Críticas de usuários para La Casa de Papel - Página 11
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Carlos P.
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Crítica da série
3,0
Enviada em 9 de novembro de 2024
A série virou uma febre e não é dificil entender o porque. Cada episódio nos deixa mais curioso pra saber como a história vai acabar. E por duas temporadas, a obra entrega. O elenco é bom e o roteiro faz um bom trabalho humanizando os personagens. Há quem tenha reclamado dos personagens, que dão muito valor a relações pessoais no meio de um sequestro, acusando-os de serem pouco profissionais. Me parece que essa era justamente a intenção do plano, ter pessoas que não fossem vistas como vilões e sim pessoas pelas quais o povo torceria(esse argumento serve tanto para a escolha dos personagens por parte do roteirista da série quanto para a escolha da equipe por parte do professor). Devo mencionar que há partes desconexas no roteiro que preocupam um pouco. spoiler: A Tóquio é uma péssima escolha para ser a narradora e, de certa forma, a protagonista. É clichê focar em uma pessoa que age com emoção mesmo sendo o pior para o plano, mas no caso dela a imprudência irrita e faz com que seja dificil torcer por ela. Pelo menos faz quem assiste dar mais valor a uma pessoa nada sentimental como o Berlim. Outro exemplo de problema é que na segunda temporada mostra que o Professor tem uma equipe capaz de qualquer coisa, como tirar a Toquio da prisão, mas na primeira temporada o Professor arrisca tudo ao ir sozinho em um carro velho para remover umas digitais. A fraqueza emocional da inspetora responsável por combater o maior assalto da história do país também é vergonhosa.
Essa falta de cuidado é ruim ao analisarmos a lógica do roteiro, mas não fazem a série ficar menos empolgante, ainda dá vontade de assistir do inicio ao fim. Dentre os destaques da série, vale ressaltar o personagem Moscou, desde o inicio o mais sensato dos assaltantes; a relação entre Nairobi e Berlim(Berlim é de longe o melhor personagem do seriado); os detalhes sempre bem calculados por parte do Professor; e a mistura entre cenas emocionantes, engraçadas e de ação. Me incomodou já saber que teria uma terceira temporada, pois sabia que poderia ser uma enrolação. E tentei ver, mas foi exatamente o que soou, enrolação, então interrompi por aí. Se tivesse terminado na segunda, para mim teria nota maior.
Curioso como há tantas críticas tão ácidas contra a série. Cada qual com sua opinião. Trata-se de um entretenimento que, nesse contexto, atinge plenamente sua finalidade. Entretém, prende, gera muita curiosidade, diverte. A história não tem compromisso com realismos de tom documentarista, mantendo-se na seara da ficção, com toda a liberdade que isso garante. Mais ainda. É como uma fábula que ambienta no "assalto" (na verdade não é tecnicamente um assalto) uma série de contingências humanas que muito bem atendem a expectativa de quem busca o entretenimento. O enredo é agradável e marca sucessivos pontos de tensão que garantem o interesse o tempo todo. Há vários tipos de personalidade e é isso que torna os personagens tão atraentes. Recomendo. --- TEMPORADA 5, VOL 1: Vi muitos manifestarem "decepção"... Só se for com matizes dramáticos que não mantêm felizes tantos personagens envolventes. Esse Volume 1 é MUITO BOM. Ação intensa, retomadas, flash-backs, tudo conduzindo a inovações plausíveis conquanto nem todas alegres. Muito ainda do enredo está em aberto. Que venha logo o Volume 2!!!
Eletrizante, envolvente, grande história e grandes personagens, tinha tudo pra ser uma obra-prima, uma pena ter cenas tão mentirosas, mas ainda assim é uma das minhas séries favoritas!
Depois de muito tempo, finalmente assisti a famosa “La Casa de Papel”. A série realmente prende o espectador, a gente fica querendo saber até onde vai o ambicioso assalto orquestrado pelo Professor, o que a polícia vai fazer para para-los, os desfechos dos romances. Todos estes elementos foram bem explorados, alguns até encheram o saco como o Romance entre Tóquio (Úrsula Corberó) e Rio (Miguel Herrán). As cenas são bem feitas, em especial cenas de tiroteios. Quanto aos personagens vou destacar positivamente aqui O Professor, o cérebro por trás de tudo, desafiou as autoridades, teve um romance com a inspetora Raquel (Itziar Ituño). E por falar na inspetora, que na história além de ser quem vai tentar derrubar todo o esquema da gangue, ainda tem de ligar com seus problemas particulares com seu ex-marido Alberto e sua filha, e ainda conflito com o Coronel Pietro (Juan Fernández). Tóquio, vão me crucificar mas...essa sem dúvida não é a parceira que gostaria de ter nem para assaltar a padaria da esquina, mas querendo ou não é a querida de muitos fãs da série. Rio o par romântico da Tóquio, é uma garoto imaturo, ramelão em vários momentos. Berlim(Pedro Alonso), o psicopata do grupo, vive fazendo discursos, ‘’liderou” o grupo em grande parte do assalto. Moscou e Denver (Paco Tous & Jaime Menéndez Lorente) a família da gangue, mostrando o crime em família. Helsinque (Darko Peric) o grandalhão, o estúpido e musculoso do grupo. Nairóbi (Alba Flores), com um grande fardo do passado é uma mulher forte e cheia de energia. Oslo(Roberto García), segue na mesma observação do Helsinque. Sem dúvida alguma é uma série que merece os prêmios, elogios e etc. que recebeu, o roteiro é excelente tirando os romances chatos, a dublagem brasileira merece um prêmio também muito boa. E que venha a terceira temporada
Depois de um maravilhoso final da segunda temporada, conseguem criar uma reviravolta e emplacar a 3° e ainda aguardando 4° temporada. Novos personagens não conseguem emplacar como os originais mas maravilhosas paisagens e fotografia, ação e suspense. Segue valendo a pena!
Uma temporada bem "movimentada", consegue nos prender logo nos primeiros episódios. Não tem nada de surpreendente, porem gostei do enredo da história, vai direto ao ponto, sem "mimimi", faz um link enorme para uma próxima temporada.
A série é boa, com alguns personagens interessantes. Em alguns momentos faltou tom de risco, perigo caso algo desse errado e os cativos pudessem correr risco, mesmo essa não sendo a intenção dos sequestradores. Enfim, não achei tudo isso que estão vendendo.
Uma péssima série, mas, uma excelente idéia de novela mexicana ou malhação global com uma pitada a mais de conteúdos adultos como violência e sexo, porém sem excessos. É ruim, mas é divertido.
Apesar de eu ter notado alguns erros de continuidade, a série é ótima, tende a perfeição e que final épico quem não aguentar até abril/2018 pode ir atrás que tem legendado em pt-br
Já quase para sair a terceira temporada e finalizo as duas temporadas desta série espanhola que é considerada pelos críticos como uma das melhores de 2018. Claro, fez muito sucesso, burburinho virtual, a trilha sonora estourou nas paradas, e até quem nunca ouviu falar de Salvador Dali, acabou se fantasiando com sua face. A qualidade do trabalho de uma série não produzida nos EUA não é novidade se ampliarmos nossa visão para produções de bollywood, tupiniquins, ou europeias. Recentemente o filme de suspense O Bar, também latino, dá um show de qualidade de interpretação e roteiro. Aqui a grande sacada é o roteiro, super criativo e com ótimos diálogos, subtramas e pontuações dramáticas. Dai seguimos para a edição que ajuda no suspense, mesmo que a série seja entregue de uma vez pela Netflix, o Cliffhanger sempre é muito bem colocado para que o expectador queira maratonar a série. O elenco principal possui ótimo trabalho de interpretação, destacando Úrsula Corberó, Alba Flores, Pedro Alonso, Álvaro Morte e Itziar Ituño. Também voltando ao lado técnico, a fotografia e figurino são muito bem escolhidos e a paleta de cores muito equilibrada entre tons quentes e frios o que não torna as cenas cansativas visualmente. Mas, como nem tudo são flores, o que pecou na série primeiro foram alguns erros grosseiros de continuidade (basta ver no youtube vídeos delatando momentos de erros tolos que poderiam ter sido corrigidos). Também a disposição dos episódios ficou confuso. Não se sabe ao certo (isso inclui o próprio AdoroCinema, quantos episódios houve no primeiro ano e quantos no segundo, cada site conta de um jeito. O fim do último episódio deixou a desejar no fechamento das histórias de alguns personagens. Tomada que seja mais um Cliffhanger que possa ser explicado no terceiro ano e não seja esquecido pelo roteiro. Fora isso, ressalto a qualidade desta série, especialmente pela história bem contada.
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