A Maldição da Mansão Bly
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4,2
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45 Críticas do usuário

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Cristiano França
Cristiano França

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Crítica da série
0,5
Enviada em 7 de novembro de 2020
Péssima série ... achei que fosse uma série de terror , assim como a Mansão Hill, mas esta é mais uma série de romance...
anônimo
Um visitante
Crítica da série
2,5
Enviada em 26 de dezembro de 2024
A série é intrigante, explorando elementos do romance gótico com toques de mistério e sobrenatural, em que ambientação na mansão antiga e a atmosfera sombria são bem construídas, proporcionando um cenário propício para o desenvolvimento da trama. No entanto, o ritmo narrativo se mostra excessivamente lento, com episódios que se arrastam sem avanços significativos, o que pode testar a paciência do espectador. Além disso, o desfecho da história não atinge o impacto esperado, deixando questões em aberto e uma sensação de insatisfação.

As atuações são competentes que trazem profundidade emocional, em especial à protagonista, contudo, os personagens secundários também contribuem para a riqueza da narrativa, embora alguns arcos não sejam plenamente explorados. Além disso, a direção de arte e a fotografia merecem elogios, criando uma atmosfera envolvente que complementa o tom melancólico da série. Contudo, a falta de dinamismo no roteiro e a previsibilidade de certos acontecimentos comprometem a experiência como um todo. Disto isso, apesar da produção possuir qualidades notáveis em termos de estética e atuação, ela acaba pecando pelo ritmo arrastado e um final que não atinge as expectativas. as.
Marcus Moreno
Marcus Moreno

1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
3,0
Enviada em 28 de outubro de 2020
Uma série que começa interessante e vai se perdendo de forma bastante linear e constantemente à cada novo capítulo para finalizar de forma bastante monótona, com afirmações sem bom senso e mostrando alguns personagens, em seu destino final, totalmente desconexos (exemplo: escolhem um ator para mostrar o personagem mais velho sem nenhuma única relação com o personagem mais novo; totalmente alheio à trama, chegaria a dizer) Enfim, dica: assista outra coisa; se não tiver nenhuma outra opção viável, assista sem expectativas.
Iran D'el-Rei
Iran D'el-Rei

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Crítica da série
0,5
Enviada em 19 de outubro de 2020
Meu Deus do céu, é ruim demais! Eu só queria de volta o tempo que perdi assistindo isso... Não assistam!
André C.
André C.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 6 de fevereiro de 2025
Não possui muitos "sustos" como eu esperava, mas a tensão é constante justamente pelo ambiente de surpresas que envolve a série. Achei a atuação da menina Flora incrível.
J.Victor O.
J.Victor O.

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 7 de abril de 2021
Para quem conhece a obra A Volta do Parafuso a série é uma decepção. O enredo é levemente baseado no livro gótico de Henry James, mas a série passa longe do gótico. Uma pena porque a trama, personagens e cenários, incluindo os fantasmas funcionam muito melhor no tenebroso cenário gótico (leiam o livro). Longe da obra original os fantasmas flutuam aleatoriamente no meio de um romance LGBT e um final de novela das 9h. A Netflix tinha um horror de ouro nas mãos porém se perdeu em um romance água com açúcar e uma narrativa confusa, poderia ter melhor aproveitado a história de cada fantasma ao invés de episódios inteiros dedicados a um personagem que sai do nada e vai para lugar nenhum. A tentativa falha de Plot Twist nos últimos episódios não funciona porque lá pelas tantas o público já previu todo final que parece ter sido escrito por Nicholas Sparks.
Ponto positivo para as crianças maravilhosas, a babá e a governanta com show de interpretação.
khyquer
khyquer

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 29 de outubro de 2020
Maravilhosa. Peca por explicar demais e por acelerar o final, que poderia ter durado uns dois episódios a mais. Porém tem suspense, sensibilidade, amor e terror na medida certa. Vale a pena maratonar.
Mariano Soltys
Mariano Soltys

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 26 de abril de 2023
Maldição da mansão Bly, o tempo agostiniano e a parapsicologia

