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Caroline C.
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Crítica da 5 temporada
5,0
Enviada em 2 de abril de 2020
Achei mesmo muito curioso terem escolhido justo a Miley Cyrus para interpretar uma artista que está se sentindo sufocada da maneira como é controlada em prol do sucesso. Seria assim que a Miley se sentia quando trabalhava para a Disney, pouco antes de se revoltar e mudar completamente seu estilo e hábitos publicamente? Resultou em um episódio bastante adolescente e musical. Interessante eles terem produzido algo voltado mais para o público juvenil. Não tinha visto nada nessa pegada nas temporadas anteriores. Gostei bastante! Quanto aos outros dois episódios da série, é de cair o queixo a criatividade desses produtores do Black Mirror…
Um compendio da associação dos homens com a tecnologia atual. O agravante do sofrimento que temos e na maioria das vezes deixamos para la´. Alguns episódios sensacionais.
Assustadoramente possível. Último episódio dá temporada fechou com chave de ouro. um futuro aparentemente longe, porém, muito próximo da nossoa realidade. likes likes e likes
"Muito pelo seu formato, já que cada episódio é uma história independente com equipes e atores distintos, Black Mirror vem sendo comparada a Além da Imaginação. Mas, enquanto a clássica série de Rod Serling trazia contos moralísticos carregados no sobrenatural ou na ficção científica, por vezes com finais felizes ou otimistas, Charlie Brooker opta por um caminho mais satírico, ao mesmo tempo plausível e alarmista, raramente se desviando do ambíguo e do obscuro."
Muito Boa. Só dou 4 estrelas por que ela ainda tem de ralar muito para chegar ao nível da série que lhe inspirou, Twilight Zone (Além da Imaginação) versão P&B de 1959. E dá pra perceber que nas últimas temporadas a criatividade foi sumindo um pouco. Porém uma coisa eu digo, se a nova versão de Twilight ZOne for fraca, essa série merece o título de sucessora.
A quarta temporada de Black Mirror começa razoavelmente bem, mas dá sinais de cansaço. A ideia de brincar com Star Trek, vinda de autores obviamente fascinados por séries como essa e Além da Imaginação (há uma brincadeira igualmente inventiva no último episódio dessa temporada) parece ter dado a origem um terror estelar de simulação que irá nos mostrar que a série começa a abusar dos conceitos de simulação (jogos ou não) e em alguns momentos as ideias do papel (como ideia/argumento) não parece tão bem conduzidas pela série.
Quase um ano depois de ter sido apresentado a série Black Mirror assistindo as duas primeiras temporadas e mais um especial de 1 hora, estava contando os dias para que fizessem uma terceira temporada. Foi um impacto muito grande quando assisti sem saber muito bem o que era a série na época. Eis que nosso Santo Netflix assumiu os direitos, e tornou a série um produto original de seu catálogo de produções e novamente nos deparamos com o “lado negro do reflexo do espelho”.
como todos os episódios são desvinculados, com histórias independentes, aconselho assistir primeiro a 3a temporada, depois a 2a temporada e si depois assistir a 1a temporada, que é a mais fraca.
A segunda temporada de Black Mirror demonstra que a série está evoluindo em relação há a atuação de seu atores como também a qualidade da trama, valendo destacar o segundo episódio que possuí reviravoltas importantes para a trama, porém temos o pior episódio das três temporadas já lançadas, o momento Waldo.
Black Mirror é uma série que explora o que há de pior em nossa era da comunicação instantânea e da tecnologia crescente. Na verdade, eles vão um pouco além da nossa realidade atual, avançando alguns anos/décadas, onde algumas novidades brincam com nosso conceito de humanidade e relacionamentos, mídia e governos.
Black Mirror é uma série que explora o que há de pior em nossa era da comunicação instantânea e da tecnologia crescente. Na verdade, eles vão um pouco além da nossa realidade atual, avançando alguns anos/décadas, onde algumas novidades brincam com nosso conceito de humanidade e relacionamentos, mídia e governos.
Black Mirror é uma série que explora o que há de pior em nossa era da comunicação instantânea e da tecnologia crescente. Na verdade, eles vão um pouco além da nossa realidade atual, avançando alguns anos/décadas, onde algumas novidades brincam com nosso conceito de humanidade e relacionamentos, mídia e governos.
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