O Cavaleiro dos Sete Reinos
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
4,1
107 notas

36 Críticas do usuário

5
14 críticas
4
9 críticas
3
2 críticas
2
8 críticas
1
2 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
viniciusarts
viniciusarts

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2026
Aqui se aprende o que é um roteiro de verdade: profundidade, começo, meio e fim, arcos de personagens bem definidos e respeito ao universo criado. Casa do Dragão, Prulibrus e Game of Thrones da 4ª temporada em diante são exatamente o oposto disso: exemplos de séries que se perderam completamente no roteiro, destruíram os arcos dos personagens e rasgaram a coerência do próprio universo. Usem isso como alerta, não como comparação. Sem roteiro sólido, não existe prestígio, orçamento e efeito especiais com dragão gigante não é que sustenta e sim respeito com telespectador que não é burro.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.241 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 2 de março de 2026
Roteiro envolvente e divertido, deixando um pouco de lado todas aquelas batalhas em GoT. A dupla funciona muito bem, com uma narrativa mais simplista e sem todas aquelas disputas políticas demasiadamente longas.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 958 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2026
Apesar de interessante e bem realizada, falta um pouco de emoção em relação a GOT. É bem fraca na verdade.
Fernanda Silveira
Fernanda Silveira

54 seguidores 117 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,5
Enviada em 8 de março de 2026
Por enquanto fraca. Tem tudo pra engrenar, mas a história deixa a desejar. Aguardando a 2 temporada.
NerdCall
NerdCall

56 seguidores 438 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2026
Depois de anos acompanhando disputas sangrentas pelo Trono de Ferro, dragões cruzando os céus e traições que marcaram a cultura pop, parecia difícil imaginar que o universo criado por George R. R. Martin ainda tivesse algo realmente novo a oferecer. No entanto, O Cavaleiro dos Sete Reinos surge como uma resposta firme a esse ceticismo.

Sem apostar na grandiosidade excessiva ou em guerras que definem dinastias, a série escolhe um caminho mais íntimo. E é justamente nessa simplicidade que encontra sua força. Ao acompanhar Sor Duncan, o Alto, e seu jovem escudeiro Egg, a produção redescobre o coração de Westeros e mostra que o que sempre sustentou esse universo não foram apenas batalhas e dragões, mas as pessoas que o habitam.

Anunciada entre a primeira e a segunda temporada de House of the Dragon, a série nasceu cercada de desconfiança. O final anticlimático da segunda temporada de HOTD deixou parte do público frustrado, criando a sensação de que a franquia poderia estar se desgastando. Muitos se perguntavam: seria realmente necessário explorar mais uma história dentro desse universo?

A comparação inevitável é com Andor, no universo Star Wars, uma produção que deixou de lado sabres de luz e figuras míticas para focar no lado humano da rebelião. Aqui acontece algo semelhante. Em vez de intrigas palacianas que moldam reinos, acompanhamos dois personagens à margem do poder. A diferença é que, enquanto Andor se apoia fortemente na política, O Cavaleiro dos Sete Reinos escolhe o entretenimento leve e emocional como eixo principal.

Ambientada cerca de um século antes de Game of Thrones, a série apresenta Westeros ainda sob domínio Targaryen, com os ecos dos dragões ainda vivos na memória coletiva. Mas o foco não está na corte. Está na estrada. Está na amizade improvável entre um cavaleiro ingênuo e um príncipe disfarçado.

O maior acerto da série está na decisão de reduzir a escala para ampliar a humanidade. Ira Parker, showrunner da série, que já trabalhou em House of the Dragon, entende que repetir a fórmula da intensidade constante seria um erro. Em vez disso, conduz a narrativa para algo mais próximo, quase cotidiano. Não há pressa em chocar. Há interesse em construir.

Sor Duncan é o centro emocional da história. O roteiro trabalha seu passado, sua insegurança e seu desejo genuíno de ser digno do título que carrega. Ele não é o herói perfeito. É impulsivo, às vezes ingênuo, mas profundamente honesto. E isso cria identificação imediata. O público acompanha Duncan e torce por ele.

Egg, por sua vez, é uma surpresa agradável. Mesmo sabendo que ele se tornará Aegon V Targaryen, a série o apresenta antes de qualquer peso histórico. Ele é curioso, espirituoso e, acima de tudo, carismático. A química entre os dois protagonistas é natural e se transforma no verdadeiro motor narrativo da trama.

Se há uma possível crítica à série, é a sensação de menor intensidade quando comparada a suas antecessoras. Porém, o que poderia ser visto como fraqueza se revela escolha consciente. Aqui não há necessidade de impactar a cada episódio com grandes reviravoltas. A emoção nasce dos pequenos momentos: das conversas à beira da estrada, dos olhares de cumplicidade, das memórias do antigo mentor de Duncan.

As cenas de justa medieval e o Julgamento de Sete trazem o ápice de grandiosidade, mostrando que a produção é plenamente capaz de escalar quando necessário. Mas não vive disso. Essas sequências funcionam porque são exceções, não regra.

