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4,6
970 notas
5
62 críticas
4
24 críticas
3
5 críticas
2
8 críticas
1
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Melhor série, quero mais temporadas já. Quero ver como se sai o filho de alfredo e a vingança de Ultred contra o tio.
Ultred de Ben Bonborg
Ultred de Ben Bonborg
Sensacional !!! Essa série é mais uma que vou ficar na expectativa de cada nova temporada assim como Peaky Blinders, Better Call Saul, Ray Donavam, Ozark e outras mais. Apenas um detalhe que nada incomoda mas é perceptível: como o protagonista é alemão, o sotaque é bem carregado kkkk. Vale muito a pena assistir !
Muito melhor que vikings, pra mim é a serie da netflix é incrivel essa serie, que venha mais e mais temporadas <3
ótima..muito boa...bora para a 4° temporada esta na hora vamos lança logo isso nao aguento espera vou ter um filho
Muito boa, série que me prendeu pela trama, fotografia , alguns personagem cresceram em interpretação ao longo das temporadas, ao meu ver tramas e personagens históricos que me fizeram pesquisar e me interessar pelo desfecho,mais que Vikings.
Excelente série,aguardando a 4 temporada com o desenrolar da trama, esperando que Hutred encontre sua paz.
Algumas mudanças em relação a história original que fazem com que o enredo não tenha continuidade.
spoiler: Matar Ragnar na 3ª temporada e enterra-lo, logo depois de desenterrar o corpo de Gisela leva Uhtred a ser expulso
, quebra totalmente o sentido dos rituais daneses descritos
spoiler: Matar Ragnar na 3ª temporada e enterra-lo, logo depois de desenterrar o corpo de Gisela leva Uhtred a ser expulso
, quebra totalmente o sentido dos rituais daneses descritos
Simplesmente decepcionado com a quarta temporada da série... Os livros tem tanto conteúdo e a série nesta temporada não conseguiu reproduzir absolutamente nada.Fato que a série não iria reproduzir fielmente as obras de Bernard Cornwell, mas abandonar a essência dos personagens e não reproduzir a as tramas bem elaboradas e cativantes dos livros produziram um temporada fraca e pouco cativante.
Descobri essa série quase sem querer no The Hostory, impossivel nao se apegar a história, os conflitos dos personagens, como os do Uhtred com o Alfredo, que sao SENSACIONAIS, onde sentimos raiva e amor pelos dois, dependendo do momento.
Já assisti dezenas de series, desde a época do Arquivo X, em que seguir uma série no Brasil era uma tarefa hercúlea, mas posso afirmar sem duvida alguma, essa é a minha número 1.
Duas coisas chamam a atenção e faz com que realmente vale a pena assistir: o apego que temos com os personagens e o total desapego dos mesmos pelos produtores, te choca, mas isso nao te faz desgostar, pelo contrário, aumenta sua admiracao pela série. E vai aumentando a cada temporada.
Eu nao consegui esperar as temporadas e comprei todos os livros (12 até agora) e estou sofrendo que chegue logo o 13° livro e a quinta temporada.
Já assisti dezenas de series, desde a época do Arquivo X, em que seguir uma série no Brasil era uma tarefa hercúlea, mas posso afirmar sem duvida alguma, essa é a minha número 1.
Duas coisas chamam a atenção e faz com que realmente vale a pena assistir: o apego que temos com os personagens e o total desapego dos mesmos pelos produtores, te choca, mas isso nao te faz desgostar, pelo contrário, aumenta sua admiracao pela série. E vai aumentando a cada temporada.
Eu nao consegui esperar as temporadas e comprei todos os livros (12 até agora) e estou sofrendo que chegue logo o 13° livro e a quinta temporada.
adorei a série, só não entendi como assim só tem 8 episódios??? e nem teve um final muito impactante...
Um dos melhores seriados medievais já produzidos para a TV. Se você gosta de Vinkings, seriado disponível no Netflix, vai gostar também (e muito) desta série. Excelente produção com bons atores e um roteiro muito bem trabalhado.
Uma série incrível !! Para quem gosta do universo de Game of trhones, vai adorar essa série.
Tem história, trama, mortes de personagens importantes. Vale a pena assistir.
Tem história, trama, mortes de personagens importantes. Vale a pena assistir.
Série muito boa. Mesmo eu aachando a skin do Ultred (o protagonista) muito moderna para a época, o ator faz muito bem o papel e a história é muita rica, repleta de ótimas personagens. Super recomendo.
THE LAST KINGDOM: A MAIOR INJUSTIÇA DA HISTÓRIA DAS SÉRIES
Existem séries boas, séries excelentes e aquelas que simplesmente marcam a nossa vida. The Last Kingdom pertence à terceira categoria. Para mim, é a melhor série que já assisti na vida, e não tenho a menor dificuldade em afirmar isso.
O que torna essa obra tão extraordinária é a maneira como ela combina história, política, religião, lealdade, ambição e conflitos pessoais em uma narrativa que nunca perde sua essência. Aqui, não temos apenas batalhas épicas e homens empunhando espadas. Temos personagens complexos, alianças frágeis, disputas pelo poder e decisões cujas consequências moldam o destino de povos inteiros.
Uhtred de Bebbanburg é um protagonista simplesmente espetacular. Um homem dividido entre dois mundos, duas culturas e duas identidades, que passa a vida tentando conquistar aquilo que lhe pertence por direito. Sua trajetória é marcada por perdas, traições, sacrifícios e uma capacidade impressionante de continuar lutando mesmo quando tudo parece conspirar contra ele. É impossível acompanhar sua jornada sem criar uma conexão com o personagem.
E é justamente aí que The Last Kingdom demonstra sua grandeza: seus personagens não precisam ser perfeitos para serem memoráveis. São contraditórios, orgulhosos, falhos e humanos. A série entende que, muitas vezes, a maior batalha não acontece no campo de guerra, mas dentro de cada indivíduo.
E agora vem a parte polêmica: The Last Kingdom é infinitamente superior a Vikings.
Sim, infinitamente.
Enquanto Vikings também teve momentos brilhantes, personagens marcantes e uma atmosfera extraordinária, The Last Kingdom me parece muito mais consistente em sua narrativa, mais equilibrada no desenvolvimento dos personagens e mais eficiente em transformar conflitos políticos e históricos em uma história envolvente. Existe uma objetividade na maneira como a série conduz sua trama que torna a experiência muito mais satisfatória. Ela sabe o que quer contar e, principalmente, sabe para onde está indo.
Isso não significa que Vikings seja uma série ruim. Significa que, na minha avaliação, The Last Kingdom faz melhor aquilo que se propõe a fazer.
Mas talvez a maior injustiça seja outra: The Last Kingdom é uma das séries mais subvalorizadas que existem.
É difícil compreender como uma produção com personagens tão marcantes, diálogos memoráveis, batalhas empolgantes e uma história tão bem construída não recebe o reconhecimento proporcional à sua qualidade. Enquanto outras produções do gênero se tornaram fenômenos culturais, The Last Kingdom ainda parece ocupar um espaço menor do que merece nas discussões sobre as grandes séries de todos os tempos.
E o mais impressionante é que ela não precisa de exageros para conquistar o espectador. Sua força está na história, na construção dos personagens e na maneira como nos faz torcer, sofrer e vibrar a cada conquista de Uhtred.
No fim, não é apenas uma série sobre saxões, dinamarqueses e a formação da Inglaterra. É uma história sobre pertencimento, honra, liberdade, amizade e a luta de um homem para recuperar aquilo que perdeu sem deixar que o mundo determine quem ele deve ser.
O destino é inexorável. Mas algumas séries são eternas.
Para mim, The Last Kingdom é a melhor série da minha vida. E, se existe uma produção que merece ser lembrada entre as maiores da história da televisão, é essa.
Destiny is all!
Existem séries boas, séries excelentes e aquelas que simplesmente marcam a nossa vida. The Last Kingdom pertence à terceira categoria. Para mim, é a melhor série que já assisti na vida, e não tenho a menor dificuldade em afirmar isso.
O que torna essa obra tão extraordinária é a maneira como ela combina história, política, religião, lealdade, ambição e conflitos pessoais em uma narrativa que nunca perde sua essência. Aqui, não temos apenas batalhas épicas e homens empunhando espadas. Temos personagens complexos, alianças frágeis, disputas pelo poder e decisões cujas consequências moldam o destino de povos inteiros.
Uhtred de Bebbanburg é um protagonista simplesmente espetacular. Um homem dividido entre dois mundos, duas culturas e duas identidades, que passa a vida tentando conquistar aquilo que lhe pertence por direito. Sua trajetória é marcada por perdas, traições, sacrifícios e uma capacidade impressionante de continuar lutando mesmo quando tudo parece conspirar contra ele. É impossível acompanhar sua jornada sem criar uma conexão com o personagem.
E é justamente aí que The Last Kingdom demonstra sua grandeza: seus personagens não precisam ser perfeitos para serem memoráveis. São contraditórios, orgulhosos, falhos e humanos. A série entende que, muitas vezes, a maior batalha não acontece no campo de guerra, mas dentro de cada indivíduo.
E agora vem a parte polêmica: The Last Kingdom é infinitamente superior a Vikings.
Sim, infinitamente.
Enquanto Vikings também teve momentos brilhantes, personagens marcantes e uma atmosfera extraordinária, The Last Kingdom me parece muito mais consistente em sua narrativa, mais equilibrada no desenvolvimento dos personagens e mais eficiente em transformar conflitos políticos e históricos em uma história envolvente. Existe uma objetividade na maneira como a série conduz sua trama que torna a experiência muito mais satisfatória. Ela sabe o que quer contar e, principalmente, sabe para onde está indo.
Isso não significa que Vikings seja uma série ruim. Significa que, na minha avaliação, The Last Kingdom faz melhor aquilo que se propõe a fazer.
Mas talvez a maior injustiça seja outra: The Last Kingdom é uma das séries mais subvalorizadas que existem.
É difícil compreender como uma produção com personagens tão marcantes, diálogos memoráveis, batalhas empolgantes e uma história tão bem construída não recebe o reconhecimento proporcional à sua qualidade. Enquanto outras produções do gênero se tornaram fenômenos culturais, The Last Kingdom ainda parece ocupar um espaço menor do que merece nas discussões sobre as grandes séries de todos os tempos.
E o mais impressionante é que ela não precisa de exageros para conquistar o espectador. Sua força está na história, na construção dos personagens e na maneira como nos faz torcer, sofrer e vibrar a cada conquista de Uhtred.
No fim, não é apenas uma série sobre saxões, dinamarqueses e a formação da Inglaterra. É uma história sobre pertencimento, honra, liberdade, amizade e a luta de um homem para recuperar aquilo que perdeu sem deixar que o mundo determine quem ele deve ser.
O destino é inexorável. Mas algumas séries são eternas.
Para mim, The Last Kingdom é a melhor série da minha vida. E, se existe uma produção que merece ser lembrada entre as maiores da história da televisão, é essa.
Destiny is all!