X-Men ’97
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4,4
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Claudinho Carvalho
Claudinho Carvalho

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Crítica da série
5,0
Enviada em 16 de maio de 2024
Simplesmente certamente acertaram em tudo, a nostalgia veio e está forte demais em todos episódios até o fim.
Cristiano L.
Cristiano L.

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Crítica da série
5,0
Enviada em 22 de maio de 2024
X-Men '97 é uma volta triunfal com pitadas de nostalgia e inovação.
X-Men '97 surgiu como uma homenagem nostálgica à série animada dos anos 90, capturando a essência que encantou uma geração e a revitalizando com maestria para o público atual. A série consegue se destacar em diversos aspectos, desde a animação impecável até a narrativa envolvente e personagens cativantes.
Renato Barros
Renato Barros

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Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 11 de junho de 2024
A série é muitoboa 9.9/10 na minha opinião uma das melhores séries da marvel e bate de frente com a emoção de vingadores ultimato (senti mais emoção do que o vingadores ultimato !!!) a história te impacta e te impressiona, creio que foi umas das melhores séries da marvel e compensa muito assistir. porém... a série fica melhor pra assistir dps de uns 2 3 eps mas compensa muito assistir recomendo!.
Rudráh Cruz
Rudráh Cruz

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Crítica da 1 temporada
5,0
Enviada em 2 de abril de 2025
O que X-Men '97 faz com a história dos mutantes é algo que poucas adaptações conseguiram: trata os personagens como pessoas de verdade, coloca consequências reais nos acontecimentos e não tem medo de levar a narrativa para lugares pesados. Tudo isso mantendo o espírito da animação dos anos 90.

A destruição de Genosha é o grande ponto de virada da temporada. Não é só um evento chocante — é um massacre que muda completamente o rumo da história. Ver Magneto tentando liderar a ilha para um futuro pacífico só para tudo ser obliterado em segundos é de partir o coração. A cena dele, impotente no espaço, vendo o lugar virar pó, sem conseguir salvar ninguém, diz tudo sem precisar de uma palavra. E isso não some no episódio seguinte, o impacto se espalha por todo mundo. Rogue, Gambit, os X-Men, os humanos, até Bastion — cada um tem sua reação, e nada fica no "ok, seguimos em frente".

Jean Grey e a revelação de Madelyne Pryor também são momentos incríveis. A confusão de Jean ao perceber que Scott seguiu em frente com uma versão dela mesma (e que agora tem um filho com essa mulher que tecnicamente nem deveria existir) traz um drama que a franquia raramente explora com tanta profundidade. A cena em que Jean percebe que as memórias dela não são apenas dela, que há buracos e fragmentos que não fazem sentido, é de arrepiar.

E falando em drama, ninguém sofre mais que Rogue. Perder Gambit daquele jeito em Genosha é algo que a destrói completamente. A cena dela segurando o corpo dele, implorando para ele falar alguma coisa, mas percebendo que já era tarde demais... É o tipo de coisa que faz sentir um peso real na perda. Quando ela finalmente volta à ação, dá pra ver que algo mudou. A forma como ela enfrenta Bastion é muito mais agressiva, sem hesitação.

Bastion, aliás, é um vilão que cresce aos poucos, mas quando ele assume o controle da história, o nível de ameaça vai lá pra cima. A Operação: Zero Tolerância faz os Sentinelas parecerem brincadeira. Eles não só caçam mutantes — eles desconstroem tudo o que os X-Men representam. A forma como ele captura e tortura Wolverine, usando tecnologia para forçá-lo a reviver seus piores momentos, é brutal. A luta final em Asteroid M não é só sobre derrotar o vilão, mas sobre segurar um mundo que está desmoronando. E o momento em que Magneto toma uma decisão definitiva... ali fica claro que o ciclo de ódio nunca acaba.

A animação também merece elogios porque traz toda essa história com um nível de detalhe absurdo. As lutas não são apenas rápidas trocas de golpes — tem peso, estratégia. O momento em que Wolverine, mesmo todo detonado, se levanta para enfrentar Bastion diz muito mais sobre o personagem do que qualquer fala.

E claro, tem os momentos mais leves, como a dinâmica de Roberto e Jubilee, que traz um pouco de alívio sem parecer deslocada. O episódio do arcade poderia ser filler, mas acaba servindo pra mostrar o impacto de tudo isso nos personagens mais novos.

