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Todas as temporadas
Média
4,0
173 notas
5
7 críticas
4
8 críticas
3
8 críticas
2
2 críticas
1
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Série muito satisfatória. Bom desfecho e enredo bem alinhado. Não vejo a necessidade de continuação.
De maneira geral, gostei. Começou um pouco desconectada na minha opinião e à trama no final não me agradou tanto, ficando algo pouco provável. Porém gostei bastante de todo o decorrer da série, um bom suspense. Pra quem gosta do estilo, vale a pena.
excelente. enredo muito bem amarrado sem pontas soltas, personagens interligados sem perder a coerência. Cada episodio tem um novo desfecho, uma nova reviravolta que não deixa vc parar de assistir. Faz tempo que nao via algo assim desde de Dark. Assistam, não vão se arrepender
Uma série boa e envolvente mas o final foi fraco demais comparado à soma de mistério que foi se acumulando durante todos os episódios
Extremamente exagerada e irreal, personagens b****. Não recomendo perder o tempo assistindo essa série.
Não leiam o livro antes de assistir a série, caso contrário irão se decepcionar tanto quanto eu. Não passei do segundo episódio. Leiam o livro'por trás dos seus olhos' e depois assistam a série, isso sim vale a pena.
Série inglesa muito boa. Mantém o suspenso e o clima tenso, apesar do "jeitão inglês" . Porém com um final lógico e racional apresenta boas explicacoes. O melhor é curta.
Sabe quando a série quer te enganar misturando um monte de estórias, dando a impressão que haverá uma grande trama por trás; só que não. Pois é, o grande segredo de Corine é que o vizinho fez um roubo no caixa da escola, e ela (que fingiu estar grávida) não podia contar ao marido, sobre este roubo/desvio de dinheiro (porque era algo muito grande). E, por ela não haver falado algo simples, que não tinha nada demais, você é obrigado a assistir 8 episódios, para que seja revelado o segredinho.... Tenha santa paciência.
Excelente série de suspense. Recomendo muito! É viciante e tem personagens muito interessantes com momentos de comédia muito engraçado. Mas no geral é um suspense dramático bem elaborado que te prende e faz querer saber o que vai acontecer no final. Torcendo pela segunda temporada.
Uma minisérie que você não gosta muito de cara, mas a partir do 3 ou 4 episódio te prende pelo suspense e por querermos entender sobre os personagens. Recomendo, muito mistério e um pouco imprevisível.
Não li o livro, mas o final foi mal construído. O que fizeram (Adam e a detetive) com os corpos? Deixaram na floresta? O Adam pega o revólver do Katz e enche o Tripp de bala. Como a detetive explicou isso na delegacia? O revólver a princípio foi dado como desaparecido. Como explicar que as balas encontradas no corpo do Tripp vieram desta arma? Após, aparece a detetive escondendo a arma em uma parede.
Neste caso, a menos que tenham sumido com o corpo e o carro do Tripp, deixaram muitas evidências.
Caso ela diga que ao chegar encontrou o Adam cavando e encontrando o corpo da mulher, como ele sabia que estava naquele local? Daí se ele disser que foi o Tripp que contou, como ele chegou ali? Onde está o Tripp?
Final muito mal articulado.
Tirando esse “pequeno detalhe” a série é boa
Neste caso, a menos que tenham sumido com o corpo e o carro do Tripp, deixaram muitas evidências.
Caso ela diga que ao chegar encontrou o Adam cavando e encontrando o corpo da mulher, como ele sabia que estava naquele local? Daí se ele disser que foi o Tripp que contou, como ele chegou ali? Onde está o Tripp?
Final muito mal articulado.
Tirando esse “pequeno detalhe” a série é boa
Resenha crítica: Não Fale com Desconhecidos
Em primeiro lugar, gostaria de destacar a performance emocionante e cativante da atriz Siobhan Finneran, que entrega uma atuação excelente, dando vida ao que é ser uma detetive experiente e verdadeira.
Agora sim, vamos falar sobre a série. A história apresenta um belíssimo roteiro, escrito pelos cineastas Jorge Dorio e Fernando Sanches, que prende o espectador do começo ao fim. Cada personagem desempenha um papel crucial na trama, com destaque para três atuações principais: Siobhan Finneran (Detetive Johanna), Richard Armitage (Adam Price) e, por último, mas não menos importante, a excelente Hannah John-Kamen (A Desconhecida).
Esses atores entregam performances impressionantes, trazendo intensidade e profundidade a seus papéis. Na trama, Adam Price se vê envolvido em um mistério quando uma desconhecida o aborda, revelando segredos sobre sua esposa. A revelação o deixa obcecado, levando-o a confrontá-la. Pouco tempo depois, sua esposa desaparece misteriosamente, e ninguém sabe o que aconteceu. A partir daí, a minissérie se desenrola, explorando segredos do passado que nunca deveriam ter sido descobertos.
A adaptação da Netflix para a obra literária de Harlan Coben é simplesmente incrível. A produção soube usar os personagens de maneira brilhante, mantendo-os em evidência sem torná-los cansativos ou exagerados.
Dito isso, Não Fale com Desconhecidos é uma série que vale muito a pena assistir. Se você acha que é bom em desvendar mistérios, prepare-se para se surpreender com o final eletrizante dessa história. Recomendo especialmente para os fãs de suspense, mistério e drama. Vale lembrar que a série é indicada para maiores de 14 anos devido à presença de crimes, violência e drogas.
Em primeiro lugar, gostaria de destacar a performance emocionante e cativante da atriz Siobhan Finneran, que entrega uma atuação excelente, dando vida ao que é ser uma detetive experiente e verdadeira.
Agora sim, vamos falar sobre a série. A história apresenta um belíssimo roteiro, escrito pelos cineastas Jorge Dorio e Fernando Sanches, que prende o espectador do começo ao fim. Cada personagem desempenha um papel crucial na trama, com destaque para três atuações principais: Siobhan Finneran (Detetive Johanna), Richard Armitage (Adam Price) e, por último, mas não menos importante, a excelente Hannah John-Kamen (A Desconhecida).
Esses atores entregam performances impressionantes, trazendo intensidade e profundidade a seus papéis. Na trama, Adam Price se vê envolvido em um mistério quando uma desconhecida o aborda, revelando segredos sobre sua esposa. A revelação o deixa obcecado, levando-o a confrontá-la. Pouco tempo depois, sua esposa desaparece misteriosamente, e ninguém sabe o que aconteceu. A partir daí, a minissérie se desenrola, explorando segredos do passado que nunca deveriam ter sido descobertos.
A adaptação da Netflix para a obra literária de Harlan Coben é simplesmente incrível. A produção soube usar os personagens de maneira brilhante, mantendo-os em evidência sem torná-los cansativos ou exagerados.
Dito isso, Não Fale com Desconhecidos é uma série que vale muito a pena assistir. Se você acha que é bom em desvendar mistérios, prepare-se para se surpreender com o final eletrizante dessa história. Recomendo especialmente para os fãs de suspense, mistério e drama. Vale lembrar que a série é indicada para maiores de 14 anos devido à presença de crimes, violência e drogas.
Toda série de suspense que tem Richard Armitage no elenco vale à pena assistir. Muito boa série e ele como sempre entrega tudo no papel.
COMO A SÉRIE ERROU E MUITO
Os pontos que eu levantei que não são pertinentes?
1. Katz e o Malbec 40
Essa é uma das maiores fragilidades.
O roteiro apresenta a ligação de Katz com o Malbec 40 como se fosse importante, mas não estabelece de maneira suficientemente clara qual é a natureza dessa relação, quando começou, o que Katz ganhava com ela e por que isso o colocaria diretamente no centro dos acontecimentos.
Em um bom suspense, o espectador pode não saber a resposta, mas precisa perceber que existe uma resposta.
Aqui fica a sensação de que determinadas informações foram introduzidas apenas para produzir surpresa.
2. Por que Katz queria eliminar as chantagistas?
Essa é ainda mais problemática.
Se elas tinham informações capazes de comprometê-lo, precisamos saber:
o que exatamente elas sabiam; como descobriram; por que Katz estava ameaçado; por que matar era a única solução; e, principalmente, por que ele não poderia simplesmente silenciá-las de outra maneira.
Sem essa cadeia causal, a motivação fica incompleta.
3. O chaveiro de Corine
Você percebeu uma coisa que um bom roteiro deveria explicar.
Como Katz conseguiu o chaveiro de Corine?
Se ele não estava presente em determinada situação, o objeto precisa ter uma origem lógica.
Um objeto colocado na trama como pista não pode simplesmente aparecer nas mãos de um personagem porque o roteiro precisa daquela pista.
Isso é um furo de continuidade ou, no mínimo, uma omissão narrativa importante, dependendo do que efetivamente foi mostrado.
4. De onde viria o dinheiro do Malbec?
Se o dinheiro é parte da engrenagem criminosa, o roteiro deveria explicar qual era a fonte, quem financiava, quem recebia e qual era o interesse econômico.
Não é necessário explicar tudo para o espectador. Hitchcock não explicava tudo.
Mas Hitchcock fazia uma coisa fundamental: as peças obedeciam a uma lógica interna. O público podia desconhecer a verdade, mas quando ela aparecia, pensava: "É claro! Como eu não percebi isso antes?"
Esse é o efeito que está faltando em vários momentos de Don't Talk to Strangers.
5. A cabeça da alpaca
Aqui eu acho sua crítica especialmente forte.
Se a cabeça da alpaca constitui uma pista relacionada aos crimes, por que a investigação não retorna a esse elemento até esclarecer completamente sua origem?
Uma investigação policial coerente não abandona uma evidência dessa natureza sem consequência.
Se o roteiro queria que o público esquecesse o assunto para depois utilizá-lo, precisava criar uma explicação posterior.
Caso contrário, parece simplesmente uma pista abandonada.
6. O celular de Corine
Esse é provavelmente um dos problemas que mais chamam atenção.
Se o celular de Corine havia desaparecido ou sido considerado inacessível, como ele reaparece posteriormente a ponto de permitir que a detetive avance na investigação para achar Price?
