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Sergio Caiazzo
36 críticas
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Crítica da série
3,5
Enviada em 23 de setembro de 2026
Eric, segue um marionetista perturbado, com uma relação conflitante e desgastada com sua mulher, que acaba ocasionando o desaparecimento de seu filho Edgar, numa Nova York nos anos 1980, que os jovens vão perguntar: que coisa é aquela que se coloca num aparelho ligado a um tubo de televisão? — Meus jovens, é uma fita de vídeo, mais conhecida como VHS, que rodava no aparelho de nome vídeo cassete, antecessora do CD. De um enredo, digamos, até comum, o diretor Holly Pullinger e o criador Abi Morgan, abordam de forma singular esse drama, que é também um thriller psicológico, mais enquadrado em Vicent, pai do menino Edgar, interpretado de forma brilhante pelo ator Benedict Cumberbatch (kamberbet). A frase do escritor russo Liev Tolstói “Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo”, tem tudo a ver com o enredo, que é muito bem elaborado. E a trilha sonora é ótima, com destaque para a música I’m Not In Love, do 10CC, música de abertura e fechamento, que tem tudo a ver com a série.
esplêndido, me prendeu do começo ao fim, não decepciona em nada, o mistério durou pouco, mas enquanto durou, foi o melhor. No final a gente termina com um senso de realização, e finalização que a muito eu não via em séries do tipo, e é de um jeito real e sólido, que não foge a trama. Acima de tudo é coerente com sua estranheza do começo ao fim.
Se você quer assistir algo que realmente vai te fazer pensar por mais de um minuto e meio, como todo lixo repetitivo de hoje em dia assista, eu acho que você vai gostar.
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