Acho engraçado como que a Rose, uma civil, conseguiu ter mais protagonismo e eficiência que os mais bem treinados agentes federais. Foi uma forçação de barra para dar um protagonismo para a personagem, que fugiu e muito daquilo que estaria de fato ao alcance da personagem. Ela é mais forte, mais inteligente, mais preparada, e consegue resolver todos os problemas praticamente sozinha. Até quando o Peter vai salvá-la dos terroristas, no fim ela que o salva. Se o Peter não estivesse na temporada a Rose teria resolvido o problema sozinha.
A série é boa. Logo no início da primeira temporada, há um grande impacto e muita ação, que mantêm o espectador sempre ligado e com vontade de assistir a todos os episódios. A história é muito legal e bem desenvolvida. Porém, na minha opinião, as outras temporadas não conseguiram manter o mesmo nível, pois a série caiu muito, demorou a se desenrolar e teve muitas cenas paradas com diálogos prolongados; faltou mais ação. O protagonista, Peter (Gabriel Basso), aos poucos vai se desenvolvendo, mas, mesmo com a evolução, deixa a desejar em alguns momentos, principalmente por falta de atitude. O elenco é um pouco fraco. Amanda Warren e Fola Evans-Akingbola tiveram atuações ruins, mas Gabriel Basso e Luciane Buchanan salvaram a série com boas atuações. Acredito que Luciane tenha tido uma atuação melhor do que a do protagonista em muitas ocasiões. Em geral, é uma série com uma história um pouco clichê, mas tem bastante ação na primeira temporada, caindo um pouco nesse quesito nas temporadas seguintes. Vale a pena assistir, principalmente a primeira temporada.
série: O Agente Noturno 2ª Temporada Assistido: 26-01-25 Elenco: @gabrielbasso @lucianebuchanan @sarahdeshardins @amandawarrenofficial Modelo: #espionagem Duração: 10 capitulos Ano: 2025 Minha opinião: Esta 2ª temporada, para mim é um fiasco, comparado com o 1º. Como um temporada pode ser tão diferente do 2º. Uma estória que é mais pura enrolação, você sente que a estória se arrasta que não tem uma personalidade. Não sei se queriam um novo Jason Bourne, mas esta muito longe disso. È tanta enrolação nos capítulos, que mesmo fazendo um filme se perderiam. Nem a relação do casal conseguiram trazer uma química. Uma pena. Roteiro e enredo patético e se perdaram em toda a série. Vale apena assistir? Se não tiver outra opção. Nota: 5 #dorama #kdorama #Jdorama #lovejdorama #amojdorama #K-dorama #doramaapaixonantes #dicasdefilme #imdb #rottentomatoes #netflix #adoroseries #amodorama #lovedorama #apaixonadoporcinema #netflix #adoroseries #serieapaixonante #loveserie #lovekdorama #curtodorama #doramaepipoca #series #seriesdetv #streeming #dorama #kdorama
"Suspense bem executado com boa atuação, mas com alguns momentos previsíveis." Com um ritmo acelerado e reviravoltas constantes, O Agente Noturno é um thriller eficaz que prende a atenção do início ao fim. Gabriel Basso entrega uma performance sólida como o protagonista, balanceando bem vulnerabilidade e determinação. A trama é envolvente, com uma boa dose de tensão, embora os clichês do gênero apareçam de vez em quando. Mesmo assim, a série mantém o espectador engajado com sua combinação de mistério, ação e reviravoltas.
Um pouco pior que a primeira temporada. Bom entretenimento e ação razoável até o capítulo 8. Nos capítulos 9 e 10 a série tenta acabar rápido com desfechos mal feitos para um final mequetrefe.
A primeira temporada é ótima, a segunda também. Senti falta de cenas de romance do Piter com a Rose, mas A série cumpre o promete, os episódios são rápidos, não é cansativo de assistir, eu amei. Quero ver como farão para aproximar Rose do Piter na próxima temporada.
A série é eletrizante com trama bem construída e ótimos atores. Só achei que a história da segunda temporada foi muito preguiçosa, q estrutura é praticamente a mesma da primereira temporada mas mesmo assim, vale a pena!
O Agente Noturno é uma daquelas séries que chega de mansinho, mas logo prende a atenção e se torna impossível de largar. Com uma trama de espionagem cheia de reviravoltas, ação constante e personagens cativantes, a série se destaca por trazer uma mistura bem dosada de tensão, mistério e drama, criando um clima de “quero saber o que vai acontecer agora” que não dá nem para respirar.
A história segue Peter Sutherland, interpretado por Gabriel Basso, um jovem agente do FBI que, apesar de estar em um cargo de baixo escalão, se vê envolvido em uma conspiração de grandes proporções depois de uma noite em que recebe uma ligação misteriosa — a primeira de muitas que irão mudar sua vida. Quando ele começa a se aprofundar no caso, começa a descobrir segredos da própria agência, levando a uma trama de espionagem e intriga política que mantém o espectador na ponta da cadeira.
