Westworld
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Média
4,1
195 notas

10 Críticas do usuário

5
7 críticas
4
10 críticas
3
2 críticas
2
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Iago B.
Iago B.

70 seguidores 127 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de maio de 2017
Serie mt boa
Exelente história q conforme passa os Eps vão tem prendendo cada da vez mais
Os primeiros 5 ep eu Tava achando só bom mas ela melhora e partir do 7 a seria fica ótima,
E tem uma ep filme incrível, cheia de misterios,Boas atuação, e uma idéia e visual incrível westwold tem tudo pra ficar cada vez melhor.nota-8,5/10
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2018
Em certo momento da SEASON 01 de WESTWORLD, o personagem Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins) afirma para um de seus funcionários: "Para brincar de Deus, você precisa conhecer o inferno". Talvez essa seja uma das melhores frases com potencial para ilustrar o que está presente neste ambicioso e competente seriado da HBO, embora ainda tenha outros elementos que serão aproveitados de forma variada dependendo da bagagem e da exigência do expectador.

O título da série nomeia um gigantesco parque adulto com temática de velho oeste em que não há limites para seus frequentadores. Os demais integrantes / figurantes do local, também conhecidos como anfitriões (espécie de androides), servem como personagens de histórias diversas que podem ou não interagir modificando suas narrativas prévias. Dentro desse ambiente, tudo é permitido aos visitantes, já que o propósito do local é garantir aos seus frequentadores a realização daquilo que a sociedade civil proíbe.

A ideia por trás do seriado é não menos que genial, pra não dizer complexa, pois aborda elementos inerentes ao psicológico tão presentes no cotidiano quando se fala em violência e sexualidade, pontos bem destacados entre as "ofertas" no parque. O conceito de fuga da realidade para exaltar um desejo é colocado como ponto notório no enredo, que não só o explora de forma pontual como também ilustra como pessoas diferentes recebem essa concessão de forma diversificada.

Além da história rica, o seriado também ostenta uma qualidade técnica soberba, já que tem destaque evidente para suas locações belíssimas que colocam um contraponto entre seus cenários desérticos com a tecnologia de ponta usada na criação dos anfitriões; os efeitos visuais, em geral, são simplesmente fenomenais, abusando de recursos em CG para criar uma imersão única a cada novo episódio; figurinos típicos que ajudam a enriquecer a narrativa de maneira notável; elenco grandioso, tanto em escala quanto força de interpretação; apenas a edição pode confundir um pouco devido às variações de histórias e épocas, mas nada que crie dificuldades de entendimento.

Mesmo com um amontoado de qualidades em sua concepção, talvez o conceito de controle dos anfitriões seja aquele mais curioso, já que valida a ideia dos riscos da criação de inteligência artificial, culminando em momentos em que o próprio homem decide que a vida pode ser recriada de forma artificial e realista, mas brincar de Deus tende a ser bem mais complexo do que se pode imaginar.

Polêmica e visualmente impressionante, WESTWORLD tem em sua 1ª Temporada material que vai muito além da violência e nudez mostradas com frequência ao longo de seus 10 episódios, já que tais itens são subprodutos da alma humana, que não se cansa de buscar por essas necessidades, ainda que seja apenas por curiosidade. Existem valores metafóricos da vida que os mais exigentes absorverão com altas doses de satisfação pela qualidade única da série.
Renan S.
Renan S.

112 seguidores 124 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2016
Westworld paga as devidas homenagens ao trabalho original de Michael Crichton, a trilha sonora que o diga, mas se aprofunda ainda mais nos conceitos filosóficos apresentados lá nos idos de 70. Assim, também assumindo um ritmo tão semelhante como a do calmo filme onde ninguém tinha alma, Westworld explora com maestria como pode ser doloroso encarar nossa própria realidade de narrativas circulares, onde o especial reside mesmo no fato de encará-las como deve ser.
JR Costa
JR Costa

13 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2017
"A série pega a premissa simples do filme em que se baseia e a transforma em uma obra bem mais complexa, com toques pessoais (e lampejos de trabalhos anteriores para a TV) de seus co-criadores Jonathan Nolan (Person of Interest) e J.J. Abrams (Lost e Fringe) e, claro, com as tradicionais cotas HBO de violência, nudez e sexo. Ainda, conta com uma trilha sonora do veterano de HBO Ramin Djawadi, famoso por Game of Thrones, que é um destaque à parte, seja com seus temas originais, seja com suas versões para piano estilo western salloon de Rolling Stones, Amy Winehouse, The Animals, Nine Inch Nails, Soundgarden e... Radiohead."

