Bem, parece que se inspiraram em O sobrevivente (1987) e jogos vorazes (2012) entre outros. É legal? Sim. Mas não achei isso tudo. Assista de maneira despretenciosa.
Round 6 (Squid Game) é, sem dúvidas, uma obra-prima da televisão contemporânea e merece cada uma das cinco estrelas que dei. A série vai muito além de um simples jogo de sobrevivência; é uma crítica social visceral, inteligente e dolorosamente atual, embalada por uma estética visual icônica e cores vibrantes que contrastam perfeitamente com a brutalidade da roteiro é brilhante ao construir personagens tão humanos e complexos que é impossível não se importar com o destino de cada um. As atuações são viscerais, transmitindo o desespero e a ética colocada à prova em cada jogo 'infantil'. A tensão é constante e as reviravoltas são de explodir a cabeça, mantendo o espectador hipnotizado do início ao fim. É um marco cultural que redefine o gênero de suspense e drama psicológico. Obrigatório!
A segunda temporada de Round 6 prova que o universo dos jogos ainda tem muito fôlego e histórias cruéis para contar. Com uma produção ainda mais grandiosa e jogos visualmente criativos, a série mantém a tensão lá no alto e entrega o suspense psicológico que nos conquistou na primeira fase. Gi-hun retorna com uma motivação muito clara, e é fascinante acompanhar sua evolução de sobrevivente para alguém que tenta derrubar o sistema por 3,5 estrelas porque, embora a série continue sendo uma maratona viciante e de altíssima qualidade técnica, o fator 'surpresa' do conceito original já não é o mesmo. Alguns momentos parecem seguir fórmulas conhecidas, mas as novas críticas sociais e os dilemas morais entre os jogadores ainda são o ponto alto da narrativa. É uma continuação sólida, corajosa e que expande bem a mitologia da organização, deixando aquele gostinho de 'quero mais'. Vale o seu tempo
A terceira temporada de Round 6 encerra a jornada de Gi-hun com o visual impecável e a tensão característica que transformaram a série em um fenômeno mundial. É satisfatório ver o desfecho de tramas que ficaram em aberto e a escala da produção continua sendo um espetáculo à parte, com cenários grandiosos e jogos que ainda conseguem surpreender pela criatividade e 3 estrelas porque, embora seja uma conclusão sólida e tecnicamente superior a muito que vemos por aí, a série aqui já abraça totalmente o gênero de ação e conspiração, perdendo um pouco daquele frescor e do impacto emocional cru da primeira temporada. As respostas que recebemos são interessantes, mas o ritmo em alguns episódios parece mais focado em encerrar pontas do que em chocar o espectador como antes. No geral, é um final digno e obrigatório para quem acompanhou a saga até aqui, mantendo a qualidade que só as produções sul-coreanas entregam.
Série muito boa, não vou escrever texto bíblia como a maioria faz臘 só achei o final fraco, se não aconteceu nada com quem fazia os jogos, deveria ter continuidade. No final eles fogem no navio e prontospoiler:
A última temporada dessa série lembrou o filme de peaki blinders, "o homem imortal". Você cria muitos personagens, desenvolve eles e os mata de maneira porca. O problema não é matar todo mundo, você pode fazer isso, mas ao menos faça ter um pouco de lógica ou carinho nisso sabe? O dae-ho por exemplo, tínhamos o background da marinha e das irmãs dele, mas tudo isso foi jogado no lixo, porque o Gi-hun tomou uma ação sem sentido, de perseguir o melhor amigo e matar ele. Coisa que ele evitou o máximo de fazer com o time O. Escrita terrível, cheia de furos, os VIPS bem piores e desnecessários, e os personagens que ficaram vivos não têm carisma algum, tudo apressado, jogos sem graça e sem pé nem cabeça. Os defensores dizem que é uma temporada de interpretação, mas eu além disso, também quero me divertir assistindo. Nem que seja de uma forma trágica, eu não chorei com nenhuma morte, porque apesar de quem faleceu ser muito querido, foi feito de uma forma tão ruim que eu não consegui derramar lágrimas. Horrível, porcaria de ruim, estragou todo o hype que a 2° temporada havia construído.
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