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Carlos Beltrão Cb
1 crítica
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Crítica da série
5,0
Enviada em 22 de abril de 2023
Se vc curte processar dezenas de informações ao mesmo tempo enquanto avalia as consequências e resultados de cada próximo movimento, essa é a sua série. Esqueça o Romeu e Julieta do Agente Noturno, pois A Diplomata é uma imersão no jogo por trás do poder... aquele que vc suspeita que acontece, mas não sabe como.
A segunda temporada de A Diplomata surpreende ao elevar a qualidade narrativa em um ritmo acelerado e com dois episódios a menos, provando que um roteiro bem construído consegue cativar o espectador com menos tempo de tela. Debora Cahn retoma a intensidade dos diálogos e aprofunda a “guerra de poder” nos bastidores políticos, entregando uma trama ainda mais intrigante e complexa. Cada episódio traz novas camadas ao mistério, adicionando suspeitos e revelações, além de responder perguntas com outras, garantindo que o público se mantenha atento e engajado.
Com o terreno já bem estabelecido na primeira temporada, a narrativa desta nova leva se permite explorar seus personagens com maior liberdade. O roteiro, simples em estrutura, mas impactante na execução, guia o espectador em um verdadeiro “xadrez político” onde cada nova descoberta vira o jogo. As reviravoltas são bem distribuídas, mantendo o suspense ao longo da temporada e permitindo uma imersão maior na investigação e nas tramas de poder.
O elenco principal brilha, mantendo o mesmo nível da temporada passada e garantindo a coesão entre os personagens. Poucas, mas relevantes adições ao casting ajudam a solidificar o arco, enquanto a química do elenco principal, em especial, se destaca. A segunda temporada também assume uma abordagem menos dramática, equilibrando o peso da política com humor leve, o que torna a série mais envolvente e menos densa. A dinâmica dos personagens é, sem dúvida, um dos pontos altos, facilitando a conexão com o público.
A temporada mostra como uma série bem desenvolvida pode se reinventar sem perder sua essência. A Diplomata não apenas alcança, mas supera as expectativas, e finaliza com um desfecho surpreendente que prepara o público para o que pode vir a seguir. Entre um roteiro ágil, atuações fortes e uma narrativa instigante, A Diplomata confirma seu lugar como uma das melhores séries do ano.
Primeiramente que elenco maravilhoso, começando por Keri Russell que nem parece estar atuando há muito naturalidade na sua interpretação, assim como Ali Ahn, David Gyasi, e a Lucy de As Crônicas de Nárnia (Georgie Henley), a história se passa nos bastidores de uma diplomata mas também nos desafios que é resolver problemas que muitas vezes trazem consigo uma problemática e nisso que entra Kate e seu dom da palavra e de resolução de adversidades, com uma postura de uma mulher independente ela faz o seu melhor e é claro que há momentos de ira, pois ninguém é perfeito e óbvio que ela também não seria, spoiler: atuando em cenas cômicas com o marido Hal e se metendo nos matos para ninguém ver a discussão.
A Netflix acertou bem na série, incluindo Drana, Romance, Comédia e nada de exageros aqui eles fazem uma série com perfeição para todos, mas logo aviso que é preciso ter plena atenção pois a linguagem é rebuscada, essa é a graça nada é simples aqui, e isso que faz a série se destacar.
Uma diplomata é promovida a embaixadora americana no Reino Unido em meio a uma crise internacional após um misterioso atentado a um porta-aviões britânico. Como em uma tabuleiro de xadrez acompanhamos os diversos embates políticos em como lidar com o caso. Ao mesmo tempo a protagonista lida com a crise de casamento e seu futuro pessoal. É muito interessante descobrir aos poucos o interesse pessoal de cada um dos personagens e a movimentação do marido, influente, cômico e sempre um passo à frente de todos.
A trama tem bons momentos mas acaba caindo em diálogos longos ou que não levam a nada. Poderia ter roteiro e ritmos mais interessantes. O personagem do marido é muuuuuito chato e a principal é bastante improvável.
Inteligente, divertido, com muita ação, política, romance, suspense e críticas sociais. O seriado prende a atenção do início ao fim e nos deixa na expectativa de "quero mais". Super interessante.
A pior série que já assisti. Ridícula. Tosca, imbecil. Sou mulher e a maneira que colocam a superioridade das mulheres é ridícula. Que decepção. Vazio. Nojenta de ruim.
No terceiro episódio desistiu. Sabia que não iria melhorar. Me recusei a ver mais duas temporadas de chatice, babaquice e série com atores e enredo da pior qualidade. Fuja desta porcaria. Não perca seu tempo. Tem séries piores que são melhores que esta.
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