Resenha completa em:
Leo Stronda
Leo Stronda

4 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de janeiro de 2017
Série que mistura western com ficção me surpreendeu pela qualidade dos efeitos, tem um enredo intrigante e cheio de reviravoltas e os personagens são cativantes. A trilha sonora também é bem legal e o mais importante ela faz a gente repensar em nossa existência e como somos tão humanos e tão máquinas muitas vezes.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 8 de março de 2017
Uma serie não só intrigante mas também que de leva a pensar de uma forma filosófica. "O que é consciência?" "Emoções podem ser replicadas por uma maquina" "Eu sou real?". kkkkk

Mas serio, é uma ótima serie, cheia de plot twists (reviravoltas) e reflexões.Recomendo da uma olhado no filme Ex Machina para entrar no clima de Inteligencia artificial.
Luis Alberto C.
Luis Alberto C.

37 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de janeiro de 2017
muito lokaaa!
"há muito mais entre o céu e a terra do que nossa vã filosofia possa imaginar..."
cavando fundo no psiquê humano...
João Lucas B.
João Lucas B.

5 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2019
Desde o primeiro episódio, conseguimos entender a proposta de Westworld. A priori, a abertura já evoca temas filosóficos em sutilezas, como robôs tocando piano e fazendo sexo, trazendo à tona as questões presentes na obra-prima "Blade Runner" e em vários outros clássicos do tema: o que nos faz humanos? É possível distinguir um humano de um robô? O quão humano um robô pode ser?
Temas que se consolidam quando o pai de Dolores, ao encontrar um erro e sair de sua programação, recita Shakespeare a R. Ford, seu criador.
Ao longo do primeiro episódio, que como um ótimo piloto traz a apresentação do universo e dos principais temas a serem trabalhados, também apresenta os supostos antagonistas e protagonistas, tanto humanos quanto robôs. E no final do episódio, quando Dolores mata um inseto, já se enuncia um dos principais pilares do enredo, e numa sacada genial, no término do episódio, temos Johnny Cash cantando "Ain´t no grave", que também dá pistas sobre a trama, através da letra: "Não há nenhum túmulo que possa deter meu corpo.
Quando eu ouvir aquele som de trombeta irei surgir de dentro do chão."
Nos aspectos técnicos, o piloto se apresenta impecável, com ótimas atuações, com merecidas ressalvas a Ed Harris, que com o visual evocando o vilão do clássico "Era uma vez no Oeste", faz um ótimo trabalho, e a Rodrigo Santoro, com uma ótima cena a qual considero o destaque do episódio. Além disso, traz uma trilha sonora precisa, evocando o estilo western com sutilezas das trilhas dramáticas, além de trazer "Paint it black" e "Black hole sun" no piano do bar.
Apesar de pecar no ritmo, Westworld faz um excelente começo.
S01 Ep01 - Nota: 9.5

Já no episódio dois, vemos mais do mesmo, em uma menor intensidade, com a introdução de dois novos personagens, e o desenvolvimento da trama, que traz o despertar da consciência como principal gancho para um posterior clímax, que parece tomar um efeito cascata, aparentando ser algo maior e grave.
O episódio se perde ao desenvolver muitas narrativas ao mesmo tempo, perdendo seu ritmo e apressando sua premissa.
A exposição do arco do personagem de Ed Harris é um pouco preguiçosa aqui, porém a atuação é ótima. Não temos uma grande cena de ação ou uma grande revelação aqui, somente peças para aumentar o quebra-cabeça.
S01 Ep02 - Nota:8.0
Edvaldo M.
Edvaldo M.

4 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de dezembro de 2016
A busca do que é ser na essência um ser humano, mostrada em pequenos detalhes, que precisam ser melhor entendidos, no crescimento da consciência nos androides. Muito se falou deles, mas para mim, nas entrelinhas DEUS é representado por Ford e seus subordinados, onde através de seus dilemas e convicções fazem me pensar quanto a forma de como Ele "permitiu" ou errou em dar consciência ao Homem, um ser imperfeito que deseja compreender o que ele realmente é, talvez DEUS não tenha total controle dos Homens e ao mesmo tempo, estes O fascinam justamente pela sua imperfeição e o caminho que nós seguimos para encontrar a nossa consciência. Grandes histórias sempre devem ser contadas com grandes produções, pelo menos esta é a minha impressão que a HBO sempre me causou.
Luiz H.
Luiz H.

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de dezembro de 2016
Gostei muito da série, simplesmente umas da melhores atualmente. Ainda tem muita coisa para acontecer nela.