O gênero: uma incrível mistura de Suspense, terror(Medo de fato), muita aventura e um ou outro alivio cômico. Todo o mistério da serie gira em terno de um laboratório secreto disfarçado de estação de energia, isso em uma pequena cidade. A serie se passa em 1983, logo cheia de referencias da cultura da época, como Star Wars. Nesse senário um garoto some, seus amigos o procuram escondidos enquanto o delegado desvenda uma grande conspiração. Na procura do amigo os as crianças acabam encontrando uma garota misteriosa, Ala tem poderes mentais. A serie tem censura 16 e apesar de contar também com um elenco infantil, ela tem senas fortes, é dividida em núcleos e tem uma historia continua (nada de um mistério a cada episodio) O grande ponto positivo fica por conta dos sustos, e a sensação de "EU PRECISO SABER O QUE VAI ACONTECER" e "QUE DROGA, ACABOU"
A serie ja foi renovado spoiler: e tem um final completamente aberto .
Stranger Things é uma série ambientada nos anos 80 e efetivamente parece ter sido rodada nos anos 80. O tipo de suspense, a história, as crianças, tudo remete aos filmes daquela época. Vale assistir não apenas pela nostalgia mas pela história e claro, excelentes interpretações tanto das crianças quanto da Winona Ryder e que venha a segunda temporada!!!
Novamente, a grandiosa netflix chegou arregaçando. Sim, está é a melhor palavra para descrever essa nova produção da netflix. Com um inicio enrolado, mas que inicia uma trama de um jeito inesperado, dando seguimento a uma serie de ocorridos sem muitas explicações, que mais tarde seriam desenrolados e encaixados de uma forma conturbada, o que se torna comum na serie, e sim, esse é o tom dessa produção, quanto mais conturbação, melhor ela fica. Cada personagem, até mesmo aqueles que não possuem uma grande importância, no final acabam tendo um elo com o telespectador e ganham mais importância, mesmo tendo a introdução de novos personagens, com novas subtramas que tem um desenvolto rapido e rasteiro, derrubando quem está assistindo. Um senário que alterna rapidamente, junto com uma trilha sonora que deixa o tom cada vez mais macabro. Muitas referencias deixam o telespectador animado. principalmente quando estas são feitas pelo grupo de crianças, que tem um grande foco na serie. Uma produção que começa um tanto quanto "recolhida" a um estado de conforto, mas que ao seu decorrer se expande de uma forma estrondosa.
A série se passa em torno de 4 crianças, uma delas ter poder, e eles são os "heróis" da série. Eu não gostei do que vi nessa série. Os 4 primeiros Ep são bem fracos em comparação a séries mais conhecidas, na metade da série ali pelos Ep's 5 e 6 fica um pouco mais interessante, o final foi o que salvou a série, mas mesmo assim não foi boa a experiencia com a série.
Série sensacional. Uma superprodução, não se iluda que é uma série somente para pré-adolescentes e adolescentes, tem um contexto ótimo, excelentes atores já renomados e ótimas surpresas. Romance/Ficção/Suspense/Toque de Terror/Policial. Vale muito a pena
uma série com pegada dos anos 80 e sombria, com uma boa história, ótima atuação dos atores, focada também na amizade e família, tem ação e monstros. recomendo assistirem.
Achei horrível o final da 3 temporada as duas primeiras foi super emocionante mas a terceira foi horrível. Tinha dado 5 estrelas até a 2 temporada depois fui lá na netflix e mudei pra uma estrela. Cagaram no final. Odiei. Não sei onde estavam com a cabeça fazer isso com o herói. Péssimo final pessimo. Nota zero oooooo oooooo.
“Stranger Things” e a fórmula de nostalgia de J.J. Abrams
J.J. Abrams está fazendo escola. O diretor e produtor de sucesso aplica uma fórmula que tem dado muito certo, como provam “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), “Além da Escuridão: Star Trek” (2013) e “Star Trek” (2009). Não é à toa que os irmãos Matt Duffer e Ross Duffer bebem de sua fonte na série “Stranger Things”.
A série produzida pela Netflix, assim, toca a sentimentalidade do espectador através da nostalgia, ambientando-a nos anos 80. E preenche o mise-en-scène com inúmeras referências da época, colocando quem assiste, principalmente quem viveu o período, em um estado de conforto, comparável a retornar para casa e voltar no tempo. O visual procura resgatar o estilo de fotografia usual no cinema daqueles anos, fugindo dos estilos modernos de outras séries da produtora, como “O Demolidor” e “House of Cards”.
A estória gira em torno de um grupo de garotos de uma pequena cidade estadunidense, envoltos em acontecimentos misteriosos. J.J. Abrams partiu de uma premissa semelhante para construir seu filme “Super 8” (2011), que, por sua vez, se inspirava em “E.T. – O Extraterrestre” (1982). As sequências em que os meninos andam de bicicleta pela cidade remetem diretamente a esse filme de Steven Spielberg, da mesma forma que o tema dos cientistas do governo como vilões.
Os personagens mirins possuem características que facilmente os distinguem um dos outros. Mike Wheeler (Finn Wolfhard) é o protagonista com “cara de sapo”, o gordinho com dentes atrofiados Dustin (Gaten Matarazzo) e o negrinho nervoso Lucas (Caleb McLaughlin) são seus amigos. Quando eles descobrem que o outro integrante da turma, Will Byers (Noah Schnapp), desaparece de maneira enigmática, saem em busca dele. Nessa procura, esbarram em Eleven (Millie Bobby Brown), uma menina da mesma idade sem cabelos e com poderes de telecinésia.
Outra forte referência aparece quando esse grupo anda pela floresta, inclusive ao lado dos trilhos de trem, à procura de Will, lembrando “Conta Comigo”, o filme de Rob Reiner baseado no livro de Stephen King. O escritor, inclusive, é mencionado em um dos episódios.
Joyce, a mãe de Will, vivida por Winona Ryder (outra referência oitentista), ouve seu filho pedir ajuda, mas todos pensam que ela está louca, inclusive seu primogênito, Jonathan (Charlie Heaton). Ela chega até a encontrar, na parede de sua casa, um portal para um lugar gosmento, o mesmo que os cientistas experimentam adentrar dentro de seus laboratórios. Um dos funcionários é amarrado em um cabo de aço para poder ser puxado de volta, trazendo à lembrança uma cena de “Poltergeist: O Fenômeno” (1982). Lá dentro, alguns casulos remeterão a “Alien: O Oitavo Passageiro” (1979). Esse longa de ficção-científica/horror de Ridley Scott também voltará à mente nos últimos capítulos da série. Outro filme de terror é citado na forma do pôster no quarto de Jonathan: “Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio” (The Evil Dead, 1981).
Além da utilização dessas referências, “Stranger Things” acerta também no ritmo ágil, evitando se concentrar demais em uma cena. E privilegia o suspense, terminando cada episódio com um gancho que estimula o binge watching, o hábito de assistir vários capítulos de uma vez. Os mistérios surgem num crescendo, esclarecendo aos poucos cada segredo.
Isso tudo explica a boa recepção da primeira temporada de “Stranger Things”, e a confirmação da segunda. Talvez represente a sedimentação da fórmula de J.J. Abrams, que dá nova roupagem ao que já deu certo. Seu uso habitual poderá até originar um novo gênero, o filme de nostalgia.
ótima história muito bem escrita. a história prende o telespectador que a cada temporada fica com gosto de quero mais. os atores são ótimos desde os mais novos aos mais velhos. a produção foi perfeita na fotografia, figurino, imagens, trilha sonora... enfim parabéns a Netflix pela excelente produção. e que venha a terceira temporada.
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