Pluribus
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Média
3,6
122 notas

56 Críticas do usuário

5
13 críticas
4
9 críticas
3
4 críticas
2
12 críticas
1
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Otacilioheerdt
Otacilioheerdt

6 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,5
Enviada em 5 de dezembro de 2025
Pode não ser a melhor série já lançada, e como não tenho experiência anterior com o trabalho do Vince Gilligan, também não posso fazer comparações. Mas dizer que é terrível? De forma alguma. Já vi muitos filmes e séries realmente ruins — embora tudo seja, claro, uma questão de gosto.
Previsível? Nem tanto. Já assisti produções em que, depois dos primeiros quinze minutos, você já sabe exatamente o que vai acontecer. Convenhamos: está difícil hoje encontrar uma história realmente inusitada e totalmente imprevisível. Ainda assim, a série me prendeu pela curiosidade em relação às ações que a protagonista tomaria em sua busca. Ela luta pelo que acredita ser o melhor — embora ainda não esteja claro o que, exatamente, é esse “melhor”. Na minha humilde opinião, não se trata de algo que valorize a individualidade.
No geral, a série é boa. Não chega a ser espetacular, mas definitivamente vale a pena assistir.
Luciano F.
Luciano F.

7 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 7 de janeiro de 2026
Terminei a série ontem , eu não tenho nenhum problema com o ritmo da série , e não tenho problema com protagonista egoísta , mas uma protoganista egoista , hipócrita, Arrogante e Burra é demais pra mim, pra mim a série é no máximo médiana , nota 5/10 no máximo.
Jamily F.
Jamily F.

25 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 12 de janeiro de 2026
Se podesse dar 0 eu daria! Que série ruim, monótona, não tem um enredo bom, cansativa , arrastada, personagem principal extremamente chata, não recomendo de jeito nenhum !
Tony S.
Tony S.

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 13 de dezembro de 2025
Achei uma seria imaginativa faz pensar o que vc faria nessa confusão que parece nao tem mais volta
Eduardo Cruzado
Eduardo Cruzado

5 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 25 de dezembro de 2025
Fui assistir influenciado pela crítica especializada. Que decepção!
A personagem principal é insuportável e burra.
A ideia principal até poderia ser melhor aproveitada, onde uma mensagem alienígena fornece a fórmula para que quase todos se tornem idiotas e fica só nisso. Poderia haver uma continuidade onde a exploração do planeta por alienígenas fosse o propósito final. Mas nada acontece.
Pra piorar, colocam o Paraguai como um país pior que os maios pobres do mundo, onde as pessoas assistem tv de tubo, usam velhos vídeos cassetes e os carros são da década de 1960.
Jorge Simao Neto
Jorge Simao Neto

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2026
Mais uma série totalmente lixo da Apple, entediantes, chata, cansativa, só serve para aborrecer a pessoa, não tem uma cena de ação, ou seja, uma série, barata, ruim e inútil e o pior é que todos ficam abobalhados achando ótima, só por ser da Apple, assim como o outro lixo chamado Ruptura, só serve para ficar perdendo tempo e passando raiva,
Elisa Figueiredo
Elisa Figueiredo

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 12 de novembro de 2025
1° Episódio até o meio muito bom, estilo From com aquele suspense que a gente nao sabe o que está acontecendo, já a segunda parte e o 2° episódio a gente não sabe mais se é ficção ou se é comédia... Bom.. vamos aguardar os próximos episódios para opinar melhor, por enquanto está deixando a desejar!
Kesede Silva
Kesede Silva

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
0,5
Enviada em 25 de dezembro de 2025
Seria começa boa mas explora o universo de lésbicas - pouco foca na solução e quando faz isso é de forma bem lenta etc!! Eu realmente esperava mais. Quem é mulher que gosta de mulher vai amar!
viniciusarts
viniciusarts

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2026
Uma série completamente mal feita, com cenas desnecessárias e vazias. O gancho do primeiro episódio não leva a lugar nenhum. No máximo, depois de cinco episódios, você acha que vai acontecer algo com o personagem do paraguaio, mas não acontece nada e a trama não avança. É vergonhoso ver pessoas que se dizem fãs de Breaking Bad defendendo algo tão desconectado da jornada da protagonista.

A esposa dela foi enterrada no quintal e, em apenas duas semanas, ela já está tão desesperada que está trepando com uma mulher da colmeia. A série tenta vender a ideia de que ela está lutando para salvar a humanidade, mas o que realmente acontece é a total ausência de roteiro. São tantas cenas inúteis que tudo poderia caber em um único episódio.

O primeiro episódio é bom e promissor; depois disso, é só ladeira abaixo. Tentam fazer um plot twist com o paraguaio encontrando ela no sexto episódio como se fosse algo fenomenal para encerrar a primeira temporada, mas o resultado é um fiasco. Para piorar, a próxima temporada só daqui a três anos. A Apple TV achou que ia superfaturar com essa merda mal feita. Minha esposa dropou no segundo episódio, achou previsível e monótona. Série lixo, hype desnecessário. Quer ver uma série com roteiro amarrado e responsabilidade com o telespectador na Apple TV? Assistam Ruptura.

Quem deu cinco estrelas nem deveria estar votando aqui. Cortem o cordão umbilical de Breaking Bad, seus trouxas.
viniciusarts
viniciusarts

4 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
1,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2026
Uma série completamente mal feita, com cenas desnecessárias e vazias. O gancho do primeiro episódio não leva a lugar nenhum. No máximo, depois de cinco episódios, você acha que vai acontecer algo com o personagem do paraguaio, mas não acontece nada e a trama não avança. É vergonhoso ver pessoas que se dizem fãs de Breaking Bad defendendo algo tão desconectado da jornada da protagonista.