No final, X-Men '97 não é só um revival. É uma evolução da história dos mutantes, que respeita o que veio antes, mas também traz novas camadas, novas dores e novas batalhas. Não tem final feliz fácil, e isso faz tudo parecer mais real.
Advogado Waldson
Advogado Waldson

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 29 de julho de 2024
Depois de tantas decepções com os últimos feitos da Disney com a marvel confesso que estava resistente em assistir a série, achei que iriam escrachar com a série original assim como fizeram com muitos filmes, mas ao contrário disto fizeram um belo e surpreendente trabalho, mantendo a essência daquilo que é uma das melhores sagas dos anos 90 juntamente com o spider man 94, está show e tomora que continuem com a mesma pegada.
Bmmartinsreview
Bmmartinsreview

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 16 de maio de 2024
Isso é um presente para os fãs! É isso que queremos da Disney e da Marvel, percebam que o esforço nessa série valeu a pena, X-Men 97 é um sucesso.
vitor Wellington
vitor Wellington

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 19 de maio de 2024
Mano uma série muito boa me surpreendi muito top demais super recomendo, boa pra geração atual e para as mais antigas que gostam dos quadrinhos e dos filmes
NerdCall
NerdCall

69 seguidores 514 críticas Seguir usuário

Crítica da 2 temporada
3,5
Enviada em 14 de agosto de 2026
Tudo o que envolve os X-Men hoje chama muita atenção. A Marvel já prepara o novo filme dos mutantes com Jake Schreier na direção e, enquanto essa nova fase não chega de vez aos cinemas, X-Men ’97 continua sendo a principal casa do grupo. Isso ganhou um peso ainda maior depois da primeira temporada, que estreou em 2024 e conseguiu ir muito além da nostalgia. A série atualizou personagens, trabalhou temas que sempre fizeram parte dos X-Men e entregou alguns dos melhores momentos recentes da Marvel na televisão.

Só que entre a primeira e a segunda temporada muita coisa mudou nos bastidores. Beau DeMayo deixou a Marvel antes mesmo da estreia da série. A segunda temporada já estava em produção naquele momento e boa parte da história havia sido planejada, mas os roteiros passaram por revisões depois de sua saída e a Marvel começou uma troca de liderança que será ainda mais clara a partir da próxima temporada. Por isso, esse segundo ano acaba funcionando também como uma fase de transição. Ele ainda carrega ideias que nasceram na equipe anterior, mas ao mesmo tempo precisa preparar X-Men ’97 para continuar sem a pessoa que comandou sua história no começo.

E isso aparece em uma temporada que quer crescer em praticamente todas as direções. Temos mais mutantes, mais grupos, mais épocas, mais histórias dos quadrinhos e um dos maiores vilões dos X-Men. Só que aquilo que deveria ampliar a série também se transforma no maior problema da temporada. X-Men ’97 abre espaço para personagens como Polaris, Fortão, Lupina e Homem Múltiplo, além de grupos como X-Factor, X-Force e os Acólitos. Para quem conhece os quadrinhos, existe um prazer imediato em ver essas figuras ganhando espaço na animação e interagindo com personagens que já acompanhamos. É quase como assistir páginas das HQs começando a se movimentar.

Mas cada novo personagem também precisa de tempo, e X-Men ’97 simplesmente não possui tempo para todo mundo. A temporada tenta apresentar personagens, criar relações, continuar histórias antigas e ainda desenvolver vários núcleos ao mesmo tempo. Em alguns momentos, parece existir uma lista de encontros que o roteiro precisa cumprir antes de seguir para o próximo ponto. O resultado é curioso porque a quantidade de mutantes realmente faz o universo parecer maior, mas também diminui o espaço daqueles que deveriam estar no centro. Wolverine e Tempestade são dois exemplos claros. Estamos falando de personagens que fazem parte da base dos X-Men, mas que passam boa parte da temporada praticamente afastados do que realmente movimenta a história.

Em alguns episódios, X-Men ’97 parece menos uma série sobre a equipe principal e mais uma série sobre todo o universo mutante ao redor dela. Isso não seria necessariamente um problema se os novos núcleos tivessem tempo para crescer. Só que muitos começam, apresentam uma questão e precisam rapidamente abrir espaço para outra coisa. Polaris talvez seja um dos melhores exemplos. A relação dela com Magneto surge com espaço para sustentar boa parte do lado emocional da temporada. Existe uma discussão sobre pai, filha, abandono e legado. Só que aquilo que poderia atravessar vários episódios precisa ser resolvido rapidamente porque a história já está olhando para o próximo arco.

Algo parecido acontece com Ciclope e Jean Grey. A relação dos dois com Nathan foi uma das bases da primeira temporada. A segunda parte justamente de uma situação que permitiria aprofundar isso ainda mais, mas esse arco acaba dividido entre vários outros acontecimentos. Existem bons momentos e cenas que funcionam, mas raramente existe tempo para permanecer nelas. E isso também atinge Vampira e Gambit. A relação entre os dois ganha enorme importância no desfecho, mas boa parte do peso emocional ainda vem da temporada anterior. O luto de Vampira e tudo aquilo que aconteceu em Genosha sustentam o reencontro muito mais do que aquilo que essa nova temporada conseguiu desenvolver entre os dois.

Esse talvez seja o principal problema da temporada inteira. X-Men ’97 possui material para várias temporadas e tenta colocar boa parte dele dentro de apenas nove episódios. A série sempre teve um ritmo rápido. Isso já existia no primeiro ano. Grandes histórias dos quadrinhos eram adaptadas, misturadas e transformadas em poucos capítulos. Só que agora existe ainda mais coisa competindo pelo mesmo espaço. A separação dos X-Men no tempo, por exemplo, parecia ser a grande base da temporada. Parte da equipe estava no passado, outra parte no futuro e aqueles que ficaram nos anos 90 precisavam continuar existindo sem vários integrantes importantes. Só essa ideia poderia sustentar uma temporada inteira, mas a série resolve boa parte disso nos primeiros episódios e segue rapidamente para outra coisa.

Apocalipse sofre pelo mesmo motivo. O começo trabalha seu passado e seu futuro, cria uma presença que parece preparar o personagem para dominar a temporada e coloca uma ameaça que vai muito além de força física. Só que o roteiro precisa cuidar de tantos outros núcleos que ele desaparece por um bom tempo e retorna quando a temporada já está caminhando para o final. A utilização de Gambit resolve parte disso e cria uma ligação direta com a dor da temporada anterior, mas também faz com que Apocalipse perca espaço dentro da própria história que deveria carregar. É um vilão grande demais para uma temporada que já está cheia antes mesmo de ele assumir o centro.

Essa sensação de pressa acaba aparecendo também na maneira como alguns acontecimentos anteriores são retomados. A primeira temporada deixou várias portas abertas, só que algumas delas recebem respostas rápidas enquanto outras mudam de direção. Como sabemos que houve troca de liderança e revisão dos roteiros, é natural pensar nesse contexto enquanto assistimos. O resultado parece fragmentado. Existem ideias que parecem pedir mais tempo, relações que começam a crescer e logo são interrompidas, histórias que poderiam ocupar episódios inteiros e acabam reduzidas a algumas cenas. É uma temporada tentando fazer muita coisa ao mesmo tempo.

Curiosamente, essa quantidade também produz alguns dos melhores momentos. A estrutura de novela continua funcionando porque esses personagens possuem décadas de relações, romances, filhos, rivalidades e problemas familiares para explorar. Ciclope, Jean, Xavier, Magneto, Noturno e Vampira já possuem uma base forte o suficiente para que o roteiro consiga separá-los e colocar novos personagens ao redor deles. Então existe uma vantagem nessa expansão. O universo realmente parece maior. Não estamos apenas vendo os mesmos seis ou sete mutantes enfrentando uma nova ameaça. Existe uma comunidade, grupos diferentes e pessoas com visões diferentes sobre aquilo que significa ser mutante.

O problema é que a série precisa descobrir como administrar esse crescimento. Porque chega um momento em que parece impossível colocar todos esses personagens na mesma história sem que alguém seja deixado de lado. E mesmo com esse problema, X-Men ’97 continua tendo muito do que fez a primeira temporada funcionar. As cenas de ação seguem usando os poderes de maneira criativa. Não é apenas Ciclope atirando rajadas ou alguém utilizando uma habilidade da forma mais óbvia. A animação procura combinar poderes, usar o espaço e encontrar movimentos que parecem retirados diretamente das páginas dos quadrinhos.