O enredo é o grande trunfo da série. Desde o início, ela cria um mistério intrigante e bem construído, onde nada parece ser o que parece. As cenas de ação são empolgantes e bem coreografadas, com perseguições, tiroteios e cenas tensas de suspense, mas sem nunca perder o foco no desenvolvimento dos personagens. As revelações vão acontecendo no ritmo certo, sem apressar a trama, e os episódios finais são carregados de tensão, com o desfecho que só deixa mais vontade de ver o que vem a seguir.
Gabriel Basso, como Peter, entrega uma performance convincente. Ele é o tipo de protagonista que você começa a admirar conforme a série vai avançando. Ao lado dele, temos Luciane Buchanan, que interpreta Rose Larkin, uma mulher que tem sua própria história de mistério e que se torna uma aliada essencial para Peter. A dinâmica entre os dois personagens é uma das grandes forças da série, trazendo emoção e química sem perder o foco nas complexidades da trama.
Além disso, o roteiro faz um excelente trabalho em balancear momentos de ação com diálogos inteligentes, sem exageros. É uma série que se leva a sério, sem cair no clichê dos filmes de espionagem, e isso faz toda a diferença. Não se trata apenas de correr atrás de vilões ou desvendar conspirações, mas também de explorar o impacto emocional que essas situações causam nos personagens — e isso é feito com profundidade.
Em termos de produção, a série tem uma qualidade impecável. A direção é precisa, os cenários são realistas e a fotografia é excelente, com a tensão sendo transmitida visualmente a cada novo plano. A trilha sonora, embora discreta, é eficaz, criando o clima necessário sem chamar atenção demais.
Em resumo, O Agente Noturno é uma série imperdível para quem curte uma boa trama de espionagem com personagens cativantes, ação sem parar e uma narrativa de tirar o fôlego. Com a mistura de suspense, intriga política e um ritmo envolvente, ela merece sua nota 5 de 5 sem dúvida, sendo uma das melhores estreias de série do ano.
Até o momento não encontrei o ápice dessa série. O roteiro não prende a atenção de quem assiste em nenhuma temporada. Aliás, a Netlix já cancelou diversas produções muito melhores do que “O Agente Noturno” e insiste nela. Coisas que não entendo. Não consegui nem terminar de assistir a 3ª temporada. Muita fraca a série mesmo.
Ação Noturna tem boas ideias, mas personagens como Rose Larkin e Noor Taheri atrapalham com atitudes contraditórias e drama exagerado.
Rose Larkin — civil que decide se envolver profundamente numa missão secreta. Mostra coragem e inteligência, mas vira problema com reclamações constantes, desconfianças e drama emocional.É inteligente, desenrolada, ajuda muito mas... o mimimi dela tá estressante
Noor Taheri — trabalha na Missão Iraniana na ONU e arrisca tudo para tirar a família do Irã. Age por conta própria, quebra protocolos, e quando as consequências chegam (incluindo a morte do irmão, que escolheu não colaborar), ela entra em colapso emocional sem assumir responsabilidade. Jogando culpa em todos, mas não assume a responsabilidade.
Ambas poderiam ter dado certo com mais foco e menos mimimi. A série até tem seus momentos de tensão e intriga política, mas essas duas tragam o drama de forma exagerada — precisavam ouvir umas verdades e parar de culpar o sistema por escolhas pessoais.
O Agente Noturno é uma daquelas séries que te fisgam logo nos primeiros minutos e não soltam até o último episódio. Com uma trama eletrizante, cheia de conspirações políticas, ação bem coreografada e personagens cativantes, a produção da Netflix entrega exatamente o que promete: entretenimento de qualidade com tensão constante. Gabriel Basso brilha como Peter Sutherland, um agente do FBI que começa atendendo um telefone em um porão da Casa Branca e acaba mergulhado em uma rede de intrigas que ameaça a segurança nacional. A evolução do personagem é convincente, e sua química com Rose Larkin (Luciane Buchanan) adiciona uma camada emocional que equilibra bem o ritmo frenético da ação. O roteiro é ágil, com reviravoltas bem posicionadas e um bom equilíbrio entre mistério e desenvolvimento dos personagens. A série também acerta ao explorar dilemas morais e mostrar como decisões políticas podem afetar vidas comuns — sem perder o foco na adrenalina. Visualmente, a produção é competente, com cenas de perseguição e espionagem que mantêm o espectador na ponta da cadeira. A ambientação entre Washington, Nova York e outras locações internacionais dá um ar de realismo à trama, ampliando o escopo da narrativa. Mesmo com alguns clichês do gênero, O Agente Noturno se destaca por sua execução sólida e por saber dosar ação, emoção e suspense. É uma série que deixa você querendo mais — e felizmente, com novas temporadas a caminho, a expectativa só aumenta.
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