A esposa dela foi enterrada no quintal e, em apenas duas semanas, ela já está tão desesperada que está trepando com uma mulher da colmeia. A série tenta vender a ideia de que ela está lutando para salvar a humanidade, mas o que realmente acontece é a total ausência de roteiro. São tantas cenas inúteis que tudo poderia caber em um único episódio.

O primeiro episódio é bom e promissor; depois disso, é só ladeira abaixo. Tentam fazer um plot twist com o paraguaio encontrando ela no sexto episódio como se fosse algo fenomenal para encerrar a primeira temporada, mas o resultado é um fiasco. Para piorar, a próxima temporada só daqui a três anos. A Apple TV achou que ia superfaturar com essa merda mal feita. Minha esposa dropou no segundo episódio, achou previsível e monótona. Série lixo, hype desnecessário. Quer ver uma série com roteiro amarrado e responsabilidade com o telespectador na Apple TV? Assistam Ruptura.

Quem deu cinco estrelas nem deveria estar votando aqui. Cortem o cordão umbilical de Breaking Bad, seus trouxas.
Bruce M.
Bruce M.

7 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
“Quando o mundo inteiro vira um grupo de terapia coletiva... e a única pessoa infeliz tem que salvar todo mundo da 'felicidade forçada.”

Vince Gilligan, o cara que transformou um professor de química em traficante de metanfetamina e um advogado picareta em ícone, agora decide: “E se o apocalipse fosse todo mundo ficar absurdamente feliz contra a vontade?” Bem-vindo a Pluribus (estilizado PLUR1BUS, porque Gilligan adora um trocadilho latino), onde um vírus alienígena (ou sinal cósmico que virou receita de RNA feliz) transforma a humanidade em uma colmeia de sorrisos permanentes, beijos compulsivos e “The Joining”. Exceto por uma dúzia de imunes — e a estrela principal é Carol Sturka (Rhea Seehorn), a romancista de fantasia romântica mais rabugenta, cínica e infeliz do planeta Terra. Basicamente: a pessoa que você menos quer salvar o mundo... é exatamente quem tem que fazer isso.
A premissa é genial e audaciosa: um pós-apocalíptico onde o problema não é zumbis ou radiação, mas felicidade tóxica. Gilligan mistura sci-fi sombrio, comédia negra ultra-seca, drama existencial e um monte de Albuquerque ensolarado que parece o mesmo de Breaking Bad, só que agora todo mundo está dançando em sincronia como num clipe de boyband distópico. Rhea Seehorn carrega a série nas costas — e que costas! Ela transforma Carol em uma anti-heroína perfeita: sarcástica, autodepreciativa, brilhante e profundamente solitária. Ver ela navegar por um mundo de gente sorridente enquanto resmunga “isso é ridículo” é ouro puro. É como se Kim Wexler tivesse sido teletransportada para um episódio de Black Mirror escrito por um pessimista muito engraçado.
Os primeiros episódios são lentos (Gilligan ama um slow burn), mas quando pegam ritmo, entregam tensão, reviravoltas filosóficas e momentos que te fazem rir alto de nervoso — tipo, quando Carol tenta convencer alguém que “felicidade não é normal” e a resposta é um abraço coletivo. A cinematografia é impecável (aquele amarelo poeirento do deserto nunca decepciona), o roteiro respeita sua inteligência (nada de explicações bobas), e o elenco coadjuvante (incluindo uns cameos que vão te fazer gritar) ajuda a construir esse mundo estranho e perturbador.
Não é perfeito: às vezes o pacing arrasta como se Gilligan quisesse testar nossa paciência, e algumas ideias filosóficas sobre individualidade vs. coletividade ficam um pouquinho óbvias no final da temporada. Mas no geral, é uma das séries mais originais e inteligentes do ano — uma provocação que te faz questionar se felicidade forçada é pior que o caos que a gente chama de vida normal.
Recomendo pra quem curte sci-fi cerebral com humor ácido, fãs de Better Call Saul querendo ver Rhea Seehorn brilhar como protagonista, e qualquer um que já pensou “todo mundo está feliz demais... tem algo errado”. Temporada 2 já confirmada, e eu mal posso esperar pra ver Carol Sturka continuar sendo a pessoa mais razoavelmente miserável do universo.

Nota final: 4/5 — perde um pontinho pela lentidão inicial, mas ganha o resto por ser corajosa, inteligente e hilariamente desconfortável. Vale cada minuto no Apple TV+.
Paulaoad
Paulaoad

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 11 de novembro de 2025
Quem avaliou disso em algumas plataformas ? Protagonista big shoes, que se acha demais, destemperada, perturbada estragou a série, meus pêsames!
Gabriel Maia
Gabriel Maia

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 16 de novembro de 2025
Assisti o primeiro episódio e a série não me convenceu muito. Talvez porque eu não consigo dissociar elementos do universo de Breaking Bad e Better Call Saul (Rhea Seehorn como protagonista, mesma cidade de Albuquerque etc) então a fórmula parece não encaixar muito bem com o estilo de ficção científica. Em certos momentos do episódio achei os acontecimentos previsíveis e cansativos. Talvez eu tenha colocado expectativas demais, mas vou tentar dar outra chance.
Leonardo Aguilar
Leonardo Aguilar

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 29 de novembro de 2025
Serie muito vaga!! Sem nexo e sem sentido. Além de ser chata!! Personagem principal deixa implícita a defesa de pautas ideológicas em evidência, de modo a ficção científica em si é usada como disfarce. Isso já está ficando chato e batido.
Misaque Severo
Misaque Severo

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2025
Até o momento ainda não dá muito para ver onde tudo vai chegar mais estou confiante e me surpreendendo a cada desenrolar.