Visualmente, também senti uma temporada ainda mais carregada de cores. Os poderes ganham destaque, os personagens chamam atenção dentro das cenas e os confrontos possuem uma energia que mantém a série muito próxima da linguagem dos quadrinhos sem simplesmente tentar copiar uma página. E existe um prazer que não dá para ignorar em ver tantos mutantes ganhando vida. A nostalgia funciona. Mas ela não pode continuar sendo a resposta para tudo. Ver Polaris, X-Factor ou X-Force na tela é divertido porque reconhecemos esses nomes e porque muitos deles nunca tiveram espaço em grandes adaptações. Só que, depois da apresentação, a série precisa encontrar uma razão para eles permanecerem.

Esse é o desafio que a segunda temporada deixa para o futuro. Para mim, ela fica abaixo da primeira. Não porque tenha perdido tudo aquilo que X-Men ’97 fazia bem, mas porque tenta ampliar sua escala antes de descobrir como organizar esse crescimento. Quanto mais personagens entram, menos tempo existe para cada um. Quanto mais histórias são adaptadas, menos espaço existe para desenvolver cada arco. E quanto maior Apocalipse deveria parecer, mais ele precisa dividir a temporada com dezenas de outras ideias.

A troca nos bastidores ajuda a entender o momento que a série atravessa, mas não deve funcionar como desculpa para todos os problemas. O que temos na tela é uma temporada de transição que ainda entrega bons momentos, mantém a ação e o visual da série e continua entendendo por que esses personagens despertam tanto interesse. Só que agora existe uma sensação de inchaço que a primeira temporada conseguia controlar melhor.

X-Men ’97 ainda possui muito crédito com o público. Os mutantes vivem um momento de grande interesse, o novo filme está sendo preparado e a própria animação já provou que consegue existir além da nostalgia. Agora a pergunta é outra: essa segunda temporada foi apenas uma fase de ajuste entre duas equipes criativas ou esse excesso de personagens, histórias e referências vai se transformar no novo padrão da série?

Porque nostalgia consegue abrir a porta. Mas, depois de duas temporadas, X-Men ’97 precisa mostrar que sabe exatamente para onde quer levar todos esses mutantes.
NerdCall
NerdCall

69 seguidores 514 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 13 de agosto de 2026
A experiência de assistir foi tanto nostálgica quanto gratificante. Seja pela fidelidade em preservar as características da animação original, pela excelência técnica da animação que se destaca pelos traços distintivos dos quadrinhos, ou simplesmente por testemunhar um dos grupos de super-heróis mais icônicos.

Quanto à trama, alguns deslizes são perceptíveis, porém não são significativos a ponto de comprometer a experiência. A série segue o mesmo formato da animação original, dividindo os heróis em pequenos grupos e desenvolvendo-os em arcos narrativos que se entrelaçam ao longo dos episódios, de forma harmoniosa e envolvente.

Sinceramente, se não for considerada a melhor série do ano, certamente estará entre as melhores. É evidente o cuidado empregado no desenvolvimento da animação. A Marvel possui um tesouro em mãos que pode ser explorado com outros heróis.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

25 seguidores 142 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 21 de março de 2026
Espetacular, linda e perfeita. Animação que está demais, realmente traduz muito os Fabulosos X-Men. Personagens muito bem representados, ação, epísódios no mínimo bons, trilha sonora, qualidade gráfica e roteiros espetaculares. Senti falta apenas do Colossus e alguns outros mutantes, mas isso é particular, porque não compromete a série. Destaque para os episósidos 5, 8 e 9 (achei os melhores). Destaque também para Gambit (o melhor da série), Wolverine (também se destaca bastante), Magneto (importante para cada acontecimento) e Noturno (cenas espetaculares principalmente nos combates). Cada detalhe muito bem pensado e desenvolvido.
Paulo Soares
Paulo Soares

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Crítica da série
5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2025
Uma das melhores obras que já assisti em toda minha vida. Tinha uma nostalgia por causa da série nos anos 90, não fazia a mínima ideia...
Guga Many
Guga Many

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Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de maio de 2026
Comecei a assistir pela nostalgia da serie dos anos 90, caramb! Que espetáculo de produção! Para um fã de X-Men , ver uma animação tão boa assim é um presente. Ansioso pela segunda temporada
Jhony Gomes
Jhony Gomes

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Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de maio de 2026
Uma série que capta aquilo de melhor nos quadrinhos e consegue transformar em histórias que prendem a temporada toda