Westworld
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
4,1
195 notas

7 Críticas do usuário

5
7 críticas
4
10 críticas
3
2 críticas
2
2 críticas
1
1 crítica
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Caio B.
Caio B.

6 seguidores 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2016
Uma obra de arte, esta série promete revolucionar o jeito de ver o mundo, com profundidade inacreditável e diferentes núcleos fundidos de personagens fazem com que vc não queira, perder nem mesmo uma fala.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 7 de dezembro de 2016
Instigante! Para mim essa é a palavra que define Westworld, ao menos na primeira temporada. A série que aborda as aventuras vividas num parque ambientado no Velho Oeste onde todos que lá "Habitam" são robôs destinados a satisfazer os desejos de seus visitantes, sejam eles sexuais ou aventurescos!
A primeira coisa que vemos quandoa série começa é sua abertura, lindíssima por sinal, que mostra o processo de montagem dos Anfitriões, mesclando com elementos do Velho Oeste, como o Deserto e as Montanhas refletidas nos olhos recém montados, ao som de uma linda, (Mais uma). canção composta pelo Incrível Ramin Djawadi, se superando a cada momento; aliás, a trilha sonora é um dos pontos fortes dessa produção, como não poderia ser difierente!
Agora vamos falar do roteiro, SENSACIONAL, sem mais, faz tempo que não assisto uma série que te instiga tanto a saber mais e mais sobre os acontecidos no episódio, que te faz passar a noite refletindo e discutindo as inúmeras teorias e dúvidas nas quais fomos apresentados desde primeiro episódio, e por falar nisso, é importante salientar que a série se e se desenvolve em cima desses questionamentos, tantos dos anfitriões, Maeve e Dolores entre outros, quanto de nós, telespectadores. Um roteiro assinado por Jonathan Nolan já lhe dá a percepção que coisas incríveis vêm por aí, sem querer vangloriá-lo, mas o que ele, e seus parceiros Lisa Joy e Halley Wegryn Gross, fizeram dessa vez é digno de ganhar todos os prêmios possíveis, algo que acho que acontecerá no próximo Emmy, pois eles merecem!
Outro ponto a destacar é a Edição da série, podemos dizer que Charles Yu fez muita gente ficar louco!
Agora o que falar do elenco, Supimpa, (que expressão velha), só pra dar um "gostinho", Anthony Hopkins está nele, interpretando o criador do Parque, mais uma vez Anthony me surpreende, finalente um papel incrível digno de sua pessoa, quem imaginaria que logo ele, Ford, que sempre relutou a ideia de seu falecido amigo, e também criador do parque, Arnold, de que os Robôs deveriam ter consiência seria o responsável pelas, spoiler: enormes mudanças de atitude e evolução dentro da trama de vários anfitriões, Maeve e Dolores estão aí pra mostrar isso!

Evan Rachel Wood vive Dolores, uma das anfitriãs mais antigas e que vive uma jornada de alta descoberta, spoiler: incitada por Arnold/Bernard (Jeffrey Wright, que teve uma ótima atuação)
, a procurar pelo labirinto, uma metáfora que permeia a cabeça de muitos personagens da séries, criado pelo Arnold, esse Labirinto seria uma forma de que o Anfitrião alcançaria a total consciência, e que "estaria livre". Nessa "Jornada Inseperada" Dolores conhece Logan e William (Jimmi Simpson e Ben Barnes), de personalidades bastante opostas, logo "Will" e Dolores começam a se envolver, mas não me aprofundarei nesse assunto. É justamente em busca desse "Labirinto" que o mistérioso "Homem de Preto" (Ed Harris) e, depois de um tempo, Teddy (James Marsden), se aventuram; spoiler: no último episódio é revelado o que muitos suspeitavam, William é o Homem de Preto, o que também revelou de cara outra teoria importante de que a linha temporal estava dividida em três partes, uma à 35 anos, logo no início do Parque, outra à 30 anos, quando Dolores se aventurou em busca do Labirinto pela e outra que se passa no presente onde ela, novamente faz essa Jornada.
. Outro destaque do elenco é Thandie Newton, que está INCRÍVEL, a evolução da personagem que, antes de ser realocada para dona do Bordel Mariposa, era uma simples camponesa vivendo com sua filha no campo, é sensacional, à cada episódio ela descibria um nove segredo sobre seus "Deuses" spoiler: e força dois funcionários da Delos, Felix e Sylvester, a ajudá-la, algo bem louco e irresponsável por sinal, pois isso causa os efeitos mais "devastasores" do parque, aumentando sua inteligência e poder sobre os outros anfitriões, algo que logo depois ela começa à "testar"; e a fugir, algo que ela alcança no último episódio, com ajuda de Hector ( "Nosso" Rodrigo Santoro, que também está muito bem), mas logo desiste e vai à procura de sua filha
, deixando uma ótima "ponta solta" para a próxima temporada!
Só posso dizer uma coisa para encerrar, no começo a série pode ser um tanto difícil de se compreender, pelo fato das inúmeras dúvidas deixadas a cada episódio, mas quando as descobertas vierem, sua cabeça vai explodir, literalemente falando!
Se prepare para enlouquecer e se surpreender bastante!
drigosr
drigosr

7 seguidores 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de dezembro de 2016
Para avaliar a primeira temporada de Westworld, foi preciso reflexão, tempo e análise, exatamente como ocorreu com os anfitriões do já famoso parque. Desde os tempos de LOST (inevitável comparação) não existia ainda uma série que trouxesse de volta aquela ânsia por descobertas, aquela vontade de imaginar e aquela diversão em criar teorias sobre o futuro da história. Westworld reacendeu os grupos de discussão que há muito não tinham sobre o que teorizar e (só) por isso, já merecia estar entre as melhores séries de 2016, mas a nova aposta da HBO conseguiu ir além e é exatamente aí que ela se consolida como A melhor série do ano.

A verdadeira reflexão que Westworld nos faz ter não é sobre os anfitriões do parque, [que começam a entender que são meros robôs criados por humanos para satisfazer seus desejos] mas sim a reflexão pessoal que fazemos da nossa própria vida/existência, conforme vamos assistindo a cada novo episódio. Será que realmente temos o controle de nossas vidas? Será que somos apenas peças em um jogo maior? Será que seremos sempre submissos a pessoas mais poderosas que nós? Esse nível altíssimo de questionamento que a série nos fez ter foi o que fez dela tão especial.

Agora sobre os acertos de produção, a série merece todos os elogios. É difícil imaginar uma má escolha no estrelado elenco, difícil dizer se há algum episódio ruim e impossível criticar a direção de arte, fotografia, sonografia e figurino. Os destaques na atuação vão para Evan Rachel Wood (Dolores), Thandie Newton (Maeve), Ed Harris (Homem de Preto), Jeffrey Wright (Bernard) mas, acima de tudo e todos está Anthony Hopkins (Dr. Ford) que dá uma verdadeira aula de atuação e domínio de cena. Outros personagens menores também merecem destaque como Sidse Babett Knudsen (Theresa) e Rodrigo Santoro (Hector Escaton) que, apesar de pouca relevância na trama em si, tem uma das cenas mais memoráveis da série até então ainda no primeiro episódio, ao ser apresentado ao som de Rolling Stones.

Westworld conseguiu o que poucas séries tem conseguido ultimamente, deixar marcas e causar ansiedade. Se você está lendo essa crítica ainda em 2016 e já assistiu a série, com certeza está angustiado em saber que a segunda temporada só virá em 2018 e, até lá, o que nos restas e rever e refletir sobre tudo que o novo épico da HBO trouxe para nós, com tanta qualidade. Westworld ainda não é um marco da TV, mas tem todos os ingredientes para ser.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de julho de 2017
A revisita a Westworld vale muito a pena. Detalhes que só serão revelados no final são percebidos desde o começo, e a experiência de torna única novamente. Em meu primeiro texto não me lembro se liberei spoilers (vendo agora… não), mas este aqui é certeza que terá. Como toda revisita a esta série deve ter.

Em primeiro lugar, fui desnecessariamente duro com a série em meu primeiro texto. Se trata de uma história necessária para os dias de hoje, e uma história cujo roteirista necessário é possível contar nos dedos. E Jonathan Nolan obviamente está na lista. É dele O Grande Truque, Amnésia e Interestelar. Todos eles possuem algo com Westworl em comum: lidam com mudanças bruscas no tempo, com tempos paralelos e trucagens no tempo.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2017
A HBO conseguiu surpreender a todos no ano de 2016 com uma série de ficção cientifica, intitulada Westworld. Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada em filme homônimo de 1973, onde um parque temático chamado Westworld simula o velho oeste
americano e as pessoas que vão ao parque interagem com androides realistas (vou chamar assim durante o texto) que são apelidados de Anfitriões.

Realmente parece algo simples e que as “máquinas” vão se revoltar contra os humanos, isso realmente acontece, mas a maneira como são apresentados os questionamentos dos androides e dos humanos é espetacular. Com intrigas e viradas que explodem a cabeça de quem está assistindo, Westworld mostrou que pode ser uma das melhores séries de ficção cientifica e drama da atualidade, falo isso me baseando nessa primeira temporada que foi arrebatadora e deixou muitos questionamentos e muitas pontas soltas para as outras temporadas.

Jonathan Nolan e Lisa Joy fizeram um excelente trabalho, contando uma história intrigante que prende a sua atenção com reviravoltas importantes e que fazem todo o sentido na série. O mundo que no início é estranho, com o decorrer da série começa a ficar mais claro e fácil de entender, e isso vai abrindo espaço para conflitos e pensamentos filosóficos, que dificilmente vemos em uma série de televisão.

Veja mais...
Rafael J.
Rafael J.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2016
É o tipo da série que enquanto você se destrai, olhando a beleza da fotografia das cenas, de repente está preso na narrativa intrigante e inteligente, te convidando a dar o play no próximo episódio.
Claro que o "esqueleto" dessa história ja vem sido contada a anos. Mas a final para ser uma boa trama, quem assisti deve ter aquela leve sensação de déjà-vu e dai então ser tomado por aqueles sentimentos incríveis, que só ótimas produções nos causam: surpresa e empatia.
Até agora para mim é a série revelação de 2017.
Orquidea N.
Orquidea N.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de junho de 2018
Gostei muito é uma série puxado para o terror com muito tiro é sangue, aqui vai um recardo para os pais essa série não foi criada para crianças contém cenas de nudez total é diversos palavrões. spoiler: