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savio s
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Crítica da série
5,0
Enviada em 25 de abril de 2019
Uma obra prima , em diversos pontos traz uma nostalgia enorme , quase se mistura ao filme em cenas lineares ... os dois jovens protagonistas traçam paralelos interessantes fazendo uma espécie de passagem de manto , porém deixando no ar o futuro e as inclinações de cada um . Na primeira temporada 20 min de episódio foram suficientes para prender minha atenção , tamanha foi a precisão dos idealizadores e também dos atores , cada um desempenhou seu papel/função com maestria trazendo ao público esse desejo de quero mais. A segunda temporada promete mais emoções , espero que mantenham o excelente trabalho realizado na temporada anterior presentando aos fãs com a continuidade de uma obra tão valiosa como essa.
Assisti as duas temporadas assim como todos os filmes da franquia karatê kid. No entanto o que me deixou triste foi a não participação de Elizabeth Shue nas duas primeiras temporadas da série, mais já há rumores de que a (Ali) ex namorada de (jhonny Laurense e Daniel Larusso) muito provavelmente venha participar da terceira temporada. Quanto ao desenrolar da primeira e segunda temporadas, acho que os produtores exageraram nas cenas de pancadaria gratuita.
O legal da trama e que mostra a evolução pessoal do personagem Johnny Laurensen como homem e como pai na trama. Porém fracassado no amor e no lado profissional. Enquanto Larusso deu várias mostras de que nunca foi o santo da história como um todo (filme e série).
As lutas são legais (mesmo vendo que eles aprendem a lutar como profissionais com 3 minutos de aula...) E as historia é porca, um garoto que sofria bullyng na escola, aprende a lutar... bate um pouco nos caras que enchiam o saco dele.. Ai esse garoto encontra uma menina, continua apanhando e o outro mlk filho do cobra kai ainda roubar a menina pra ele kkkkkkkkkkkk
Sempre tive medo de tentativas de ressuscitar filmes do passado. Mas fui muito bem surpreendido com Cobra Kai... Simples e objetiva, sem usar recursos tecnológicos ou cenas exageradas (como muitos filmes de aventura de hoje)... Lembra muito a forma da trilogia dos anos 80, o clima, a música. Procurou se situar num mundo contemporâneo em que uma simples divisão em "mocinhos" e "vilões" não bastaria. O conflito dos antigos rivais e seus pupilos ganhou uma complexidade necessária, humanizando bem mais a história, mostrando as qualidades e fraquezas emocionais dos seus personagens... A série prende a atenção e não dá vontade de parar de assistir. "Devorei-a" em menos de 24h! Começaram bem! Aguardando ansioso pela segunda temporada.
Se você assistiu e gosta da trilogia de Karatê Kid com Daniel Sam e não assistiu Cobra Kai ainda, está perdendo tempo.
Os astros assumem como produtores e isso trás muita fidelidade ao roteiro original, pois no roteiro de cobra kai temos referências a todos os filmes da série.
Desde a chegada de Daniel a All Valley, passando pela viagem ao Japão, até a volta do cobra kai no terceiro filme.
Fora a perspectiva da história vista do lado de Johnny Lawrence, que trás todo um contexto emotivo e muito bacana para a série.
Quero muito ver a terceira temporada estou amando essa série estou torcendo muito pro Johnny ele é incrível espero muito que ele tenha um final feliz com seu filho e Daniel San adoro ele também a série está incrível quero muito ver a terceira temporada espero que não demore muito amo todos vcs ❤️❤️ assisti quando adolescente karatê kid e agora a série está demais parabéns a todos do elenco bjss amo vcs ❤️❤️....
2° Temporada que segue na mesma pegada da anterior, com a nostalgia preponderando e dando a energia para o público assistir, pois a parte juvenil é ruim que doi, uma pena que os roteiristas não enxergam. Uma pena!!!
A nostalgia nessa temporada é excepcional, trazendo personagens que fizeram dessa saga uma febre mundial, já o restante, como o elenco juvenil e as cenas de luta continuam triste.
Aqui temos a melhor temporada até então, onde o ato final já vale a experiência, com uma boa abordagem e bons diálogos, ressalvas para o elenco juvenil, que é limitado e sem sal.
Saudosos anos 80 e suas obras que transcendem e ainda conquistam aqueles que não resistem a um momento de nostalgia plena. Pois é exatamente isto que os produtores da série COBRA KAI tinham em mente ao lançarem a divertida "continuação" do filme de 1984. A série inverte o protagonismo do filme, colocando Johnny Lawrence (William Zabka) no papel principal, que leva uma vida não tão diferente daquela vista em 84, com o insucesso seguindo-o de perto na vida pessoal e profissional. Em contrapartida, Daniel Larusso (Ralph Macchio) leva uma vida bem sucedida como dono de uma concessionária de luxo, além de bem casado e com vida familiar seguindo sem complicações. A narrativa toma rumo quando os dois se (re)encontram devido a um acidente e as consequências que surgem após demonstrarem que o passado não foi tão bem digerido como se esperava de pessoas amadurecidas.
A primeira temporada de COBRA KAI tem lá seus méritos que ultrapassam o efeito nostalgia, mas devo admitir que a diversão será infinitamente superior para aqueles que assistiram o longa original na época, pois hoje já não faz tanto sentido (nem vou cometer a maldade de lembrar da porcaria de 2010). Johnny Lawrence colocado como protagonista deu fôlego à série e mostra como uma narrativa baseada em algo antigo pode ter relevância para os dias de hoje. O cara é literalmente um fracassado, tanto profissionalmente quanto na vida pessoal, mas isso não impede que suas escolhas acabem criando simpatia no público, muito embora oscile ao longo dos episódios como uma montanha russa, até mesmo seu humor ácido e muitas vezes desferido sem papas na língua faz dele uma presença melhor do que qualquer outro personagem. Em oposição temos um Daniel Larusso bem sucedido, mas realçado como um personagem bobo e que faz sentido existir apenas pela rivalidade antiga com Lawrence, uma pena, pois Macchio poderia ser melhor aproveitado do que parecer um mané em todos os aspectos.
Ainda sobre a narrativa, há de se ressaltar que tudo funciona se o expectador se entrosar no contexto, visto que existem algumas falhas um tanto gritantes que se questionadas podem tirar o brilho do conteúdo ofertado pela série. Temos muitas homenagens aos anos oitenta, karatê, trilha sonora oitentista de primeiríssima e algumas coreografias só pra constar. Nem de longe é uma obra prima, mas no plano geral funciona como bom entretenimento, cujo resultado fica na medida.
Obs.: Há uma mudança brusca para concluir a série e anunciar a continuação, algo que pode causar sensações inesperadas do público.
A terceira temporada de Cobra Kai iniciou o ano de séries na Netflix, agradando muito seus fãs com um roteiro simples e muitas vezes até previsível, mas com personagens com os quais criamos uma forte ligação, que nos importamos e queremos saber sempre mais sobre sua história.
A série criada por Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg e Josh Heald, é estrelada por Ralph Macchio (Daniel San) e William Zabka (Johnny Lawrence) ganhou sua terceira temporada no primeiro dia de 2021 e finalmente pudemos ver o que aconteceu com Miguel Diaz (Xolo Maridueña) e os garotos do colégio após a grande briga, e claro, como Johnny Lawrence está superando mais uma dificuldade em sua vida e Daniel LaRusso revisitando locais de seu passado para buscar uma ligação com seu mentor.
Um dos pontos altos da série é a relação entre Miguel e seu sensei Jhonny Lawrence, que é sempre engraçada e paternal, a dupla é incrivelmente carismática fazendo com que o expectador se importe com cada momento dos dois. Além de mostrar que pode dar destaque tanto para os personagens antigos como desenvolver os arcos da nova geração apresentada.
Cobra Kai soube brincar com algumas teorias dos fãs, como Ali ser a médica que iria tratar Miguel ou de ser a mãe de Tory Nichols, além de fazer muitas referências aos três primeiros filmes da saga, o que trouxe toda a nostalgia que os fãs da série já esperam.
O quarto episodio (The Right Path) é sem duvida o mais profundo da temporada, com uma bela homenagem ao legado de Sr. Miyagi com a apresentação de uma carta que encerra seu arco com Daniel. O episódio conta com a importante participação de Kumiko e também um dos rivais mais sanguinários de Daniel, Chozen Toguchi.
Mas como nem tudo agrada, o episódio com Ali (com i) foi decepcionante e a participação de Elisabeth Shue foi chata e dispensável. Fez parecer que a personagem apareceu somente para que os fãs parassem de pedir o seu retorno. O fato de tentar dar uma explicação para a loucura de John Kreese também decepcionou ao diminuir um pouco a vilania do personagem que estava muito bem colocada até esse momento.
Cobra Kai agrada no geral e se torna uma das séries mais divertidas da Netflix, conseguindo moderar o drama com a comédia, tudo dentro de uma trama simples e agradável.
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