda temporada.
A série parece mais um romance clichê, mas surpreendeu ao abordar temas bastante atuais, exibe paisagens de tirar o fôlego, tem romance, suspense e muitas reviravoltas. Prendeu minha atenção do início ao fim.
Não estou gostando da 2ª temporada, o que era para ser uma minissérie romântica tornou-se um drama muito chato, já assisti 4 episódios e espero que os 2 últimos melhore para ter uma continuidade gostosa de assistir como a 1ª temporada, que cada episódio ficava um gostinho de quero mais, diferente da 2ª temporada que você não vê agora que termine. spoiler:
A série grega O Maestro e o Mar, com belas paisagens naturais, nos traz dois principais protagonistas, bem bonitos, que não me atrevo a pronunciar seus nomes, o que remete àquela frase que ouvíamos de nossos pais e avós: Eu estou falando grego? A história segue um maestro, que logo após a Covid 19, parte para uma ilha grega para realizar um concerto de música clássica. São duas temporadas que segue uma paixão entre um maestro de meia idade e uma bela jovem, de 18 anos, que me fez lembrar Brigitte Bardot, com excelentes pensamentos e diálogos. E esse amor, numa pequena ilha com poucos habitantes, onde todos se conhecem, traz à tona olhares e comentários preconceituosos, segredos desvendados e ameaças. E gera conflitos entre os casais. É uma série séria, num contraste entre a estupidez e o humanismo, tensa, de drama, que não conseguimos parar de assistir, que perpassa por assassinato, corrupção, investigação e problemas psicológicos; Freud está presente. A filosofia também, sendo Kalil Gibran citado na reflexão: “Vossos filhos não são vossos filhos. Vossos filhos são filhos da ânsia da vida, eles vêm através de vós, mas não vos pertenceis”. E o homossexualismo e a homofobia estão presentes; e numa cena forte, um pai quase mata o filho de tanta porrada ao descobrir que ele é gay. E, a segunda temporada, tem cenas que nos revoltam diante das atitudes de alguns personagens, revolta esta, aliviada pela música clássica, mais acentuada por “Clair de Lune”, de Debussy. A trilha sonora é repleta de boas músicas, sublinhando-se La Belle Vie (the good life), por Sacha Distel.
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