O filósofo Santo Agostinho entendia que o passado não existe mais, e nem o futuro. Existe um presente das coisas passadas, um presente das coisas futuras. Isso fica mais claro ao se ver a série de terror “Maldição da mansão Bly”, onde duas crianças órfãs são tuteladas por uma jovem, a qual também passou por um trauma recente, perdendo o marido em acidente terrível, por atropelamento. O menino Miles e a menina Flora se veem solitários numa ampla mansão, a não ser pelo cozinheiro, a jardineira e uma religiosa, que aos poucos vão tomando um ar misterioso e difícil de entender, ao se assistir a série. O passado se mistura ao presente, e os fantasmas ganham vida em todos os tempos, clareando o enredo à medida que se assiste. No caso a tutora ou também chamada de babá, esta já vê antes de ir a mansão, o fantasma do falecido marido. Esta esconde-se de espelhos, o que faz pensar a vaidade de tempos atuais, com selfies, avatares, redes sociais e uma idolatria do ego. Criamos fantasmas de nós mesmos. Mas ao longo que esta, Dani, se encontra também na mansão, acaba por descobrir outros fantasmas, como as pessoas sem rosto, a garota do lago, bem como um antigo namorado da anterior babá, que rodeia a mansão em espectro um tanto ameaçador. O tio Henry não aparece para ver as crianças, e fora o ato de contratar a babá, pouco se vê este na história, a não ser quando se revela ao pouco o passado de cada personagem.

A cidade de Bly nem existe na realidade. Muitas das cenas da série foram filmadas no Canadá, e a história seria baseada em livro de 1860, o que mostra a temática supersticiosa e fantasmagórica, quase espírita a que ganha “Maldição da mansão Bly”. O tempo vira uma maldição para algumas das personagens, de modo que algumas querem evitar reviver certas cenas de suas vidas, como eventos infernais que os assolam. O caso da época que se desenrola ser os anos 80, mais especificamente 1987, mostra boa música e um bom gosto de vestimentas, além de alguma máquina de escrever, cigarro, telefone colorido, festas mais sociais e coisas que quem viveu os anos 80 e 90 se recorda, como estar off-line e conversar com amigos, não por celular e nem por redes sociais. Isso já rende uma boa ambientação, e talvez também seja estratégia da plataforma de streaming, uma vez que pessoas adultas de 40 anos têm mais condições de bancar a permanência em assinatura, para continuar assistindo a série. Voltando ao filósofo e padre Agostinho de Hipona, o tempo não é muito a questão de passado e futuro. Vivemos em um presente que resolve tudo, e nos fantasmas da série, isso tudo toma um poder maior, uma vez que revivem em verdadeiro purgatório suas vidas, mescladas com antigos moradores da mansão, alguns mesquinhos, outros vingativos, que tomam uma porção parapsicológica do local, paranormal e de fenômenos inexplicáveis ao público em geral.

Uma casa mal-assombrada muitas vezes revela telergia, ou outro fenômeno paranormal, onde uma pessoa no raio de 50 metros teria influência, segundo padre Quevedo. Já para Herculano Pires, o fenômeno seria psi-teta, e logo espiritual, com desencarnados ou mortos que estariam ali, presos a essa residência. Lembro de outra série, Ghost Whisperer, onde a médium ajudava esses espíritos, e estes tinham de resolver questões, bem como ao fim encontrar a luz, para não mais perturbar pessoas ou “assombrar” casas. O caso de pessoas sem rosto, revela em muito a ausência de personalidade a que as pessoas chegaram, com ideais de corpo, magreza, musculatura, beleza e mesmo simpatia, a que lhes esvazia o ser. O paranormal apenas revela muitas vezes um grande desequilíbrio, e isso mostrava parapsicólogo Pedro Antônio Grisa, quando dizia que muitos paranormais sofreram grandes traumas ou sofrimentos, de modo que seu subconsciente teria algo nesse processo. Observamos que não se trata tanto da questão externa, mas que muitas pessoas são envoltas de alucinação, manias, obsessões que muitas vezes as levam a repetir um passado, a se autopunir, a perseguir o impossível, destruindo o que passa a sua frente, ao alimentarem o ego diabólico que faz o verdadeiro terror em suas vidas. A série da mansão revela muito mais que um terror de clichê, ou alguma situação para atrair fortes emoções e adolescentes, mas revela nossa obsessão pelo tempo, vivendo mortalmente no passado, e construindo um futuro que nunca existiu. Os fantasmas são o nosso passado não resolvido.

