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Diogo Maroeli Santos
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Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 10 de janeiro de 2025
Uma série divertidíssima, emocionante e que passa rápido, só acho que tem algumas conveniências de roteiro e parece muito irreal, tipo situações absurdas e forçadas. Mas, da mesma forma, eu veria umas 10 temporadas disso aqui.
Um Começo Modesto, mas Promissor para o DCU de James Gunn
Após anos de altos e baixos do DCEU sob a liderança de Zack Snyder, "Comando das Criaturas" surge como a primeira produção oficial do novo DCU, comandado por James Gunn e Peter Safran. Embora títulos como Peacemaker e o personagem do Besouro Azul já façam parte deste universo, é com esta série que Gunn busca estabelecer as bases de um novo capítulo, um verdadeiro divisor de águas para a DC nos cinemas e na TV. Mas será que o projeto cumpre o papel de reacender as esperanças ou corre o risco de repetir os erros do passado?
Desde o início, a escolha de Gunn em apostar em um grupo de personagens obscuros se mostra estratégica. Em vez de começar com ícones como Superman ou Batman – cuja recepção inicial poderia gerar divisões no público – ele opta por um caminho mais seguro e experimental. Ao trazer para os holofotes uma equipe de anti-heróis desconhecidos, Gunn não apenas explora sua liberdade criativa, como também evita o peso das expectativas relacionadas a grandes nomes. A série, que começou a ser desenvolvida logo após o fim da primeira temporada de Peacemaker, chega como uma vitrine para apresentar o tom e a abordagem do novo universo DC, enquanto dá pistas do que esperar no futuro, especialmente do aguardado Superman.
Narrativamente, "Comando das Criaturas" adota uma estrutura enxuta e eficiente, situando-se em poucos dias. Essa escolha evita a necessidade de grandes conexões com projetos futuros e permite que a trama se concentre em sua própria construção. Gunn recorre a uma combinação de flashbacks e eventos no presente, permitindo que cada episódio explore a história de um personagem específico. Embora algumas narrativas individuais sejam mais cativantes do que outras, o diretor consegue manter a coesão e entregar uma experiência divertida e dinâmica. Seu estilo característico – repleto de humor ácido, diálogos rápidos e referências à cultura pop – está presente em cada episódio, reafirmando sua assinatura como contador de histórias.
Um aspecto notável é como Gunn amarra pontas soltas deixadas por Peacemaker e O Esquadrão Suicida, projetos desenvolvidos antes de sua nomeação como CEO da DC Studios. Essa abordagem demonstra um aprendizado valioso das falhas estruturais do universo Marvel, onde Gunn também trabalhou. Aqui, ele dá prioridade à construção narrativa e cronológica, transmitindo segurança sobre os rumos do novo DCU. É evidente o carinho e a compreensão que ele tem do gênero de super-heróis, sabendo equilibrar inovação e familiaridade de forma eficaz.
Mesmo que "Comando das Criaturas" não busque reformular o gênero de heróis, muitas vezes criticado por sua saturação, Gunn utiliza a série como uma espécie de termômetro para o público. Se ele conseguiu cativar os fãs com personagens secundários, isso apenas aumenta a expectativa para suas abordagens futuras com figuras icônicas como Superman. A série, portanto, não é apenas um produto isolado, mas uma peça fundamental na estratégia de reconstrução da DC.
Em suma, "Comando das Criaturas" é um começo modesto, mas promissor para o DCU. James Gunn entrega um trabalho sólido, que diverte e prepara o terreno para projetos maiores, sem pressa ou exageros. Ainda que o futuro empolgue, é preciso cautela: nem todos os projetos terão a mesma supervisão direta de Gunn, mas até o momento, as escolhas feitas inspiram confiança. A DC parece finalmente estar encontrando seu caminho, e "Comando das Criaturas" pode ser o primeiro passo de uma jornada de redenção.
A animação é visualmente impecável, com uma estrutura técnica de alta qualidade que impressiona. O roteiro, embora não seja revolucionário, apresenta uma narrativa interessante que prende a atenção e conduz bem a história. No geral, é uma obra cativante e bem executada, ideal para quem aprecia uma combinação de criatividade visual com uma trama sólida.
A insistência em usar Gogol Bordello em praticamente todas as cenas de ação tornou-se exaustiva e acabou prejudicando o clima da trama. O excesso é tão evidente que chega a distrair e tirar a imersão do espectador, transformando momentos que poderiam ser épicos em algo repetitivo e desgastante. É uma escolha musical que poderia ter sido pontual e impactante, mas, do jeito que foi utilizada, acabou estragando o equilíbrio da narrativa.
Não sou fã de animação, mais fui ver isso por causa da promessa da nova DC e olhe curtir isso aqui em , começou muito bem , na metade se perdeu um pouco mais nos últimos 2 episódios finalizou bem a animação, curtir bastante essa nova DC com o James gunn
O ponto alto da série foi a Circe, pois foi a personagem que eu criei muita expectativa. Apesar da introdução dos novos monstros eles não souberam aproveitar o potencial da vilã. Tem pontos a ser melhorados.
Desde a qualidade da animação até trilha sonora, edição e roteiro... Os primeiros 2 eps estão impecáveis. O James Gunn tem tudo o que o universo de quadrinhos precisa pra fugir do genérico e batido. Creatures Commando tem muita personalidade e está sendo, tranquilamente, a melhor obra de quadrinhos da atualidade.
"Creature Commandos" é simplesmente foda. A animação é muito bem feita, com um estilo visual que chama atenção desde o começo. Os personagens são legais demais, cheios de personalidade, e a interação entre eles é super divertida, o que deixa a série leve e rápida de assistir. O problema é que passa rápido até demais. Você termina os episódios querendo mais, o que é bom, mas ao mesmo tempo dá aquela sensação de que poderia ter explorado mais a história.
No fim das contas, "Creature Commandos" é uma estreia muito divertida e cheia de estilo. Não é perfeita, mas cumpre bem seu papel e deixa a gente animado pra ver o que mais vem por ai no novo DCU.
Falando nisso, a trama principal é bem simples, tipo, muito simples mesmo. Não é algo que estraga a serie, longe disso, mas dá a impressão de que faltou um pouco de ousadia. E melhor do que tentar inventar algo muito complicado e acabar estragando, mas vindo do James Gunn, eu esperava mais riscos. Ele tem essa confiança de sempre entregar algo criativo e único, e aqui parece que jogou no seguro.
Mesmo assim, o cara não deixa de impressionar. Fazer dessa série +18, cheia de violência, palavrões e até sexo, o pontapé inicial do novo universo DC foi ousado. E ainda teve a coragem de dizer que a partir de agora animações e live actions são todos canônicos. É o tipo de coisa que só ele mesmo teria peito pra fazer. A fórmula "Esquadrão Suicida" que ele usou pode parecer repetitiva, mas funciona.
Um bom início para o novo DCU. Bons personagens, boas histórias de origem e fica claro, do início ao fim, que eles são vilões. Parece que há um movimento no mundo dos heróis de transformar certos vilões em mocinhos ou anti-heróis. Isso não quer dizer que eles não possam ter profundidade e nós podemos nos simpatizar com a origem deles, porém, diferente do herói, eles transformar sua origem dramática em motivação para praticar algo maligno, e é isso que diferencia o herói do vilão. O episódio final me incomoda um pouco, achei muito corrido, mas no geral, um bom entretenimento.
Souberam trabalhar muito bem uma equipe secundaria, ou até terciária da DC. Acredito que essa seja a nova receita, pegar personagens com pouca gama de fãs e poder trabalhar da forma que melhor se passar na cabeça do responsável. amtenso esse ritmo é passível de mais algumas temporadas, histórias fluidas e explorando muito bem a volatilidade dos personagens que já existia nas HQs trazendo um cenário mais cômico no padrão James Gunn. Atingiu o objetivo do entretenimento.
Até que gostei mas não sei do que difere do esquadrão suicida ou da sargento rock com o antigo comando criatura , que na última aparição foi no desenho morte em família de 2020
Animação muito bem feita, com boa dinâmica e ação. Bons personagens, aliás alguns muito divertidos. Perde apenas em alguns diálogos e situações desnecessárias, fora isso é uma série muito boa. Diria também que é uma animação de adolescente para adulto, ou seja, não aconselho para crianças.
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