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Ricardo L.
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3.232 críticas
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4,0
Enviada em 1 de novembro de 2017
Muito boa! Com Wagner Moura era ótima e querendo ou não ficou uma incógnita sobre essa 3° Temporada, mas surpreendeu a todos e positivamente falando. O Cartel de Cali transmitida através dessa continuação é bem explorada, acesso a dados impostantes foram transmitidas com muita qualidade, cenas de ação de primeiríssima, apesar de alguns personagens não ter o mesmo carisma de Moura, mas funcionam bem em seus diálogos. Roteiro é fascinante e seu desenvolvimento também, nessa Temporada o diretor consegue manter a pegada das anteriores com certa qualidade, na minha opinião não consegue ser melhor que as anteriores, mas é muito boa de assistir e já na espera pela 4° Temporada.
Considero a melhor temporada. Muita ação, cenas bem dirigidas, roteiro bem escrito, existe alguns furos ali e acolá, mas nada gritante. Gostei do foco que deram nos episódios finais para Jorge Salcedo, entregando cenas de muita tensão. Excelente!
Após a ação que culminou com a morte do brutal Pablo Escobar, a série da Netflix parecia chegar a sua conclusão, no entanto, assim como seus produtores disseram, NARCOS é um série sobre narcotráfico, almejando deixar margem para estender a proposta da franquia a outra instância. A terceira temporada mudou o foco de Medellin para Cali, uma vez que o discreto mas não menos perigoso cartel local ganhou espaço para o tráfico de cocaína e recebeu atenção direcionada do órgão americano DEA. O grupo formado pelos traficantes Gilberto Rodríguez Orejuela (Damián Alcázar), Miguel Rodríguez Orejuela (Francisco Denis), Pacho Herrera (Alberto Ammann) e José "Chepe" Santacruz-Londoño são os alvos principais do agente Javier Peña (Pedro Pascal), que aqui assume o protagonismo dessa série que tem muito a oferecer.
Apesar de não ter um único antagonista como as temporadas anteriores, NARCOS mantém uma qualidade notável do ponto de vista da execução. Os personagens são retratados com a devida verossimilhança, não só de visual mas também de conduta, levando o expectador a conferir como a realidade se misturou a ficção com devidas observações para não atrapalhar no contexto narrativo. Ao longo de dez episódios acompanhamos como o cartel de Cali era minunciosamente mais estratégico do que o comandado por Pablo Escobar, mas também suscetível a falhas que podem ser cruciais para o passo seguinte de ambos os lados envolvidos. A condução visual que mistura imagens da época com as filmagens recentes garante mais força às informações ali retratadas, muitas vezes criando ainda mais espanto devido à crueldade dos atos dos cartéis que não veem limites em suas ações.
O elenco, mesmo com o fantástico Wagner Moura de fora, tem mérito de sobra, com destaque evidente para Pedro Pascal, que consegue conduzir o protagonismo sem qualquer dificuldade, moldando um personagem repleto de vontade para dar fim ao tráfico de drogas e como as consequências disso podem ser complicadas do ponto de vista político. O grupo de Cali também se destaca, Damián Alcázar é o mais notável deles, graças ao seu espírito articulador para liderar uma família cheia de ódio quando se fala em calmaria; outro que chamou muita atenção foi Matias Varela, cujo personagem Jorge Salcedo é vital para todos os lados da história, tornando-se uma engrenagem capaz de parar o lado contrário às suas aspirações.
NARCOS mostra grande força com sua proposta de ser uma série sobre o narcotráfico, deixando para traz aquele que foi alvo de suas investidas ao longo de duas temporadas para se concentrar em algo maior e que visa expandir o entretenimento em outro nível. Para quem acompanhou as temporadas anteriores, essa começará mais lenta até ganhar o volume de tensão capaz de arrancar palpitações aceleradas, garantindo assim, o devido mérito ofertado por mais um conteúdo original da Netflix.
Agora que Pablo Escobar está morto o DEA precisa combater outro cartel, o de Cali. Um grupo de traficantes muito mais político e bem mais estratégico, e é este tom mais presente que temos na terceira temporada de Narcos.
Agora o Agente Peña é muito mais visado e sua responsabilidade aumento bastante, ao mesmo tempo em que ele descobre que pode até ser simples prender traficantes, o problema está no sistema corrupto da Colômbia e dos Estados Unidos, e mais difícil ainda é mantê-los na cadeia.
Peña vai contar com a ajuda de Jorge Salcedo, que será uma espécie de delator, e da dupla de policiais que se oferece para ir até a Colômbia e auxiliar na operação, Chris Feistl e Daniel Van Ness, que apesar de parecerem inexperientes, se saem muito bem ao longo da temporada.
No Cartel de Cali, temos o líder Gilberto Rodríguez, seu irmão Miguel Rodríguez, Pacho Herrera (um dos melhores personagens da temporada) e Chepe Santacruz, o mais inconsequente do grupo. Como foi dito antes, o grupo é bem mais político e sério, o sucesso deles é devido a vários subornos oferecidos a autoridades e eles preferem sempre se manterem discretos, longe dos holofotes.
Os destaques da temporada foram sem dúvidas o Agente Peña e Jorge Salcedo. Sem a força de vontade dos dois, junto com a colaboração de Feistl e Van Ness, o Cartel de Cali jamais seria capturado.
O diferencial desta temporada foi realmente o foco político da trama, foi mostrado um lado pouco explorado nas duas temporadas anteriores, e podemos entender que não é simplesmente ir lá e prender o criminoso, tem muita coisa por trás disso.
A próxima temporada já foi anunciada, o cenário agora é no México e conta com novos protagonistas: Michael Peña e Diego Luna. A data de estreia ainda não foi divulgada.
Finalmente terminei a 3 temporada e esperando a 4 ai vem aquela sentimento de alegria e tristeza e sim mesmo sem #Pablito continua foda e esperava que o #Lito fosse o novo par do Penha(Peña), tem cenas que você dar pause e fica NÃO NÃO NÃO. E confeso que a 1 e 2 temporada fiquei do lado do Escobar e achei ofensivo como ele morreu e já na 3 fiquei do lado dos mocinhos #Salcedo e dos 4 cavalheiros de Cali o Pacho é o que tem as melhores cenas
Após a frustante segunda temporada de Narcos e a tão desacreditada terceira temporada, a Netflix consegue surpreender totalmente. Superando todas as expectativas, não trazendo apenas 1 vilão como foi Pablo Escobar e sim trazendo os 4 senhores de Cali, e cada um com um ótimo desenvolvimento e mostrando que a série não era sobre Pablo Escobar e sim sobre difícil guerra contra o narcotráfico.
Essa temporada foi mais dramática que as anteriores, tendo como protagonista o já conhecido agente da DEA Javier Peña e o novo personagem inserido na trama Jorge Salcedo, um dos responsáveis pela segurança dos chefes do cartel. Mostrando a vida de cada personagem, a frustração do Peña em relação ao império de corrupção criados pelo cartel de Cali, e o lado de Salcedo mostrando os riscos por trabalhar no Cartel.
O roteiro desses 10 episódios é sensacional, inteligente e não possui nenhum momento tedioso, diferente da segunda temporada. A série te prende, trazendo varias reviravoltas, as decisões tomadas por cada personagem e suas consequências que se desencadeiam ao decorrer da série. Mostrando que a equipe de Narcos aprendeu com seu erro de querer segurar um personagem.
Após vários anos, finalmente assisti uma temporada tão boa como foi a série Breaking Bad. E fico ansioso na espera da 4º temporada e tomara que mantenha a qualidade.
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