Outro ponto que surpreende positivamente é a duração dos episódios, variando entre 30 e 35 minutos. Em vez de parecer limitada, a série ganha ritmo. Não há excesso. Não há enrolação. Cada capítulo entende seu propósito e o cumpre com clareza. A leveza da comédia, que surge de situações inesperadas e diálogos afiados, ajuda a equilibrar o drama sem torná-lo pesado.

É possível que parte do público sinta falta da intensidade constante que marcou Game of Thrones e que se mantém em House of the Dragon. No entanto, essa escolha por uma escala menor não enfraquece a série, pelo contrário, define sua personalidade. O Cavaleiro dos Sete Reinos não tenta competir em grandiosidade nem replicar o espetáculo das produções anteriores. Ela entende seu espaço dentro da franquia e constrói algo próprio, mais íntimo e humano. Ao invés de buscar impacto a qualquer custo, prefere investir em sinceridade emocional. E é justamente nessa decisão que encontra sua força.

Também havia a ideia de que a série pouco acrescentaria à franquia. No entanto, ao aprofundar a sociedade de Westeros fora da corte e explorar o período intermediário entre as grandes eras mostradas nas outras produções, ela preenche lacunas importantes. Não com eventos históricos grandiosos, mas com perspectiva humana.

O Cavaleiro dos Sete Reinos é, acima de tudo, uma história sobre amizade, honra e crescimento. É a prova de que Westeros não precisa sempre estar em chamas para ser interessante. Às vezes, basta acompanhar dois viajantes na estrada.

A série não substitui o impacto de Game of Thrones nem a intensidade de House of the Dragon. Ela oferece algo diferente e necessário. É carismática, emocional e segura do que quer contar do início ao fim. Se a franquia precisava de um novo fôlego, encontrou aqui. Como aconteceu com Andor em Star Wars, esta série mostra que universos grandiosos sobrevivem quando lembram de suas histórias menores. Resta saber se manterá essa qualidade nas próximas temporadas. Mas, por enquanto, Westeros volta a sorrir. E o público também.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2026
ser Dunkan um homem de coração puro, essa é a essência do personagem, é o mais cativante do universo de George RR Martin, enquanto em Game of Thrones vemos um mundo dominado pelo cinismo e manobras politicas, essa série é mais clássica e humanista, a bondade dele é fundamental para a criação de Egg, e ter um mentor de coração tão bom, ajuda a moldar um rei que realmente se importa com os menos favorecidos. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema 
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 397 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2026
A série conseguiu trazer toda a essência de Game of Thrones, porém de uma forma mais simples e humana. Repleta de referências ricas, apresenta uma história direta, mas ao mesmo tempo magnífica em sua construção. O quinto episódio foi, sem dúvida, o ápice da temporada, entregando tensão e impacto na medida certa. Apesar de o último episódio perder parte do fôlego alcançado anteriormente, ainda assim oferece um encerramento digno para a história.
wellington o
wellington o

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2026
Essa é uma série maravilhosa em sua proposta. Diferente das grandes disputas políticas e batalhas épicas que marcaram Game of Thrones, aqui a narrativa é mais intimista e despretensiosa — e justamente por isso funciona tão bem.
A trama prende pela simplicidade bem construída. O roteiro é envolvente, com diálogos consistentes e personagens carismáticos que conquistam o espectador rapidamente. É o tipo de história que te deixa vidrado, não pela grandiosidade, mas pela profundidade e humanidade presente em cada interação.
Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

10 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 2 de março de 2026
top demais essa série! nunca fui fã do game of trones, mas o cavalheiro dos sete reinos é absurdo de bom, egg e dunkan o alto são engraçados demais haha, gostei da narrativa da série é bem desenvolvida
Anna Julia De Abreu Ramos
Anna Julia De Abreu Ramos

6 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
Muito bom!! É uma série super interessante e que deixa com gosto de quero mais quando acabam os eps (que são muito rápidos).
Adriana Maura Roos
Adriana Maura Roos

4 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 20 de janeiro de 2026
Nossa, comecei a assistir e quase parei com a cena do cocô. Realmente para desconstruir a imagem de herói, como fala o produtor ou diretor? Como RR Martin, achei desnecessário. Colocasse ele agachado, sei lá, foi nojento e ridículo, ninguém faz como com a bunda pra cima daquele jeito.
Hítalo Salomão
Hítalo Salomão

3 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2026
Simplesmente melhor que House of the Dragon. Senti várias emoções em vários epsódios diferentes. Tem tudo pra se tornar uma obra de arte também.
luis soares
luis soares

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2026
Primeiro episódio morno, o segundo já engrenando e o terceiro excelente. Ótima química de atuação dos atores que fazem Duncan e Egg. O garoto esplêndido!!!
João Guilherme Ovídio Luciano
João Guilherme Ovídio Luciano

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2026
A série é muito boa a maioria das notas ruins é por conta da cena da m**** e de uma nudes q realmente foi desnecessário, porém, a série prende a gnt do tempo todo e o protagonista não é aqueles personagens artificiais cheio de coragem é um homem comum com medos e cara de pastelão.
Hudson R.
Hudson R.

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2026
O Cavaleiro dos Sete Reinos Episódios 1,2 e 3 nota 3, episódios 4 nota 5, episódio 5 nota ZERO PQP HORRIVEL, CRIARAM uma baita espectativa para esse epiódio, e fazem isso....PQP BELA MERDA