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Alberto H.
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1 crítica
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2,5
Enviada em 19 de janeiro de 2017
spoiler:
Apesar de entender muito bem a proposta do episódio, acho um desperdício de belas atuações e direção. Temática "non sense" para ser aplicada em uma possível realidade dramática, beira a querer rir do nosso intelecto. A reviravolta da opinião pública, posteriormente a pressão ao primeiro ministro, cometer o ato, a pena de ter sua vida e carreira ameaçadas, é forçar muito a barra pra chegar ao objetivo.
Simplesmente, sensacional. O primeiro episódio de cara é para chocar. E choca mesmo. Se você observar atentamente aos episódios dessa primeira temporada verá que são diversos pontos que são abordados em forma de críticas e cabe a realidade de cada um que assiste conseguir identificá-las. No episódio The National Anthem, podemos ver uma clara crítica ao quanto o ser humano pode ser controverso, quando sua imagem está em jogo. Os sites pornôs de coisas bizarras se proliferam na internet, claro, por terem vasto público, mas transar com um porco para salvar uma vida é algo extremamente nojento (não que não o seja) quando estão todos olhando. Enquanto ele, o primeiro ministro, acha isso extremamente nojento (sua preocupação maior é a sua imagem), todos estão sem piscar os olhos para ver o ato do início ao fim. No segundo episódio, 15 Million Merits, apesar de ser massante e pouco explorado, vemos uma releitura de matrix, só que com seres humanos conscientes. O objetivo é pedalar e gerar eletricidade, para qual objetivo? Para comprar coisas fúteis virtuais (nada muito diferente de hoje) e sustentar o sistema. A forma de vida me lembra um pouco "O preço do amanhã": pedalar diariamente e aquilo que você ganha é praticamente para sua subsistência (nada diferente do que a maioria das pessoas do nosso planeta experimenta hoje). Há também uma crítica fortíssima ao sistema, quando digo sistema é tudo: leis, forma de vida, cultura, tudo. Nascemos nesse sistema, não conseguimos ir contra ele e quando alguém se revolta e diz umas verdades o sistema arruma uma forma de dizer o seguinte: "Você está certo, disse tudo. Venha para cá e desfrute conosco daquilo que a casta mais pobre da terra pode nos oferecer, afinal, não somos nós que mudaremos isso". E o principal, se ele se recusasse a assistir os pornôs, era cobrada multa, mas porquê? Porque quanto mais ele assiste aos vídeos de sexo, mais condicionado ele fica a sexualidade, e mais procria, e mais seres humanos geram energia, e mais gente realimenta o sistema. Não podia deixar de comentar o último episódio que fecha com chave de ouro. The Entire History of You, mostra os dois lados da tecnologia: 1 - O positivo, as relações devem ser mais sinceras ou ruirão prematuramente, pois a tecnologia não permite mais enganação e mentira, ela consegue nos favorecer instantaneamente se nossas falas ou ações são mentiras ou verdades, isso já está no nosso dia-a-dia no WhatsApp, 2 - O negativo, não há limites para a desconfiança, sempre estaremos com o pé atrás sobre qualquer pessoa, pois somos falhos, os sistemas não. Tudo que você faz é gravado, qualquer gesto, palavra, pode manchar sua reputação para sempre e nunca mais será esquecida.
Série mais atual que nunca, é incrível como alguns episódios estão tão próximos da realidade. A crítica social é muito forte e também muito realista. Transmite as mensagens de uma forma angustiante e sufocante a cada episódio. É tão realista que alguns episódios parecem ter sido feito para você!
Episódio 1: O que tem de ser feito para se manter no poder, não importa o que ou como!
Episódio 2: O melhor da temporada 1: É um crítico do sistema, mas se deixa corromper por ele!
Episódio 3: Se deixa viver do passado, e esquece de viver o presente e em busca de um futuro melhor!
A primeira temporada de Black Mirror possuí episódios um tanto interessantes, mas que não são aproveitados e nem aprofundados ou explorados. Com certeza o terceiro episódio é melhor da temporada, pois é o único que explora a sua estória.
Temporada inicial com uma qualidade muito boa, cada episodio prende, com elencos de primeira. a trama prende e as trilhas sonoras são ótimas, ansioso pela 2° temporada.
Nao curto ficção científica, então demorei a assitir essa serie. Me rendi a ela, depois de muita indicação. E, com certeza, é uma das melhores séries da Netflix. Episódios são curtos e objetivos, com uma pensamento critico e questionamentos social. Amei essa primeira temporada. Mais atual, impossível.
Black Mirror é uma série que explora o que há de pior em nossa era da comunicação instantânea e da tecnologia crescente. Na verdade, eles vão um pouco além da nossa realidade atual, avançando alguns anos/décadas, onde algumas novidades brincam com nosso conceito de humanidade e relacionamentos, mídia e governos.
Sinceramente, achei o primeiro episódio da primeira temporada horrível e desnecessário, só de pensar num ser humano fazendo sexo com qualquer tipo de animal, causa náuseas. Eu me senti assim, me deu vontade de parar de ver aquele episódio, mas aínda estou tentando encontrar algo que presta, já que é uma série tão famosa, acho que só tem mais porcaria pela frente.
Black Mirror é uma série que explora o que há de pior em nossa era da comunicação instantânea e da tecnologia crescente. Na verdade, eles vão um pouco além da nossa realidade atual, avançando algun...
A primeira temporada de Black Mirror já chega com os dois pés na porta. O episódio de estreia é um choque completo, daqueles que deixam qualquer espectador desconfortável e fazem entender imediatamente qual é a proposta da série. Mesmo que nenhum dos três episódios esteja entre os meus favoritos da série inteira, os três são excelentes. Cada um apresenta uma crítica diferente à sociedade e à tecnologia, sempre de um jeito provocador e difícil de esquecer. O que mais gosto nessa temporada é que ela não tenta apenas surpreender pelo absurdo. O choque existe, mas ele sempre serve para levantar discussões que continuam fazendo sentido muito tempo depois dos créditos. São apenas três episódios, mas três verdadeiras pedradas. Um começo ousado que já coloca Black Mirror entre as séries mais marcantes da ficção científica.
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