Mariano Soltys, filósofo, escritor e advogado
sou eu
sou eu

1 seguidor 76 críticas Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 1 de agosto de 2023
A nota muito bom quase caiu para bom devido ao final sessão da tarde que os roteiristas impuseram. De modo geral gostei, a garotinha tem uma atuação perfeitamente explendida, assim como seu tambem jovem irmao. Os outros atores não decepcionam. Não diria que é uma série de terror, fica mais próximo de um drama, com cada personagem expondo seus problemas pessoais durante a trama. Lago misterioso, criaturas sinistras, vivas ou não, casa isolada, são elementos típicos desse tipo de filme, portanto estão presentes aqui tambem. E o vinho? Como na maioria das series da netflix ele não pode faltar, está presente em várias cenas, para mais investimento dos fabricantes do que necessidade de algumas cenas. Tambem ao estilo diversidade da netflix, casal bicolor e homossexual marcam presença. A governanta alem de boa atuação tem uma voz muito agradável. O numero de capitulos considerei elevado, com 2 a menos a estória seria a mesma.
Nara SImone Roehe
Nara SImone Roehe

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
1,5
Enviada em 21 de junho de 2025
Comecei com entusiasmo... mas, o que parecia promissor não deslanchou. A cada episódio, os argumentos pioraram, de uma pobreza ímpar... olhei até o final, mas, efetivamente é péssimo. Sem contar que não é um terror, no máximo suspense ruim...nem adolescente gostaria!
Nicolas
Nicolas

19 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 12 de outubro de 2021
Tinha muito potencial, mas o Flanagan deixou a série nas mãos de outros diretores e roteiristas, que estragaram o material. Cheio de pontas soltas, furos, desfechos incompletos, incoerências narrativas, traumas que se resolvem do nada. Não é de toda ruim, mas comparada a Residência Hill, é um produto bem inferior. Enquanto "Residência Hill" foi viciante, ao ponto de eu ir dormir de 3h da madrugada, a "Mansão Bly" foi um verdadeiro teste de paciência, que eu demorei quase 2 semanas pra concluir. No final foi uma grande sensação de que poderia ser um filme de 2h.
ဣSrta. Erika
ဣSrta. Erika

2 críticas Seguir usuário

Crítica da série
5,0
Enviada em 10 de outubro de 2020
excelente!
me fez chorar, não tem jumpscare que nem a hill(eu amo a hil, mais graça a deus. Não aguento mais levar jumpscare kkk)
e para as pessoas que acharam ruim, só pq n tem um "terror"
que jogue sua primeira pedra!
é um romance gótico, porém com uma camada de suspense.
Mislene Moreira
Mislene Moreira

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Crítica da série
4,5
Enviada em 12 de outubro de 2020
Eu amei a série e da medo SIM! O episódio 8 na minha opinião foi o melhor.Super recomendo a série . Muito bem explicada no decorrer de cada episódio...
Fabi Botelho
Fabi Botelho

1 seguidor 71 críticas Seguir usuário

Crítica da série
3,0
Enviada em 21 de maio de 2025
Roteiro no início se desenvolve bem, porém por volta do 5 episódio, as coisas começam a não fazer tanto sentido. Podiam ter explorado melhor as justificativas. Começam a inserir contextos que no final não tem explicação ou motivo para terem sido citados no decorrer da série. E o final podia ter sido melhor.
Maíra Muniz
Maíra Muniz

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
2,0
Enviada em 19 de outubro de 2020
Crianças super ricas órfãos que não tem mais ninguém da família e moram numa mansão no meio do nada com vários serviçais.. e claro.. sempre acontecendo algo sinistro.. Série arrastada, com a história dramatizada beeeeem clichê com uns sustinhos.. Que decepção! Fiquei tempão esperando uma "segunda" temporada da Maldição da Residência Hill, que essa sim tem um roteiro foda com uma história autêntica!
Essa série só é boa pra quem gosta das mesmas histórias de sempre num terror meia boca. Só dou duas estrelas pelos atores que a maioria são bons, principalmente pela Victoria Pedretti.