Pluribus
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3,6
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56 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.276 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 19 de janeiro de 2026
Série aclamada em 2025! Uma história um tanto diferente para uma grande protagonista, dos mesmo criadores de Breaking Bad , daí já dar pra vê o quanto é boa.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

166 seguidores 253 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 22 de março de 2026
Vince Gilligan mantém sua assinatura, e sua autoralidade é facilmente identificável. Os takes continuam os mesmos. A ambientação também. A narrativa e a condução seguem com as mesmas características. Até a protagonista é familiar.

Mas a qualidade não chega perto de Breaking Bad e Better Call Saul. Talvez pelo enredo e roteiro serem completamente diferentes.

Vamos aguardar as próximas temporadas pra ver se melhora.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 446 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 25 de dezembro de 2025
Pluribus surgiu sem grande alarde inicial por parte da Apple TV, muito por conta da confiança de que o nome de Vince Gilligan, criador de Breaking Bad, seria suficiente para atrair a curiosidade do público. Aos poucos, porém, o streaming passou a investir em uma estratégia mais enigmática, com teasers misteriosos e uma premissa provocativa: uma invasão alienígena que não destrói o mundo, mas o torna feliz demais. A ideia de uma mulher que precisa acabar com a felicidade da humanidade soa absurda à primeira vista, mas justamente aí mora o charme da proposta.

Levando em conta o histórico da Apple TV em apostar em séries autorais e pouco convencionais, como Ruptura, o interesse por Pluribus cresce de forma natural. E a série não decepciona nesse aspecto. Há um senso claro de originalidade desde o primeiro episódio, tanto na estética quanto no tom. Gilligan traz uma identidade visual que remete a Breaking Bad, mas agora atravessada por uma camada de ficção científica, sem jamais se apoiar em fórmulas fáceis. Isso garante frescor à narrativa, ainda que também possa afastar parte do público que espera algo mais direto ou convencional.

O que Gilligan faz em Pluribus é, no mínimo, engenhoso. Em vez de seguir o caminho já conhecido das histórias de invasão alienígena, ele subverte completamente a expectativa. Não há destruição, guerra ou resistência armada. O que acontece é o oposto: um “vírus” alienígena une quase toda a humanidade em uma consciência coletiva pacífica e hiperfeliz. Esse simples desvio já reposiciona a série em outro patamar, abrindo espaço para reflexões muito mais amplas do que o habitual dentro do gênero.

A partir dessa escolha, Pluribus passa a questionar temas centrais da experiência humana. O que é felicidade? Ela precisa ser individual? Existe valor no conflito, na dor e na imperfeição? Uma felicidade imposta, mesmo que coletiva, é preferível a uma existência cheia de falhas, mas livre? Gilligan não oferece respostas prontas. Em vez disso, constrói situações que convidam o espectador a refletir por conta própria.

Para criar esse contraste, a série apresenta um pequeno grupo de pessoas imunes ao efeito alienígena. Entre elas está Carol Sturka, uma escritora solitária, amarga e pessimista, interpretada por Rhea Seehorn. Carol funciona como o contraponto perfeito à mente coletiva feliz. Enquanto o mundo parece ter encontrado um estado permanente de harmonia, ela continua presa às suas frustrações, inseguranças e isolamento. Essa oposição é uma das forças centrais da série.

Gilligan também acerta ao estabelecer regras claras para esse novo mundo. A mente coletiva não interfere diretamente na vida dos imunes, não mente e sempre age em benefício deles. Essas regras criam uma estranha sensação de conforto, ao mesmo tempo em que alimentam um desconforto constante. Afinal, se tudo parece funcionar tão bem, por que algo soa tão errado? A série não se preocupa em explicar imediatamente o porquê desse fenômeno ou como ele surgiu. O foco está nas relações e nas reações humanas diante dessa nova realidade.

Esse olhar mais observacional permite que Pluribus explore diferentes comportamentos. Há personagens que rejeitam completamente qualquer contato com a mente coletiva, isolando-se ainda mais. Outros aceitam essa nova ordem com facilidade, seja por terem familiares agora conectados a ela, seja por simplesmente obedecerem a tudo que lhes é pedido, desde tarefas banais até situações extremas. A série sugere que a felicidade, quando vivida de forma isolada, perde parte de seu sentido, ao mesmo tempo em que reforça a importância da individualidade como base da identidade humana.

É justamente nesse equilíbrio entre indivíduo e comunidade que Pluribus encontra sua maior força. A série não defende a dissolução completa do eu, nem glorifica o isolamento extremo. Ela propõe um debate mais complexo, mostrando que precisamos tanto das nossas convicções pessoais quanto do convívio com o outro, mesmo que esse convívio seja marcado por diferenças e conflitos. Gilligan estabelece o cenário e deixa que a natureza humana conduza a história, resultando em perspectivas variadas e, muitas vezes, contraditórias, assim como na vida real.

Por fugir das estruturas tradicionais, Pluribus opta por um ritmo mais contemplativo. A série está mais interessada em observar comportamentos e relações do que em avançar rapidamente uma trama de “salvar o mundo”. Essa escolha, embora coerente com a proposta, traz alguns problemas. A ausência de um objetivo claro pode gerar a sensação de que a narrativa se arrasta em determinados momentos. As respostas demoram a chegar, e o mistério central acaba ficando em segundo plano.

Em alguns episódios, Carol parece presa a um ciclo repetitivo de mau humor, questionamentos e embates com a mente coletiva. Essa repetição é intencional e faz parte da construção da personagem, mas nem sempre funciona a favor do ritmo da série. Em determinados pontos, a falta de avanço no mistério principal gera frustração e a sensação de que a história está se prolongando mais do que deveria. Ainda assim, essa lentidão não chega a quebrar completamente o envolvimento, apenas exige mais paciência do espectador.

Apesar dessas limitações, Pluribus consegue manter o interesse até o fim da temporada. Existe sempre a expectativa de uma revelação, de uma virada ou de uma nova camada sendo adicionada à história. O gancho deixado para a segunda temporada, que já está em desenvolvimento, reforça a ideia de que Gilligan enxerga essa série como um projeto de longo prazo, com espaço tanto para aprofundar o lado científico quanto o dramático.

No fim das contas, Pluribus é uma série que se destaca por sua proposta ousada e pela forma como utiliza a ficção científica como ferramenta para discutir questões humanas. Mesmo quando parece se arrastar, ela instiga. Mesmo quando frustra, provoca reflexão. É uma obra mais interessada em levantar perguntas do que em entregar respostas fáceis, e isso a coloca em um lugar diferente dentro das narrativas de apocalipse.

Com sua comédia silenciosa, situações desconcertantes e debates existenciais, Pluribus se firma como mais uma aposta sólida e autoral no catálogo da Apple TV. Não é uma série para quem busca ação constante ou resoluções rápidas, mas para quem está disposto a observar, refletir e tirar suas próprias conclusões sobre felicidade, individualidade e convivência.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 130 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 27 de dezembro de 2025
Ai que chato agora toda série o personagem ser LGBT em acompanhei pluribus e também estou assistindo a reta final de stranger things onde colocaram uma cena que tudo está desmorando a beira do caos e o rapaz para tudo pra se assumir gay para a eleven, tipo qual a necessidade disso? a grande esmagadora maioria da população é hetero, normal, como tem que ser, então nada melhor que criar conteúdo para essa grande maioria né ?
Só por isso já tirei uma estrela da minha nota.

Achei a série bem incoerente distorcendo proprias decisões dos personagens, Carol passa 80% dos episódios tentando achar um jeito de combater "Os outros" para trazer de volta a humanidade das pessoas, consegue ter contato com nosso Paraguaio que tem as mesmas ideias na cabeça, o cara enfrenta Deus e o mundo pra chegar.. quando chega.. a Carol já está apaixonada por uma mulher possuida pela entidade e resolve mudar de lado para defender os alieníginas, indo contra totalmente o que ela pregou por grande parte da temporada, me causou até certa decepção pois esperava tanto esse encontro e de repente, eles se enfrentam ao inves de se ajudarem, desanimador.

Outra coisa, Carol fica chateada por saber que eles estão com óvulos congelados dela e assim estão criando um jeito de traze-la pro lado oculto da força, ela fica desonrientada, com raiva, mas alguns episódios antes é determinado que absolutamente T U D O que ela pedir, eles a entregarão, tanto que teve o incidente com a granada de verdade, e que no final do episódio dão uma bomba atômica pra ela, mas a questão é :

Por que ela não pediu os óvulos dela e todo material de estudos sobre ela ?

Então era receber tudo, destruir num latão de lixo com fogo e seguir o romance dela com a alienígina lá.
Mas naõ fez isso, demonstrando burrice total. Até porque a personagem é irritante demais, parabenizar a atriz que interpretou a Carol mandou bem demaisssssssss, transmitindo toda a chatice que a personagem tinha que transamitir.

