Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Marco Silva
133 seguidores
185 críticas
Seguir usuário
Crítica da série
3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2020
Não, não é uma série de que tenhamos aquela ansiedade pela próxima temporada. Mas é interessante. Como seria se um pretenso cristo surgisse hoje? No transcorrer dos episódios fica a impressão mística que paulatinamente vai dando lugar a uma trama geopolítica que, na primeira temporada, não permite concluir acerca do que seja a efetiva realidade. É legal.
A primeira temporada da série Messiah, criada por Michael Petroni, se apoia em uma série de questionamentos, que são trabalhados ao longo dos seus 10 episódios: e se o Messias retornasse ao nosso mundo? Como ele seria recebido? Será que acreditaríamos nele? Será que o nosso mundo, como ele é hoje, estaria preparado para a sua presença?
Em decorrência disso, o seriado acaba trabalhando também com uma dualidade bastante interessante: a que envolve os conceitos de ceticismo e fé. Todos os personagens que entram em contato com o dito Messias, que se auto-intitula Al-Masih (Mehdi Dehbi), estão confrontados com essas questões, principalmente a agente da CIA Eva Geller (Michelle Monaghan); o pastor Felix Iguero (John Ortiz), sua esposa Anna (Melinda Page Hamilton) e sua filha Rebecca (Stefania LaVie Owen); o agente Aviram Dahan (Tomer Sisley); e o jovem Jibril Hassan (Sayyid El Alami).
Messiah também aborda como os sentimentos destas pessoas diante de Al-Masih acabam enveredando para os conflitos de suas próprias vidas pessoais. Sabemos pouco a respeito da história pessoal de cada uma dessas personagens, mas fica a impressão para a gente de que a presença do Messias vai incomodar as lembranças mais doloridas dessas pessoas – e, se não fizer com que eles resolvam estas questões, com certeza, vão fazer com eles pensem cada vez mais nelas.
Por isso mesmo, para manter a atenção do público diante de tantas situações, a primeira temporada de Messiah também está envolta em um grande mistério. Não nos contar tudo ou ir revelando as coisas aos poucos faz parte da estratégia dos roteiristas. E essa aura de mistério é o suficiente para nos manter intrigados até o fim da primeira temporada. O que fica é a reflexão sobre se Messiah tem fôlego suficiente para sustentar-se desta forma por outras temporadas.
Tava bom demais, muito mistério. A cada episódio, mais perguntas. Aí a Netflix cancela. Já que não vai mais rolar, podiam ao menos explicar os fatos da temporada 1 e o que ocorreria nas outras, logo. Curioso até agora.
Adorei a série,é uma série que envolve muito suspense e mistério ,mostrando não só a religião como tema central mais a fé individual de cada personagem com seus conflitos internos e circunstâncias de cada um
Ótimas cenas, diálogos e ambientação. Foram 10 capítulos que, para variar, no último te deixa com um pulgão atrás da orelha já que toda a história demonstra um homem que se torna um líder religioso que mexe com os ânimos de muçulmanos, Israel e EUA. A proposta é: Se um homem agisse como um Messias e aparecesse nos dias atuais como o mundo veria isso? Ele é um charlatão, um louco ou alguém vindo da parte de Deus? O personagem principal mexe pois te deixa perguntando como ele fazia ou sabia de certas coisas. Infelizmente, respostas não haverão pois a série foi cancelada pelas críticas dos setores religiosos e pela pandemia.
Messiah é uma série americana onde um novo messias, iraniano, Al Masih, cativa começando como um Imã e um grupo de seguidores, de modo que passa a levar estes muçulmanos a Jerusalém, e a operar o milagre de os salvar de uma tempestade de areia.
Depois vai morar nos EUA e opera outro milagre, salvando uma menina, filha de pastor, de um tornado. O pastor acredita que ele é o messias, e o ajuda a uma nova mudança, agora indo para Washington. Lá na capital americana, novos milagres se operam, retirando uma bala de uma criança que sofre tiro, bem como andando sobre as águas. O novo messias propõe ao presidente americano que retire todas as tropas do mundo, num milênio de paz. Curioso é que o messias veste camisas de marca, como Nike e Adidas.
No mais a série faz questionar a união entre razão e fé, em estilo de filosofia medieval de prova de Deus, ao modo Agostinho, Tomás de Aquino, Abelardo e outros. A série sofreu um processo judicial e não passará para a segunda temporada. Também a comunidade islâmica rejeitou a série. Curioso que as línguas de personagens são mantidas, como hebraico e árabe. A série porém parece ser boa crítica às religiões do mundo, bem como a mídia e política nessa relação com o espiritual.
Mariano Soltys, advogado e filósofo. Autor de Filmes e Filosofia.
1ª série de 2020. Termino em 06/01. Esperava mais da série, bons atores, porém um pouco sem dinamismo. Assuntos que poderiam render mais, ser mais atrativo, porém aguardo uma próxima temporada mais entusiasmante e que Messiah possa ser mais explorado na série. Destaque para a atriz Michelle Monaghan que arrebenta no papel.
Tema inteligente, mostra uma versão Hipotética do retorno do Messias, que provavelmente seria visto mais uma vez como uma ameaça à estabilidade mundial e uma guerra seria travada. Mostrando que a maioria ainda não entende a mensagem, e somente reconhece suas verdades pré concebidas.
Sem palavras para um seriado tão intrigante que te prende do início ao fim. Recomendo aos religiosos e aos incrédulos também. Por favor, Netflix faça a segunda temporada!!!
Os primeiros episódios foram bons, depois descambou para um sem fim de incongruências e cenas que ninguém entende. Ao que parece, busca pregar que Jesus pode ter sido um impostor. Em alguns momentos chega a ser ridículo, com Jesus, caso fosse realmente Jesus, hospedado em um hotel por dias a fio, fazendo esteira. Quando Jesus voltar entre nós, por certo que usará seu tempo espalhando seus ensinamentos, e nao ficando parado em uma barraca ou em um hotel, como nessa serie ridícula.
A série é muito boa, a história te prende no mistério do Personagem Principal do começo ao fim da primeira temporada, mostrei a mesma para 5 amigos e todos temos essa mesma opinião. Não entendi o motivo do cancelamento, série teria futuro.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade