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    O Gambito da Rainha
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    Média
    4,6
    403 notas e 34 críticas
    distribuição de 34 críticas por nota
    28 críticas
    15 críticas
    1 crítica
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    De E.
    De E.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 28 de outubro de 2020
    Ótimo filme, cativante, emocionante, ótima atuação c ótimos atores, uma lição de vida tbm, de superação. Pra mim q gosto de xadrez foi bom demais, além de ter aprendido mto nas jogadas.
    Luite Lara
    Luite Lara

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 28 de outubro de 2020
    Série maravilhosa, com atuações dignas dos famosos atores que apresentam a série. Os Gambitos da Rainha trata- se de uma série cativante, em que se torce pela personagem e da vontade de dar umas broncas na protagonista de vez em quando. Ótima pedida!
    Fa Waughan
    Fa Waughan

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    Crítica da 1 temporada
    4,5
    Enviada em 30 de outubro de 2020
    Umas das melhores séries que já vi que aborda vários temas como xadrez ,relações familiares ,vícios em remédios e o desenvolvimento de uma grande jogadora desde a sua infância o seu primeiro contato com o xadrez e fase adulta ótima série,otimo elenco recomendo a todos que gostem de séries que abordam o tema xadrez👍🏻😉
    SANSUZUKI
    SANSUZUKI

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 31 de outubro de 2020
    Adorei a série. O que me marcou foi o fato da personagem, desde muito cedo, passar por situações de abandono, como a cena em que sua mãe mergulha num lago e aprece na superfície um tempo depois. Outros fatos impactantes, como este, se repetiram. Como uma infância “insegura” traz amarras que são bem difíceis de se desfazer, mas não impossíveis.
    Ryan
    Ryan

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 28 de dezembro de 2020
    Espetacular, uma das melhores séries que já assisti, não consigo sentir um defeito com toda a história, tudo é muito bem produzido e pensado. Figurinos, cenários e as falas são impactantes. O final é um dos melhores que já assisti em qualquer série, tudo inesperado e que causa uma adrenalina surreal. Atuações incríveis e com roteiro digno de grandes premiações! Uma série única e que consegue deixar uma marca inesquecível. Realmente extraordinário!
    QG
    QG

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 15 de novembro de 2020
    Muito bem escrita e sem pontas soltas, é de encantar os olhos com a fotografia e todo o estilo ambientado dos anos 60.
    Gabriel T.
    Gabriel T.

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    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 15 de novembro de 2020
    O nome é estranho, mas é uma arriscada jogada de abertura no xadrez. Assim como seu título, a minissérie de sete episódios da Netflix é um conjunto de riscos, causas e consequências dramáticas e intelectuais.

    A instigante obra baseada em um livro homônimo do escritor norte-americano, Walter Tevis, acompanha a história ficcional da jovem órfã, Elizabeth Harmon. “Beth”, interpretada com maestria pela atriz Anya Taylor-Joy, se torna um prodígio do xadrez e enfrenta grandes desafios, em parte, auto infligidos durante essa jornada ambientada nos períodos da Guerra Fria.

    Dotada de um rápido raciocínio e grande lógica, ensinada ou mesmo transmitida naturalmente por sua falecida mãe, uma notória e problemática doutora em matemática, a jovem é apresentada ao mundo de vícios e de partidas de xadrez ao chegar no orfanato logo depois sua perda.

    Para Beth, após aprender as regras do jogo com o solitário zelador de onde reside, o xadrez é seu vício e seu talento. As estratégias, cálculos e a possibilidade de exercer algum controle em sua vida, no caso, sobre tantas peças em um único e pequeno tabuleiro, são o que aguçam e prendem a mente da reservada jovem de apenas 9 anos.

    Com o tempo, os tranquilizantes utilizados para poder focar em sua obsessão intelectual tornam-se mais do que apenas ferramentas de jogo e se transformam em outro perigoso vício para a moça.

    Após ser finalmente adotada, a garota que havia sido impedida de desenvolver mais a fundo seu jogo de xadrez realiza grandes movimentos em sua vida, motivada pelo conhecimento e por vitórias.

    Demonstrando audácia, competitividade e grande técnica, mesmo sem reconhecer inicialmente isso em si mesma e nem conhecendo todas as práticas, Beth domina os torneios profissionais de grandes mestres e competidores, indignados pela derrota para a jovem considerada “iniciante” e discriminada por ser uma jovem mulher em um ambiente majoritariamente masculino na época.

    No meio de uma variedade de competidores machistas, os quais se consideram como parte dos arcaicos e privados “clubes de cavalheiros”, a figura da dama, patrocinada por sua mãe adotiva, enfrenta com olhar centrado e foco as partidas desafiadoras com uma facilidade e apatia que passa da genialidade e, vez ou outra, pode ser comparada a um nível de loucura.

    Conforme o tempo passa, a personagem cresce e seu número de vitórias aumenta, assim como seu ego, sua fama e a admiração recebida pelos outros. Da mesma forma, seus vícios apresentados pela mídia e, inconscientemente, por sua nova figura materna, deixam cada vez mais de ser estimulantes para seu jogo mental como treinamento para o xadrez, e se oficializam como a perda de seu auto controle sobre as bebidas, drogas e outros estimulantes.