Por fim, uma série regular, nada de extraordinário.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 299 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Se tratando de Vince Gilligan já esperava algo original e brabo!!!
Pluribus é uma série criada por Vince Gilligan (o mesmo de Breaking Bad e Better Call Saul), o que já define bastante do seu DNA narrativo. A série parte de uma ideia central forte: o colapso da verdade em um mundo onde a realidade pode ser manipulada.
Marcos Viana
Marcos Viana

1 seguidor 26 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 2 de janeiro de 2026
Sendo sucinto, série com enredo fraco, a personagem principal não convence. Nem parece ser do mesmo criado de Breaking Bad. Se não melhorar a história, a série pode morrer na 2ª temporada.
Gisele F.
Gisele F.

1 seguidor 23 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
A serie e boa, ate agora q estou no 3 episodio, mas a personagem principal é insuportável, da vontade q ela se mate, ô tiazinha chata, mal humorada, nunca tá bem, quase estraga a serie c sua chatice
vchasseraux
vchasseraux

1 seguidor 25 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2026
Até agora assistir a primeira temporada inteira bem interessante original o telespectador pelo enredo. Sempre querendo saber qual vai ser o próximo passo que vai acontecer. Tomara que continue assim pelas outras temporadas vamos ver com o tempo
Rafael Ribeiro da Fonseca
Rafael Ribeiro da Fonseca

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 25 de novembro de 2025
Até o momento muito original, história que prende atenção em todos os momentos, inteligente, com lacração nível 1, no início, mas é normal hoje em dia, se for reclamar não dá pra assistir mais nada.
Ângelo S.
Ângelo S.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,5
Enviada em 13 de novembro de 2025
Terrível. Assinei a Apple só por causa desse série porque há muito burburinho sobre ela. Arrependi.
Tudo é tão previsível. Quem assistiu breaking bad vai notar que tentam emplacar com as mesmas cenas: cenários vazios, desertos e algum suspense.
O mau humor da protagonista exige um estômago ferro, além de muita paciência com os diálogos previsíveis e até infantis. Um desaforo com a inteligência dos espectadores. Por exemplo, Carol é conhecida no mundo todo pois a mente da humanidade se uniu em uma só como se fosse uma IA. Porém, Carol, mesmo sabendo disso, continua vivendo em um mundo da lua: ela se apresenta para pessoas, faz perguntas bobas, aquela ingenuidade do personagem com a realidade do enredo que irrita muito.
Parece não se decidir de é comédia, suspense ou ficção.
-personagem insiste na ingenuidade
-serie não se decide se é comédia ficção ou suspense.
-roteiro previsível e insistente
Kauamk
Kauamk

22 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 25 de novembro de 2025
Apenas 4 episódios, muito cedo para um veredito, porém, falarei das impressões iniciais. A história é intrigante e desperta curiosidade. o que vai acontecer, o que é realmente esse fenômeno? Se isso vai durar, se isso é bom ou ruim. O mau humor da personagem principal me irritou um pouco especialmente no terceiro episódio, mas entendo o contraste, esse é o por quê de ela ser o centro da série. Aos poucos vamos tendo pequenas respostas, estou curioso com o que vem a seguir. Definitivamente continuarei assistindo.
Urbana Videos
Urbana Videos

1 seguidor 38 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2025
Vince Gilligan escreveu e dirigiu está série surpreendente. O mesmo diretor de Breaking Bad não decepciona e entrega uma história com roteiro envolvente e sedutor. Os 5 episódios tem a marca da direção com câmeras em ângulos diferentes e planos inusitados. Vai ter a segunda temporada.
Junior
Junior

15 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 2 de dezembro de 2025
Fui assistir a série após muita propaganda e críticas favoráveis de sites especializados. Como foi do mesmo criador de Breaking Bad, a melhor série de todos os tempos, e Better Call Saul, a expectativa foi altíssima. Mas achei a série bem monótona e sem sentido. A protagonista não tem o mesmo carisma de Walter White, nem de Saul Goodman, que eram pilares das outras series de Vince Gilligan.
Droll Lucas
Droll Lucas

1 seguidor 26 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 28 de dezembro de 2025
Não passa de uma série mediana, só é “legal” por conta do tema disruptivo. O que vendeu ela foi simplesmente “do mesmo criador de Breking bad”
SALOMÃO LINO
SALOMÃO LINO

7 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 25 de novembro de 2025
O mal humor da Carol é muito irritante ...a série nos prende a atenção desde o primeiro episódio . spoiler: