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Luana O.
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Crítica da série
5,0
Enviada em 28 de junho de 2022
Mesmo com o talento de Douglas, e a participação de Freeman, a participação de Arkin fez falta netsa temporada. Ambos formavam uma boa dupla. A série é muito boa, reflexiva e divertida. Vale muito a pena assistir.
Douglas e Arkin estão incríveis em todas as temporadas! Roteiro é extremamente divertido e enxuto trazendo em cada episódio uma sensatez e drama e medida certa!
Com um merecimento peculiar, O Método Kominsky da Netflix, levou o Globo de Ouro de melhor série de comédia e Michael Douglas de melhor ator em comédia por este trabalho, deixando o excelente trabalho de Jim Carrey e Michel Gondry em Kidding, a ver navios. O favoritismo do criador Chuck Lorre, de outras séries de sucesso como The Big Bang Theory, Two and a Half Man, Mike & Molly entre outras q apostavam em um humor mais popular e as vezes até exacerbado, mesmo de maneira saudável e apelativo as vezes. Mas neste novo seriado, q parece muito mais um drama do que uma comédia, Lorre vai na contra-mão e aposta ñ apenas nos talentos natos dos protagonistas principais q além de Michael Douglas, Alan Arkin e Nancy Travis, temos algumas participações especiais como os veteranos Danny De Vitto e Elliot Gould, mas é no roteiro inteligente e cheio de indagações q a obra chega ao seu ápice, do contrário seria apenas mais um drama recheado de astros de prestígio em Hollywood. Na trama o professor de teatro Sandy Kominsky (Michael Douglas) precisa lidar com alguns alunos problemáticos, um novo romance, a ausência da ex mulher, a organização de sua filha e o fantasma dos casamentos fracassados do passado, a meia idade e seu amigo e agente Normam, brilhantemente vivivo por Alan Arkin q rende os melhores diálogos da série, alinhado aos problemas pessoais, amorosos e profissionais que os personagens lidam. A série apesar de lidar com a veracidade de problemas que podem parecer simplórios, as perdas dos entes queridos entre outros, aposta em um humor ácido de uma maneira envolvente, q pode render muito mais drama q comédia, mas tudo levado de uma maneira bem divertida e leve, conduzindo o expectador para a vida bem realista desses personagens. Aqueles q fazem teatro ou admiram o mundo das artes cênicas terão um atrativo a mais que são as aulas de teatro ministrada por Kominsky durante a série, já os leigos aprenderão um pouco da verdade nua e crua que os atores vivenciam em sua jornada nesse mundo cheio de agruras que nos fazem querer desistir a cada dia mas q também nos torna mais fortes para enfrentar as dificuldades com muito bom humor. Singelo e contagiante sem a necessidade de grandes reviravoltas, muito menos cenas de ação ou nada de frenético presente nas produções atuais para prender a atenção do expectador. Aqui a comédia acontece de maneira natural e bem plausível, sem exageros. Detalhe pelas participações do comediante Jay Leno, a cantora Patty La Belle, entre outros.
Adorei.... Não vejo a hora de ter a 3° temporada. Assisti a 1° temperada em uma única noite direto. Não consegui parar. E com a 2° aconteceu a mesma coisa. Maravilhosa!
Comédia inteligente! Roteirista excepcional! Eu e meu namorado rimos muito! É incrível poder participar dos dramas que vivem as pessoas da terceira idade, mas com bom humor e transparência. Assisti, assistiria novamente a série e já indiquei até para minha mãe. Um show!
h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2019/02/22/rezenha-critica-o-metodo-kominsky-1a-temporada/
Assisti por causa das premiações faturadas recentemente (Globo de Ouro) e ser produzida pelo mestre das comédias de sitcom Chuck Lorre (Dois Homens e Meio e A Teoria Big Bang), mas sinceramente não é tão engraçada.
Ganhou o Globo de Ouro nas categorias: Melhor ator em série TV – Comédia ou musical e Melhor Série de Comédia ou Musical.
Só isso já chamou minha atenção e lá fui eu ver no Netflix, uma vez que tinha no catálogo, afinal de contas eu curtia demais Dois Homens e Meio e A Teoria Big Bang, séries que tratam de forma cômica com qualidade do dia a dia de determinados nichos de pessoas e esta não seria diferente com dois “velhinhos”.
Decepcione-me, não com a mudança de estilo (dos sorrisinhos a cada piada para uma série comum), mas com a falta de comédia da série. UM começo bem devagar, com Michael Douglas interpretando ele mesmo (Charlie Sheen também fez isso e se deu muito bem ksksks) no entanto com divagações interessantes e que deveriam ser tratadas talvez em um filme de drama não numa série de comédia.
Você fica confuso se está assistindo uma comédia ou drama, os dialógos possuem até um bom “timing” mas não funciona tão bem. Do episódio 4 em diante dá uma guinada cômica interessante com o personagem Norman que começa a falar com sua falecida esposa além das vergonhas alheias e situações que a idade avançada trazem! Vale a pena assitir porque é curtinha, tanto no tempo por episódio como pela quantidade de episódios, 8. Mas está bem aquém do que Chuck Lorre já foi!
Uma comédia inteligente. Te faz rir, se emocionar e repensar sobre as atitudes tomadas na vida. Michael Douglas está incrível como Sandy Kominsky e ele e Alan Arkin tem uma ótima química. Arkin está ótimo também como Norman Newlander e trás o lado mais reflexivo da série. A primeira temporada é relaxante, impactante e engraçada. Os roteiros dos episódios são muito bons e os personagens são a melhor parte da série. Eileen, a esposa falecida de Norman interpretada por Susan Sullivan, é um personagem interessante e muito importante nos pensamentos do personagem de Arkin. MIndy e Phoebe, interpretadas por Sarah Baker e Lisa Eldestein respectivamente representam os diferentes relacionamentos com suas filhas e é muito divertido vê-las em cena. Os alunos de Sandy são muito bons e é surpreendente vê-los atuando. A série é maravilhosa.
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