    É quase um fato que grandes mentes sofrem devido às repressões ou tentativas de adequação a padrões sociais mais comuns. Entretanto, aparentando superação sobre isso, a mente de Beth deixa de sofrer socialmente para enfrentar intelectualmente sua aptidão que pensa depender das obsessões químicas.

    Sendo abatida e, consequentemente, tendo que se desviar dos obstáculos infligidos pela vida e por suas próprias decisões, a obra cativa pela curiosidade para descobrir quais serão os próximos os movimentos na partida da vida de Beth Harmon.

    Sem muitos suspenses ou reviravoltas grandiosas, a história prende a atenção pela desenvoltura de sua protagonista durante a jornada pelo sucesso, sem riquezas de fato, e por sua forma particular de narrar com tensão e propriedade seus próprios movimentos, de forma parcial ou detalhada.

    Como um torneio de xadrez onde as jogadas podem ser muitas ou poucas, mas sempre com uma complexidade notável para os envolvidos, a produção da Netflix, dependente do desenrolar da ótima atuação de Taylor-Joy, se compõe também da diversidade de lições aprendidas, ignoradas e, muitas vezes, causadas pelos vícios e genialidade da personagem.

    Perseguida pelos traumas do passado e romances platônicos não sucedidos, mas que não chegam aos pés de sua paixão pelo xadrez, Beth se faz a rainha do jogo após uma longa jornada repleta de estratégias e imprevistos, em cenários e momentos com uma recriação cinematográfica impecável.

    Depois de um ritmo contínuo e crescente de dramas, paixões e certo humor, a produção comete uma pequena gafe ao se utilizar de um clichê do cinema. No momento decisivo, amigos abandonados no passado surgem milagrosamente de uma enorme distância para ajudar a vencer a situação difícil. Contudo, ainda que prosseguindo com esse clichê mostrando a superação da adversidade pela genialidade própria da personagem, o final dessa partida possui uma elegância que compensa seus pequenos erros.

    No término da minissérie, depois de cativantes e dramáticos movimentos na vida da protagonista e seus poucos amigos, a rainha (ou dama), após sacrificar e ser apoiada por seus peões, consegue derrotar merecida e respeitosamente o rei e vencer seus próprios desafios.
    danilo s
    danilo s

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 20 de fevereiro de 2021
    Uma das melhores produções de streaming de 2020. Fotografia, figurino e atuações (principalmente da Anya), tudo perfeito. História cativante que parece ser real.
    Luana O.
    Luana O.

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    Crítica da 1 temporada
    4,5
    Enviada em 27 de novembro de 2020
    Grata surpresa! O xadrez nada mais é do que pano de fundo pra uma história muito mais complexa. Profundo e despretensioso. Ótima atuação de Anya Taylor-Joy. Um bom roteiro, direção, fotografia....excelente
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    Crítica da 1 temporada
    4,0
    Enviada em 30 de dezembro de 2020
    Uma série com grande potencial que atinge quase sua plenitude total, tirando alguns diálogos desnecessários, atinge seu ápice nas grandes batalhas de xadrez e no seu elenco que está ótimo. Vale muito a pena conferir.
    Pedro F.
    Pedro F.

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 29 de janeiro de 2021
    Amei o Gambito da Rainha. A série é muito envolvente, a história é muito forte. As atuações são excelentes, assim como a fotografia, o figurino e etc. Me recomendaram muito para que conferisse essa série e certamente valeu a pena. Agora é minha vez de recomendar o Gambito da Rainha a todos e a todas.
    Dayani Araújo
    Dayani Araújo

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 2 de novembro de 2020
    Eu simplesmente amei a obra, desde o início tanto harmon como o roteiro já se mostrou cativante, além de prender a atenção do expectador, e mesmo que você nem sequer conheça xadrez, você ainda entenderia o desenvolvimento da história e personagens.
    A atriz Anya Taylor caiu como uma luva para o papel, em especial seus olhos expressivos capturam a nossa atenção, assim como Dorocinski que fez muito bem seu papel permitindo o ar de mistério dar um toque especial a tudo
    Marcelo Oliveira
    Marcelo Oliveira

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 1 de novembro de 2020
    Série emocionante, vale cada minuto, personagens com atuação excelente, história te prende a todo momento, nunca achei que ficaria preso a uma série de xadrez rsrs.. só assistam vão ficar como eu!
    Romeu D'Aguiar
    Romeu D'Aguiar

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 2 de novembro de 2020
    Série excelente. A melhor série inteira dos últimos anos. Nada de pontas soltas para segundas temporadas.
    Mais parece um filme loooongo ou um romance (literário) visual.
    valmyr b
    valmyr b

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    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 2 de dezembro de 2020
    Ex-ce-len-te! Dispensa quaisquer outros comentários. Um passeio pela psiquè humana. Para quem entende e para quem não entende xadres. Essa moça, Anya Joy, dá um show no papel principal! Para quem gosta e para quem nem se interessa pelo jogo - ou nem sabe o que é. Enredo belo, forte, amplo, intenso, profundo e quantos mais adjetivos se quiser dar. Leva cinco estrelas!!!
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