Habeas Corpus
Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Média
3,5
39 notas

20 Críticas do usuário

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5 críticas
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9 críticas
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Raphael Silva
Raphael Silva

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,0
Enviada em 30 de setembro de 2026
A obra é linda, os atores ótimos, o enredo muito dentro da realidade , não só da justiça brasileira, mas como também no judiciário e bom poder público em todo o mundo. Prova disso a magnífica série também da NETFLIX de nome " Os olhos que condenam". Existem pessoas ruins em todas as profissões, vaidosas, corruptas e ambiciosas em todo lugar, contudo não acredito que seja a maioria. Temos bons juristas e bons policiais, instituições essas que são a única esperança de proteção do cidadão de bem. Algumas falhas técnicas que ocorreram, como por exemplo, uma estudante de direito visitar um preso, em uma presídio de segurança máxima, é irreal, ao menos na legislação deste país, mas no todo, muito feliz com a série. Viva o cinema e o artista Brasileiro. 
Adilson ferreira
Adilson ferreira

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Crítica da série
4,5
Enviada em 3 de outubro de 2026
Achei muito inteligente e prende do começo ao fim. A protagonista nem precisa dar nota pq é simplesmente fantastica.
Suzy fortes
Suzy fortes

1 crítica Seguir usuário

Crítica da série
4,5
Enviada em 4 de outubro de 2026
Série boa , obviamente tem alguns furos de roteiro mas nada que desabone a trama
Aborda um tema pouco explorado que são os inúmeros erros judiciários devirados da corrupção entranhada na polícia e no sistema judiciário.
Claramente poderia ser uma versão BR de Law e Order , podendo até usar casos reais como inspiração
Luiz Rocha
Luiz Rocha

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
1,0
Enviada em 5 de outubro de 2026
Para ser ruim, Habeas Corpus precisa melhorar muito. A série parte de uma premissa potencialmente interessante e faz questão de desperdiçá-la em praticamente todas as etapas da realização. O principal problema está no roteiro: diálogos artificiais, expositivos e pouco verossímeis, personagens sem densidade dramática e situações que raramente ultrapassam o nível de uma caricatura bastante superficial do universo jurídico.
É particularmente impressionante que episódios com cerca de uma hora de duração tenham tanta dificuldade para construir uma narrativa minimamente consistente. Há tempo de sobra para desenvolver conflitos, estabelecer relações, criar subtramas e produzir alguma complexidade psicológica, mas o roteiro parece incapaz de transformar duração em dramaturgia. O resultado é uma sucessão de situações previsíveis, personagens funcionalmente construídos para defender determinadas ideias e conflitos que parecem existir apenas para conduzir a próxima fala de efeito.
A crítica social também não ajuda. Em vez de elaborar contradições, tensionar perspectivas ou permitir que diferentes posições se confrontem dramaticamente, a série frequentemente opta pelo caminho mais fácil: a exposição direta de uma mensagem. A discussão sobre justiça, desigualdade, sistema jurídico e relações de poder poderia render uma obra densa, provocadora e intelectualmente desconfortável. Aqui, muitas vezes, transforma-se em panfleto audiovisual, com pouca sutileza e quase nenhuma ambiguidade. O espectador não é convidado a pensar; frequentemente recebe a conclusão pronta.
Em termos de linguagem, a série parece uma espécie de Malhação ambientada em uma suposta faculdade de Direito. Há uma combinação desconcertante de conflitos juvenis, diálogos pouco naturais, personagens estereotipados e uma representação do ambiente acadêmico e profissional que soa artificial. O problema não é optar por uma narrativa acessível ou popular, mas sim tratar o público como se ele precisasse de personagens esquemáticos e diálogos explicativos para compreender questões complexas.
O elenco também sofre com a precariedade do material que recebe. Há pouca naturalidade nas interações, pouca química entre os personagens e uma recorrente sensação de atores simplesmente aguardando a sua vez de dizer a próxima frase. Em diversos momentos, a interpretação parece obedecer à mecânica do texto, em vez de produzir a impressão de pessoas realmente vivendo aquelas situações. Isso sugere problemas que ultrapassam a performance individual: preparação de elenco, direção de atores, construção de cena e condução dramática parecem ter sido insuficientes.
Tecnicamente, a impressão é de uma produção que não encontrou unidade entre roteiro, direção e montagem. Faltam ritmo, precisão na construção das cenas e uma edição capaz de conferir tensão ou fluidez ao material. A continuidade e a lógica interna das situações também poderiam receber maior atenção. Não basta filmar uma história, mas sim construir, na montagem, uma experiência narrativa que faça o espectador acreditar naquele universo. Aqui, muitas cenas parecem simplesmente encadeadas, em vez de efetivamente construídas.
E talvez o mais frustrante seja o desperdício do próprio conceito. Habeas Corpus tinha matéria-prima para uma série muito mais interessante. O universo jurídico oferece conflitos morais, dilemas éticos, desigualdade social, relações de poder, disputas institucionais e personagens naturalmente atravessados por contradições. Seria possível construir um drama jurídico sofisticado, um thriller, uma sátira ou até uma crônica social mordaz. Havia inúmeras possibilidades narrativas. A produção, porém, parece ter escolhido justamente a combinação menos interessante entre elas.
O resultado é especialmente ingrato para algumas das atrizes envolvidas. Marjorie Estiano e Marisa Orth, que são capazes de entregar trabalhos muito mais expressivos, acabam aprisionadas em personagens genéricos, pouco desenvolvidos e sem o necessário material dramático para produzir atuações memoráveis. É difícil exigir grandes interpretações quando o próprio texto oferece tão pouco espaço para nuance, contradição ou subtexto.
No fim, Habeas Corpus não é apenas uma série com problemas pontuais de roteiro ou atuação. É uma produção em que diferentes camadas da realização parecem falhar simultaneamente: dramaturgia, diálogos, direção de atores, construção de personagens, ritmo, montagem e elaboração da crítica social. E quando todos esses elementos caminham na mesma direção, o resultado deixa de ser apenas uma série ruim e passa a ser um caso bastante didático de como uma boa premissa pode ser completamente desperdiçada por escolhas criativas equivocadas.
Inacreditável.
Luciana Mendonça
Luciana Mendonça

1 crítica Seguir usuário

Crítica da 1 temporada
4,5
Enviada em 6 de outubro de 2026
Muito boa a série. Gostei do enredo, de boa parte das atuações, destacando-se Mariza Orth e Marjorie Estiano. Recomendo!