Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Lucas L.
11 seguidores
7 críticas
Seguir usuário
Crítica da série
5,0
Enviada em 27 de junho de 2014
Série de suspense e policial é o que mais tem por ai. Umas boas, outras ruins e raras espetaculares. Hannibal não se encaixa em nenhuma das três categorias. Vai além, mostrando personagens com características únicas, enredo sólido e contagioso, no bom sentido. Que venham muitas mais temporadas.
Tem pessoas que dizem n gosta de Hannibal pois eu digo são pessoas que n gosta de usar o intelecto para nada só gosta de séries fúteis sem criatividade
Hannibal envolve o público em um trama no qual você acaba torcendo pro assassino, quem já era fã do mesmo seguimento, com certeza recebeu um prato cheio com a bela atuação de Mads Mikkelsen, tão frio, enigmático charmoso e inteligente quanto na atuação eternizada por Anthony Hopkins, a segunda temporada foi melhor do que já era esperado, quanto mais você entende o jogo psiquiátrico de Hannibal, mais você quer ver qual será o final, sua experiência mental, vai ser bem sucedida? O monstro que está criando poderá se virar contra ele em um confronto final?
Nada posso responder, mais espero poder deslumbrar meus olhos e meu estômago com as belas receitas de Hannibal, enquanto desfruto da mais bela forma de Suspense/Horror nas próximas temporadas!
Realmente você quer saber qual a receita pra Hannibal?
Pique o suspense em vários pedaços finos, misture-o bem com intelecto, e tempere-o com sangue, violência e histórias totalmente psicopatas, leve ao forno pré aquecido a 50 Graus de tensão, servido com charme e elegância, esse é o prato que Hannibal lhe oferece!
A serei foi brilhante!!!! Os atores e a direção estavam impecáveis...A unica coisa que logo de inicio me deixou aborrecida foi a introdução já anunciando o fim... Passei a serie contado as horas pro final e quando finalmente chegamos lá!! Tive que a impressão que o glamour quase se perdeu naquele banho de sangue, não que tenha odiado longe disso... Mais não havia mais o suspense que me deixou vidrada na serie... Acho que fiquei mais apavorada com a sequencia de mortes do que envolvida e sem contar a pequena estupides de Will G. Seja como for, estarei esperando o retorno de Hannibal, com a atuação impecável de Mads Mikkelsen...
spoiler: família, mas não entende amor da mesma forma. Para ele, aquilo é quase uma construção estética. Uma possibilidade interessante. Então ele começa a adoecer Will propositalmente. Manipula sua mente. O faz duvidar de si mesmo. Quer que ele aceite sua própria insanidade. Quer que ele se veja como realmente é. Quando Will descobre a verdade, Hannibal o incrimina como o Imitador. Finge matar Abigail. Afasta Will porque já sente algo por ele — e esse sentimento o torna vulnerável. Então chegamos ao último episódio da segunda temporada. Na minha visão, o melhor da série. Will começa a fingir que está se entregando à própria escuridão. Ele quer conquistar a confiança de Hannibal para traí-lo. Quer fazê-lo se entregar à polícia. Mas, ao mesmo tempo, é Will quem liga para Hannibal avisando que Jack está indo até ele. Ele entrega… mas protege. Ele trai… mas avisa. Esse conflito é o que torna tudo tão profundo. Hannibal tenta matar Jack, que ele considerava amigo. Fere Alana, com quem tinha um relacionamento. Ele machuca todos sem piedade. Mas quando esfaqueia Will na frente de Abigail — que estava viva o tempo todo — a cena muda completamente. Ele o abraça. Ele demonstra arrependimento. Ele pergunta se Will o perdoaria. E Will diz não. Aquilo muda tudo. Hannibal queria que Will fugisse com ele. Que Abigail fosse a família que Will sempre desejou. Mas se Will não o perdoaria… se não iria com ele… então Abigail deixa de ter significado. E ele a mata diante de Will. É cruel. É devastador. É amor distorcido. Na terceira temporada, Hannibal tenta seguir em frente na Europa. Mas ele não consegue. Tudo volta para Will. Quando descobre que ele está na mesma cidade, volta a matar — e aqueles assassinatos parecem cartas de amor. São convites. São chamados. O reencontro dos dois é simbólico, grandioso. Eles se olham como se nada tivesse acabado. Como se tudo ainda estivesse ali. Mesmo quando Will tenta matá-lo, mesmo quando há bala, sangue e traição, Hannibal ainda o salva. Ainda o leva para casa. Ainda o abraça. Os dois se amam. E querem se matar. Quando Mason captura Will, Hannibal mata todos para salvá-lo. Carrega seu corpo. Protege-o. Mostra quem domina — e quem se rende. Depois, Hannibal se entrega. Não porque perdeu. Mas porque, sem Will para persegui-lo, nada faz sentido. Três anos se passam. Will tenta ter uma família. Tenta ser normal. Mas ele sente falta da intensidade. Sente falta de Hannibal. Ele já se reconhece como insano porque sente essa ausência. Quando surge o caso do Dragão Vermelho, ele diz que não vê nada. Mas vê. Sempre viu. Ele pede para ver Hannibal. Pela sensação. Pela conexão. No final, quando matam juntos o Dragão Vermelho, Will o abraça e diz que aquilo é belo. E é ali que tudo fica claro. O salto do penhasco pode ser morte. Mas, para mim, é renascimento. Eles não morrem. Eles ressurgem. Como um só. Como aquilo que sempre foram. E a cena final com Bedelia… duas cadeiras vazias. Um jantar preparado. Um futuro sugerido. Minha única crítica é o pouco desenvolvimento de Miriam e Chiyoh, e o fato de o último episódio concentrar muitos acontecimentos. Mas, tirando isso, a série é perfeita para mim. Intensa. Complexa. Corajosa. Não é apenas sobre assassinatos. É sobre amor, obsessão, identidade e escolha. E eu amo cada segundo dessa intensidade.spoiler:
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade