Uma série com um simbolismo de paz e de amor, colocados de uma forma singela, provocando reflexão a religiosos e políticos, além de nós, cidadãos comuns. Os atores participam de forma emocionante e envolvente. Uma série imperdível e inesquecível.
A série inacabada poderia e deveria ter sido retirada da grade da Netflix. Enganação pura. O enredo é até interessante, mas o cancelamento fez com que passássemos horas à toa, pois não há um final e muitas coisas sem explicação ou desenlace. Ao final, ficamos sem saber a razão da história do iraniano ou se ele é um espião, um impostor, um louco ou um farsante qualquer. Ridículo. Não assistam.
A série teve uma proposta inicial interessante, mas, por ter sido cancelada, não recomendo. Ela não tem desfecho e não explica nada. No fim das contas, ficam as dúvidas: spoiler: Al-Masih realmente operava milagres e conseguia ressuscitar pessoas, ou era apenas um ilusionista e charlatão? Ele salvou dois personagens importantes ou tudo não passou de ilusão? Se ele realmente salvou os dois personagens, por que não salvou a criança com câncer? Essas são todas as dúvidas que ficam em aberto. Além disso, a série tem alguns pontos negativos: spoiler: é um pouco lenta e, por algumas vezes, arrastada. O uso de idiomas diferentes em todos os episódios prejudica a série, já que os personagens sabem falar inglês (que seria o português para nós, brasileiros) e insistem em falar outro idioma, o que nos obriga a ler legendas por longos períodos. Assim, em vez de prestarmos atenção apenas na série, temos que ler legendas, o que é muito chato. Principalmente por causa dos vários diálogos prolongados em outro idioma. Em geral, não recomendo assistir à série, que, além de ter sido cancelada e não ter desfecho, tem vários furos. Se a série tivesse continuidade e mudasse algumas coisas, talvez tivesse futuro.
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