Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Elite
    Críticas dos usuários
    Críticas da imprensa
    Média
    4,2
    1034 notas e 77 críticas
    distribuição de 77 críticas por nota
    35 críticas
    15 críticas
    12 críticas
    9 críticas
    6 críticas
    5 críticas
    Você assistiu Elite ?
    Gabriela Martins
    Gabriela Martins

    Segui-los Ler as 15 críticas deles

    Crítica da série
    4,0
    Enviada em 27 de julho de 2020
    Parece que vai ser só mais uma série clichê mais te prende muito por contas dos assassinatos e dos personagens que são únicos e cativantes e vc vai se identificar com algum deles os casais tbm são maravilhosos e muitos improváveis rola até um trisal, lamentável que vários personagens não vão continuar na próxima temporada o que matou a série pra mim.
    kad sofia
    kad sofia

    Segui-los Ler as 10 críticas deles

    Crítica da série
    1,5
    Enviada em 26 de junho de 2020
    A Espanha se mostrou forte no mundo de séries com o lançamento de La Casa de Papel, na Netflix, que se tornou, rapidamente, uma das séries de maior sucesso. Élite, de Carlos Montero e Darío Madrona, mesmo sendo igualmente um sucesso no streaming, porém, se parece uma versão adulta das séries adolescentes da América Latina vulgo Rebelde e Malhação, erro que tentou se camuflar com a introdução do Flash-Farward, o “Flash-back reverso” que, ao invés de mostrar trechos do passado, mostra trechos do futuro. Em uma série de suspense, onde o desfecho e o clímax de uma situação é a maior curiosidade do telespectador, o Flash-Farward é um recurso totalmente antagônico a esse estilo de produção, porém o verdadeiro suspense da série não é saber o que vai acontecer, mas sim como vai acontecer. O telespectador não quer saber
    spoiler:
    se Marina ou Samuel vão morrer ou desaparecer, mas como vão morrer ou desaparecer

    . A inversão do foco do suspense é um recurso que torna a série diferente nesse quesito, uma pena que não se pode falar o mesmo no enredo.
    Élite é clichê. Se vende como uma série diferente das produções latino-americanas focadas no público adolescente da elite, mas os estereótipos, arquétipos e a maneira alienada de apresentar temas como homossexualidade e gravidez na adolescência, apenas para se vender como “progressista” em uma sociedade ainda composta por adultos conservadores, é exatamente a mesma das séries das ex-colônias da península Ibérica. O adolescente é, mais uma vez, corrompido de seus próprios valores morais e religiosos ao passo que se relaciona com os outros personagens: Nadia deixa de
    spoiler:
    ser a “garota pura e virgem muçulmana” ao se relacionar com Guzmán

    , Omar deixa de
    spoiler:
    ser “exemplo para família” ao virar traficante e ter um relacionamento homossexual com Ander

    , Marina é a menina que questiona as atitudes gananciosas e capitalistas da sua família de empresários empreiteiros (responsável pela queda da escola antiga de Samuel, Nadia e Christian), relacionamentos antigos como o de
    spoiler:
    Lucrécia e Guzmán e de Polo e Carla acabam devido o aparecimento de novas pessoas

    e, principalmente, pela falta de moral de uma porrada de gente nessa série.
    Essa corrosão dos antigos valores morais e religiosos dos adolescentes é mostrada como se o personagem fosse se transformar em uma pessoa mais feliz sem esses valores, como é o caso de Omar que
    spoiler:
    considerou a libertação dos valores conservadores de sua família como sinônimo de felicidade e acabou sofrendo do mesmo jeito no relacionamento com Ander

    . Aliás, a libertação sexual é vista como sinônimo de felicidade em Élite, pois um dos piores clichês da série, que reforça a semelhança com as novelas latino-americanas, é o fato de todos os personagens terem vida sexual ativa, todos terem relacionamentos, todos freqüentarem festas e boates como se tais coisas fossem a realidade de todo adolescente, que, não coincidentemente, são o sonho de consumo do adolescente médio contemporâneo. É nítido que a série busca audiência do público jovem em torna da personificação de suas fantasias e sonhos de consumo com base na vida da elite política e econômica, pois é muito mais fácil romantizar namoro, festas e vida sexual com o estilo fácil e tranqüilo da vida da elite do que com o estilo de vida de uma classe média ou baixa cheia de rotinas de trabalho e dificuldades de renda, tática que é usada pelas novelas latino-americanas.
    Mais uma prova de comprova é a semelhança entre Élite e as produções adolescentes latino-americanas são os arquétipos de personagens típicos desse tipo de entretenimento: A patricinha facilmente desprezível que inveja e quer acabar com todo mundo (Lucrécia), a menina com estilo rebelde (Rebecca), o patricinho vagabundo que só pensa em festa e pegação (Valério), a menina manipuladora (Carla), a menina “virgem e pura” (Nadia), o irmão protetor (Guzmán), a menina depressiva, que nesse caso é também a grávida adolescente (Marina), o protagonista “normalzinho” (Samuel), o casal homossexual que vai contra os valores da família (Omar e Ander), etc. Outra semelhança é como Élite demoniza a figura do adulto, que além de sempre ser uma figura de escanteio no entretenimento adolescente, ou seja, ter pouca ou quase nenhuma participação, é mostrado como ricos, malvados e gananciosos que “só pensam em dinheiro, luxo e riqueza”, onde a função do jovem é salvar o mundo da corrupção dos adultos, mesmo vivendo do salário e do luxo do mesmo. É nítido esse discurso na maneira como Marina trata os pais e como Samuel vê a investigadora com desconfiança, cuja foi
    spoiler:
    enganada pelos alunos do colégio no episódio final como um plano que eles acham que ninguém ia desconfiar

    .
    Élite foi criada para uma geração que cresce em uma sociedade marcada por discussões sobre gênero e sexualidade, temas que eram considerados tabus até então. Não nego que discutir machismo, homofobia, racismo, intolerância religiosa seja importante, desde que não seja através da banalização do tema abordado e da criação de um “pseudo empoderamento feminino”, que foi exatamente o que Élite fez. O roteiro da série banalizou a bissexualidade quando personagens que eram héteros, Polo, Christan,
    spoiler:
    Valério e Malick

    (ou, pelo menos, considerados héteros pelo público), de uma hora para outra, tiveram relações homossexuais de uma forma espontânea e vazia, como se a descoberta da sexualidade fosse algo banal. È a hipocrisia daqueles que dizem defender representatividade LGBT, como no caso de Ander e Omar, e banalizam o mesmo tema. A vontade da série de se vender como progressista e defensora da representatividade, mas sem trabalhar essa mesma representatividade ou trabalhá-la de forma preguiçosa, é mais nítida no pseudo empoderamento feminino de três personagens femininas, Marina, Carla e Rebecca, que são mostradas como mulheres independentes que não se enquadram nos padrões de suas famílias, mas que se tornaram “extensões” de cada uma por terem exatamente o mesmo tipo de perfil. As três se relacionam com Samuel, as três vivem em estruturas familiares que lucram através de corrupção ou de práticas ilegais, as três vivem em fases de rebeldia contra as próprias famílias, as três buscam o sexo, drogas e as constantes festas que acontecem na série como refúgio, etc. É como se fosse uma mesma personagem interpretada por atrizes diferentes com nomes diferentes, mas a personalidade é a mesma.
    Élite é fraca e clichê, tudo para agradar uma geração que quer ver as suas idéias representadas no papel sem nenhum tipo de elaboração, uma geração que exige representatividade no entretenimento, o que é válido e importante, mas uma representatividade que não tira o público da zona de conforto, que não entende que esse assunto é um assunto político e social, complexo e polêmico, e não pode ser mostrado através de fetiches e sonhos de consumo de jovens adolescentes. Nos últimos tempos, houve a discussão sobre a politização e representatividade do entretenimento, especialmente a cultura pop, um debate que dividia entre aqueles que “queriam ver sua HQ e seu game sem política” e aqueles que defendiam que “tudo é política”, e, realmente, tudo envolve política, sociedade, costumes, valores e representatividade, mas nem toda discussão política é trabalhada de forma elaborada, e Élite mostrou exatamente isso.
    Yng Ferreira
    Yng Ferreira

    Segui-los Ler as 4 críticas deles

    Crítica da série
    2,0
    Enviada em 12 de abril de 2020
    A série de início é bem cativante e com um super toque clichê de (muito sexo/drogas/sou rico-sou pobre), foi bem legal mas ao desenrolar da 2 temporada que foi tão falada, você acaba perdendo o interesse por se tornar entediante e não te instiga a querer assistir a 3tem. Esperava mais.
    Cesar R.
    Cesar R.

    Segui-los 11 seguidores Ler as 10 críticas deles

    Crítica da série
    0,5
    Enviada em 19 de fevereiro de 2021
    Pior que malhação, nada nesta serie se salva, previsível, mal filmado, tudo de ruim. pra quem tem -11 anos de idade da pra gostar
    Thais C
    Thais C

    Segui-los 3 seguidores Ler as 91 críticas deles

    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 24 de julho de 2020
    Ótima série, uma boa história.
    Gostosa de assistir do começo ao fim,. os personagens são ótimos

    recomendo.
    JOTAT10
    JOTAT10

    Segui-los 1 seguidor Ler as 7 críticas deles

    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 17 de abril de 2021
    Uma das melhores que estou assistindo esse ano de 2021 tomara que não mudem o enredo que esta empolgante, gosto dos garotos do bem da série na escola, principalmente os Carla Diaz, Carla Roson, Polo, Lucrecia, Ander, Samuel e outros.
    Anna Bastos
    Anna Bastos

    Segui-los 1 seguidor Ler as 19 críticas deles

    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 19 de junho de 2020
    É uma série boa, tem um drama legal, alguns atores bons. Só acho que já passou da hora de finalizar, a última temporada foi totalmente desnecessária. Também acho que a série acaba focando demais em cenas sexuais, isso às vezes se torna cansativo.
    Clara
    Clara

    Segui-los Ler as 15 críticas deles

    Crítica da série
    3,5
    Enviada em 24 de março de 2020
    É uma série que te prende, mas n posso dizer que é ótima. É mais do mesmo, mas vale a pena tem um bom retorno.
    Lídia f.
    Lídia f.

    Segui-los Ler as 7 críticas deles

    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 13 de março de 2020
    Drama/suspense.Gênero que amo.uma série que me cativou contendo elementos que me agradam.cada cena e digna de atenção...A riqueza aki está nos DETALHES.BORA MARATONAR TERCEIRA TEMPORADA!
    Lucas N.
    Lucas N.

    Segui-los Ler as 31 críticas deles

    Crítica da série
    5,0
    Enviada em 7 de julho de 2020
    Ótima essa série não americana com bastante ação tomare que chegue novas temporadas e continue no mesmo estilo.
    Josiane Nascimento
    Josiane Nascimento

    Segui-los Ler a crítica deles

    Crítica da série
    0,5
    Enviada em 7 de abril de 2020
    Primeira temporada: ok
    Mesmo assim, muito clichê, parecendo quase uma malhação.
    Roteiro fraco, com conteúdo extremamente apelativo, várias histórias simultâneas, sem foco, mal resolvidas.
    Enfim, não indico mesmo!
    Perdi meu tempo assistindo!
    Tiago Harris
    Tiago Harris

    Segui-los Ler as 8 críticas deles

    Crítica da série
    4,5
    Enviada em 25 de maio de 2020
    Trás a realidade de muitas pessoas com todos os tipos e situações desde o pobre ao rico então top recomendo.
    VALENTTE
    VALENTTE

    Segui-los Ler as 6 críticas deles

    Crítica da 3 temporada
    5,0
    Enviada em 25 de março de 2021
    Amei as 3 temporadas mas a terceira foi foda o final chorei foi de Mais......
    Não vejo a hora de ver a 4 temporada.
    VALENTTE
    VALENTTE

    Segui-los Ler as 6 críticas deles

    Crítica da 1 temporada
    5,0
    Enviada em 25 de março de 2021
    Comecei assistir é achei instigante é queria ver mais é mais.
    E cada personagem incrível tem personagem que da raiva.
    Mas vale muito a pena temas super interessantes.
    VALENTTE
    VALENTTE

    Segui-los Ler as 6 críticas deles

    Crítica da 2 temporada
    5,0
    Enviada em 25 de março de 2021
    Meu os casos começam a ficar mais instigantes e aquele que vc achava que era o insuportável,vc vê que ele é um cara legal é uma série do cara........ tô mega viciado,só triste por ter sai do um dos meus personagens preferidos.
    Back to Top