A questão não é simplesmente "o celular apareceu".
É: quem estava com ele, onde estava, como foi recuperado e por que ninguém havia encontrado antes?
Um thriller policial precisa ser particularmente rigoroso com esse tipo de evidência.
Porque celular hoje não é um objeto neutro. Ele contém localização, chamadas, mensagens, fotos, histórico, contatos etc.
Portanto, quando um celular aparece ou desaparece convenientemente, o espectador atento imediatamente percebe.
7. Price matou quem matou a Corine
E aqui chegamos a uma questão ainda mais séria.
Se Price assinava quem matou Corine, o roteiro precisa explicar juridicamente: como ele se livrou?
Porque ela Johanna escondeu a arma?
Fica parecendo que o roteiro utiliza a assinatura/confissão simplesmente como atalho para fechar a investigação.
8. A garota The Stranger, como é irmã do Price, por que ela não ficou ao lado do pai e irmão, já que as acusações não iriam a incriminar? E há uma diferença entre não querer se envolver e abandonar completamente a própria família justamente quando ela está sendo acusada.
9. Porque a mulher de Katz queria matar sua filha?
Os pontos que eu levantei que não são pertinentes?
1. Katz e o Malbec 40
Essa é uma das maiores fragilidades.
O roteiro apresenta a ligação de Katz com o Malbec 40 como se fosse importante, mas não estabelece de maneira suficientemente clara qual é a natureza dessa relação, quando começou, o que Katz ganhava com ela e por que isso o colocaria diretamente no centro dos acontecimentos.
Em um bom suspense, o espectador pode não saber a resposta, mas precisa perceber que existe uma resposta.
Aqui fica a sensação de que determinadas informações foram introduzidas apenas para produzir surpresa.
2. Por que Katz queria eliminar as chantagistas?
Essa é ainda mais problemática.
Se elas tinham informações capazes de comprometê-lo, precisamos saber:
o que exatamente elas sabiam; como descobriram; por que Katz estava ameaçado; por que matar era a única solução; e, principalmente, por que ele não poderia simplesmente silenciá-las de outra maneira.
Sem essa cadeia causal, a motivação fica incompleta.
3. O chaveiro de Corine
Você percebeu uma coisa que um bom roteiro deveria explicar.
Como Katz conseguiu o chaveiro de Corine?
Se ele não estava presente em determinada situação, o objeto precisa ter uma origem lógica.
Um objeto colocado na trama como pista não pode simplesmente aparecer nas mãos de um personagem porque o roteiro precisa daquela pista.
Isso é um furo de continuidade ou, no mínimo, uma omissão narrativa importante, dependendo do que efetivamente foi mostrado.
4. De onde viria o dinheiro do Malbec?
Se o dinheiro é parte da engrenagem criminosa, o roteiro deveria explicar qual era a fonte, quem financiava, quem recebia e qual era o interesse econômico.
Não é necessário explicar tudo para o espectador. Hitchcock não explicava tudo.
Mas Hitchcock fazia uma coisa fundamental: as peças obedeciam a uma lógica interna. O público podia desconhecer a verdade, mas quando ela aparecia, pensava: "É claro! Como eu não percebi isso antes?"
Esse é o efeito que está faltando em vários momentos de Don't Talk to Strangers.
5. A cabeça da alpaca
Aqui eu acho sua crítica especialmente forte.
Se a cabeça da alpaca constitui uma pista relacionada aos crimes, por que a investigação não retorna a esse elemento até esclarecer completamente sua origem?
Uma investigação policial coerente não abandona uma evidência dessa natureza sem consequência.
Se o roteiro queria que o público esquecesse o assunto para depois utilizá-lo, precisava criar uma explicação posterior.
Caso contrário, parece simplesmente uma pista abandonada.
6. O celular de Corine
Esse é provavelmente um dos problemas que mais chamam atenção.
Se o celular de Corine havia desaparecido ou sido considerado inacessível, como ele reaparece posteriormente a ponto de permitir que a detetive avance na investigação para achar Price?
A questão não é simplesmente "o celular apareceu".
É: quem estava com ele, onde estava, como foi recuperado e por que ninguém havia encontrado antes?
Um thriller policial precisa ser particularmente rigoroso com esse tipo de evidência.
Porque celular hoje não é um objeto neutro. Ele contém localização, chamadas, mensagens, fotos, histórico, contatos etc.
Portanto, quando um celular aparece ou desaparece convenientemente, o espectador atento imediatamente percebe.
7. Price matou quem matou a Corine
E aqui chegamos a uma questão ainda mais séria.
Se Price assinava quem matou Corine, o roteiro precisa explicar juridicamente: como ele se livrou?
Porque ela Johanna escondeu a arma?
Fica parecendo que o roteiro utiliza a assinatura/confissão simplesmente como atalho para fechar a investigação.
8. A garota The Stranger, como é irmã do Price, por que ela não ficou ao lado do pai e irmão, já que as acusações não iriam a incriminar? E há uma diferença entre não querer se envolver e abandonar completamente a própria família justamente quando ela está sendo acusada.
9. Porque a mulher de Katz queria matar sua filha?